Carregadores de carros elétricos serão obrigatórios nas casas


Destaques PPLWARE

105 Respostas

  1. Jorge Cunha says:

    Ainda vão arranjar maneira de um carregamento da bateria auto, ser tão cara, como hoje é atestar um depósito com gasolina!

    • Luís M says:

      LOL, óbvio o estado não pode perder essa receita, são quase 70% do valor de cada litro a entrar nos cofres do estado, acreditar que vai ser mais barato abastecer um carro elétrico é um sonho de crianças.

      • Miguel says:

        a eletricidade carrega menos o SNS.
        pode ser menos taxada.

        a eletricidade diminui importações.
        pode ser menos taxada.

        • Jorge Carvalho says:

          O que dizes nao faz sentido nenhum , especialmente quando o défice tarifário já ia em 5 mil milhões quando vi …

          Abc

          • Carlos says:

            O “défice tarifário” é uma invenção da EDP para sacar uma renda ao estado. Devem ter achado que tinham direito, já que todas outras grande empresas têm.
            Porque se pagamos menos pela eletricidade à EDP do que ela lhe custa, como é que a EDP consegue ter lucro todos os anos?

      • Mário says:

        Podes sempre optar por carregar as baterias em casa e pagares o mesmo imposto que pagas por acender a luz da sala.

      • Ricardo says:

        A possibilidade de fazer o carregamento em casa impedirá sempre que o preço seja muito elevado apesar, claro está, de que para utilizar os super carregadores pagarás mais.

    • Vítor M. says:

      Vai ser um exercício interessante de perceber. Como foi referido pelo Luís, os impostos nos combustíveis rondam os 70%.

      Ora tendo em conta o ano de 2016, que de janeiro a dezembro o país consumiu 14855 TEP (toneladas equivalentes de petróleo) em combustíveis fósseis – sendo um pouco mais de metade produtos petrolíferos e o restante gás natural e carvão, rondando assim os 7516 TEP – a receita foi muito significativa, logo, terá de haver uma transferência de tributação para o novo paradigma das energias.

      Estamos a viver uma espécie de “primeiro estranha-se depois entranha-se” do conceito dos veículos elétricos, depois de viciar o mercado, taxar é fácil e pagar é uma obrigação que ninguém poderá fugir. No final, esperamos todos que assim seja, o somatório do que se poupa no combustível mais as taxas a pagar seja, para a nossa carteira, saldo positivo, face ao que temos agora.

      Para o meio ambiente, também esperamos vantagens, mas vamos estar atentos à extração do lítio e à reciclagem do lixo que resultará desta nova epopeia.

      • Alexandre Norte says:

        Concordo, mas atenção ali ao comentário do Miguel.
        “a eletricidade carrega menos o SNS.
        pode ser menos taxada.

        a eletricidade diminui importações.
        pode ser menos taxada.”

        A toxicidade do ar está relacionada com o número de problemas respiratórios, se o ar for menos tóxico estes problemas vão reduzir-se. O que alivia o SNS.
        Ao contrário do que se faz em Portugal muitos países pensam nestes pormenores e daí que tenham maiores ações de prevenção e com bons resultado.

      • Ricardo says:

        De qualquer forma, com a mudança de paradigma para a produção distribuída o estado e as grandes energéticas estão a perder o controlo da eletricidade.

    • Blackbit says:

      Nisso não tenhas dúvidas! O estado vai certamente compensar a perda de receitas nos produtos petrolíferos com receitas nos carregamentos dos automóveis: ou vendendo a electricidade mais cara quando usada para esse fim e/ou em impostos na utilização dos carros eléctricos.

    • MarioM says:

      O Estado não dá ponto sem nó já estão a fazer contas de quanto vão puder sacar num imposto a sonhar ah e vou ter de pedir que me alarguem as escadas preciso de levar o carro até ao 3º andar .

    • . says:

      Uma simples questão, eu não tenho petróleo no meu jardim. Mas tenho sol. Se eu com o sol consigo produzir electricidade para carregar o carro, será que vai ser tão caro como é agora encher o depósito? Pode ser mais caro do que carregar agora. Mas visto que podes produzir a própria electricidade e não o próprio gasóleo penso que não vai ser tão caro como é com os combustíveis fósseis

  2. AiOGajo says:

    Não há nada como o governo para aplicar soluções e custos para problemas que não existem…

    • AiOGajo says:

      Aliás, fui obrigado a ter que comprar uma banheira para colocar em casa uma vez que é obrigatório por lei ter este equipamento em vez de optar por um duche… querem saber quantas vezes se utilizou a banheira em 4 anos? 1 vez. Ainda bem que tenho outras casas de banho com duche.

      • GM says:

        Tem razão. Essa situação a que foi obrigado, deduzo que tenha sido na construção de um edifício / moradia nova, decorre da legislação em vigor, concretamente o RGEU – Regulamento Geral das Edificações Urbanas, de 1951, portanto, com 66anos. Como a ainda não foi revogado, apesar de diversas alterações e actualizações, a disposição a que se refere tem em conta a necessidade de existir uma casa de banho com as 4 peças sanitárias, lavatório, sanita, bidé e banheira. Esta última peça sanitária não pode ser substituída por base de duche, pela lei em vigor acima identificada.

      • Rui says:

        É verdade 🙂
        Também estou a aventurar-me a construír uma casa e fartei-me de rir quando a arquitecta disse-me que era obrigatório a casa ter uma banheira! (Eu só queria cabines de duche) A sério que já que tenho de meter banheira….. estou a pensar meter uma de hidro-massagem a fazer de piscina, assim sempre tenho água quente 🙂
        Mas há um pormenor que não está esclarecido, criar lugares de estacionamento….. não são as Câmaras a fazê-lo?

        • Pedro says:

          @Rui
          Pode indicar-me o que é obrigatório ou onde poderei ver numa contrução de uma casa?
          Obrigado

          • Rui says:

            Boas Pedro.

            Não há propriamente um local onde possa ver as exigências de construção.

            Na prática há as leis gerais, como aquela de 1951 que obriga à instalação de 1 banheira, mas depois há no terreno 307 ou 308 exigências diferentes e que derivam do famoso PDM de cada concelho, como já referiram em cima. Vai desde a área de implantação da casa no lote escolhido, a altura máxima, exigências quanto a cores utilizadas, etc.
            Mas não te preocupes muito, o arquitecto é que tem de conhecer essas exigências e se desconhecer, entra em contacto com a equipa técnica do município.

        • Miguel Costa says:

          No caso dos edíficios cabe ao promotor criar 1 a 3 lugares de estacionamento por cada habitação. Tanto pode ser em garagem como na rua… a Câmara só toma posse administrativa dos lugares, depois da obra ser dada como concluída.

        • GM says:

          Não. É o promotor. Se promover uma habitação unifamiliar, o PDM – Plano Director Municipal prevê, para a zona onde irá ser edificada a construção, X lugares de estacionamento, em função da área / tipologia do imóvel. Para melhor esclarecimento adequado à sua situação deve consultar o PDM em vigor na CM onde irá construir, para se esclarecer melhor.
          Se, porventura for o promotor de uma urbanização, o PDM definirá quantos lugares de estacionemto existirão em cada lote, e os estacionamentos públicos nos arruamentos do mesmo loteamento. Baseado, tudo, nos índices constantes no PDM em vigor.

        • cistine says:

          Não e obrigatório ter banheira e sim obrigatório ter espaço para que ela la consiga caber. Pode optar por colocar base de duche nas casas de banho mas uma delas tem de ter esse tal espaço

        • Miguel says:

          Acho que esta nova lei estava apenas a referir-se a lugares de estacionamento privado.
          Por exemplo se tiveres uma garagem com acesso a um carro poder entrar lá dentro.

          Ou sem garagem fechada, mas tens um espaço privado junto à casa onde podes colocar o carro.

      • Hugo says:

        Pura das verdades… tive exactamente a mesma situação.

    • Pedro says:

      O que é preciso ao construir uma moradia nova?

      • Alexandre says:

        Tanta coisa… tem de contratar uma equipa de projeto que eles orientam

      • Arquitecto/Arquiteto says:

        Boa noite, eu sou Arquitecto, e perante a sua questão denoto que tem alguma inexperiência nessa área. A Ordem dos Arquitectos tem uma página especialmente orientada para as pessoas se informarem sobre os primeiros passos no caminho longo (mas compensador) na construção de uma habitação. http://www.trabalharcomarquitectos.pt/perguntas#5
        Existem muitos regulamentos (nem imagina): RGEU, PDM, Regulamento Municipal, RJUE, RCCTE, Acessibilidades…, se é abrangido por Plano Pormenor, Plano de Urbanização, Projecto de Loteamento… cada caso tem a sua particularidade.

  3. Pedro says:

    Agora só falta saber quem é que vai pagar a energia carregada por cada veiculo num prédio “novo”. Se existir apenas um ponto de carregamento na garagem de um prédio, e apenas 1 ou 2 proprietários tiverem carros eléctricos, todos os proprietários desse prédio irão pagar, via quota do condomínio, os “passeios” dos ricos utilizadores dos carros eléctricos? E os “amigos” desses utilizadores também podem lá ir fazer uma visita para atestarem a bateria?

    • João Pinho says:

      Bem, penso ser óbvio que a resposta à sua questão é que não, certamente que não poderá utilizar a eletricidade paga por todos para carregar o seu carro. À semelhança do que já acontece agora; certas garagens de prédios tem tomadas em sitios públicos, mas não é para os moradores utilizarem… é uma questão de bom senso. O artigo refere-se a construção nova, e, à semelhança do que já acontece em garagens de prédios mais recentes, cada lugar de garagem, ou garagem fechada dentro do prédio, tem uma tomada ligada diretamente ao apartamento do proprietário…

      • Pedro says:

        O bom senso não chega a todos, pois neste momento no meu prédio (com mais de 20 anos) um dos moradores solicitou autorização para instalar um destes carregadores para o “seu” carro (da empresa) ligando-o a um quadro próprio ou fazendo uma ligação à sua fracção, o que foi autorizado. No final ligou ao quadro geral do prédio para que todos os outros paguem a energia para que possa ir trabalhar e passear…

        Isto da poupança do consumo é muito bonito, especialmente quando são os outros a pagar 🙂

    • José Sousa says:

      Não fale do que não sabe. Hoje em dia é fácil cobrar a energia a quem a usa, mesmo sendo um ponto partilhado. E não é preciso ser rico para ter um VE, eu comprei um por 8500€.

      • Pedro says:

        Podia então esclarecer-me como é possível cobrar e energia que não está a ser contabilizada por qualquer contador certificado?
        O aumento da potência do quadro geral do condomínio fica a cargo de quem?…

        A questão o valor de compra dos VE não vem aqui ao caso, pois desde que tenha €€€ posso comprar um VW ou um Porsche, desde que naturalmente seja eu a pagar o combustível que o carro consome nas minhas deslocações.

      • dunno says:

        que veiculo comprou amigo? apenas por curiosidade

    • Miguel says:

      Se o prédio tiver um ponto de carregamento, este mesmo ponto pedirá um código ou um cartão antes de se usar. Assim sabemos quem gastou o quê.

  4. Áquila Freitas says:

    Bem, apesar da intenção ser boa. Como fica minha liberdade de optar por não ter um ponto de carga na minha casa (propriedade privada) que planejo construir? É daqueles casos democráticos em que, ou escolhes a minha maneira, ou a minha maneira.

    • Int3 says:

      obrigatório é obrigatório.
      há obrigações na construção civil em que não irás usar mas se venderes a casa outra pessoa pode.
      como os acessos aereos e subterrâneos. é a mesma treta.

      • Luís M says:

        Não faz sentido, podiam obrigar a instalar os tubos ou no limite os cabos prontos a fazer a ligação, mas nunca instalar o equipamento, quem vier a seguir que instale se tiver interesse.

        • João Pinho says:

          Pois, certamente. Não será por um tubo ligado do quadro à garagem que a moradia vai ficar mais cara. Poderá ter de levar também um disjuntor no quadro, ou até os cabos elétricos, mas não será um custo muito alto de suportar.

          • Anónimo says:

            O tubinho é o de menos, o problema é que o sitio onde tenciona (eventualmente) ligar a cablagem terá de estar preparado para fornecer esses níveis de potência (e eventualmente até ser uma instalação trifásica para carga rápida). A questão até pode ser menos grave em moradias isoladas, mas os problemas são bem maiores em zonas densamente povoadas (principalmente muitos fogos de apartamentos).

            O cerne da questão está do lado do fornecedor de energia, que vai ter de comportar muita mais potência para efectuar a carga em todos esses pontos e a coluna de fornecimento de energia dos prédios também terá de estar dimensionada para outros níveis de potência.

            Infelizmente mudanças deste lado começam sempre nos milhares de euros (e a somar).

        • rui says:

          é como os paineis de aqs podes não querer usar mas tens de instalar e se for vendida o próximo também os vai usar.
          Assim como a infraestrutura de ITED.

      • Áquila Freitas says:

        “obrigatório é obrigatório” é esse mesmo o problema. A casa, digamos, será minha e não quero ter um ponto de carga. A pessoa que a ter após minha posse, irá decidir se quer ou não um ponto de carga. Entende-se a obrigatoriedade de coisas como, casas anti-sismicas, pelo risco que existe Portugal, mas ponto de carga para carros elétricos?

        • Rui says:

          penso que a ideia é criar a infrastura para no futuro não haver desculpas pela razão de não se querer comprar carro eletrico, se já tiveres carregador em casa é menos um obstaculo, contudo fico curioso que tipo de carregar é requerido, por exemplo o grupo Renault usa um, a Toyota outro, Tesla tem o seu que até trabalha a amperagem mais elevada que o resto 40 vs 22, será giro ver como vai ser a coisa…

          • Áquila Freitas says:

            O senhor não entendeu, minha propriedade privada é minha, eu tenho o direito de escolher se quero ou não ter um ponto de carga. Como posso escolher as cores das paredes, como posso escolher se quero ter um carro/barco/helicoptero/foguete na minha garagem. Tornar um ponto de carga obrigatório é ridículo.

          • rui says:

            mas não pode escolher se quer menos portas que o mínimo que o ITED obriga, não pode escolher não ter um WC num piso acessível, não pode escolher não ter painéis de AQS solar, não pode fazer o que bem entende da propriedade, entre muitas outras coisas que não pode escolher não querer apesar de ser propriedade privada. não tem uso discriminado da mesma, está sujeita a regras e a licenciamento.

          • mlopes says:

            a existência de uma infraestrutura para um ponto de carga de veículos elétricos não pode ser comparada à escolha das cores das paredes. no máximo pode comprar com a existência de infraestruturas de electricidade, gaz, saneamento ou água.
            também pode querer viver sem eletricidade ou adubar o jardim à moda antiga, mas a verdade é que a infrestrutura de eletricidade é obrigatória e de saneamento também (onde existe. noutros locais a obrigações são diferentes). é simples

        • Traveller says:

          Podes escolher a cor da tua casa como queres?
          A casa é tua? Não pagas todo os anos IMI?
          Também é obrigatório painéis solares nas casa novas quer uses ou não
          Banheira também é obrigatório quer uses quer não.
          Agua canalizada também é obrigatório quer uses quer não
          Luz também é obrigatório quer uses quer não.
          Certificado energético também é obrigatório quer uses ou não.
          Etc, etc.

        • Ricardo Carvalho says:

          Tenho uma situação em que para legalizar a casa, ter o “Certificado de Habitabilidade”a câmara quer obrigar-me a fazer a instalação do gás natural. Até aí tudo bem, o problema é que na rua não existem mais casas, é tudo terrenos rústicos (não podem construir) e a empresa responsável pela distribuição do gás naquela zona diz que não há casas suficientes para justificar o investimento, até me passaram uma declaração a dizer isso mesmo, mas na câmara não querem saber disso. Vou ter que gastar perto de mil € a instalar a infraestrutura em casa para nunca ser usada e ficar a apodrecer no chão para me darem a licença. Estas regras do obrigatório é obrigatório tem muito que se lhe diga.

  5. Luís M says:

    E com certeza alguma das entidades que instala ou fiscaliza carece licença limitada atribuída pelo estado, que invariavelmente irá para amigos.

  6. MarioM says:

    Enviem a entrevistas dos tipos do Grupo PSA e da Fiat ao governo para eles aterrarem no mundo real.

  7. TugAzeiteiro says:

    O que eu estou para ver, com o fim anunciado dos veículos a combustão, nos prédios mais “antigos”.. ou seja, sem infraestrutura adequada para instalação de carregadores domésticos para quem estaciona o carro no parqueamento/garagem, como irá ser! Sim porque no meu prédio há uma tomada de electricidade no piso -2 e outra no piso -1… isto para 11 lugares!!

  8. Rui says:

    Parece-me obtuso, para não dizer pior desta obrigatoriedade.
    Já foi referido em cima, podiam reflectir sobre a obrigatoriedade de uma casa ter banheira, como manda a lei desde 1951!!!!!
    Faz-me lembrar outra lei obtusa que obrigava já em 2006 aos veículos pesados terem um tacógrafo digital. Muito bem, compramos 1 pesado que foi entregue em Agosto de 2006, já com o tacógrafo digital. Quem conhece, sabe que o tacógrafo exige que o motorista tenha um cartão magnético/com chip para registar os dados do motorista no tacógrafo……. pois bem, mas os cartões só começaram a ser emitidos em 2007!!!!! Até à chegada dos cartões, os veículos pesados novos andavam ilegais, mas não era por culpa de quem os comprava ou conduzia! Pior, se saíssem do país eram apreendidos!!!!!!

    Já que falo em pesados, já alguém pensou como vai passar a ser feito o transporte de mercadorias? Vamos ter de voltar à raça asinina como tábua de salvação?

    • Traveller says:

      Vai ser com um camião elétrico conduzido autonomamente por um computador com responsabilidade e civismo.
      Basta veres o que já fez a mercedes e a Tesla no ultimo ano.

      • Rui says:

        Em que década vais ver esses camiões autónomos? À quantos anos há carros eléctricos no mercado? Agora no fim de 2017 qual é a quota de mercado dos eléctricos, passados 7 anos? 2%? 3%?

        Em que década é que acha que vai ocorrer o que diz?

        • Traveller says:

          Muito mais rápido do que pensas.

          Olha o exemplo dos vídeo clubes, maquinas fotográficas analógicas, Taxis vs Uber, Arrendamento vs Airbnb, portagens em quanto tempo está a ser substituído pelas maquinas, etc, etc.

          A implementação vai ser muito mais rápida não há uma marca que não tenha dito que vai deixar de produzir carros a gasóleo nos próximos anos.

          Na Noruega 42% das vendas são carros elétricos.

          Já agora num camião com o consumo medio de 40 litros aos 100 onde os custos de combustível rondam os 50% dos custos de atividade imagina aparecer empresas com camiões elétricos a poderem oferecer o transporte 40% mais barato do que atualmente com camiões electricos?

          • Rui says:

            Está a esquecer o facto tempo. Os camiões internacionais, podem ter 2 motoristas para fazerem viagens non-stop! Coisa que obviamente um eléctrico não consegue.

            Como financeiro devo dizer-lhe que esqueceu das variáveis mais importantes, que é o custo de aquisição da viatura e carga suportada. É com a contabilização do custo e da carga suportada que consegue saber o custo por km. Isto dá-lhe uma ideia do que digo: http://www.acman.pt/conte.php?a=104

        • Miguel says:

          A dificuldade não é criar o camião eléctrico autónomo. Temos é de ficar à espera que as leis dos países permitam que esses veículos circulem.

          • Rui says:

            Antes de passarem para a fase dos camiões autónomos, temos de ter os camiões eléctricos primeiro. Já existem camiões de combustão com “piloto automático”, mas não são permitidos utilizar em exclusivo, apenas com o motorista sentado no seu lugar.

  9. joao says:

    Apenas vai resultar no aumento do preço das habitações, sem uma real utilidade, pois nem todas as pessoas têm possibilidade de ter um veiculo eléctrico. Ao aumentar o valor das habitações, também irá aumentar o IMI apagar.

    • rui says:

      paga mais sobre os electrodomésticos, cozinhas, roupeiros, ar condicionado e afins, não são os 500€/600€ dum EVSE que farão muita diferença no IMI.
      A questão aqui é mesmo do tipo de carregador, com que tomada? Mennekes? e potência máxima da instalação? 16A 32A trifásico de 16A por fase ou 32A por fase?
      Acho que deviam apenas forçar a instalação para o lugar de parqueamento do contador da fracção com condições de suportar um carregador e não ligações com cabos de 1,5mm ou 2,5mm como por vezes há. E o carregador seria instalado pelo proprietário consoante a capacidade do carro.

      E o futuro passa por eléctrico, se bem que para mim as baterias e carregamentos lentos (ou rápidos com potências exorbitantes) não serão escaláveis terá de ser mais por células de combustível, mas agora têm de fazer render o peixe. Ainda não se viu os comboios voltarem ao diesel por serem piores eléctricos.

    • mlopes says:

      essa conclusão a respeito do imi não tem sentido. ninguém falou a alterar a redação do artigo 43º do cimi onde estão descritos os diversos coeficientes de qualidade e conforto, majorativos ou minorativos

  10. nottome says:

    Esquecem-se que não se pode fazer um puxada de gasóleo mas, de eletricidade…
    eu cá…, ja tenho o PT ali do fundo “debaixo d’olho”… 😀

  11. Helder gomes says:

    Realmente vivemos num Paìs governado por loucos ser obrigatorio ter tomada para carregar o carro e não ser obrigatorio medidas anti-sismicas nos edificios novos,é triste

  12. Miguel Costa says:

    Quero é ver como é que vão reciclar 85000 milhões de baterias anualmente na Europa…. quando as 2 fábricas que existem só conseguem reciclar 60000 por ano. Pois 99,99% das baterias de telemóvel são colocadas em contentores com meio milhão delas e são despachados para o Sri Lanka ou Bangladesh onde são reciclados os componentes mais valiosos e o resto vai para o lixo. Baterias de automóvel são muito maiores (170 baterias de telemóvel equivalem a 1 bateria automóvel) e o transporte irá ficar muitíssimo mais caro.
    Até agora, toda a gente só se preocupa com a energia, esquecem-se de onde a energia é guardada, que vai precisar de estruturas que não existem e que vão fazer disparar os preços dos automóveis para valores gigantescos de manutenção.

    • rodrigojds says:

      so porque a infraestrutura nao existe agora nao quer dizer que nao va existir num futuro proximo!

    • Costa says:

      É tudo treta qual reciclagem nas baterias de telemóvel? cá em PT vão para o lixo comum como as pilhas normais…e as de automóvel não acontece o mesmo porque pagam e muito bem por entregarmos a velha…a reciclagem a sério devia ser paga quando pagamos o eco valor na compra da pilha, quando a entregasse-mos para reciclar devia ser devolvido uma parte do valor…isso sim é que era reciclagem a sério agora assim é só para sacar guito a totós que ainda acreditam no Pai Natal…

  13. Wolfheart says:

    Boa tarde,

    Acho muito bonito a utilização de veículos eléctricos por serem menos poluentes, contudo já alguém pensou no que não nos é dito sobre os mesmos?

    Já alguém viu uma mina de extracção de lítio?
    https://www.youtube.com/watch?v=gOSMiDiO9jQ

    Já alguém pensou na eficiência energética da electricidade (energia desperdiçada na produção, transporte e armazenamento)?
    https://www.youtube.com/watch?v=-MeTfiymVkk

    Com este pequenos exemplo pergunto será que os carros eléctricos são mesmo o futuro?

    • Traveller says:

      Já viste uma extração de petróleo?
      Já viste a energia desperdiçada na produção, transporte e armazenamento de Combustível fóssil?

      Mas eu posso dizer que no meu caso a energia desperdiçada na produção, transporte e armazenamento é zero pois a alimentação do meu V.E. é feita em casa por painéis solares.

      As Baterias com garantia de 10 anos ao fim de 20 deve ainda de servir para armazenamento em casa.

      Não vejo preocupação com os milhões de baterias de chumbo usadas em todos os meios de transporte.

    • mlopes says:

      talvez sim, talvez não. vamos ver o que acontecerá nas próximas décadas no que diz respeito às tecnologias das baterias e das células de hidrogénio

    • Alexandre says:

      Para não falar que as redes e as centrais têm de suportar esse acréscimo de consumo de eletricidade.

    • rodrigojds says:

      Os carros electricos sao mesmo o futuro..mas somente um futuro proximo! Serao apenas o proximo passo e nao o passo final. A verdade ‘e que temos de dar o proximo passo e nao esperar ate o dia que a gasolina acabe certo??

      O passo final sera carros de hidrogenio ou um outro tipo de energia que ainda nao conhecemos .

    • Luís says:

      a cada salto de tensão (extra alta > muito alta > alta > média > baixa ) perdem-se sensivelmente 3% da energia. esse valor cumulativo é cobrado em impostos aos utilizadores em cada nivel respectivo de tensão (quanto mais alto o nivel de tensão menores são as perdas e menor é o valor cobrado em impostos). outros impostos são cobrados no preço da electricidade nomeadamente as tarifas de acesso às redes. no cômputo geral tem-se que cerca de 50% do preço da electricidade são impostos.
      a transição de uma economia baseada no petróleo para uma economia baseada na electricidade levaria assim a um abaixamento do valor global de impostos cobrados. para além disso, como a utilização da energia em motores eléctricos é mais eficiente que em motores de explosão pois não há tantas perdas térmicas, para se ter o mesmo trabalho gasta-se proporcionalmente menos energia o que reduz ainda mais o valor total de impostos cobrados.
      contas feitas creio que o estado se vai tornar mais criativo para manter a receita

  14. sm says:

    https://www.youtube.com/watch?v=Dtfew6xyQ8g
    https://www.youtube.com/watch?v=PU06GuQ7svA
    https://www.youtube.com/watch?v=VaRdUHrUnBs
    https://www.youtube.com/watch?v=YkwoRivP17A
    https://www.youtube.com/watch?v=fLzelMyjBOw

    Podia estar aqui a tarde toda a colocar links destes.
    Há mais: o desperdício de energia para, cá está, preparar a energia fóssil para uso diário.

    Efim, com o devido respeito à energia fóssil, à qual devemos muito (mesmo), esta é (de facto) a altura do começo da mudança.

    Finalmente!

  15. Goncalo says:

    Incrível, o numero de pessoas que pensam que todos os benefícios de que usufruem caem do céu, que pensam que um País se mantém do ar.
    Quando é que este nosso povinho se digna a usar o cérebro? Só falam mal de tudo e de todos, nada está bem, querem sempre mais, todos os outros estão errados, etc… CHEGA!!! Burros, usem a cabeça, mais concretamente, o que têm lá dentro.
    Claro que nem todos os que estão no poder são sérios ou lutam pelos nossos interesses, mas acreditem que as coisas estão a mudar, já há mais gente séria a fazer o que está correcto que há umas décadas atrás, temos o exemplo disso no caso do Sócrates e seus comparsas, claro que houve outros a fazer o mesmo, passaram despercebidos e ainda hoje há quem não acredite ou não queira aceitar a verdade, o exemplo disso é dado quando se pergunta a muita gente o que acharam do Mário Soares e a ideia que deixou.
    A justiça está a gora a funcionar como nunca, nesta área, e os interesses do País e do povo tendem a prevalecer e a fazerem-se valer.
    Voltando ao inicio, um País é como uma empresa grande, mas para poder empregar alguém tem de ter as contas pagas, gerar lucro, e para isso é preciso que a produção seja de qualidade e suficiente para gerar o dinheiro necessário, se a qualidade for baixa, ou se os ordenados forem altos demais, ou se os empregados não fizerem o seu trabalho, a empresa vai enterrar-se em dívidas e consequentemente falir e deixar todos no desemprego e sem rendimento mensal. Pois, nós somos os empregados da “empresa Portugal”. Pensem nisso antes de falarem de cor sobre algo que nem sequer se dão ao trabalho de avaliar e/ou compreender.

  16. MobilidadeEletrica says:

    Correcção ao artigo: a Mobi-e não gere os postos de carregamento, gere “fluxos energéticos e financeiros”.
    Temos portanto uma rede, sem gestor, só assim se justifica que a Mobi-e não saiba quais os postos que serão actualizados, nem quando…

    Fonte: https://www.mobie.pt/faqs
    “É uma empresa pública que, por indicação da tutela assegura a gestão dos fluxos energéticos e financeiros resultantes das operações da rede de mobilidade elétrica.”

    Quanto ao assunto do artigo: só para 2019 ? Porque não todos os projectos novos em 2018 ??

    E aos cépticos: uma casa deverá durar várias décadas, portanto a sua construção deve ser a pensar no futuro e não no presente. Já na década de 2020 (não sei em que ano) vai-se atingir a venda de mais eletricos (e hibridos que ligam à ficha) do que não eletricos. Começar agora é preparar o futuro. Já basta o quanto as casas de portugal são horriveis relativamente ao frio quando comparadas com o resto da europa, com neve…

    Há boas perguntas relativamente aos carregadores..
    O standard é a tomada conhecida como menekes, todos os carros têm/devem ter cabo para carregar nessa tomada – serve também para os postos na rua.
    Espero que a cablagem, se não mesmo o carregador sejam trifasicos a 32A, permitindo carregar 22kwh.
    Instalar mais do que isso não fará muito sentido em casa (e mesmo esses valores só em taxa fixa de eletricidade já são bem altos!).
    Instalar cabos ou carregadores que dêm menos é limitar muito até para a maioria dos eletricos agora na estrada.
    Nota: Existem carregadores trifásicos a 32A abaixo dos 500€.

    E já agora, em casa não se fazem carregamentos rápidos – esses sim precisam de muita potencia e são os que existem nas autoestradas (e poucos mais sitios).

  17. julio says:

    Mas afinal são incentivos ou obrigações? :/

  18. Miguel says:

    Boa sorte, na minha casa mando eu!

  19. jAugusto says:

    Obrigatório tipo aquela coisa dos terramotos que as casa tem de ter tipo em LX e ninguém ou quase tem?!
    Perda receitas nos fósseis? Fácil, deixa de dar rendas garantidas a tudo o que mexe e poupa o dinheiro que não tem…

  20. censo says:

    Não há almoços grátis. Nunca houve!

  21. Nonnus says:

    Tanto cepticismo quando se tenta mudar os hábitos. É o futuro e temos que pensar nas infraestruturas a longo prazo, dai esta nova lei. Senão for assim andamos sempre a fazer remendos nos prédios para os adaptar a realidade. À duas semanas comprei um carro eléctrico, e não sou rico! Simplesmente fiz as contas ao que gastava em gasóleo por mês e quanto custava o carro, cheguei a conclusão que em 8 anos o que gastava em gasóleo (250€ / mês x 8 anos) era o preço do carro eléctrico. Se compra-se um carro a gasóleo custava-me o mesmo e continuava a gastar os 250€ mensais em gasóleo. Portanto não é uma questão de ser rico, é uma questão de fazer contas a vida.

    Com esta compra tive de fazer uma pequena obra em casa para puxar uma tomada para a rua e assim puder carregar o carro. O que o governo esta a prevenir, é que se ande com obras em edifícios num futuro próximo para os adaptar a realidade e dando condições as pessoas para uma nova realidade que esta a surgir a passos largos. Basta ver que nos primeiros 6 meses deste ano, venderam-se mais carros eléctricos que nos 12 meses do ano passado.

    Quanto ao problema nos condomínios é simples de resolver com o cartão mobi.e o carregador é accionado pelo utilizador, e é esse utilizador é que vai pagar o valor que gastar a entidade que gerir os carregadores no prédio, não é nada mais, nada menos do que já existe em vossas casas a opção de contratarem quem querem que vos forneça a electricidade, no mesmo prédio um condómino tem EDP, o outro tem Galp, etc.

    Quanto ao problema dos preços em carregadores públicos claro que tem de haver um negocio por detrás disto tudo, ninguém faz investimentos numa rede de carregamentos sem pensar no lucro, mas ainda assim temos de pensar que os carros eléctricos cada vez tem mais autonomia e cabe a cada um gerir essa autonomia de maneira a usar o menos possível a rede publica de carregamentos e assim poupar € carregando em casa. Claro que nos anos mais próximos deverá aparecer novos impostos sobre a electricidade, para quem tem carros eléctricos, para continuar a entrar dinheiro nos cofres do estado. Agora da-se com uma mão, para daqui a uns anos tirar com a outra.

  22. João says:

    João
    Sem dúvida alguma que os motores de combustão interna vão ser banidos…
    Dinamarca , Noruega, Suécia……já têm cotas de 30% 40% de carros elétricos ..2025 o parque automóvel vai ser Totalmente electrico…e agora por aí abaixo….por essa Europa vai acontecer o mesmo….Holanda vai duplicar o selo…..dos carros a diesel em 2018….Alemanha vai proibir automóveis diesel mesmo os novos de circular dentro das cidades…..Alemanha a grande culpada da Dialisação da Europa…..o Parlamento Europeu quer diesel mais caro que a gasolina para desincentivar a compra de dieseis…….na Alemanha os carros a diesel desvalorizaram 30% em Agosto e Setembro….
    Nós vivemos numa ilha?…… esperem e não vale a pena sentarem……vai ser rápido….

    • Rui says:

      João? Como hei-de explicar-lhe….. quase todos esses países que diz, produzem veículos, sejam eléctricos, sejam de combustão. Obviamente que esses países só têem a ganhar se o paradigma actual estiver em constante movimento. No fundo é criar a necessidade de trocar o que as pessoas têem! Eu chamo-lhe marketing e espero que em Portugal não vão em cantigas!
      Se alguém precisar mesmo de comprar um carro novo, acho muito bem que pondere adquirir um eléctrico, agora virem países externos dizer-me que os carros que eu comprei em 2007 e 2011 já não podem circular, tenho de comprar mais carros novos….. eu só posso ser malcriado na resposta, a não ser que ponderem oferecer-me um eléctrico que eu aceito de bom grado!

      Fiz-me entender? 🙂

  23. BMW says:

    Já agora
    Um BMW I3 REX tem uma taxa de 13 gramas de CO…..a tabela de IUC do governo 0 Co a115 de CO pagam o mesmo..?

  24. Hugo says:

    Eu não tenho carro eléctrico ou híbrido, por isso peço que me esclareçam… esses carros não podem ser carregados em casa numa simples tomada normal?
    É que tenho visto ultimamente publicidade na TV de carros que é plug-in ou lá como se diz, ou seja, basta ligar numa tomada normal de casa e o carro fica a carregar, porque se for assim, essa obrigatoriedade de ter uma tomada especifica na garagem para carregar o carro não faz sentido… mas isso sou eu quem o diz que não percebo nada de carro eléctricos.

    • Nonnus says:

      Faz todo o sentido e explico porquê. Os carros eléctricos podem ser carregados de 3 modos.

      1 – ficha normal de casa (o meu Leaf leva cerca de – 11H até ficar carregado)
      2 – ficha de carregamento mais rápido também em casa com a chamada wallbox que leva cerca de
      ~ 5H a carregar (é isto que os edifícios devem instalar).
      3- Carregamento rápido cerca de 30 minutos 80% da capacidade (sistema utilizado nas auto-estradas).

      Isto assim explicado de maneira simples e compreensível. O que o governo quer é que os edifícios novos, tenham uma pré-instalação da segunda hipótese.

    • sm says:

      Amigo Hugo, para carregar um carro elétrico, dos de hoje, basta uma tomada doméstica de 16A, sim.
      Contudo, estas tomadas que conhecemos, a 16A (amperes) constante durante horas podem ficar um pouco quentes, pois, exploram a sua capacidade máxima (16A) durante muito tempo seguido.
      Para além disso, um Renault Zoe, por exemplo, que já é da classe dos de 400 KMs de autonomia, numa tomada dessas, leva 13H30 a carregar de 0% até aos 100% usando uma intensidade de carga mais segura de 14A.
      Um posto de carregamento, um aparelho dedicado e montado pela Renault, se tiver corrente trifásica suficiente, pode fazer o mesmo carregamento em apenas 2H55.
      …coisa que se faz, normalmente, durante a noite. Enquanto dormimos, o carro vai-se abastecendo com a eletricidade mais barata.

    • MobilidadeEletrica says:

      Hugo:
      Podem. No entanto, aconselha-se carregamento em tomadas próprias e com mais potencia.

      Cabos

      Os cabos para ligar a tomadas normais costumam ter uma caixa no meio do cabo com alguma eletronica.
      Os cabos para tomadas Menekes normalmente já não precisam disto visto que o proprio carregador terá a eletronica necessária. São portanto mais simples e baratos. E permitem também carregar nos postos da rua (são o standard).

      Tomadas

      A tomada normal chama-se schuko e dá para 16A com 1 fase SE tiver uma boa instalação.
      Por vezes aconselha-se usar menos Amperes (por exemplo 10A), especialmente se não se conhecer a instalação ou se se suspeitar que seja mais antiga ou possa não aguentar tanto (fios, …).

      Com tomadas próprias, pode-se ter:
      16A c 1 fase – carregamento igual à tomadas schuko com boa instalação
      32A c 1 fase – carregamento 2x mais rápido
      16A c 3 fases – carregamento 3x mais rápido
      32A c 3 fases – carregamento 6x mais rápido

      Tempo de carregamento e alcance

      Dependerá depois dos carros e da condução feita, mas traduzindo as velocidades de carregamento em kms de alcance, serão mais ou menos o seguinte, por HORA de carregamento:
      10A schuko – ~10 kms
      16A c 1 fase – 15 a 20 kms
      32A c 1 fase – 30 a 40 kms
      16A c 3 fases – 45 a 60 kms
      32A c 3 fases – 90 a 120 kms

      Portanto serão importantes estas velocidades.

      PS: Acho que o cabo que a Nissan agora vende para tomadas schuko só dá para 10A, mesmo que a instalação até pudesse dar mais…

    • Rui says:

      Essa é uma dúvida que tem toda a gente, até pelas implicações que isso trás na certificação da rede eléctrica numa casa e o consequente aumento de potência.

      Os plug in são híbridos, têem normalmente 2 motores (pelo menos), um de combustão (diesel, gasolina ou outro) e um ou mais motores eléctricos. Mas neste caso os motores eléctricos vão auxiliar o motor de combustão no aumento de potência ou até mesmo na utilização em modo totalmente eléctrico. Normalmente no modo eléctrico, a velocidade máxima é sempre limitada a 80 a 120Km/h e a autonomia também é reduzida para menos de 100Km (a generalidade dos casos actuais). Neste caso dos plug in, chega uma tomada normal de casa, até porque as baterias têem muito menos potência do que os eléctricos puros e demora várias (bastantes diria eu) horas a carregar.

      O que o governo prepara-se para fazer é impor a instalação de raíz de um sistema de carregamento eléctrico, obrigando só por esse facto ao aumento de potência instalado, obrigando no mínimo a ter a opção de caregamento monofásico com uma potência de 16 amperes e máximo de 250 volt ou 480 se for trifásico ou então 32 amperes.

      Quanto aos condomínios, pelo que li na UVE, existe esta forma para definir quantos lugares têem obrigatoriedade de instalar o carregador eléctrico: =0,9+0,1×, em que n é o número de lugares total a disponibilizar e obviamente N é o número de carregadores eléctricos obrigatórios.

      Vê o guia em 2º lugar:
      https://www.certiel.pt/web/certiel/guias-tecnicos

    • Rui says:

      O que os portugueses têem de perceber, é que esta obrigatoriedade, duplica a potência instalada em casa. Os 32 amperes em monofásico, ultrapassa os 6,9KVA (ou 30 amperes), que o consumidor tem actualmente nas suas casas. Uma casa actualmente com 300m2 e com ar condicionado, recuperador de calor, máquinas de lavar roupa e louça….. agora a potência duplica!!!!! (A EDP deve estar muito contente). É que normalmente o consumo de energia em casa, coincide com o necessário carregamento do carro eléctrico….. porque significa que as pessoas estão em casa!

  25. JB says:

    Só não vou dizer aqui como o estado pode cobrar o imposto correspondente ao que cobra sobre os actuais combustiveis, porque pode estar por aí algum cobrador de impostos e ver se encontra a solução e depois não me pagam os direitos de autor. Mas existe maneira de o fazer, mesmo utilizando energia solar.

    • Nonnus says:

      Não querendo estragar a tua ideia iluminada (afinal estamos a falar de electricidade). Basta criarem um imposto anual a todos os proprietários de carros eléctricos.

      Que é o que irá acontecer num futuro próximo. Qual é que é novidade ou o brilhantismo disto?

      • JB says:

        Não pode ser um imposto anual sobre a viatura, pois tem de se cobrado o valor de energia electrica consumida por cada viatura.

        • MobilidadeEletrica says:

          O problema indicado é cobrar o valor correspondente ao que agora são os impostos sobre combustiveis.

          Nos postos de carregamento publicos podem cobrar a electricidade (como dizes) e até poderiam cobrar impostos extra… mas não vão conseguir distinguir os carregamentos feitos em casa (que idealmente seria a maioria) e portanto provavelmente seria injusto.

          Mas nem é preciso inventar nada Nonnus, chama-se IUC. E sim, actualmente os VEs não pagam, mas isso é só uma medida para incentivar a mudança e acho que era só até 2020.

          Depois é só começar a aumentar os valores de IUC, tanto para os ICEs como para os VEs.

          Agora paga-se um aluguer de utilização de estrada por distancia percorrida (imposto sobre combustivel) mais uma pequena flatrate (IUC). Depois vai ser só uma flatrate que será mais alta.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.