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Navios em Portugal poluem tanto como 8 cidades portuguesas (com mais carros)


Autor: Pedro Pinto


  1. Yamahia says:

    Tá visto que não passamos de gotas de água no oceano.

  2. MP says:

    Seria útil implementarem o sistema Siharbor da Siemens que permite o abastecimento elétrico dos navios enquanto eles estão ancorados nos portos, permitindo que os navios não tenham de usar os geradores a diesel durante esse período. Talvez fosse interessante fazerem um artigo sobre a tecnologia. Deixo aqui um link: https://new.siemens.com/global/en/products/energy/medium-voltage/solutions/siharbor.html

  3. George Orwell says:

    Há muito que eu desconfiava que o movimento no porto de Lisboa e no terminal de cruzeiros eram as maiores fontes de poluição em Lisboa.

    Todavia, na minha modesta opinião, os cargueiros de mercadorias e os aviões do mesmo ramo não deveriam estar sujeitos a licenças de emissões e respectivas taxas na medida em que tais custos iriam agravar, por repercussão ou inflação por via dos custos, os produtos importados / exportados e, consequentemente, agravar o custo de vida da população portuguesa designadamente nos produtos alimentares em que Portugal é deficitário e, se tivermos em conta que, tal como tinha afirmado Gandhi, “ a maior poluição de todas é a pobreza”, é com o combate à pobreza e sua erradicação que a sustentabilidade ecológica tem mais hipóteses de prevalecer, uma vez que o grande desafio que enfrenta a humanidade é uma superpopulação – 7,2 mil milhões de humanos – para a qual o planeta não dispõe de recursos sustentáveis, razão pela qual existem milhares de cargueiros a circular pelos oceanos e cerca de 200.00 voos diários no ar, sendo que os países menos desenvolvidos que mais carecem de ajuda e solidariedade são aqueles que mais contribuem para a superpopulação.

    Defendo sim essa taxa agravada para navios de recreio que ainda usam fuel mais pesado do que o gasóleo dos automóveis diesel, em vez de gás natural, navios esses que são autênticos atentados à saúde humana na medida em que instantaneamente podem fazer um seu passageiro ou tripulante, ou até um popular em terra, inalar cerca de 200.000 partículas finas sobretudo quando atracam ou largam do porto. Já faltou mais para ver um desses navios de cruzeiro entrar em plena praça de S. Marcos em Veneza ou escalar S. Vicente de Fora em Lisboa.

    Para a redução das emissões, além do combate à pobreza num mundo globalizado, também a ciência e tecnologia terão um papel relevante na potenciação de fontes sustentáveis e na eficiência energética. A eliminação das lâmpadas de tungsténio e tubos de raios catódicos e a sua substituição por led(s), a potenciação do rendimento das turbinas eólicas, são bons exemplos de como a tecnologia pode mitigar o problema. Também a solução da Siemens aqui apontada pelo comentador “MP” é deveras interessante. E o mundo aguarda impacientemente que a fusão nuclear a frio venha a ser o próximo “quantum leap” da ciência e se revele como uma realidade ao serviço do desenvolvimento, acompanhada pelo desmantelamento de cerca de vinte mil armas atómicas dos super abastados arsenais atómicos, opções que não podem escapar a um escrutínio ou escolha absoluta entre o bem e o mal, entre o humano e o selvagem, mas que o relativismo e o niilismo reinantes persistem em desconsiderar.

    • Pedro Ferreira says:

      Subscrevo. Melhores condições económicas permitem decisões favoráveis ao ambiente no contexto pessoal, profissional e afins: ‘A maior poluição de todas é a pobreza’.

      • ze says:

        Só existe pobreza porque existe dinheiro.
        O capitalismo faz aumentar a poluição e fomenta o aumento da população que por sua vez aumenta o capitalismo.. bonito, não?

    • ze says:

      Esses navios que falas são na sua maioria governamentais, logo estariam isentos de tais taxas.

    • Sujeito says:

      Há muito que se sabe, apenas não é divulgado, por diversos interesses.

      Basta verificares os dados do Instituto Hidrográfico Português, que colabora com o NOAA, parte da NASA, que demonstra que os 10 maiores navios da Europa poluem tanto como a Europa praticamente toda, comparativamente com a poluição dos veículos.

      Portanto esta comparação de Portugal é a macro escala proporcional relativa à Europa.

    • Mart says:

      George, parabéns pelo teu post +1.

  4. golo says:

    comessem a fazer navios movidos a energia nuclear e problema resolvido, passam logo a ser ecológicos.

  5. NjsS says:

    Quase que dá vontade de dizer que a revolução energética começou do lado errado.
    Vamos la então comprar um VE pa não poluir o planeta…

    • Joao says:

      pois infelizmente a tesla nao pode fazer tudo nao é?mas se as pessoas tivessem um bocadinho mais de intiligencia secalhar ja tinham adotado mais cedo os carros eletricos e dai podiamos progredir mas nao ainda hj se diz mal de carros eletricos quando sao melhores em tudo, mas pronto pode ser que a tesla comece a fazer baterias maiores para navio e avioes ja que se nao forem eles ninguem anda com isto para avfrente

      • Carlos says:

        Pois claro o dono da Tesla está mesmo preocupado com o meio ambiente!
        Por isso é que está sempre a fazer lançamentos de foguetões para testes.
        Espera é verdade são elétricos

      • Sujeito says:

        A tesla não tem nada a ver com revolução elétrica. Tem a ver com propaganda na mente das populações.

        Se o dito problema é realmente tão sério, os próprios governos encarregar-se-iam de enfrentar o assunto, coisa que claramente não fazem pois mexem com demasiados interesses que estão demasiado acima deles e são intocáveis.

    • Sujeito says:

      E dizes bem. A revolução elétrica começou do lado mais irrelevante para a dita causa, sendo apenas mais uma forma de taxar a população até à data. O que levanta sérias questões.

  6. Joao Ptt says:

    Já há muito que tinha visto um programa na televisão onde era dito sem dúvidas que uns 3 navios de mercadorias grandes produzem tanta poluição como todos os automóveis/ camiões a combustíveis fósseis do planeta inteiro a funcionar ao mesmo tempo. Destes navios existiam (e ainda devem existir) mais de 20 mil!!!!!! Se 3 equivalem à poluição de todos os automóveis / camiões imaginem 20 mil!
    Suponho que seja por ser uma indústria tão multi-bilionária controlada por tão poucos que tal seja tão escondido do público em geral.
    Mesmo que amanhã todos os veículos automóveis/ camiões fossem eléctricos/ hidrogénio a poluição ia baixar pouquíssimo a nível mundial só por causa dos barcos.
    E ainda temos os aviões que são tantos… não conheço o seu impacto, mas duvido que seja pequeno tendo em conta a referência a Ryanair.

    • ze says:

      Sem esses navios não tens teslas para seres “amigo do ambiente”.
      As pessoas só veem o que lhes colocam à frente.

      • Toni da Adega says:

        +1 andou a civilização a trabalhar no duro para termos smog de qualidade nas cidades e agora aparecem estes ambientalistas a querer tirar-nos.

        • Hugo says:

          Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
          É efectivamente um mal necessário, mas há que melhorar o quanto mais possível, mas tirando isso têm razão, a grande maioria dos críticos de sofá beneficia directa ou indirectamente destas fontes de poluição sem terem em mente a mais pequena mudança dos seus hábitos.

    • Toni da Adega says:

      Muitos desses navios são petroleiros.
      E acerca dos aviões, a refinaria de Sines polui 2x mais que toda a frota da TAP.

      • ze says:

        Petroleiros? Estás bem enganado, muitos são de carga, trazem a soja, abacate, tofu e tudo mais que comes para reduzir na carne e com isso não só contribuis para mais poluição como esgotas a nossa água.

        • Toni da Adega says:

          Peço desculpa. Pensei que petroleiros fosse algo real afinal é somente mito urbano

          • ze says:

            Não é mito urbano, apenas não poluem muito, talvez aqueles com icebreaker poluam um pouco mais, mas nada de preocupante, poluem muito mais os navios de cruzeiro e não vejo ninguém a deixar de fazer férias de cruzeiro por causa disso.
            Têm de deixar de apontar a industria petrolifera como a soma de todos os males, é verdade que fazem muito dinheiro, mas também é verdade que sem ela não teríamos tido nenhum do progresso que temos hoje, até o simples facto de se ir trabalhar ou ter um emprego estaria condenado.

          • Miguel says:

            claro que os cruzeiro poluem muito mais.
            o objeto deles é intoxicar os clientes…

            ter um emprego está dependente de quêêê???
            ahahahahah ahahahahah ahahahahah

    • Sujeito says:

      Como vês Joao Ptt, mal se toca na ferida da realidade, a malta começa logo com piadolas e a desviar o assunto para não se sentirem desconfortáveis. e ainda invertem o ónus da culpa.

      De toda a forma, quanto a esses números não sei, mas de fontes da Marinha Portuguesa e do NOAA , 10 meros barcos de carga poluem tanto como os carros em praticamente toda a Europa.
      Não me espantaria os números que avançaste à escala global, não estão assim tão díspares.

      • Miguel says:

        tenta fazer contas à quantidade de carros que precisas (24h/dia) para transportar o que esses dez barquitos transportam.

        move a poluição dos barquitos que transportam combustível, componentes e os próprios dos carros para a conta dos carros.

        e deixa de arrotar fakebook.

  7. silva says:

    Isso é tudo mentira.
    Se Vocês forem a Lisboa vão olhar para a sinalização vertical a dizer que a causa são os veículos antigos por isso não podem entrar em Lisboa.

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