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Incêndios: Sistema da SMS da Proteção Civil ainda em fase de testes (em época crítica)


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Tiago Ribeiro says:

    Uma palavra: broadcast

    Aliás seria uma vantagem do 5g, mas essa “coisa” não deve vender muito

  2. José Pereira says:

    Dinheiro mal gasto! Devem estar alguns familiares de politicos a trabalhar nessas operadoras!
    Em vez de investirem no cell broadcast que é mais rápido e mais eficaz não. Preferem dar dinheiro ás operadoras.
    Enfim mataram um rei para isto. A Republica em Portugal está mais que provado que não funciona no nosso pais! Basta vocês olharem para os países europeus que continuaram com o Monarquia para verem como estão!
    Mataram o Rei Mataram Portugal!

  3. miguel says:

    já não existia algo assim na proteção civil?

  4. Pedro Fernandes says:

    Os lobbys (A máfia) dos incêndios a funcionar.

  5. Joao Ptt says:

    Em caso de emergência a mensagem vai chegar rapidamente em até umas 2 horas em condições ideais (em que se tenha sinal, e a torre esteja ligada à rede).

    Nos EUA muita gente tem rádios que começam a notificar de uma emergência/ catástrofe na área que requeira atenção especial, mesmo que o som esteja desligado.

    Sairia muito caro fazer algo assim por cá? Seria uma questão de oferecer tal aparelho às populações, pelo menos nas áreas de maior risco, e permitir aqueles que não receberem um gratuitamente poderem comprar se quiserem com tal característica.

    • Pedro Fernandes says:

      João : Em primeiro lugar 2 horas para alerta (em condições ideais) é muito pouco tempo para se poder fugir em condições de segurança.
      (A ser irónico) o estado a fornecer rádios,… Não teriam baterias ou a banda seria uhf

      • jose says:

        O problema é que nunca tens condições ideais, quando alertam é em cima e não antecipadamente, além que apenas estás a pensar em cenários de fogo, e tremores de terra, tsunamis, e até mesmo tornados? E em caso de ruptura de uma barragem ou cheias?

        • Sujeito says:

          Os esforços devem ser gastos a evitar e não a avisar. Que mostra que quem está à frente tem as prioridades trocadas e vendem esta cenoura à frente do burro para nós comermos.

          Lá está, mais vale prevenir que remediar.

    • censo says:

      Felizmente não tens tornados, não tens furacões, nem tens milhões de habitantes em leito de cheia. E lá, o que arde à grande é a Califórnia, que os meninos bonitos de Holywwod rapidamente abandonam nos seus belos helicópteros…

  6. censo says:

    Mas para que servem os SMS ? Avisar que há fogo ? Não se vê, nem se cheira ? O que fazem os velhinhos que vivem isolados na mata, e que nem ler sabem ? Metem-se à estrada e fogem para morrer no alcatrão, ou ficam em casa, que será sempre o lugar mais seguro ? É só esbanjar dinheirinho meu em inutilidades.

  7. John says:

    ” o Estado pagou 245 mil euros a cada uma das operadoras”
    Pudera, não lhes custa a ganhar… O governo não é especialista em gerir, é especialista em meter as mãos no bolso do povo, nunca pagamos tantos impostos, nem no tempo da Troika.

  8. Luís Martins says:

    Mais uma argola do estilo do Sireps, o sistema de alarmes para incêndios só vai funcionar bem no inverno tal com o Sireps.

  9. Sujeito says:

    “Causar descrédito”? Como se um teste, ou sequência deles causasse descrédito. Como se um teste não fosse identificado como tal.

    Que lógica de alucinados, usada como desculpa.

  10. Ricardo Saraiva says:

    Na Suécia o envio de alertas / avisos à População é realizado via SMS com base na localização em vez da utilização do Cell Broadcast.

    O sistema utilizado na Suécia é muito semelhante ao que irá ser disponibilizado em Portugal, actualizações de localização com intervalos de 30 minutos no mínimo e capacidade para o envio de cerca de 150 / 200 SMS por segundo, isto é, entre 540000 e 720000 SMS por hora que poderá variar dependendo da capacidade da rede móvel.

    As mensagens de Cell Broadcast são enviadas directamente para a infraestrutura de rádio, ignorando a rede CORE.

    Milhões de utilizadores móveis podem ser notificados em poucos segundos, 4 segundos no mínimo.

    As mensagens podem ser enviadas em vários idiomas.

    Telemóveis, Tablets, Smartphones e Smartwatches estão preparados para receber este tipo de mensagens mesmo sem um cartão SIM inserido ou em situações em que os equipamentos indiquem “só chamadas de emergência”.

    Está disponível nas redes 2G, 3G, 4G e 5G.

    O Cell Broadcast funciona sempre (mesmo durante um congestionamento da rede móvel).

    Toque e vibração dedicados, igual em todo o mundo.

    Respeita a privacidade, não realiza a localização das pessoas.

    CELL BROADCAST versus SMS: Uma discussão necessária – https://smscellbroadcast.wordpress.com/2019/01/18/cell-broadcast-versus-sms-uma-discussao-necessaria/

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