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Guerra à vista nos pagamentos móveis?


Gestora de conteúdo e de redes sociais do Pplware. Mestre em Economia, foi o fascínio pelo universo da tecnologia e da comunicação que falou mais alto.

Destaques PPLWARE

  1. Carlos says:

    Privacidade? se as pessoas n se importam de mostrar o que comem dizer onde e a saída nessa noite ou mostrar fotos em todas as situações porque que se haviam de preocupar com a privacidade dos pagamentos? Aposto que se houvesse a opção de partilhar automaticamente o rebanho ia todo atrás.

    Guerra entre sector da banca e o tecnológico também não vai haver, as gigantes tiram as apps da store e o assunto fica resolvido.

    O que esta a acontecer e que isso e mais grave são as grandes superfícies que não vêem com bons olhos este tipo de pagamento porque tem que pagar taxas sobre pagamentos a credito.

    • Nunes says:

      Aconselho-te a ler um artigo para saberes a importância da privacidade nesta questão, para perceberes como estas empresas descobrem imenso sobre as pessoas, e as “manipulam” para vender mais
      http://www.forbes.com/sites/kashmirhill/2012/02/16/how-target-figured-out-a-teen-girl-was-pregnant-before-her-father-did/
      Segurança e privacidade são importantes para as pessoas adoptarem novas formas de pagamento.

      • Miguel Machado says:

        @Nunes

        “manipulam” fala por ti!
        O teu comentário cheira-me a “hipocrisia”.

        Vender mais? A sério? Ainda não me tinha apercebido.
        Publicidade nem sei o que é isso.

        Prefiro publicidade interessante do que lixo e falo por mim!

        • Nunes says:

          hipocrisia? percebeste sequer do que é que estava a falar? Dos dados que os grandes retalhistas recolhem das pessoas, e dos perfis que traçam.
          Vais me dizer que não te podem levar a comprar coisas que doutra forma não comprarias? Vais me dizer que as promoções e os cupões é para escoar stocks?

          • Bruno M. says:

            O Marketing é crucial, e as empresas sabendo o que comemos, por onde andamos, o que vestimos, onde compramos, enfim, onde gastamos os dinheiro, conseguem atingir alvos-chave e “aliciar” a comprar.. quando a publicidade é bem feita.

            Hoje em dia, a hipocrisia e o cinismo é tanto, que as pessoas vão todas atrás do rebanho…

            E se o vizinho compra alguma coisa e o outro vê, no dia seguinte já tem tudo mais ou menos igual.

          • Nunes says:

            @ Bruno
            O Marketing é importante, mas isso não dá direito aos retalhistas de recolherem uma quantidade enorme de informação sobre as pessoas simplesmente pelo uso do cartão de crédito/débito, informação essa que não é anónima e que muita gente desconhece que é guardada e analisada ao ponto de saberem mais sobre a pessoa do que os familiares.
            O engraçado/arrepiante vai ser quando um sistema começar a ligar a informação das compras de diferentes lojas com a pessoa, sem que a pessoa perceba a magnitude com que essa informação é usada e aproveitada para dirigir as suas escolhas

  2. César says:

    Claro que sim é preferível serem os bancos os detentores dessa informação pois já lá está quer queiramos ou não, venha de lá essa concorrência pode ser que acabem ou pelo menos reduzam as despesas de manutenção de contas, pelo menos acabar com as despesas do cartão.

  3. Samuel says:

    Onde está o dinheiro? Na banca….
    Porque não se juntam todos e fazer algo decente e seguro com a ideia de cada um

  4. Bruno M. says:

    OffTopic.

    Está aí a chegar a Hashcoin…

    Terá um market cap superior a 250milhoes de unidades, terá uma manta de 30milhoes de dólares na release da moeda daqui a pouco mais de 15 dias.

    Para já em vez de bitcoins os utilizadores estão a minar hashpoints em que cada um vale 0.01usd.

    Quem estiver a “minar” hashpoins, terá a oportunidade de trocar cada moeda por menos de 4usd / a moeda. Que não “minou” os hashpoints só poderá “comprar” as hashcoins e cada uma valerá no mercado cerca de 20usd.

    O que isto tem a ver com os pagamentos móveis?

    Tudo.

    A wallmart está envolvida, a amazon está envolvida, os próprios bancos estão envolvidos.

    Vem aí um novo cartão “visa” para poder utilizar as hashcoins e bitcoins e até mesmo usd/eur..

  5. José says:

    Um pequeno reparo ao artigo 🙂 transacções em vez de transições.
    Estas guerras só vão atrasar ainda mais a massificação deste tipo de pagamentos , e sim prefiro ter um método de pagamento que seja da responsabilidade do meu Banco desde que seja bem feito claro e aí a vantagem está do lado da Google e Apple!!!

    • Vítor M. says:

      Obrigado José pelo reparo. Está corrigido. Abraço.

    • Nunes says:

      No caso do Apple Pay o pagamento é da responsabilidade do Banco. É o Banco que tem que certificar o dispositivo para pagamento e depois verifica que as “credenciais” estão correctas, é o Banco que garante o dinheiro em caso de erro do sistema ou fraude, e é só o Banco que sabe que pagamentos é que foram feitos.
      A Apple apenas assegura que do lado do dispositivo é mantida a segurança e que o sistema é simples de usar para a pessoa, depois o pagamento passa pelos mesmos intervenientes dos cartão bancários, com os bancos a continuar a receber as suas comissões

      • LP says:

        E qual é o lucro da Apple (e quem o vai pagar)?
        Se houver fraude no pagamento, quem assume a responsabilidade? A Apple ou o banco?

        • Nunes says:

          Segundo alguns, a Apple recebe uma pequena comissão dos bancos com o uso de cartões de crédito, retirada da comissão que os bancos recebem, com os comerciantes a pagarem o mesmo – com os de débito essa comissão deve ser bem mais pequena.
          Em caso de fraude é o banco que paga, tal como num cartão de crédito/débito – é esse o acordo até agora estabelecido, e a informação que os bancos têm dado aos seus clientes. A única diferença é que a legislação é omissa quanto ao uso de aparelhos móveis para pagamento, por isso há dúvidas como é que os tribunais avaliariam uma disputa entre o cliente e o banco sobre uma possível fraude ou erro.

          • LP says:

            Tirar comissão aos bancos? Isso não vai correr bem. Responsabiliza-se o banco se houver fraude no pagamento, ainda que este seja imputado ao smartphone? Ainda pior…
            O banco não abdica das comissões (na totalidade), o comerciante não vai pagar (ainda) mais, a Apple não trabalha pro bono, resta o cliente pagar pela comodidade, ou diretamente no caso do “Apalpei” ou fornecendo os dados pessoais no caso do Wallet…

          • Nunes says:

            :S
            As comissões que os bancos recebem servem para além dos lucros, para cobrir as despesas com fraudes. A maior segurança do Apple Pay reduzirá essas fraudes, e assim os Bancos não irão perder dinheiro se pagarem alguma coisa à Apple.

            “ainda que este seja imputado ao smartphone?”
            O sistema é certificado pelos Bancos, são os Bancos que dão as credenciais para o telemóvel da pessoa e verificam no acto do pagamento que é o aparelho correcto. Certamente haverá alguma cláusula nos acordos, caso haja uma falha extremamente grave no hardware da Apple, que leve a Apple a pagar alguma coisa, mas isso será entre o Banco e a Apple. Mas não é previsível que isso venha a ocorrer, não só pela sofisticação das medidas, mas porque o sistema tem uma última camada de segurança que permite desactivar os pagamentos associados ao aparelho.

            “O banco não abdica das comissões (na totalidade)”
            Não sei por que é que estás a duvidar, isso é algo que já várias fontes deram como certo – que os Bancos passam uma pequena percentagem da suas comissões à Apple.
            A Apple não tem como receber nem dos comerciantes, nem dos utilizadores do Apple Pay, já que nenhum pagamento passa pelos seus servidores, e não tem qualquer registo dos pagamentos.

          • Benchmark do iPhone 6 says:

            Vocês falam dos bancos e omitem as empresas de cartões de crédito. O que se adiciona ao Passbook para fazer funcionar o Apple Pay é o cartão de crédito (Visa/ Mastercard/ American Express). Quem gere o sistema são as empresas de cartões de crédito.

            Como os cartões de crédito têm associados contas bancárias, os bancos têm que aceitar que as contas bancárias dos seus clientes entrem no sistema Apple Pay. Provavelmente a Apple também quererá que os bancos contabilizem os pagamentos com Apple Pay e lhe digam: “Pagamentos American Express com Apple Pay x milhões”, para a Apple saber que tem a receber da American Express 0,15%.

            Tem algum interesse perceber que anúncio fazem os bancos: http://appleinsider.com/articles/14/11/03/navy-federal-usaa-us-bank-others-kick-off-second-wave-of-apple-pay-rollouts

          • Nunes says:

            @ Benchmark
            As empresas dos cartões de crédito em nada alteram o que mencionei em termos de responsabilidades.
            Quando adicionas um cartão ao Apple Pay, a comunicação é entre o telemóvel e o Banco. E é depois o Banco que comunica com as empresas dos cartões de crédito, para criar as “credenciais” que o Banco passa para o telemóvel!
            É idêntico ao que se passa nos cartões físicos. É o Banco que emite o cartão, mas necessita de pedir às empresas de cartões que criem o número, etc, para o novo cartão

          • LP says:

            Nunes:
            Confias mesmo na segurança de um sistema informático, qualquer que seja? 😀
            Só se não souberes o que é informática…
            Porque duvido dos bancos abdicarem? Não é este artigo sobre isto? ou os bancos vão desenvolver novos sistemas alternativos por causa do Tim ser gay?!
            A Apple não tem como receber dos clientes/comerciantes enquanto o “Apalpei” for de utilização gratuita… não é difícil alterar isto, pois não? Os cartões de crédito (alguns) não têm também anuidades pagas pelo cliente?

          • Benchmark do iPhone 6 says:

            @Nunes
            Vejamos:
            – O cartão de crédito já existe, é de uma empresa de cartões de crédito e está associado a uma conta bancária
            – Quando o coloco no Passbook, alguém (só pode ser a companhia de cartões de crédito ou o banco – se fosse cá até podia ser a SIBS) há-de passar para o iPhone o que chamas credenciais e que lhe vão permitir criar tokens, identificador único e irrepetível usados em cada pagamento.
            – Mas o pagamento pode ser feito no POS do comerciante, mas que pode ser de qualquer banco. O POS, por via telefónica, irá obter informação se o token (tal como em qualquer cartão de crédito, só que aqui o comerciante não fica com o nome do cliente) é legítimo e o cartão tem saldo. A algum lado há-de ir buscar essa informação (voltamos à empresa de cartões de crédito / banco /ou SIBS) e aí residirá a informação para descodificar o token. Ia pela empresa de cartões de crédito.

            Quanto às comissões, também não sei com se distribuem entre a empresa de cartões de crédito e o banco. O que sei é que nos EUA pode ir de 1% a 4% e que é daí, como dizes, que sairá os 0,15% para a Apple, por o Apple Pay ser mais seguro – num cartão de crédito normal sem pin (ou tendo apanhado o pin) basta roubá-lo, no Apple Pay não basta roubar o iPhone, é preciso o dedo de autenticação no Touch ID durante o pagamento.

          • Nunes says:

            @ Benchmark
            e o que é que isso tem de relevante para aquilo que se estava a falar?
            A responsabilidade continua a ser do Banco, e é com cada Banco que a Apple tem que acordar para os seus cartões poderem ser usados no Apple Pay, e a Apple receber uma pequena comissão.
            As empresas de cartões são “intermediários” importantes, mas falar delas não adiciona nada de relevante neste assunto em particular.

            ” é de uma empresa de cartões de crédito e está associado a uma conta bancária”
            O cartão é do Banco, não da empresa de cartões. O cartão é que usa o sistema da empresa de cartões.

            “Quando o coloco no Passbook, alguém ”
            É o Banco. É o Banco que confirma tudo junto de quem pede para usar o Apple Pay, já que é a entidade que emite o cartão.

            “mas que pode ser de qualquer banco”
            É sempre aos Bancos que chega o pedido de pagamento, e são os Bancos que conferem tudo e analisam os “padrões” para verificar se pode ser um caso de fraude!

            “Quanto às comissões”
            As empresas de cartões não recebem nada directamente. São os bancos emissores dos cartões que recebem a comissão e depois pagam a diferentes entidades, segundo o que está acordado.
            Os comerciantes ainda pagam mais alguma coisa a quem contrataram para processar do seu lado os pagamentos.

          • Benchmark do iPhone 6 says:

            @ Nunes
            Não há dúvida que escreves comentários informados, mas não tens a informação toda.

            Se, como eu suponho, “acquirer” corresponde à nossa SIBS, como interpretas isto:

            “This is how it works: After you or the cashier swipes your credit card through a reader, the EDC software at the point-of-sale (POS) terminal dials a stored telephone number (using a modem) to call an acquirer. An acquirer is an organization that collects credit-authentication requests from merchants and provides the merchants with a payment guarantee.
            When the acquirer company gets the credit-card authentication request, it checks the transaction for validity and the record on the magstripe for:”

            Eu de “umas tiro outras” e não acerto sempre. Mas aposto que há um intermediário ao barulho (se não é a companhia de cartões de crédito é a SIBS) e não é o banco que faz tudo -ao que dizes só precisa de pedir à empresa de cartões de crédito um número para o cartão e o resto é com ele.

            Diz-me que trabalhas no ramo ou que falaste com alguém que sabe realmente e para mim chega. Agora se também estás também no “de umas tiras outras” convence-te que não acertas sempre.

            http://money.howstuffworks.com/personal-finance/debt-management/credit-card2.htm

          • Nunes says:

            @ Benchmark
            “Se, como eu suponho, “acquirer” corresponde à nossa SIBS, como interpretas isto:”
            “acquirer” é quem o comerciante contracta para processar os seus pagamentos. A SIBS pode fornecer serviços ao Acquirer, mas à partida a SIBS não é o Acquirer – o próprio Banco do comerciante pode ser o Acquirer, se fornecer serviço de processamento. Há vários intervenientes em todo o processo, até chegar ao Banco que emitiu o cartão.
            tens aqui um artigo em que podes ficar com uma melhor ideia dos intervenientes
            http://arstechnica.com/gadgets/2014/10/how-mobile-payments-really-work/

            “e não é o banco que faz tudo”
            Não disse que é o Banco que faz tudo, mas no tema que se estava a discutir, falar das outras empresas envolvidas não adiciona nada de relevante quanto à responsabilidade em caso de fraude e os Bancos acordarem com a Apple uma pequena comissão! Não sei por que é que teimas em continuar com isso

            O cartão é do Banco, que depois usa sistemas de outras entidades. É o Banco que define as comissões associadas ao cartão (a legislação e as companhias de cartões podem definir alguns limites mínimos e máximos segundo o tipo de cartão), os benefícios associados ao cartão, e até o uso em sistemas que não pertencem às companhias de cartões de crédito – como as caixas MultiBanco, etc! O Banco recebe a comissão pelo o uso do cartão, etc, e depois paga a outras entidades de acordo com o que estiver acordado – nem poderia ser doutro modo, já que os pagamentos são transacções entre Bancos.

          • Benchmark do iPhone 6 says:

            @Nunes
            Então a SIBS não é o acquirer? Ora vê lá melhor. De “umas tiras outras” mas não acertas sempre.

            http://www.sibs.pt/pt/servicos/processamento/

          • Nunes says:

            @ Benchmark
            E que tal pensares um pouco naquilo que tu vês nos terminais de pagamento, leres melhor o que eu disse, e ler como deve ser a descrição dos serviços da SIBS?
            “ACQUIRING
            Um Acquirer que contrate com a SIBS a utilização do Serviço de Processamento de Acquirer TPA”
            A SIBS pode fornecer serviços ao Acquirer, mas não é à partida o Acquirer (se é que sequer tem alguma empresa do Grupo que o faça).
            O que tu vês em muitos dos terminais de pagamento são nomes de Bancos, e eles aparecem porque o comerciante contratou esse Banco como Acquirer. Tens tb a UNICRE, que não deve precisar da SIBS para processar os pagamentos VISA e MasterCard. E deve haver mais empresas como “Acquirer”.

        • Nunes says:

          @ LP
          “Confias mesmo na segurança de um sistema informático, qualquer que seja?”
          Não tem nada a ver com “confiança”, é uma mera análise comparativa entre a segurança inerente ao uso de cartões nos EUA, vs o uso de cartões com chip/PIN na Europa, vs o uso do Apple Pay no iPhone.
          Os cartões na Europa são mais seguros que nos EUA e isso vê-se no nível de fraude relatado pelos bancos.
          O sistema no iPhone é muito mais seguro que o actualmente usado nos cartões nos EUA, já que o que transmite é uma identificação única para cada pagamento, gerado com base nas credenciais guardadas seguramente à parte do resto do sistema. Toda a segurança do pagamento é em hardware; o sistema operativo não tem acesso nem às credenciais guardadas num chip, nem a onde está guardada a autenticação da pessoa para desbloquear o sistema. Ambos os passos usam hardware criptográfico especializado.

          “Porque duvido dos bancos abdicarem? Não é este artigo sobre isto? ou os bancos vão desenvolver novos sistemas alternativos por causa do Tim ser gay?!”
          Que comentário de mau gosto!
          Que tal leres as várias informações sobre os contractos que os Bancos assinaram com a Apple? Todos eles são unânimes. Os Bancos pagam sempre alguma coisa a outras entidades envolvidas no sistema de pagamento, e a Apple é mais uma.
          Já pensaste que se calhar os Bancos estão mais preocupados em desenvolver uma solução para Android, e não no iPhone?
          Os Bancos têm feito imensa publicidade ao Apple Pay junto dos seus clientes, e todas as semanas há mais Bancos a aderir.
          É no Android que ainda não há um sistema de pagamentos competitivo que envolva os Bancos! O sistema/rede que forem a usar deve ser igual ao que é usado no Apple Pay, já que o que originou esta notícia foi um comentário dum responsável da MasterCard que tb está envolvida no ApplePay. A única diferença seria no lado telemóvel.

          “não é difícil alterar isto, pois não? Os cartões de crédito (alguns) não têm também anuidades pagas pelo cliente?”
          Tecnicamente uma anuidade seria possível, mas tem um grande problema. Ao contrário dos Bancos onde as pessoas têm o dinheiro e o cartão facilita a relação com a conta do Banco, sem grande alternativa se não pagar, o Apple Pay não passa duma alternativa ao cartão que a pessoa continuará a ter, sem que note alguma relação com a Apple relativa ao serviço – a relação da pessoa continua a ser com o Banco, para poder usar o Apple Pay, é o Banco que emite o cartão e se responsabiliza.
          De modo que uma anuidade paga directamente à Apple seria uma grande barreira, que inibiria o uso do Apple Pay e a mais valia que a Apple quer ter para valorizar os seus aparelhos. Seria o mesmo que a VISA requerer uma anuidade directamente ao cliente para usar o cartão VISA do Banco, coisa que não vês em lado nenhum!

          • LP says:

            Que é menos inseguro é (para já) verdade.
            “Mau gosto”? Homofobia?
            Então este artigo é outras notícias semelhantes que tem surgido são relativas ao Android? Não é de facto essa a ideia que passam.
            Se o objectivo da Apple fosse valorizar os seus aparelhos não cobrava comissão. As operadoras móveis pagam à Apple parte do valor ganho em comunicações móveis feitas pelos clientes que utilizam iPhone?

          • Nunes says:

            @ LP
            Considerando que os Bancos nem têm como estabelecer um sistema de pagamentos seguros no iPhone, independente do Apple Pay, é óbvio que o interesse dos Bancos de que se fala, está virado para o Android. Ainda não há no Android um sistema que dê aos Bancos as mesmas garantias de segurança e influência que têm com o Apple Pay.
            “Se o objectivo da Apple fosse valorizar os seus aparelhos não cobrava comissão.”
            Essa tens que me explicar! A valorização é junto do cliente, e o cliente não nota a comissão pois paga o mesmo quer seja com cartão, Apple Pay, ou notas e moedas. Como tal a comissão não interfere. E os Bancos não parecem ter por enquanto problemas em pagar uma parte à Apple, tal como pagam a tantos outros intervenientes no sistema, especialmente quando com isso devem reduzir despesas com as fraudes, não ficando a perder dinheiro. O que a Apple pede dá-lhe poder negocial para o futuro, podendo a Apple até ter despesas e compromissos que são necessários cobrir.

            ““Mau gosto”?”
            Sim, mau gosto! Para defenderes a tua posição usas o argumento do ridículo, invocando o Tim Cook ser gay. É de péssimo gosto

          • Nunes says:

            @ LP
            Considerando que os Bancos nem têm como estabelecer um sistema de pagamentos seguros no iPhone, independente do Apple Pay, é óbvio que o interesse dos Bancos de que se fala, está virado para o Android. Ainda não há no Android um sistema que dê aos Bancos as mesmas garantias de segurança e influência que têm com o Apple Pay.
            “Se o objectivo da Apple fosse valorizar os seus aparelhos não cobrava comissão.”
            Essa tens que me explicar! A valorização é junto do cliente, e o cliente não nota a comissão pois paga o mesmo quer seja com cartão, Apple Pay, ou notas e moedas. Como tal a comissão não interfere. E os Bancos não parecem ter por enquanto problemas em pagar uma parte à Apple, tal como pagam a tantos outros intervenientes no sistema, especialmente quando com isso devem reduzir despesas com as fraudes, não ficando a perder dinheiro. O que a Apple pede dá-lhe poder negocial para o futuro, podendo a Apple até ter despesas e compromissos que são necessários cobrir.
            ““Mau gosto”?”
            Sim, mau gosto! Para defenderes a tua posição usas o argumento do ridículo, invocando o Tim Cook ser gay. É de péssimo gosto

          • LP says:

            Se tivesse dito que era por causa dele usar óculos era diferente?
            Como facilmente se depreende, usei um motivo que não fosse logicamente causa do referido, podia ter usado os óculos, os cabelos brancos ou outra carateristica qualquer, usei uma delas, usei a que foi noticia recentemente, há alguma diferença entre esta e outra qualquer? Sentiste-te ofendido de algum modo, para não teres gostado? Ofendo alguém dizendo que é gay (sendo-o)?

            Como sabia que ias pegar no facto do cliente “não notar” a comissão, dei-te o exemplo das comunicações moveis; a Apple vende o terminal e não obtém qualquer lucro nas comunicações efectuadas posteriormente; neste caso, obtém o lucro na venda do terminal, mas quer ainda lucrar na posterior utilização deste, quer-se meter numa área nova; o cliente não nota, se o banco abdicar de parte da sua fatia, o que não é comum e se agora acontece, no futuro pode mudar.
            Sem recorrer ao Apple Pay? A MCX fê-lo… irá avante? Provavelmente não, mas outros poderão ir.

          • Nunes says:

            @ LP
            o mau gosto é pelo carácter sensível do assunto, tendo em conta os péssimos comentários que têm por aqui aparecido a tentar denegrir a pessoa.

            “Como sabia que ias pegar no facto do cliente “não notar” a comissão, dei-te o exemplo das comunicações moveis”
            Não se percebe qual a relação que queres estabelecer. A Apple não teria poder negocial para pedir uma percentagem do consumo ao mesmo tempo que pede subsídios para os seus aparelhos, que é a prática comum das operadoras. A Apple negoceia forte para obter de muitas delas um grande subsídio. De certa maneira a Apple recebe uma parte daquilo que a pessoa consome antecipadamente, pois a operadora incentiva a venda com preços mais baixos, mas tem uma perda inicial que terá que compensar com o que a pessoa pagar pelos seus serviços.

            No caso dos Bancos, a relação e as práticas são diferentes. A Apple torna-se uma parte integrante do sistema de pagamento, facilitando a “comunicação” das pessoas com os Bancos para usar um serviço que beneficia os Bancos. A Apple desenvolveu uma parte da segurança e quer incentivar o uso das APIs disponibilizadas aos programas de terceiros para usar o Apple Pay nas suas aplicações, algo que tem grande valor para os Bancos, ainda mais agora que os pagamentos móveis têm tido um crescimento enorme. E não me estou a referir a pagar em terminais NFC, estou a falar de pagamentos na internet com o telemóvel, em que a PayPal e outros não têm que pagar tanto de comissão aos Bancos. Por isso interessa tb aos bancos que o Apple Pay tenha sucesso para que haja mais uso dos seus cartões, a somar à questão segurança/fraude!
            O que não faria sentido era a Apple abdicar inicialmente de receber alguma coisa por isso, quando a prática é os envolvidos receberem alguma coisa. A Apple tb pode querer ter margem negocial para o futuro, quem sabe até para poder reduzir as comissões que os comerciantes pagam e incentivar a adopção nas lojas.

          • Nunes says:

            @LP
            “Sem recorrer ao Apple Pay? A MCX fê-lo… irá avante? Provavelmente não, mas outros poderão ir.”
            Considerando que o NFC e a memória segura estão vedados a outras aplicações no iPhone, como é que queres que os Bancos desenvolvam programas que lhes dêem garantias de segurança e usabilidade? Especialmente quando os sistemas da VISA/MasterCard que os Bancos usariam (esta notícia advém de afirmações dum responsável da MasterCard), foram desenvolvidos com esses requisitos, com a notícia original a falar no uso de NFC.
            O MCX/CurrentC usa códigos QR no iPhone, longe de ser uma coisa que os Bancos desejariam e as empresas de cartões de crédito aceitassem.

          • LP says:

            Para mim ele ser gay é tão sensível como usar óculos, i.e. “nao me aquece nem arrefece”, mas cada um com as suas sensibilidades de acordo consigo próprio.
            É claro que é do interesse da Apple “comer do bolo”, os restantes podem é não querer partilhar, o que confirma que o interesse da Apple ultrapassa o simples “valorizar os seus aparelhos” para obter lucro na posterior utilização dos mesmos.
            Não percebi essa das operadoras…
            A Apple tem mais lucro se fizeres mais chamadas do que poucas, ou seja, se utilizares mais o aparelho?!

          • Nunes says:

            “os restantes podem é não querer partilhar”
            como em qualquer outro negócio se tens alguma coisa valiosa para outra parte, não a dás de graça ou sem contrapartidas.
            O facto é que os Bancos não têm acesso a um sistema de pagamentos seguro no iPhone sem a Apple, o facto é que o Apple Pay pode trazer vantagens para os Bancos, o facto é que os Bancos americanos estão incentivar os seus clientes a aderir. Tudo somado e já repetido diversas vezes, começa a ser ridículo que continues a teimar nessa tecla.
            Se por ventura os Bancos não virem valor no que a Apple oferece, então não aceitam o que a Apple propõe, e a Apple terá que rever a proposta!

            ” para obter lucro na posterior utilização dos mesmos.”
            e o que é que as outras empresas fazem? Não é o mesmo? Não é a Google que tenta lucrar com a utilização do Android através de publicidade? Não é a Google que ganha dinheiro com os comerciantes que usam serviços do Google Wallet?

            “Não percebi essa das operadoras…”
            As operadoras subsidiam os aparelhos, e o preço mais reduzido estimula as vendas da Apple. O subsídio da operadora é recuperado com a utilização do consumidor. Percebeste agora? É o consumo futuro do utilizador que permite à Apple ganhar mais dinheiro, por estímulo da venda

          • LP says:

            “Se por ventura os Bancos não virem valor no que a Apple oferece, então não aceitam o que a Apple propõe, e a Apple terá que rever a proposta!”
            Então afinal estamos de acordo… e o futuro dirá se o “tudo somado” é menor que as partes.

            O mercado da Google não é tão restrito como o da Apple e como já te disse várias vezes, é este o grande passo da Apple, que ultrapassa o lucro na venda de terminais e portanto o interesse em “valorizar os aparelhos”, para um interesse no uso frequente destes.

            Se não me engano, os iPhones não estão bloqueados a nenhuma rede, portanto, a rede não tem grande interesse em fazer grande desconto nos mesmos, uma vez que depois de o comprares podes optar pela concorrência. Se me falares naqueles planos manhosos, onde o preço inicial é baixo, aí o interesse é no preço final que o cliente acaba por pagar, uma espécie de venda a crédito com juros bem elevados.

          • Nunes says:

            @ LP
            “Então afinal estamos de acordo… e o futuro dirá se o “tudo somado” é menor que as partes.”
            Acordo? Não leste o resto do que já disse? Bancos já aceitam pagar, por isso não é o futuro dirá, o presente já diz.
            A afirmação que fiz e que citas pretende mostrar que é um negócio, em que ambas as partes acordam num “valor” justo para o que uma das partes oferece. O facto é que os Bancos têm aceite pagar, e todas as semanas tem aumentado o número de Bancos, havendo até outras companhias de cartões de crédito interessadas em aderir. Isso significa que há valor!
            Se a Apple expandir para a Europa e outros países, é que poderá não conseguir os mesmo valores, por serem realidades diferentes (legislação, fraude, despesas, etc). As próprias companhias de cartão de crédito recebem percentagens diferentes de país para país, de modo que não é expectável que a Apple consiga obter o mesmo em todos os países.

            “O mercado da Google não é tão restrito como o da Apple”
            Isso é uma desculpa esfarrapada. A Google mete-se em todo o lado para aumentar fontes de informação e rendimentos, mas a Apple não pode expandir os seus serviços, rendimentos e influência? Faria algum sentido a Apple não obter algum poder junto dos Bancos sendo um peça crucial no processo?

            “interesse em “valorizar os aparelhos”, para um interesse no uso frequente destes”
            Donde é que tiras essa conclusão? A valorização dos aparelhos está na diferenciação com serviços únicos à plataforma. A Apple não sabe onde, quanto e no quê cada cliente gasta. Se o utilizador usar mais será porque o serviço funciona onde ele precisa, não porque a Apple lhe mostra que precisa de comprar tabaco na loja que paga mais para publicidade!

          • Nunes says:

            @ LP
            “Então afinal estamos de acordo… e o futuro dirá se o “tudo somado” é menor que as partes.”
            Acordo? Não leste o resto do que já disse? Bancos já aceitam pagar, por isso não é o futuro dirá, o presente já diz.
            A afirmação que fiz e que citas pretende mostrar que é um negócio, em que ambas as partes acordam num “valor” justo para o que uma das partes oferece. O facto é que os Bancos têm aceite pagar, e todas as semanas tem aumentado o número de Bancos, havendo até outras companhias de cartões de crédito interessadas em aderir. Isso significa que há valor!
            Se a Apple expandir para a Europa e outros países, é que poderá não conseguir os mesmo valores, por serem realidades diferentes (legislação, fraude, despesas, etc). As próprias companhias de cartão de crédito recebem percentagens diferentes de país para país, de modo que não é expectável que a Apple consiga obter o mesmo em todos os países.
            “O mercado da Google não é tão restrito como o da Apple”
            Isso é uma desculpa esfarrapada. A Google mete-se em todo o lado para aumentar fontes de informação e rendimentos, mas a Apple não pode expandir os seus serviços, rendimentos e influência? Faria algum sentido a Apple não obter algum poder junto dos Bancos sendo um peça crucial no processo?
            “interesse em “valorizar os aparelhos”, para um interesse no uso frequente destes”
            Donde é que tiras essa conclusão? A valorização dos aparelhos está na diferenciação com serviços únicos à plataforma. A Apple não sabe onde, quanto e no quê cada cliente gasta. Se o utilizador usar mais será porque o serviço funciona onde ele precisa, não porque a Apple lhe mostra que precisa de comprar tabaco na loja que paga mais para publicidade!

          • LP says:

            Deves ter algum défice cognitivo ao nível da percepção.
            ” a Apple não pode”?! Quem disse isso, eu apenas o constatei e associei-o ao contexto do artigo, que me parece ser a peça central de toda a história.
            Qual “desculpa esfarrapada”?! É um facto que a Google está em todo o lado? É para aumentar rendimentos? Claro, não é nenhuma instituição de solidariedade, pois não?
            Se o cliente usar mais o serviço, i.e. se o usar frequentemente, a Apple ganha mais comissão -> mais rendimento, e é portanto este o interesse, para além da simples “valorização dos aparelhos” (repito-me novamente, mas não vejo forma mais simples/perceptível de o explicar) e a conclusão é portanto fácil de tirar. A Apple também é uma peça crucial no processo de telecomunicações, dado que as pessoas não comunicam se os telemóveis e nem assim ganha posteriores comissões (mais uma vez a repetir-me).
            Se o futuro fosse igual ao presente, se as coisas não mudassem… bem, ou és a Maya, ou então sabes tanto do futuro como eu, previsões sim, certezas nenhumas.

          • Nunes says:

            :S
            desculpa? Olha vê lá bem a diferença de julgamento que fazes: a Google andar e crescer por todo o lado e receber comissões é normal; enquanto que a Apple adicionar um serviço que é pago pelos Bancos, a outros que já existem no telemóvel e que são pagos pelo utilizador já é uma coisa do outro mundo, é uma mudança de paradigma!!???? Então e as lojas da Apple nos equipamentos!? O pagamento de extras no iCloud? Pensa bem! Pagar por serviços é algo comum.
            “A Apple também é uma peça crucial no processo de telecomunicações”
            Mas será que não entendes a diferença nas práticas em cada área! A Apple consegue receber bastante das operadoras porque os clientes com equipamentos Apple tendem a usar serviços mais caros, doutra forma não conseguiria preços subsidiados tão baixos em vários países e necessitaria de receber menos para manter a competitividade. Nenhuma empresa de telemóveis neste mundo recebe uma comissão do uso dos serviços, seria algo difícil de engolir para as operadoras!
            Ao passo que nos bancos, comissões sobre pagamentos é uma prática comum. A Apple presta uma parte dum serviço, e como qualquer empresa na cadeia de pagamentos bancários, recebe uma pequena comissão – repito é a prática nesta área!
            É assim tão complicado de entender?

            “Se o futuro fosse igual ao presente, se as coisas não mudassem… bem, ou és a Maya, ou então sabes tanto do futuro como eu, previsões sim, certezas nenhumas.”
            Essa é de partir o coco a rir! Quer dizer estamos a discutir se os Bancos dão ou não valor ao que a Apple faz (presente), e agora falas em mudanças no futuro? Se vamos por aí, há tanta coisa que pode mudar no futuro e que altera os equilíbrios de poder em tanta coisa, que é uma perda de tempo falar nesses cenários, já que o argumento que usas tão facilmente pode dizer que o Apple Pay desaparece como a Apple domina a VISA ou a MasterCard ou que quer que seja.

          • LP says:

            A minha suspeita confirma-se… em vez de palavras, vou tentar recorrer aos desenhos a ver se assim entendes e paras de bater na mesma tecla:
            A Google está presente em todos os sitios, lucrando com isso -> facto;
            A Apple está a meter-se no mundo da banca para daí obter rendimento -> novidade -> não disse quer era mau, nem “do outro mundo” (acho até que é bom, é um bom movimento para a empresa, se for bem sucedida).
            A Apple recebe bastante das operadoras -> O quê?
            Não sugeri que devia receber (ou não comissão) pelo uso dos serviços de comunicações moveis -> constatei que não recebe -> no seguimento de outra constatação -> o interesse da Apple passa do “valorizar os equipamentos” (para vender mais) para o estimular a utilização -> para obter para rendimento (das comissões).
            Quem é que não entendeu que é normal receber uma comissão no processo? Tu é que não entendeste que se a Apple não fizer parte do processo a comissão fica toda para os intervenientes habituais o que (também não é dificil de entender que) seria do interesse deles.
            ” é uma perda de tempo falar nesses cenários” -> “Se a Apple expandir” (futuro)… “Se por ventura os Bancos não virem valor no que a Apple oferece, então não aceitam o que a Apple propõe, e a Apple terá que rever a proposta!” (os cenários).

            O que se passa nesta discussão (ridicula) é que tu tens mania de perseguição e quando eu constato uma realidade tu assumes como uma critica (negativa) à mesma e partes para o ataque contra os fantasmas que crias na tua cabecinha.

          • Nunes says:

            “A Apple recebe bastante das operadoras -> O quê?”
            Meu caro, se não percebes que a subsidiação feita pelas operadoras aos aparelhos da Apple é a maior que há e o efeito que tem, tendo até algum impacto nas margens das operadoras, não há desenho que te valha
            http://business.time.com/2012/02/08/how-apples-iphone-actually-hurts-att-verizon-and-sprint/
            Se as operadoras não pagassem tanto à Apple, a Apple teria que baixar os preços que pede. Esse efeito foi até bastante notório nos primeiros meses do primeiro iPhone, em que o preço de venda nos Estados Unidos não era inicialmente subsidiado.
            ” o interesse da Apple passa do “valorizar os equipamentos” (para vender mais) para o estimular a utilização”
            E o que tu não pareces entender é que, primeiro, a Apple desde sempre teve serviços nos seus telemóveis, que valorizam o telemóvel e que são pagos, por isso nem dá para entender que mudança é essa que queres insinuar. Segundo, as pessoas só irão usar se lhes servir melhor que as alternativas que há – valoriza o aparelho.
            “Tu é que não entendeste que se a Apple não fizer parte do processo a comissão fica toda para os intervenientes habituais o que (também não é dificil de entender que) seria do interesse deles.”
            E explica lá do alto dessa luz que te ilumina, como é que a Apple não faria parte do processo quando é o hardware e firmware especializado que desenvolve para os seus aparelhos, que torna o processo possível para os Bancos e simples para o utilizador? Quando é a Apple que desenvolveu em conjunto com a VISA e a MasterCard esta solução? Quando a VISA e a MasterCard requerem NFC para pagamentos móveis, e só o Apple Pay é que tem acesso ao NFC no iPhone?
            E explica lá como é que a realidade actual de alguma forma não chega para tu entenderes que a Apple faz parte do processo, os Bancos aceitam e publicitam o serviço, etc, etc?
            ““Se a Apple expandir” (futuro)… “Se por ventura os Bancos não virem valor no que a Apple oferece, então não aceitam o que a Apple propõe, e a Apple terá que rever a proposta!” (os cenários).”
            Isso é que é, hã! E que tal ler o resto que vem a seguir a essas citações. Nenhuma das citações fala numa mudança do Apple Pay com os Bancos nos Estados Unidos. Uma caracteriza o processo de negociação, outra a expansão para outros países.
            Se o teu argumento é a expansão para outros países, então comentários como
            “Se o futuro fosse igual ao presente, se as coisas não mudassem… bem, ou és a Maya”
            a seguir a eu ter caracterizado o que pode acontecer numa expansão, tornam-se verdadeiramente incoerentes e ridículos

          • LP says:

            Insistes portanto que o interesse do Apple Pay para a Apple é a valorização do iPhone e as comissões são apenas “porque é comum os intervenientes do processo como a Apple cobrarem”, ou como diz o outro “são peanuts”? Não vale a pena insistir, fico-me por aqui, e tu vais contar “os peanuts” que a Apple vai arrecadar com as comissões bancárias “que não são novidade para a Apple” (já aos anos que a Apple está metida no negócio dos pagamentos!).

          • Nunes says:

            @ LP
            Isso já começa a soar a desespero!
            O que disse é que ganhar dinheiro por serviços que trazem mais valias é algo bastante comum para a Apple, sempre o foi, e comissões são o método normal para pagamento neste tipo de serviço. Por isso, ao contrário do que afirmas não houve mudança na política de valorização dos aparelhos.
            Se agora o teu problema é quanto a Apple pode ou não ganhar, vou te deixar algumas referências para perceberes como as tuas suposições são exageradas e pouco fundamentadas.
            A Apple deverá receber à volta de 0,15% por pagamentos com cartão de crédito e 0,5 cêntimos por cartão de débito. Quer um quer outro é bastante menor do que aquilo que a VISA recebe (nos Estados Unidos chega a receber 0,5%), e os utilizadores da Apple são uma pequena percentagem da população e do mercado de smartphones, mais pequena que a percentagem de pessoas que têm cartões VISA. Como tal a Apple, nas condições actuais, não tem como algum dia alcançar com o Apple Pay aquilo que a VISA gera actualmente – para além do já mencionado a VISA ainda recebe por outros serviços.
            Por isso se se pegar nos rendimentos da VISA, fica-se com uma ideia dum limite superior de rendimentos que o Apple Pay não conseguirá atingir. Os rendimentos anuais da VISA são cerca de 12 mil milhões, com 5 mil milhões de lucros líquidos – o Apple Pay dificilmente atingirá metade destes valores. Para dar outra perspectiva o volume de transacções mundiais anuais com cartões é de cerca de 18 biliões de dólares, menos de metade disso é com cartões de crédito. Se o Apple Pay obtivesse 25% dessas transacções (o que já seria um feito extraordinário), e conseguisse a mesma percentagem de comissão em todo os países (o que não deve acontecer, já que nos Estados Unidos é onde as comissões são mais altas), representaria cerca de 3,5 mil milhões anuais de comissões antes de despesas.
            Compara estes valores com os rendimentos da Apple e perceberás como o Apple Pay se torna apenas mais uma pequena percentagem nos rendimentos da Apple, aliás o valor é mais pequeno que o volume gerado pelas suas lojas, e ainda vai demorar bastante tempo para que sequer se note!
            [Apple tem 182 mil milhões de rendimentos, 40 mil milhões em lucros líquidos anuais]

          • LP says:

            “Se agora o teu problema é quanto a Apple pode ou não ganhar”
            É como te digo, enquanto partires do principio que tenho algum “problema” com o que a Apple ganha ou não, não vale a pena…

            Eu não afirmei isso, tu é que afirmaste que “uso do Apple Pay e a mais valia que a Apple quer ter para valorizar os seus aparelhos” ao que eu te respondi que “Se o objectivo da Apple fosse valorizar os seus aparelhos não cobrava comissão” e logicamente que não o faria só porque “a prática é os envolvidos receberem alguma coisa”, nem é nenhuma instituição de solidariedade, “a Apple não trabalha pro bono”.
            “3,5 mil milhões anuais” são os tais “peanuts”… ainda os vai doar para instituições de solidariedade, ou distribuir pelos clientes que usarem o Apple Pay…

          • Nunes says:

            @ LP
            lol
            depois da quantidade de argumentos que atiraste e deixaste para trás, qualquer um assume que andas à procura de algum problema nalguma coisa nesta discussão
            “ao que eu te respondi que “Se o objectivo da Apple fosse valorizar os seus aparelhos não cobrava comissão” ”
            O teu erro é assumir que não se pode valorizar um produto com um serviço e receber algo por isso, quando na verdade muitas das coisas que as pessoas dão valor não são gratuitas – como já disse diversas vezes a Apple fornece imensos serviços que são uma mais valia, e não são de graça. O Apple Pay pode se tornar uma solução de pagamento mais segura e cómoda para muita gente – valorização. Neste caso o utilizador nem paga mais por isso, e não faria diferença para a utilização e valorização feita pelo cliente, se a Apple não obtivesse nada dos Bancos.
            ““3,5 mil milhões anuais” são os tais “peanuts””
            3,5 mil milhões é antes de retirar as despesas, como pagar possivelmente a outras empresas, despesas internas com o serviço, cobertura de riscos, impostos, etc, e a Apple está ainda muito longe de poder atingir tal valor. 3,5 mil milhões em 180 mil milhões quase que nem mexe a agulha para a Apple, e quando colocado ao lado dos 18 mil milhões que a Apple gera com os seus serviços e lojas ou os 6 mil milhões com a venda de acessórios, é caso para perguntar que argumento é que realmente queres levantar!
            “ou distribuir pelos clientes que usarem o Apple Pay…”
            Isso é uma possibilidade para o futuro para uma parte do dinheiro. Já apareceram algumas patentes da Apple exactamente a abordar essa questão, dando descontos aos clientes pelo uso do Apple Pay, para tornar mais apetecível como alternativa aos outros meios de pagamento. Tendo em conta como funciona o Apple Pay, isso teria que envolver os Bancos. Em alternativa a Apple tb pode tentar modificar aquilo que os comerciantes têm que pagar aos Bancos. Mas para poder fazer isso tem que ter poder junto dos Bancos, e as comissões dão bastante poder.

        • Nunes says:

          @ LP
          lol
          depois da quantidade de argumentos que atiraste e deixaste para trás, qualquer um assume que andas à procura de algum problema nalguma coisa nesta discussão.

          “ao que eu te respondi que “Se o objectivo da Apple fosse valorizar os seus aparelhos não cobrava comissão” ”
          O teu erro é assumir que não se pode valorizar um produto com um serviço e receber algo por isso, quando na verdade muitas das coisas que as pessoas dão valor não são gratuitas – como já disse diversas vezes a Apple fornece imensos serviços que são uma mais valia, e não são de graça. O Apple Pay pode se tornar uma solução de pagamento mais segura e cómoda para muita gente – valorização. Neste caso o utilizador nem paga mais por isso, e não faria diferença para a utilização e valorização feita pelo cliente, se a Apple não obtivesse nada dos Bancos.

          ““3,5 mil milhões anuais” são os tais “peanuts””
          3,5 mil milhões é antes de retirar as despesas, como pagar possivelmente a outras empresas, despesas internas com o serviço, cobertura de riscos, impostos, etc, e a Apple está ainda muito longe de poder atingir tal valor. 3,5 mil milhões em 180 mil milhões quase que nem mexe a agulha para a Apple, e quando colocado ao lado dos 18 mil milhões que a Apple gera com os seus serviços e lojas ou os 6 mil milhões com a venda de acessórios, é caso para perguntar que argumento é que realmente queres levantar!

          “ou distribuir pelos clientes que usarem o Apple Pay…”
          Isso é uma possibilidade para o futuro para uma parte do dinheiro. Já apareceram algumas patentes da Apple exactamente a abordar essa questão, dando descontos aos clientes pelo uso do Apple Pay, para tornar mais apetecível como alternativa aos outros meios de pagamento. Tendo em conta como funciona o Apple Pay, isso teria que envolver os Bancos. Em alternativa a Apple tb pode tentar modificar aquilo que os comerciantes têm que pagar aos Bancos. Mas para poder fazer isso tem que ter poder junto dos Bancos, e as comissões dão bastante poder.

          • LP says:

            “Tu a dares-lhe e a burra a fugir”…
            Ve la bem como começou isto, eu apenas desenvolvi o artigo, peguei nas comissões como motivo para a “guerra a vista nos pagamentos moveis”, tu é que para não variar, na tua constante atitude comuna “do contra” contra-argumentaste logo como contra-ataque, contra um ataque que não existiu.
            Se de facto a Apple devolver as comissões (parece-me demasiado improvável) tens tu razão e o Apple Pay surgiu como valorização dos aparelhos, caso contrário, tenho eu que acho que é a Apple a tentar obter uma fatia do bolo dos pagamentos e que se agora é pequena, não esquecendo que está no início, depressa poderá crescer. Se é verdade que apesar de mesmo com comissões valorizar o equipamento, também não é menos verdade que lucra com as comissões e é um primeiro passo para entrar no mercado da banca, é tudo uma questão de pontos de vista, e convém estarmos abertos a todos eles.
            De qualquer das maneiras, a mim não me aquece nem arrefece uma vez que não estou a pensar em usar o Apalpei, pelo que se alguém poderá ter problemas seras certamente tu.

          • Nunes says:

            Essa é mesmo para rir! Quer dizer tu é que comentas a um comentário meu, pondo em causa as informações que dei e que são de conhecimento público, e eu é que sou do contra, é preciso ter lata.

            “Se de facto a Apple devolver as comissões”
            Formalmente só é devolver comissões se for em benefício do comerciante, pois é o comerciante que paga! O consumidor pagará o mesmo qualquer que seja a comissão – será que ainda não entendeste essa parte? Dar uma pequena percentagem das compras ao consumidor é uma prática em muitos cartões de crédito, é uma forma de atrair clientes para esses cartões. Há aliás já um Banco a dar incentivos aos clientes para aderirem ao Apple Pay – dá 25 dólares de crédito a quem aderir! Assim que o Apple Pay passar a fase de introdução, é de esperar que a Apple introduza novidades para ajudar a atingir uma massa crítica de utilizadores. Um prémio de utilização é bastante possível!

            “tens tu razão e o Apple Pay surgiu como valorização dos aparelhos”
            E eu por acaso disse que o Apple Pay não serve tb para a Apple tirar algum proveito? É que só podes estar a gozar comigo! Depois de tudo o que disse vens agora com essa!?
            Tu é que decidiste negar que o Apple Pay servia para valorizar os aparelhos. Tu é que decidiste dizer que a Apple já não ía pela valorização, só porque a Apple ganha algum dinheiro tb, quando na verdade a Apple desde sempre teve serviços em que ganha algum dinheiro – serviços que são uma mais valia para os aparelhos!
            O Apple Pay é um chamariz para os novos iPhones, e a Apple ganha muito mais dinheiro a vender iPhones do que todos os seus serviços somados, mesmo até se somares as melhores hipóteses do Apple Pay!

            “que se agora é pequena, não esquecendo que está no início, depressa poderá crescer.”
            Já te dei uma referência do quanto é que pode representar nas melhores circunstâncias para a Apple, e será relativamente pequena. Agora nem sequer pequena é, é infinitésima!

            “De qualquer das maneiras, a mim não me aquece nem arrefece uma vez que não estou a pensar em usar o Apalpei”
            sim, sim… para quem não tem problemas, gastas muito do teu tempo à procura deles

          • LP says:

            Já te disse para veres como começou!
            É preciso ter lata é para aldrabar, eu fiz-te questões, questões não põe nada em causa, quis apenas aproveitar-me da tua alta sapiência bioquimica para me esclareceres nas dúvidas, ou não sabes que “perguntar não ofende”? A não ser é claro que, repetindo-me de novo, vejas um ataque, um “por em causa” que não existe.

            Tu e os teus formalismos, ou mais corretamente preciosismos… Não é o cliente que paga, é o comerciante, e quem paga ao comerciante? Nem que seja o Papa a pagar, se o interesse da Apple é valorizar o aparelho, nada melhor que OFERECER, ENTREGAR, OFERTAR as comissões recebidas por quem as pagou aos seus fieis clientes, duvido que não gostassem do gesto e assim valorizasse ainda mais o aparelho/o Apple Pay.

            Acabaste de dizer que “nem mexe a agulha para a Apple”, ou seja, não importa, não se iam dar ao trabalho de implementar um serviço novo por algo que “nem mexe a agulha”, ” é infinitésima!”. Mas então decide-te lá, que eu ainda não percebi e tenta ser claro, conciso, sem desculpas de contextos e sem preciosismos:

            1 – Qual é/são (para ti) o(s) objetivo(s) da implementação do Apple Pay?

            2 – É uma novidade a Apple estar envolvida na Banca/ nos Pagamentos? (resposta fechada: Sim ou não)

            3 – Ao contrário do que defende o artigo, todos estão felizes com o Apple Pay/ Wallet e portanto não vão desenvolver alternativas viaveis?

            [Espero assim terminar a discussão em breve]

          • Nunes says:

            Só podes estar a gozar!
            Quer dizer, depois de comentar que os Bancos ficam responsáveis em caso de erro ou fraude, insistes em questionar-me quem é que fica responsável, o que põe em causa o que eu disse! Depois de explicar que a Apple recebe uma comissão dos Bancos, dizes que isso não pode ser, que nem os Bancos nem os comerciantes aceitam tal coisa, etc, etc! O que não falta são comentários teus a pôr em causa diversas coisas que escrevo e que são de conhecimento público.

            “A não ser é claro que, repetindo-me de novo, vejas um ataque, um “por em causa” que não existe.”
            lol, acho que qualquer um que se desse ao trabalho de ler a sequência dos teus comentários, veria bem como quase todos os teus argumentos só aparecem para negar alguma coisa que eu disse antes! O porquê disso… cada um que faça a sua opinião, mas vejo como uma diversão tua.

            “Não é o cliente que paga, é o comerciante, e quem paga ao comerciante?”
            meu caro, se o comerciante pagar mais ou menos de comissão num determinado cartão de crédito não muda o preço que o cliente paga! Mas será que ainda não percebeste? É uma despesa do comerciante na sua actividade, e os acordos que têm com as companhias de cartão de crédito/aquirers e até alguma legislação, impedem em quase todo o lado que passem a despesa da comissão directamente para o cliente. Podes não gostar que seja assim, mas é assim que as coisas funcionam.

            “Nem que seja o Papa a pagar, se o interesse da Apple é valorizar o aparelho, nada melhor que OFERECER, ENTREGAR, OFERTAR as comissões recebidas por quem as pagou aos seus fieis clientes, duvido que não gostassem do gesto e assim valorizasse ainda mais o aparelho/o Apple Pay.”
            e…? O aparelho continua a ser valorizado com o Apple Pay, mesmo que a Apple receba alguma coisa dos bancos. Como muito bem dizes isso poderia ser que “valorizasse ainda mais o aparelho”, e friso o “ainda mais”. A valorização existe e é um serviço gratuito para o cliente.
            No futuro a Apple pode usar o que ganha para dar um incentivo extra aos clientes, e faz mais sentido que isso apareça no futuro do que numa fase inicial em que se limam arestas e em que os benefícios do Apple Pay já são capazes de conquistar o interesse de muitas pessoas. O efeito dessa medida já agora perder-se-ía em grande parte na própria novidade do Apple Pay. Introduzir no futuro e com destaque próprio dá-lhe mais força, e pode ser importante para uma altura em que já houver mais dispositivos e uma maior familiarização da população em geral para este tipo de serviços, ajudando a conquistar aqueles que estavam indecisos!

            “não se iam dar ao trabalho de implementar um serviço novo por algo que “nem mexe a agulha”, ” é infinitésima!””
            É engraçado que esse mesmo raciocínio que fazes demonstra a importância que o Apple Pay tem para valorização dos aparelhos. A Apple se dar ao trabalho de implementar… porque será!??? Os pagamentos com telemóveis vão se tornar uma necessidade para muita gente, já são até para muitos pagamentos online. É por isso uma necessidade para a Apple e um factor de diferenciação, que os seus aparelhos se tornem uma boa referência para quem quer esse tipo de funcionalidade com garantias de segurança e fiabilidade, e isso gera vendas dos aparelhos – parece-me simples, não? Funcionalidades importantes geram interesse nos consumidores e aumentam as vendas!
            O que quer que a Apple possa ganhar directamente com o próprio serviço será muito mais pequeno do que o que ganha com as vendas dos aparelhos (qualquer um vê isso), mas não deixa de ter a sua importância estratégica para a Apple, quer junto de outras entidades, possivelmente junto dos consumidores ou até dos comerciantes, quer até para dar opções para alguma mudança estratégica no futuro.

            Quanto às tuas questões
            1) Não te vou responder a uma coisa dessas pois toda a discussão surgiu por não aceitares que tenha dito que o Apple Pay sirva para valorizar os aparelhos! Fui sempre bastante claro sobre o que está envolvido, e a tua questão não passa duma tentativa de distorcer o que estava realmente em discussão!
            2) Tb não te vou responder a tal questão, pois a discussão não foi sobre se o Apple Pay é uma novidade ou não, mas sobre se a Apple estava a passar de valorizar o aparelho para ganhar com o uso do aparelho, quando a Apple já há muito tempo tem serviços que trazem benefícios aos utilizadores e são pagos.
            3) Já fui bastante claro! O que quer que os Bancos estejam a pensar fazer terá como foco o Android, primeiro porque não têm como usar os serviços da MasterCard no iPhone sem a Apple, pois o NFC é exclusivo ao Apple Pay. Segundo porque é no Android que ainda não existem grandes serviços para pagamentos em que os Bancos tenham poder e estejam envolvidos. E por fim o que não falta são Bancos americanos a publicitar o Apple Pay, o que demonstra entusiasmo.

          • LP says:

            Esse paleio faz-me lembrar o IVA que os comerciantes pagam… a não ser aqueles que perguntam ao cliente se “quer com ou sem IVA”…

            Portanto, quando te peço para responderes de forma clara e concisa a 3 simples questões “foges com o rabo à seringa” (sem “mau gosto”!), o que demonstra claramente uma personalidade mesquinha, cheia de preciosismos, com muito paleio, muita distração, muito “contexto”, nada claro ou conciso e assim sendo, dou por finda esta discussão.

          • Nunes says:

            @ LP
            fugir com o rabo à seringa, lol! Santa Paciência!
            Quer dizer, inventas umas perguntas numa tentativa de dissimular/mudar aquilo que disseste até aqui, e eu tenho que seguir a mudança que queres fazer no discurso!? Mas queres enganar quem?

            “uma personalidade mesquinha”
            Depois de passares a vida a pôr em causa coisas que afirmo e são factuais, mesquinhez não será certamente da minha parte.
            “nada claro ou conciso”
            Ser conciso é algo que se perde quando a outra parte passa a vida a fazer-se de desentendido e a negar factos, passando a ser necessário explicar aquilo que à partida não se assumiria ser necessário, como o abecedário!

  6. Benchmark do iPhone 6 says:

    Sobre a comissão da Apple no Apple Pay o que se diz é que é de 0,15% (15 cêntimos por cada €100),

    Aqui há tempos a União Europeia aprovou legislação a fixar as comissões máximas que as empresas de cartões de crédito podiam cobrar aos comerciantes, mas além disso ainda há a comissão da SIBS e o preço pela ligação telefónica em cada transação. Tenho uma idéia de memória de quanto somava mas posso estar enganado, é melhor quem estiver interessado pesquisar.

    Na altura percebi que as comissões nos EUA eram bastante mais altas – e daí as movimentações de parte dos comerciantes para criarem um sistema de pagamentos sem essas comissões.

    O que também é certo é que o sistema de pagamentos com cartões de crédito evoluiu pouco nos EUA. Ainda agora o Presidente Obama obrigou a mudar os cartões da Casa Branca. Sem autenticação por pin ou semelhante o sistema é menos seguro, e as comissões são mais altas para cobrir fraudes. Também foi dito que sendo o Applr Pay mais seguro, as comissões a pagar pelos comerciantes seria menor.

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