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Portugal: Casal vendia droga para o mundo e recebia em bitcoins


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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37 Respostas

  1. Antunes says:

    E quase que aposto que usavam a darknet para vender e fora apanhados seguindo a proveniência do encomenda e não as Bitcoins.

    Fizeram tudo bem esqueceram-se é que para enviar encomendas pelos ctt isto mais dia menos dia iria acontecer, upssss

  2. Vasco says:

    Enviar droga por correio não pára na alfândega…mas um par de escovas limpa-vidros automóvel pára e pedem tudo e mais alguma coisa para comprovar a sua compra.

    Só neste pequenino País com “gente” ainda mais pequenina a governá-lo e a criar leis para os amigos.

    Tenho dito 😛

  3. Pai de Burro says:

    Dois sentimentos distintos me assolam, 1º Porque prenderam o casal ?
    Eram empreendedores, e para mais das novas tecnologias, que como todos sabemos sao o futuro.
    2º Foi preciso vir um casal da Polónia montar este tipo de negocio em Portugal, estou triste, onde andam os empreendedores Portugueses ?
    Ou foi porque estes se deixaram apanhar, e os Portugueses, por ai continuam em Nº e local desconhecido ?

  4. Hugo Vieira says:

    Até parece que ninguem aqui ja fez o mesmo. Nao julguem o casal por algo normal

  5. tt says:

    Uma questão, como é que apreenderam bitcoins? Existe legislação cá que permita isso?

    • JJ says:

      Basta terem apreendido o material informático. De certeza que esta malta, não tinham os BTC guardados em carteiras cloud.
      Logo, se no material informático apreendido, estiverem a carteira e as chaves dos endereços BTC, é como eles tivessem aprendido dos bitcoins.

  6. binteseix says:

    Provavelmente o que indiciou o crime foi:
    – contas de electricidade avultadas (para produzir no laboratório)
    – várias transferências de elevado valor de casas de cambio de bitcoin para a conta.

    depois é só a policia confirmar

    • Hugo says:

      Hum…ir lá pela electricidade não seria fácil, mas há sempre uma ponta solta.

      • Telmo Gaspar says:

        Não há crimes perfeitos, basta saber investigar…
        Qualquer dia criam um CTT over TOR 🙂

        • Joao 2348 says:

          Isso existe há décadas na fronteira dos EUA com o México… é para todos os gostos, desde levar a mercadoria nas costas, de avião, integrado no carro, de submarino, dentro do corpo, dentro de embalagens de alimentos… depende do produto e do cliente. mas assim como as pessoas continuam a ser apanhadas mesmo quem usa TOR também continuam a apanhar muitos desses meios de transporte… aquilo é um “rio” e de vez em quando as policias tiram uns “litros” para o lado.

    • correia says:

      Para mim foi mesmo denuncia dos ctt, isto porque este tipos não devem colocar o endereço de remetente (para em caso de apreensão não haver restreamento), ora muitas encomendas sem remetente e ainda por cima imigrantes deve ter tornado as encomendas suspeitas.

      • Joao 2348 says:

        Podem meter remetentes falsos, ou para casas desocupadas… o mais provável é ter passado em alguma inspecção aleatória envolvendo cães ou raio X, ou podem ter sido aquelas compras feitas pelas próprias polícias para descobrir de onde vêm ou alguma apreensão que levou a essa informação.

  7. Joel Henriques says:

    xii até com categoria com track code e tudo
    aqui a minha terra tem de tudo

  8. Mario says:

    Bitcoin é traceable.
    Existem melhores alternativas como o Monero por exemplo.

    • abel says:

      Depende do ponto de vista. É traceable mas não consegues exatamente saber quem possuí certo endereço. Podem ser usados tumblers, e/ou a fazer a compra dos bitcoins pessoalmente não há nenhum registo que tal endereço pertence a certo individuo.
      Agora, para as pessoas que tenham a carteira por exemplo na blockchain com dados do utilizador, mais facilmente será detetado quem possui o endereço.

  9. Pedro Costa says:

    A minha querida loba afinal tem gente inteligente (ou não). Já não podem dizer que os da loba são burros.

  10. AlexX says:

    14 bitcoins mais umas drogas. Nada de dinheiro vivo ou bens de luxo. Pode significar que estes foram os traficantes mais azarados da década, inspeccionaram na alfândega uma das primeiras encomendas que expediram e puf, dois dias de negócio e foram logo apanhados 😀

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