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Ericsson processa a Apple e exige proibição da venda do iPhone

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. José Pires says:

    Quando se usa tecnologia de outras empresas, deve pagar-se por isso.

    Não se pode querer sol na eira e chuva no quintal.

    E foi também condenada por infringir patentes no iTunes também.
    http://mobile.reuters.com/article/idUSKBN0LT0E720150225?irpc=932

  2. Tavares says:

    É mais do que claro que “isto” acaba tudo em acordos extra-judiciais porque as empresas não têm muito interesse em pagar os custos astronómicas destes processos em tribunal. Mas uma coisa é indesmentível…a enorme dependência que a Apple e a Google têm das patentes de terceiros para “fabricar” os seus equipamentos!!

    • Gato Preto X says:

      Também é indismentível que se não for pelo iOS e pelo Android, que ninguém precisa de LTE para nada…

      E também é indismentível que eles só atacam quem pode pagar, porque se virarem os cornos para os Chineses?

      Eles bem fecham a tasca, e abrem logo outra com outro nome!

      Já que não geram lucro (ou pegam no dinheiro que era para ser lucro para a empresa, e gastam em ordenados, carros com chauffer, festas, alimentação em restaurantes 5 estrelas), têm só 3 ou 4 yuan no banco, e financiam-se com dinheiro do estado chinês a menos de 0% de juros, logo, não deixa pena…

      Um pouco como funcionava a contra-facção têxtil em Portugal nos anos 80 e 90…

      • NUK says:

        Não podem atacar as marcas chinesas porque: (1) a China não vai entregar de bandeja nenhuma das suas empresas, tal como o Obama também já salvou a Apple num processo que esta perdeu para a Samsung nos EUA; (2) a China é onde as marcas fabricam os seus produtos, daí que não lhes dá jeito criar problemas com o que é ainda uma ditadura proteccionista das suas empresas.

      • Marcelo Barros says:

        Nada de preconceito, deve andar desempregado e a culpa é dos chineses deixa-me adivinhar… Os fracos costumam deitar a culpa aos chineses.

  3. Não Não says:

    Querem fazer o mesmo que a Samsung queria…

    A Apple compra chips já licensiados à qualcomm para ter 4G.

    Eles querem aplicar uma “taxa especial” à Apple. Em FRANDs

  4. João Martim says:

    Nhà mas aifone pra ninguen, acabou, acabou tudo
    mas ten muito androide balato ainda, sim

  5. Que coisa says:

    A Aple não consegue fabricar um produto 100% da marca, depois contorna todos os pressupostos traindo os seus “partnairs”.
    E assim se faz dinheiro facil…

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Experimenta a escrever em português, porque assim ficou em “englais”. É “partners”.

      Mesmo que não se queira num smartphone tem que se usar normas de comunicações aprovadas aprovadas a nível internacional e designadas por “standards essenciais”. É o que permite a um smartphone poder ser usado em diferentes países, por exemplo, nas comunicações 3G e LTE (aqui, as radio-frequências podem variar).

      Para uma dada tecnologia patenteada por uma empresa ser aprovada como “standard essencial” (chamam-se patentes ESP-Standard-essential patents) a empresa obriga-se a licenciá-la em termos FRAND (“fair, reasonable, and non-discriminatory”, justos, razoáveis e não discriminatórios). Mas não há nada que fixe o preço a pagar, que vai resultar da negociação entre a empresa que detém a patente ESP e quem precisa de utilizar essa tecnologia, queira ou não queira.

      A quantidade que estas situações criam conflitos e acabam em tribunal são mais que muitas, não se consegue enumerar todas. A Google já foi condenada por “patent troll” por se recusar a licenciar à Microsoft patentes ESP em termos FRAND. A Samsung já conseguiu que à Comissão de Comércio Internacional dos EUA (ITC) proibisse a comercialização de iPhones, decisão que Obama reverteu. A Ericsson conseguiu proibir na India a importação de Xiaomis, também por violação das suas patentes.

      Nada disto é linear. Neste caso, foi a Apple a primeira a pôr a questão em tribunal, para que fixasse o preço, dado que as duas empresas não se entendiam. Ao avançar com uma queixa também no ITC, que pode levar ao banimento da comercialização de iPhones (se Obama não intervier 🙂 ) aumenta o seu peso negocial.

  6. Joao says:

    Pelos vistos, todos copiam

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Tens que distinguir entre patentes de tecnologia e patentes de design.
      Nas patentes de tecnologia tens que distinguir entre patentes de standards essenciais (ESP) e patentes não essenciais. As patentes de standards essenciais não podes fugir a elas, por exemplo criando o teu próprio tipo de LTE. Nas não essenciais sim, podes criar a tua tecnologia, para obter o mesmo resultado.

      Resumindo:

      – Quando se está a lar de patentes de standards essenciais (e são essas que estão em causa na questão entre a Apple e a Ericsson) não se pode falar em cópia. Não há alternativa, queira-se ou não tem que se usar essa tecnologia/norma.
      – Nas patentes de design e de tecnologias não cobertas pelas ESP, aí pode-se falar em cópias, porque se usa as ideias dos outros sem licença.

  7. Sérgio Magalhães says:

    Usar tecnologia que outros inventaram e não quererem pagar por isso, parece-me pirataria…é como vender DVDs com filmes na feira.

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Mais acima expliquei o que são patentes ESP que devem ser licenciadas em termos FRAND (justos, razoáveis e não discriminatórios).

      O que te leva a dizer que a Apple não quer pagar um preço FRAND pelas patentes da Ericsson? A Apple diz que quer pagar – o preço que o tribunal fixar, visto que as duas empresas não se entendem.

  8. FG says:

    Enfim…

    Não faz mal, compra-se a Ericsson…

  9. Não Não says:

    Querem fazer o mesmo que a Samsung queria…
    A Apple compra chips já licensiados à qualcomm para ter 4G.
    Eles querem aplicar uma “taxa especial” à Apple. Em FRANDs

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