Quantcast
PplWare Mobile

Magalhães inspira gigantes mundiais

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. HugoMarques says:

    E como sempre, o mercado direccionado às crianças é o que melhor vinca. Os pais não conseguem dizer que não.

    Já acontecia com os brinquedos, depois os DVD’s, agora os portáteis.

  2. André T. says:

    Que venham eles! 😛

  3. Jonithu says:

    Somos 1 país da treta. Toda a gente a criticar o Magalhães, mas o que é certo é que se queremos ser alguém no mundo das novas tecnologias teremos de ser pioneiros e não colonos.
    Os colonos vêm sempre atrás…

    Parabéns JP Sá Couto, tanta inveja foi vomitada p/ cima da v/ ousadia, mas é o país que temos… 😀

    • vitormachado says:

      J.P.Sá Couto ? eles apenas e só tratam da assemblagem do equipamento! Pouco mérito lhes pode ser atribuído, referente a inovação do projecto. Eles não tem quota parte alguma nesse campo.

    • znight says:

      apenas isto…

      magalhães = INTEL CLASSMATE PC

      e só…

    • Almeno Rocha says:

      Quando será que esta gentinha mete na cabeça que o “Magalhães” não existe. Existe sim o “ClassMate” da INTEL…
      Este povo é muito fácil de enganar…
      Tão triste ver o meu país assim…
      É como dar uma banana a um macaco…

  4. Ah! Mas estes vão ser “bué da bons”!!!

    Relativamente ao “nosso” Magalhães, parece-me que só quem queira ser cego é que continua a não saber que aquilo é, meramente, um aproveitamento de um computador já existente (da Intel?).

    O que interessa no Magalhães não é quem o fabrica mas sim o projecto de dotar todos os miúdos com um computador.

  5. Pedro Lino says:

    Vítor M. desculpa o comentário, mas estás a ser faccioso (ou então pró-Governo…)

    O que a Toshiba, HP e Dell estão a copiar é o modelo do Classmate PC da Intel, que por acaso em Portugal se chama Magalhães…

    Mas já existia antes noutros países e existe em muitos outros mais… Não tenhamos ilusões de grandeza…

  6. Vítor M. says:

    De facto e porque sou um daqueles que só vê vantagens no Magalhães, acredito que conseguimos um projecto que aos olhos do mundo é inovador e promissor.

    Há várias provas nesse sentido, esta é mais uma que reforça a ideia que o Magalhães não é um parente pobre dos computadores mesmo ao nível da sua reputação.

    Eu deliro com ” ai também tens um Magalhães, e isso faz o quê?”

    Lá tenho eu de explicar que embora seja dirigido às crianças do ensino básico, o Magalhães é um computador que faz tudo o que os outros fazem… raios parta a nossa comunicação social (alguma)!!!

    • El Kabong says:

      É bom ver que a utilidade e propósito do Magalhães começam a ser reconhecidos.

      E arriscava-me a dizer, que para muita gente, um computador com as capacidades do Magalhães é mais que suficiente para o uso que tiram do PC. Que é o mesmo que dizer: um intel atom e um monitor chega e sobra. Para ir à net, responder a uns mails ouvir umas músicas e ver 1 ou outro filme, chega e sobra.

      Não se esqueçam que já trabalhamos com computadores de capacidade (muitíssimo) inferior à do Magalhães, e não foi por isso que deixamos de fazer as coisas.

      Só tenho alguma pena é de Portugal não vir a lucrar nada com isto. Dado que fomos “nós” que nos lançamos de cabeça nestas coisas. O conceito podia já existir, mas quem começou por apostar forte nele, fomos nós!

      • vitormachado says:

        “Só tenho alguma pena é de Portugal não vir a lucrar nada com isto. Dado que fomos “nós” que nos lançamos de cabeça nestas coisas. O conceito podia já existir, mas quem começou por apostar forte nele, fomos nós!”

        101% de acordo. Falhamos muito nesse campo e não valorizamos o que é nosso. Tal como neste projecto não o criamos mas fomos a trás. O mesmo se aplica a automóveis movidos a energias renováveis ou mais ecológicas. Temos o caso do protocolo com a nissan-reanault que nada de realmente lucrativo irá trazer para a nossa economia e o nosso solo! Visto que nesse projecto teremos em mão a produção das baterias (ecológico isso!!), ao invés, tínhamos 2 projectos Portugueses de automóveis eléctricos que o estado, apenas e só, não quis apoiar. Esse sim poderia criar novas empresa para o fabrico de peças e assemblagem dos mesmo componentes. Mas não, teremos muito mais lucro em comprar os carros ao Japão e ligar as baterias cá! enfim … o Sr. Eng. é que sabe!

    • Almeno Rocha says:

      Qual foi a inovação???
      Fazer um contrato Milionario com a Microsoft ( em que só eles ficam a ganhar).
      Ou será que foi colocar programas Shareware no ClassMate Portugues…
      AHAhA já sei, foi terem escrito no site do Miniterio das Obras Publicas que seria criado um Magalhaes para as crianças com necessidades especiais e depois não criaram e retiraram a mensagem do site…
      Espera a inovação foi entregar o projecto a uma empresa que tem problemas fiscais por resolver…
      Ou será que foi envolver meia duzia de emprasas no projecto para assim mamarem mais…
      etc…
      etc…

  7. Nuno says:

    Politiquices a parte, o Latitude 2100 e bem jeitosinho. Se ele usar os carregadores habituais da Dell e ainda melhor como PC secundario.

  8. Fernando Pinheiro says:

    De entre todas as asneiras e loucuras … o Magalhaes e o e-escola são um tremendo passo em frente..

    Facilitou o acesso a computadores a todos.. aproximou os miudos pobres dos ricos.. criou alguma igualdade social…

    É um projecto bom e so resta reconhecer.. porque bater por bater nao faz sentido.. tivesse eu no meu secundario um portatil..

    Gastaram uma fortuna os meus pais q podiam num PC1 Da Schneider.. que arracava com disket…

    Este Projecto é bom é util..

    Este….

    Fernando Pinheiro

  9. JP says:

    porque é que em Portugal em vez de apoiar o que é nacional (ou parte do produto é nacional) CRITICAM????
    Não querem empregos?
    Gostam que a china produza tudo?(E depois a qualidade, baixa. Como o leite chines…)
    Será que os portugueses só sabem criticar? a que dar aplausos a este governo e a JP sá couto….
    Têm erros ou gostavam de dar uma sugestão? comuniquem a JP S.C.(que é a responsavel pelo projecto)….

    Quando chegara o dia que os portugueses vão ter orgulho no que é nacional?
    Podemos ser os melhores do mundo, mas para isso o povo português tem que se unir e ter confiança nos produtos portugueses….
    Se nós não confiamos nos nossos produtos e nas nossas capacidades quem vai confiar? Os ingleses? Os franceses?

    Lembrem-se Portugal pode não ter criado o Magalhães mas popularizou… E esta noticia é a prova disso!!!!!!

    • johnito says:

      Eu desde sempre apoiei a iniciativa do Magalhães, pode sempre opinar-se sobre o dinheiro publico gasto nesta iniciativa se não teria sido melhor empregue noutras iniciativas de carácter social.
      No entanto o que leva a escrever aqui é o procedimento que eles optaram para a entrega. Eu que já paguei o meu no fim do mês de Fevereiro/09 ainda não me foi entregue, e por este andar só em Setembro/Outubro. Se eles ainda não tinham para entrega porque é que enviaram a msg a solicitar o pagamento? Como eu milhares de pessoas devem ter feito o mesmo (penso eu)! Mais, não existe (que eu saiba) nenhum contacto para estes casos, no site “youtsu” existe uma opção para quem tiver algumas duvidas, no entanto independentemente da msg que la se deixe a resposta é sempre a mesma (literalmente).

    • Luís Santos says:

      JP se leste bem esta notícia e o link para a TVI24 hás-de ver que em parte alguma se faz referência ao Magalhães.

      O que essas empresas tiveram como inspiração, e dada as suas nacionalidades, foi o projecto ClassMate da Intel.
      Aliás, há muitos mais países a produzir os seus próprios “Magalhães”, com outros nomes. Mas tudo graças à Intel.

      Não se trata de bota-abaixo, mas sim de ver a coisas como elas são.

      • JP says:

        “J.P.Sá Couto ? eles apenas e só tratam da assemblagem do equipamento! Pouco mérito lhes pode ser atribuído, referente a inovação do projecto. Eles não tem quota parte alguma nesse campo.”

        estes comentários e mais alguns… é que me fizeram escrever akilo…

        • Luís Santos says:

          Mas no entanto é a mais pura das verdades. Nada do Magalhães é feito cá. Vem tudo às peças. Eles só o montam.

          Repito: isto é tudo informação sobejamente conhecida e divulgada. Só não sabe quem não quer.

    • Almeno Rocha says:

      Desculpa qual a parte que é nacional?
      Se puderes explica é que eu já descasquei um todo e fiquei com duvidas… É que só vi MADE IN CHINA…

  10. Cláudia says:

    Nem tudo o que o Sócrates faz é mau.

    mar__Fcp@hotmail.com

  11. Polada says:

    Vou contar uma parte da minha experiência….com este computador.
    Á cerca de um ano estive a ajudar numa associação não governamental (coisa que faço sempre que o tempo permite) (que acolhia crianças sem família….ou simplesmente muito maltratadas) ali para os lados de Braga. Todos estes meninos e meninas,tinham um computador pessoal (Magalhães) para si (tinham 2 partições uma com o caixa magica e outra com o windows xp)que foi (segundo a directora….e que acredito piamente) distribuído gratuitamente pelas ong’s da zona.

    Os miúdos, durante um determinado tempo, tinham acesso a Internet e ao respectivo Magalhães. Faziam, as mais diversificadas coisas, navegavam na Internet, brincavam com os jogos do tux que a caixa magica dispõem e ainda, se tivessem deixado algum trabalho de casa (ou se tivessem alguma duvida) resolviam-no com ajuda destas 2 “pequenas” ferramentas.

    Ao ver este panorama, pela primeira vez apercebi que alguma politica realmente fazia sentido, o governo ao distribuir estes computadores pelo ensino primário está a fazer uma aposta no futuro destes rapazes que tantos problemas enfrentam no dia a dia, o que diga-se, nunca vi nenhum governo a fazer uma tao forte massificação das tic pela população.

    A quem diz mal, siga o meu exemplo, que veja pelos seus próprios olhos. E já agora, aproveito o meu primeiro comentário neste blog para apelar a todos que tenham algum tempo que sobra a ajudar algumas destas instituições na sua zona de residência….em tempos de crise toda a ajuda em bem-vinda ( atenção que esta ajuda não precisa de ser monetária…. não me entendam mal).

  12. Carlos says:

    O Magalhães nada teria de mal, se não fosse ter sido uma acção do governo para fazer crescer uma empresa de um “amigo”. A JP Sá Couto encheu os bolsos à conta da governo e não de uma boa estratégia pensada por eles…esse é o mal. O Magalhães nada tem de mal.

    • El Kabong says:

      Alguém tinha de o fazer.
      Se nao fosse X seria Y. E olha que era só a comunicação social querer, que iam descobrir um “amigo” em qualquer uma das empresas que fosse escolhida. Logo que desse para implicar, o “amigo” seria descoberto.

      Foi uma iniciativa portuguesa, numa empresa portuguesa.
      Acima de tudo, a gigante Intel ficou a “conhecer” Portugal. E isso poderá ser bom.

      Digo eu.

  13. Carlos Oliveira says:

    Simplesmente “Parabéns Portugal”.
    De uma vez por todas vamos tratar de dar valor ao nosso país. Se não formos os primeiros a valorizarmo-nos, quem nos irá valorizar. Orgulho Português Sempre.
    (Só é pena que nas escolas portuguesas os professores, não tenham conhecimentos de informatica, para poderem integrar os “Magalhães” nas salas de aula.)

  14. Gota says:

    O povo é sempre do contra… Quando é governo PS estão contra, quando é PSD estão contra… Ninguém se responsabiliza pela maioria dos votos… Na minha região faltava fazer uma IC de Pombal à Figueira da Foz desde o tempo do Cavaco Silva, entretanto passou o Guterres, o Durão Barroso, o Santa Lopes e só quando o Sócrates veio é que fez e acabou a IC… e o Magalhães… Parabéns Governo! Fazes muita merda mas é de elogiar o que fazes de bom!

  15. Lokier says:

    Não se trata de ser do contra ou deixar de o ser, temos que ver a realidade das coisas e não apenas aquilo que nos querem mostrar, ir mais além, pensar por nós próprios e por vezes “discutir” com outros para por vezes entendermos certas coisas.

    A minha opinião em relação ao Magalhães mantém-se inalterado desde o principio porque ninguém até hoje me conseguiu mostrar o contrário, porque a ideia até é bonita e tal mas foi como eu disse, “ideias bonitas em portugal??” lol ficam mesmo só pelo nome.
    Não vejo e nunca vi NENHUMA vantagem no Magalhães sinceramente, só desvantagens que posso enunciar aqui e que são várias. Quem tenha contacto directo com as crianças (como eu) que diga como é a realidade, como está a ser usado o tal computador e para que??

    • El Kabong says:

      E já agora quais são essas desvantagens?

      Ja tivemos ali em cima uma opinião, de alguem que tinha também contacto com as crianças. Uma opinião francamente favorável.

      Eu só acho que:
      1.As TI estão cada vez mais presentes no nosso dia-a-dia. Quanto mais cedo tivermos contacto com elas, melhor.

      2. Como diz o ditado “burro velho não aprende linguas”, por isso, quanto mais cedo uma criança contactar com um computador, mais depressa vai adquirir conhecimento e conceitos que lhes podem vir a ser muito úteis.

      3. As crianças são curiosas por natureza, por isso acho que estarão a brincar e ao mesmo tempo a aprender. O que é bom.

      4. Pode não ter muito significado, mas o que quero dizer com estes exemplos de “aprendizagem” é apenas o seguinte:
      As crianças de hoje (futuros homens e mulheres) ao utilizar o Magalhães estão a desenvolver capacidades de raciocinio. Não vão utilizar o Ms. Word e adicionar um ficheiro de imagem ao document através da combinação de menus “Inserir -> Imagem -> Do Ficheiro..” apenas porque lhe ensinaram ou decoraram que assim era (como tanta gente faz), mas porque se habituaram a seguir um raciocinio lógico do que pretendem fazer (raciocinio esse desenvolvido aquando da aprendizagem). Isto dá oportunidade de se trocar um Ms. Word por um OpenOffice Writter e este último não ser rejeitado porque “não sabem fazer nada com aquilo”. Porque a capacidade de raciocino está presente e não foi nada que “decoraram” de um livro.

      5. O Magalhães também tem jogos. O que só ajuda neste processo de “aprender a brincar”.

      6. Se as crianças não tiram o devido proveito do Magalhães, talvez seja por culpa de não terem quem as saiba orientar decentemente, no inicio.

      É apenas a minha opinião.

      • Lokier says:

        Isso é a ideia, que até eu acho francamente boa. Agora vamos por os pés na terra e analisar.

        O que é que o miudos fazem com o portátil a não ser… jogar… jogar na net… ah e jogar? Até podem fazer algo que educativo de vez enquanto mas será na ordem dos 5% do tempo gastam à frente do computador (ou menos). Não acho que é isso que o torna mais inteligentes, e nem vale a pena ir muito longe porque as pessoas mais inteligentes que por aqui (terra) passaram nem se quer sabem o que é um portátil.
        Estamos na época das TI.
        Bem… posso dizer muito sobre isto, estou directamente relacionado com a área e acho que vamos chegar a um ponto que sabemos usar um computador de olhos fechados mas não sabes escrever (ou pelo menos sem erros), não sabemos fazer contas (sem o auxilio do pc) e achamos que somos sempre os melhores (para isto já não deve faltar muito) porque sabemos mudar a cor de fundo do hi5 ou parecido.

        Só uma coisa, eu vou colocar à frente um exame da quarta classe que tenho aqui da época do meu pai e quero ver um miúdo a fazê-lo (e pode vir com o Magalhães se quiser).

        Já para não dizer os milhões que nós (contribuintes) gastamos nisto (numa suposta época de crise).

        Ainda há mais para dizer mas já deve chegar. É a minha opinião.

        • Lokier says:

          Peço desculpa pelo double post e por não ter a ver directamente com o tema mas já que toda a gente virou para aqui (para não variar). Esqueci-me;

          Todas as ferramentas no mundo são boas se forem bem usadas, claro que as armas não são um produto maligno mas sim as pessoas que as disparam, não estou a fazer nenhuma comparação obviamente mas sim a tentar passar uma ideia.

  16. Guilherme says:

    Esta iniciativa do Governo Português demonstra como este país leva a sério a educação, um “pouco” diferente de seus irmãos tupiniquins aqui do sul 🙂
    Parabéns pela iniciativa e q venha a concorrência. Todos só tem a ganhar!

  17. João Rodrigues says:

    Portugal, Portugal, Portugal…

    Somos spre fonte de inspiração.

    http://ultimasdofutebol.blogspot.com

  18. Luís Santos says:

    Se calhar não era má ideia mudar o título desta notícia.
    Digo isso porque, como sabem, não é o Magalhães que inspira gigantes como a Dell e a HP, mas sim o “original” ClassMate, que deu origem a um clone chamado Magalhães.
    Acho que a notícia veiculada dessa forma pode dar a ideia errada de que um produto português inspirou tais empresas internacionais de renome. O que é falso, obviamente.

    • JP says:

      olha eu não sou da ekipa do pplware… por isso não te devia de responder… mas…

      o titulo está muito bem assim…. sabes pk?
      Se o Magalhães, não tivesse sido criado, ninguém ia conhecer o ClassMate… Logo o Magalhães é que inspirou…

      Dito de outra forma o Magalhães popularizou o ClassMate da Intel…

      Visto isto axo k o titulo está muito bem… Agora para os treinadores de bancada talvez não….

      • Luís Santos says:

        Desculpa insistir, mas tens isso trocado. Antes de haver Magalhães (que, repito, é uma CÓPIA (autorizada, claro) do ClassMate), já este existia. E já existiam outros idênticos noutros países.

        O que, provavelmente, queres dizer, é que é graças ao Magalhães que nós, portugueses, ficámos a conhecer o ClassMate. A HP e a Dell já sabiam dele ainda antes de termos Magalhães.

        Faz-me confusão que o nosso primeiro ministro invista tanto nesta ideia de que o Magalhães é uma criação original portuguesa. E faz-me confusão que portugueses com acesso à internet e a toda a informação disponível acreditem nesse disparate.

  19. Tiago says:

    No dia em que se parar de fazer do Magalhães o produto inovador e fantástico que ele não é, eu bato palmas.

    O título da peça, para ser correcto, deveria ser: Classmate PC inspira gigantes mundiais.

    Mais uma vez: Portugal não inventou nada. Portugal pegou numa tecnologia que a Intel queria despachar e montou uma caixa bonita à volta daquilo. Nada mais do que isso.

    • El Kabong says:

      O Classmate PC já existia sim senhor.
      Mas quem é que arriscou tudo para introduzir este conceito a favor da educação? -> Portugal

      Talvez a plataformas Celeron (que deu origem aos primeiros Magalhães) possa ser considerada para despachar, mas os Atom são tudo menos isso. Tanto que a Intel já trabalha nos sucessores destes Atom, dentro do mesmo conceito de CPU que é o Atom.

  20. Carlos says:

    Cá nem a capa azul que eles têm se faz… A única peça portuguesa é o título e parte do software, que por sinal já deu grande polémica.

    Desvantagens?
    Que tal, ter sido um programa do estado, sem ter sido pensado, que em vez de trazer computadores às crianças, acabou por dar aos pais de familias carenciadas, mais um objecto para venderem??

    Idêntico ao e-escolas…que 99% dos miúdos que os tem, acaba por usar o portátil para jogar.

    Além disso… a JP Sá Couto é uma empresa com suspeitas de fraudes fiscais… poderiam ao menos ter dado o “tacho” a outro “amigo”.

  21. J.P. Fernandes says:

    Pq é que sempre que se fala no Margalhães, nunca se fala de quem realmente criou o conceito? Nicholas Negroponte criou um conceito de 1 portátil por criança (OLPC – One Laptop Per Children) que consistia bna distribuição de portáteis, estes com processadores AMD, a crianças nos paises do 3º mundo.

    Saiba mais sobre o OLPC em:
    http://en.wikipedia.org/wiki/One_Laptop_per_Child
    http://www-static.laptop.org/pt/index.shtml

    Ja agora procurem também no google o proximo modelo OLPC XO2, que permite às crianças abrirem-no como un livro, ou utilizá-lo como um mapa, sendo o teclado um ecrã touchscreen.

    Isto sim é um computador educativo e não o Mardalhães!

  22. Anónimo says:

    Mania dos Portugueses criticarem tudo o que é Português. Se o Magalhães tivesse o nome de Colombo e tivesse o mesmo programa na nossa vizinha Espanha já era uma iniciativa brutal. Mas como é em Portugal já não vale um caracol.

    Copia de outro PC ou não. E depois? É uma iniciativa a louvar no nosso pais que já nos fez ser reconhecido e copiado por muitos.

    As praias na zona do Restelo já se foram mas os “velhos” continuam por cá.

    • Tiago says:

      Mas que diabo, quando se copia, copia-se o conceito original, não se copia a cópia, por assim dizer!

      Abram o raio dos olhos e aprendam a falar e a escrever Português (e sim, não sou do tempo em que
      é preciso uma espécie de computador para se aprender).

      • Anónimo says:

        O senhor iluminado falou.

        Uma vez que és do tempo em que não precisas de pc para aprender não venhas dizer barbaridades em algo que não é do teu tempo (Computador e/ou Internet).

        Sugestão: Procura jornais pré 25 de Abril e torna-te colunista desse jornal.

        Estamos a falar do conceito (programa do governo) do Magalhães + o e-escolas aplaudido por todo o mundo e já a ser “copiado” ou melhor… Aplicado em vários países.

        Magalhães… Copia ou não. E-Escolas… Cópia ou não. Volto a dizer. Who Cares?

        O que interessa é o impacto que está a criar para o desenvolvimento da educação em Portugal.

        Agora a teoria do ai ui não vamos fazer em Portugal porque nunca foram precisos computadores na aprendizagem. Ou porque já foi feito noutros países e não podemos copiar… Por favor.

        Que tristeza de mentalidade Portuguesa. Sempre a criticar tudo o que é feito em Portugal.

  23. Carlos says:

    Eu sou do tempo dos computadores e ainda assim não aceito que empresas cresçam à conta de favores… isso sim!!! Quero lá saber do Magalhães!!!

    • El Kabong says:

      É uma empresa que cresce ao contrario de tantas outras que desaparecem.

      Pelo menos alguns postos de trabalho foram assegurados por uma medida do governo.

      É assim tao mau?

  24. R o B says:

    Não importa que se fale mal o bem, seja lá do que for. O que importa é que se fale!

    Podem dizer que a inspiração dos gigantes não é fruto do sucesso do Magalhães, mas o que é certo é que a bem ou a mal, com erros ou sem erros, o Magalhães vendeu muito bem para o universo da população portuguesa.
    É verdade que o projecto classmate da intel já existe e não é de agora, já tem barbas, no entanto parece que só agora a concorrência acordou para este publico alvo, não julguem que um fabricante lança algo “que já existe” sem fazer estudos de mercado e de certo que nas últimas páginas lá vinha Portugal e o seu Magellan. Em suma, os fabricantes ao reconhecer o potencial do classmate da intel, estão a reconhecer o Magellan que faz parte desse potencial.

    Para muita gente deve ser foda a “igualdade” que se criou com o programa e-escola, e-escolinha e derivados. Mais foda deve ser para aqueles que com melhores rendimentos, para terem o mesmo têm de pagar mais.
    Sinto que os milhões que pago ao estado desta vez foram empregues em algo útil e criou mais alguns postos de trabalho.

  25. Almeno Rocha says:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Classmate_PC#Distribui.C3.A7.C3.A3o_no_Brasil

    “ClassMate PC, previamente conhecido como Eduwise, é um notebook de baixo custo criado pela Intel e destinado aos estudantes.

    O projecto apareceu como resposta aos computadores XO idealizados por Nicholas Negroponte, na guerra pela liderança no mercado dos Netbooks.

    Os Classmate PC estão presentes em mais de 30 países. Na Indonésia é conhecido pelo nome de «Anoa», na Índia é o Mileap-X series, na Itália é o Jumpc no no Brasil é conhecido por Mobo Kids e em Portugal por Magalhães[1].”

  26. Polada says:

    Peço desculpa, mas não me consegui conter, os comentários deste post fazem-me impressão de tanta incompetência.
    O Povo Português é assim, temos o caso do Almeno Rocha e de outros que tem um grave doença, a politiquice. Nada que provenha do seu canto, dos seus ideias, é mau….muito mau. Todos nos sabemos pensar por nos próprios, todos nos sabemos os factos mais que debatidos na comunicação social, todos nos somos Animais Racionais….mas as vezes não parecemos.

    É triste haver pessoas que dizem mal por dizer (como por exemplo lookier), é triste haver pessoas que tentam impingir os seus ideias sem sequer considerar as opiniões das restantes pessoas.

    Realmente sou um puto de 22 anos, que muitos iram dizer que tenho muito para aprender, mas ao menos meus senhores mantenho a minha mente limpa facciosismos doentios e de incompreensão perante os outros!

    • Almeno Rocha says:

      Nada tem a ver com Politica…
      Senão estaria a falar de Freeport’s, Eurojust, Terrenos vendidos a determinadas pessoas onde seria o aeroporto da Ota, etc, etc…
      Não tenho partido nem cor.
      E nas eleições vou sempre votar ao contrario de muitos que nem se dão a esse trabalho mas que depois acham-se no direito de reclamar.
      Voto em pessoas e não em partidos.
      Mas ao contrário de muitos não tenho problemas em demonstrar a minha opinião sem me esconder, pois como repararam uso o meu nome e é fácil ter o meu contacto.
      Quando falo do “Magalhães” é porque sei do que estou a falar e nada do que disse até agora é mentira, falo porque conheço…

  27. life says:

    O E-Universidades ainda está vivo? Estava a ver se também dava para comprar um Magalhães.. mas nada …
    O site http://www.e-u.pt está completamente parado há uma carrada de meses! Então e os estudantes do ensino superior? Nunca ouvi mais nada dos portáteis da Toshiba e-u! Para mim é tudo propaganda política.. Depois ainda querem votos!

  28. Pedro Lino says:

    O Magalhães é tão importante, mas tão importante, que a própria Intel nem o refere na página de casos de sucesso do Classmate PC

    http://www.classmatepc.com/technology-in-the-classroom/

    Por favor! Nacionalismos e socratismos destes não ficam bem neste portal…

    • Vítor M. says:

      nananana não venhas com essa Pedro Lino, raios parta a mania de envolverem politica só para justificar o que desconhecem… fico mesmo irritado.

      Acredita, o mal do nosso povo é não saber reconhecer um bom projecto marcando-o com o cravo politico. A sério, abram os olhos, modernizem as ideias.

    • Marcelo Ribeiro says:

      Já que se deu ao trabalho de analisar o site da Intel, também deve ter reparado em outras situações, a saber:

      Segundo a Intel, em Portugal não existe nenhum computador à venda com o conceito ClassMate

      Casos de sucesso do equipamento, pelo que vi, existem outros paises em que o Classmate está implementado e en que também não foram um caso de sucesso… Será que o Sócrates também andava por lá a governar?

      Já agora, Vitor, tens de ver se arranjas uma opção nos comments para o pessoal lá por o partido a que pertence xD

  29. Peter says:

    O Magalhães partiu de uma boa ideia: permitir o acesso de todas as crianças a um laptop. Teve erros inacreditáveis, segue o top ten:
    1. dizer que era um computador português;
    2. exigir na inscrição um número de telemóvel para se poder enviar a mensagem a pedir o pagamento, o que atrasou tudo;
    3. distribuir às pinguinhas, deixando para o fim os alunos subsidiados e que pagam zero (é o caso da minha sobrinha, em cuja turma ainda não receberam os alunos do escalão A);
    4. não pôr alguns exemplares ao serviço da escola e não disponibilizar o software aos professores (sim os professores não têm Magalhães e, sobretudo, não têm o software que vem instalado);
    5. descuidar os conteúdos, daí os erros e a existência de aplicações de utilidade questionável;
    6.não ter pensado em pormenores de lana caprina como a inexistência de tomadas de corrente nas salas de aula, em falta de wireless nas salas, na falta de uma saída vga para um projector, etc;
    7. não ser pensada uma estratégia para impedir pais de venderem a m’aquina;
    8. não ter pensada uma assistência técnica de jeito…
    9. não incluir uma forma de repor o software (há uma partição que repõe o SO limpo mas não os programas instalados);
    10. apostar numa minúscula e anedótica formação de professores.

    Enfim, não digo que não haja crianças que beneficiaram, mas afirmo que se perdeu uma oportunidade tremenda de com o mesmo (ou menor) investimento dar aos alunos e às escolas uma ferramenta pedagógica extraordinária.
    Infelizmente, a propaganda deu cabo de uma boa ideia.

    • Vítor M. says:

      Vários desses erros que refere e bem, são parte da tentativa de um lado de exibir o Magalhães como trunfo politico e outros, foram provocados pelas oposições que o tornaram arremesso politico.

      Portugal no seu melhor.

  30. ZeX says:

    Vítor M. says:
    “Acredita, o mal do nosso povo é não saber reconhecer um bom projecto marcando-o com o cravo politico. A sério, abram os olhos, modernizem as ideias.”

    E paguem…
    Paguem sempre…
    Paguem até duas vezes porque…
    O que interessa é a conversa…

    Ninguém certamente contestará a ideia “moderna” que está na base da coisa e que se resume numa frase.

    O magalhães rapidamente vai apagar os 30 anos de “reformas educativas” quase anuais que já produziram 2 gerações de analfabetos funcionais. (E disfuncionais a avaliar por tantos comentários que se vão lendo).

    E resto são peanuts…

    http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=135832

    “A Comissão Europeia (CE) considera que Portugal infringiu as leis comunitárias da concorrência ao adjudicar por ajuste directo, e não por concurso público, todos os programas governamentais ligados ao Plano Tecnológico da Educação. Está em causa a distribuição gratuita ou a preços reduzidos de mais de um milhão de computadores a alunos e professores – incluindo os 500 mil ‘Magalhães’ que o Executivo de José Sócrates prometeu distribuir pelos alunos do 1.º Ciclo.”

    E agora puxem aí o magalhães cor-de-rosa e calculem, se conseguirem, quem vai pagar mais esta nova prestação da ideia “modernaça”. Peanuts! 🙂

    • Vítor M. says:

      Ok… depois de produzir um texto enorme de assuntos sorvedouros de dinheiros públicos sem retorno… apaguei tudo. Não vale a pena estar a argumentar.

      • ZeX says:

        Vítor M. says:

        “Ok… depois de produzir um texto enorme de assuntos sorvedouros de dinheiros públicos sem retorno… apaguei tudo.”

        Depois disso me ter acontecido mais vezes do que eu gostaria deixei, praticamente, de comentar em blogues e fóruns, portanto compreendo e solidarizo-me inteiramente com essa resposta. 🙂

        Dqqm, não há, quanto a mim, muitos argumentos(*) para contrapor ao ponto que foco se não concordarmos antecipadamente sobre o que deveria ser o papel e o enquadramento do Estado, neste caso o Português, por contraste com a feira de vaidades/albergue espanhol neo-realista em que ele se transformou ao longo destes 35 anos de balburdia.

        E como me que parecer que a discussão do papel do Estado na sociedade não pertence propriamente ao enquadramento deste blogue, por mim, fiquemos assim.

        (*) – E quando menciono argumentos não me refiro à pseudo-justificação de uma asneira com o elencar de uma serie de outras anteriores. Obviamente! 🙂

  31. Carlos says:

    Comissão Europeia considera Magalhães ilegal

    E já agora… Vítor…. “Vários desses erros que refere e bem, são parte da tentativa de um lado de exibir o Magalhães como trunfo politico e outros, foram provocados pelas oposições que o tornaram arremesso politico.”

    Então só mostra que para o bem e para o mal… o Magalhães não passou de politica…e não a pensar para o bem do país…
    Tenho dito

    O meu partido: Nenhum!!! 🙂

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.