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O CPU da PlayStation One foi quem guiou a sonda até Plutão


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Joel says:

    “Este chip viajou a partes do espaço onde os objectos feitos pelo homem nunca lá estiveram antes. ”
    correcção, as sondas Voyager tanto a 1 como a 2 ja ultrapassaram a “fronteira” do nosso sistema Solar…
    Voyager 1 Distance from Earth 19,645,487,055 KM
    Voyager 2 Distance from Earth 16,112,253,082 KM
    (15-07-2015 21:09:50)

  2. JJ says:

    Só uma nota para o ultimo paragrafo…
    A sonda não “ficou” lá… passou pelo Plutão a velocidade que viajava, a uns 50.000km/h. Ou seja apenas explorou (fotografou) o planeta, no ponto mais perto, durante cerca de 2/3 horas. Agora continua viagem ao desconhecido…
    Pode realmente ainda conseguir captar alguma imagem, mas já com uma maior distancia.

    Mas o que é de destacar é que a sonda, irá começar a enviar todas as fotos que tirou nos próximos dias/semanas/meses. Tendo em conta que cada imagem demora uns 4/5 horas a chegar (com tendência aumentar o tempo de enviou), ainda vamos ouvir falar desta sonda durante muito tempo

    Parabéns para a NASA e toda a equipa. Nos últimos meses a exploração especial tem tido grande avanços, foi a Rosetta e agora a New Horizonts.

  3. raz0r says:

    Muito interessante o artigo, os CPU realmente evoluíram muito desde a partida da sonda.

    Se fosse uma expedição tripulada quem sabe ainda dava para jogar um gran turismo 2, final fantasy, crash bandicoot para passar o tempo hehehe

  4. David says:

    Xaxada. Nao tem nada de interessante a publicar?

  5. alguem says:

    O titulo não corresponde à verdade. o MIPS R3000A não é o CPU feito pela Sony, mas sim, é o mesmo CPU que foi usado na PS1, uma vez que foi muito popular nos anos 80 e 90. (wikipedia- https://en.wikipedia.org/wiki/R3000)

  6. Silva says:

    Artigo interessante para quem gosta de tecnologia e/ou está ligado à área da ciência aerospacial/aeronáutica (ao contrário de algumas más línguas, que andam por aí…). Na realidade, consta que a NASA em tempos procurava no mercado de “usados” peças de substituição para a frota de vaivéns, precisamente devido à sua obsolescência 🙂 https://tecnoblog.net/71296/computadores-onibus-espaciais/
    Parabéns, continuem o bom trabalho 😉

  7. AlexX says:

    Igualmente interessante acho a energia nuclear que a move. E não está definido que se esgote, pois não? Mas será que não dá mais de 50k km/h porque essa é a velocidade limite para a cpu calcular trajectórias seguras a fim de evitar que colidisse com Júpiter… Plutão ou mesmo outros?

    • Sam says:

      Segundo o que pude ver no vídeo está previsto que deixe de existir a possibilidade de manter as funções básicas da sonda dentro de 20 anos

    • Glitchmaker says:

      A propulsão não é nuclear, o reactor nuclear funciona apenas para gerar a energia eléctrica para alimentar os circuitos internos. A velocidade actual deve-se à velocidade de lançamento e ao efeito “slingshot” obtido pela passagem por Júpiter. As correcções de trajetoria são efectuadas por propulsores de hidrazina.

    • JJ says:

      A sonda chegou atingir uma velocidade de +/- 58.000km/h…

  8. Adamastor says:

    Em português de Portugal diz se Neptuno.
    Também se pode dizer Neptuno e no Brasil ninguém escreve como original, aliás nunca escrevem originalmente.

  9. DrKein says:

    Há um erro na imagem, onde diz “4 milhões km” é “4 bilhões km”

  10. José Dias says:

    proporção nuclear??? * propulsão nuclear. Por favor… 🙁

  11. Silva says:

    Ainda alguém joga matraquilhos e anda à pendura no eléctrico? 😉

  12. Sergio J says:

    Primeira nota, a sonda demorou 9 anos a chegar, portanto a sonda tera um desenvolvimento de cerca de 15 anos, mais coisa, menos coisa.

    Na altura que a sonda foi desenvolvida haviam duas grandes arquitecturas para embebidos no segmento de 32 de bits, a ARM e a MIPS. Na altura o mercado o mercado dos embebidos ainda era usado esmagadoramente os 8 bits. Estas duas arquitecturas eram as mais desenvolvidas, de longe muito longe, nestes segmentos.

    Quando a sonda foi desenvolvida não eram microcontroladores ultrapassados. Bem pelo contrário, na area dos embebidos eram micros de ponta. Tanto nao eram que a sony os usava para algo muito superior.

    A afirmacao a sonda nso pode ser parada é totalmente falsa. Qualquer objecto no ceu percorre uma orbita ao longo do sol, devido à gravidade. Quando se aproxima de um planeta ela é calturada pela gravidade desse planeta.a nova velocidade da sonda passara a ser a velocidade inicial da sonda + a velocidade do planeta em relacao ao sol. Obviamente isto tudo em vectorea. A sonda best momento esta rm orbita de plutao, quando a nasa quiser dara um pequeno impulso à sonda e esta perdera a orbita em relacao a plutao e ficara apenas dependente da gravidade do sol. A nova velocidade sera a velocidade inicial da sonda + velocidade de plutao. A orbita sera defenida pelo vector de saida.Em suma nao é uma questao de nao a podermos controlar, mas sim de timing para onde a queremoa dirigir. A partit daqui nao haverao mais astros com orbitas completamente conhecidas para que possamos fazer gravidade assistida.

    • Silva says:

      Já tivestebuma fisga quando eras puto?

    • Filipe L says:

      A sonda não pode ser parada. A última parte do teu comentário é correcta com a excepção do facto de a sonda ter sido capturada pela gravidade de Plutão. A New Horizons fez apenas um flyby ao planeta e não entrou em órbita, por isso o seu destino vai ser semelhante ao das Voyager, continuando a afastar-se do Sol eternamente (ou até encontrar outro objecto).

    • JJ says:

      A questão é que a NASA não fez com que a sonda fica-se “agarrada” a Plutão, porque a energia necessária para isso era tanta, que depois não consegui fazer mais nada com ela.

      Podemos então dizer, que ela apenas passou por Plutão, sem “parar” e sem ficar na sua orbita. Nessa passagem recolheu informações e agora vai enviar essa informação para a Terra, que só daqui a um ano é que deverá enviar toda a informação que recolheu nessa passagem.

      Portanto ela não esta na orbita de Plutão. Essa situação que explicas aconteceu em Júpiter e não vai voltar acontecer, neste caso em Plutão, porque nem sequer a sonda fica “agarada” a Plutão. Saiu disparada de Júpiter e segue caminho para o desconhecido, só parado se for contra algum objecto no espaço, que é pouco provável (pelo menos dentro do sistema solar).

      Este artigo explica bem isso: http://www.theguardian.com/science/2015/jul/15/pluto-new-horizons-mission-common-questions

  13. Rui says:

    E como é que a sonda envia fotos para a terra em 4/5 horas?

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