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Governo desiste da Critical e perde meio milhão

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Ana Narciso


  1. pixar says:

    Era preciso conhecer mais pormenores para ter uma opinião formada sobre este assunto, mas parece-me que se vai poupar onde não se deve… Se a equipa interna está demissionária, não estou a ver como vão proceder a melhorias de segurança.

  2. David G. says:

    Em todos os governos…é so FILMES e mais FILMES…

    era demiti-los a todos…e mais nao digo senão tou feito 😛 heheheh 😉

  3. Ali says:

    A critical tem muito o habito de substituir sistemas completos em vez de os melhorar e adicionar funcionalidades. Há que reutilizar o software que já está desenvolvido. Sei que por vezes é difícil, mas tratando-se de grandes aplicações, alguma estrutura lógica devem ter.
    Tenho conhecimento que já não é a primeira nem segunda vez que a Critical toma esta decisão (substituir o sistema completo por uma nova aplicação) para com grandes empresas. De certo modo é uma técnica para fidelizar clientes. No entanto desta vez do meu ponto de vista o gasto de meio milhão, vai poupar outro meio milhão ao estado e mais um tanto em futuras correcções, implementações e formação de funcionários.
    Se existe uma equipa interna para desenvolver software, há que a por a gerir bem e por a funcionar correctamente e com eficiência, em vez de estarem apenas a observar o que os outros fazem. Se o privado consegue o estado também o tem de conseguir.

  4. Eugene says:

    Para quem não sabe…. este tipo de problemas contribuem para o atraso da tramitação de processos em tribunais, que somado à fraca formação das pessoas que trabalham com este programa, resulta no caos e desordem que reina em certos tribunais. Acompanhado esta situação do lado de fora já não me surpreende nada as atitudes tomadas pela ITIJ. Depois da Sra. Ministra da justiça já ter atacado os advogados; os Agentes de execução; e os juízes, acho que está na hora desta Sra. olhar para dentro da casa, e correr com algumas “jarras da china”, e de uma vez por todas colocar todos os intervenientes da justiça (advogados, tribunais e agentes de execução), a “falar a mesma língua”…. ou seja, partilharem a mesma plataforma.

  5. Joji says:

    A mim parece-me é que se distribui muito dinheiro de formas pouco claras.. Nisto tudo uma coisa é certa não há dúvida, alguém/alguns ficam com os bolsos bem cheios e quem paga isso somos nós..

  6. Valente says:

    Cito:

    “era demiti-los a todos… e mais nao digo senão tou feito”
    .
    Deviam-se demitir era os eleitores que votaram neles!!!!

    • Redin says:

      Seria giro, vir a saber qual seria a percentagem dos “não votantes” que estão atualmente a fazer parte dos descontentes deste país.
      Ainda não aprenderam que estes senhores só lá estão porque os verdadeiramente descontentes só se apercebem da sua real situação quando esses galos caem no poleiro legislatura após legislatura.
      O povo é que tem a culpa, não são eles.

    • Nelson N says:

      Há já muito tempo que me “demiti”

  7. Anton says:

    A tal equipa que se demitiu foi a que criou o CITIUS e o Habilus e que já lá estava há muitos anos, por isso, nada de novo.
    Mas que o sistema não presta isso não é nenhuma novidade, basta dizer que não existe largura de banda suficiente, os computadores são velhos e andam a pedal, e mais não digo, porque muito mais há para dizer, mas podem publicar com o meu nome pode ser que me mandem embora que estou farto da m###a dos tribunais, juízes, procuradores (estes dois últimos com 2 meses de férias e nada fazem, a não ser andarem ás turras uns com os outros e só pensarem neles).
    Adeus

  8. sakura says:

    K ñ se pode comentar e o meu post??

  9. Laggunna says:

    Mas há aqui algo que não ficou bem esclarecido, por isso só posso conjecturar!

    Mas se a empresa não cumpriu como é que o Estado, ou melhor, todos nós, perde dinheiro?

    Então o Estado não acautelou o dinheiro dos contribuintes com cláusulas que contemplassem o incumprimento?

  10. Laggunna says:

    E se foi o Estado que não cumpriu e então perderá o dinheiro mais eventuais indemnizações, como é que o Estado, mais uma vez, antes de contratar não mediu os prós e os contras.

    É que assim, se nada é acautelado pelos srs. que nos (des)governam, bem podem chover euros e retenções em salários, reformas e pensões.

    Se não pusermos um fim a isto, esta situação não tem fim!

    Em qualquer dos caso é uma vergonha!

  11. José Leite says:

    Que feio.É muito feio um ministério,seja ele qual for,prescindir dos préstimos de uma empresa do seu próprio país.Que vergonha de governo!!Em vez de se chegar a uma solução vai-se logo à demissão e cessação imediata das funções!!Cambada de deputados inúteis.Anda toda a gente a trabalhar como escrava,como um negro,para ao fim do mês encher o bandulho de cada um deles!!E de tipos que muitas vezes só vão ao Parlamento da parte da tarde porque de manhã dedicam-se à caminha.Ou a negócios que mais lhes convém a eles.Corja de gatunos.

  12. Taxista says:

    1 Milhão por software?!?! (tb tirava cafés?!?)
    500 mil deitados ao lixo assim…(@!?#:(@@!) …sim, euros
    Já me foram ao bolso… outravez e outravez. Entrada a pés juntos, sem cartão.

    Por 50 Milhões faço um programa em excel para somar despesas. Será que me avançam, pelo menos, uns 25 Milhões??

    Enfim, podia ser pior… podiam ter entrado com 100%.

  13. Gerardo says:

    Para quando a mudança para Linux?? Por 1 milhão fazia-se em qualquer plataforma com a diferença do preço das licenças!

    Também já reparei que o software do estado é um bocado caótico usando cada um o que lhe apetece.

  14. Outsider says:

    Conheci a realidade dos tribunais no que se refere ás TI e o Habilus foi um sistema que saiu da corolice e engenho de um funcionário. Creio que isso é de louvar, mas neste meio não se pode parar no tempo e creio ser esse o verdadeiro problema do Ministério da Justiça. Os equipamentos e os sistemas já estiveram no topo, tendo em conta o que existia em Portugal no sector publico, mas não souberam adaptar-se…e os resultados actuais derivam dessa mesma falha.

    • Insider says:

      Caro “Outsider”, eu também conheço a realidade dos sistemas de informação dos tribunais e garanto-lhe que, de entre os gestores de projeto (internos e externos) que alguma vez passaram pelo Ministério da Justiça, o “carola” de que fala é de longe o melhor. Não é por acaso que agora escolheram o legado que ele deixou e também não foi por acaso que a equipa dele se demitiu em bloco no início do ano.

    • Pisca says:

      Já tive a necessidade de estar dos dois lados da barricada, na escolha e implementação de sistemas, e por outro lado como utilizador, já vi de tudo um pouco

      Empresas a propôr sistemas maravilha que iam “resolver tudo”, em que o unico contacto tido com a mesma foi mandar alguém lá entregar a proposta, até trabalhos feitos com pés e cabeça onde a análise funcional era determinante para a construção da proposta base

      Também por experiência há sempre 2 lados determinantes, a concepção e instalação e na outra ponta implicar os utilizadores no assunto com o mais simples e funcional que os mesmos possam desejar

      Um utilizador quanto mais complexo for o sistema, menos tralha quer ter à sua frente, como usam perguntar, “em que teclas mexo”, não quer saber o resto, a Srª. que me tira o Registo Criminal na Loja do Cidadão só quer é mesmo que aquilo se despache porque tem à sua frente mais 50 ou 100 senhas para atender

      Notável ser referido que um “carola” iniciou o sistema e de dentro do próprio ministério apareceram as soluções, afinal era simples o conhecimento do dia a dia facilita sempre tudo

      Claro que depois o chamado “outsorcing” fica a perder, mas com jeitinho ainda vai mesmo facturar mais algum

      Entretanto também faz parta de certas estratégias, dizer que são uma cambada de calões e arranjar forma de os tais “carolas” irem andando

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