Quantcast
PplWare Mobile

Endereços IP (IPv4) da China acabam em 2 anos

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. Bem ao inicio apontava-se para em 2010 acabarem os IPv4 parece que afinal sempre vai durar mais uns anitos enquanto isso os ISP tem de investir porque mais ano menos ano o que é certo e que o IPV4 vai acabar.

    Cumps

  2. t@ndre says:

    Gostaria que reformulassem a afirmação: “o IPv6, que foi desenvolvido pelos EUA, “, pois não creio ser verdade.

    O IPv6 foi desenvolvido (e continua a ser) pelo IETF, uma task force internacional onde cada um de nós pode contribuir.

    E por experiencia próprio o edu.cn não é o único site chinês a suportar IPv6, antes pelo contrário, é capaz de ser a nação com mais IPv6-enable sites.

    Relativamente a investir muito para suportar IPv6, é uma afirmação perigosa, pois nem sempre é assim, direi que alguns dispositivos (routers & switchs) vendidos á cerca de 7 anos já suportavam IPv6

  3. Jorge Rodrigues says:

    “Por este andar a China gera uma brusca alteração climática na rede mundial IPv4…”

    está tudo dito.

  4. R00KIE says:

    “IPv6 possui recursos ilimitados” …. cuidado com as afirmações.

  5. XGuest says:

    “…O IPv6 possui recursos ilimitados para que, mesmo uma pedra possa obter um endereço IP!”…

    Li algures que com o IPv6 passa a existir um IP por metro quadrado!

  6. M1ster says:

    A solução para esse problema já foi encontrada, chama-se NAT. Apesar de menos escalável que o IPv6, tem dado conta do recado nos ultimos anos. IPv6 talvez lá para 2030.
    O facto do IPv6 identificar univocamente uma máquina não me inspira muita confiança. NAT 4 ever.

    • grained says:

      o nat não consegue alocar um numero ilimitado de traduçoes, mm qdo se usa bittorrent as inumeras ligaçoes podem fazer um router menos caro ficar sem memoria devido ao tamanho da tabela de tradução, numa rede é possivel cerca de 65000 aplicaçoes(aplicações não maquinas) ligadas através de nat na rede inteira o que pode ser problematico numa rede visto a associação entre os ips ser feita pelo porto.Além disso normalmente quando queremos um servidor na nossa rede caseira temos de fazer a tradução à mão, por isso duvido que o nat fique ca pra sempre 😛

    • Carlos says:

      Continuará sempre a haver quem ache que o NAT, PAT e outros são a última maravilha, e que são a principal ferramenta de segurança. Eu sou dos que discordam veementemente!

  7. jony says:

    a mim disseram me que com o ipv6 ate as torradeiras podiam passar a ter ip 😀

  8. Emannxx says:

    E a questão da compatibilidade?

    Para já, o ipv6 ainda não está em pratica cá certo?

  9. Carlos says:

    Este é o site que diariamente faz projecções sobre o final da disponibilidade de blocos IPv4.

    http://ipv4.potaroo.net

    A IANA é a entidade “mundial”. Os RIR são entidades continentais que servem os ISPs no seu continente, ou em alternativa entidades nacionais (onde os governos não deixam os ISPs terem acesso directo a blocos de endereçamento).

  10. Lápis Azul says:

    Daí os moços usarem e busarem da censura… É pra ver se o IPv4 ainda dura mais uns aninhos! Afinal aquilo lá é tudo boa gente e muito poupadinhos… 😀

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.