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Eleições Legislativas 2025: tudo o que precisa de saber

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Max says:

    É mais que certo que é na mesma assembleia de voto da eleição anterior (10/03/2025).

  2. Figueiredo says:

    Vai haver fraude nas Eleições Legislativas de 18 de Maio de 2025, assim como já houve nas anteriores, com os Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal desde 2012 sem qualquer critério ou justificação, a votarem para substituir os votos em falta da Maioria Silenciosa dos Portugueses representados pela Abstenção:

    – PT apela a comunidade brasileira para que vote à esquerda
    https://observador.pt/2024/03/08/pt-apela-a-comunidade-brasileira-para-que-vote-a-esquerda/

    – Brasileiros em Portugal mobilizam-se para as eleições legislativas
    https://www.dn.pt/2647201781/brasileiros-em-portugal-mobilizam-se-para-eleicoes-legislativas/

    – Seita ‘vende’ 100 mil votos ao PSD
    https://www.sapo.pt/jornais/nacional/10256/2023-12-20

    Português não vote, não seja ingénuo, não se deixe levar pelo desespero, não contribua para a fraude eleitoral pois é isso que o regime e os partidos pretendem para assim se manterem no Poder, diga não a este ilegítimo, criminoso, corrupto, e anti-democrático regime liberal/maçónico imposto pelo golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974.

    • Mr. Y says:

      Como se a abstenção fosse resolver alguma coisa. Vai tomar a pastilha…

      • says:

        Com este sistema não, mas…
        A abstenção é um sintoma não só de desleixo, mas também de descrédito. Sinceramente, tem alturas em que não apetece votar em nenhum (eu p.e. não vou votar nas autárquicas… recuso-me que a minha escolha se resumo ao “menos mau” de entre os candidatos).
        Se o número de eleitos estivesse ligado diretamente ao número de votantes, isso era outra conversa. Se só fossem votar metade das pessoas, só metade dos representantes é que iam para o parlamento. Isso daria uma dinâmica muito interessante à política nacional.
        Ou então, como na Atenas antiga. Não havia políticos nem partidos. Qualquer cidadão podia ser escolhido aleatoriamente para qualquer cargo público. Não chegavam lá cheios de vícios e de amigos a quem precisavam de pagar favores. Iam com um sentido de responsabilidade de mostrar serviço e correção aos olhos de todos. E mesmo que não tivessem preparação para o cargo, pior que agora não fariam certamente. Os que para lá vão são burros que nem calhaus. Só sabem ser “políticos” e de sobrevivência política.

    • says:

      Olha o tal & qual, aquele “marco” de notícias verdadeiras e verificadas…. lol

      “os Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal desde 2012 sem qualquer critério ou justificação”

      Pensava que vinham voluntariamente para trabalhar. Basta olhar em volta e ver que as lojas, restaurantes, lares de idosos, entregas, transportes e muitos outros negócios estão cheios de pessoas que falam com sotaque do Brasil. Se vieram, é porque havia trabalho que os que cá estão não queria fazer. Sem as pessoas nascidas no Brasil e outros países já tínhamos certamente negócios fechados por falta de mão de obra.

      • Figueiredo says:

        Não seja mentiroso dr. Zé em Portugal não há trabalho desde 2012, o sector laboral e a economia foram destruídos intencionalmente pelos Governos do dr. Pedro Coelho, dr. António Costa, e dr. Luís Esteves, os Portugueses querem trabalhar e o regime nega-lhes esse direito e o pouco trabalho que existe até para empregado de balcão se entra por cunha.

        A maioria dos Estrangeiros não trabalha e recebe subsídios, as «…lojas, restaurantes, lares de idosos, entregas, transportes…» não precisam de Estrangeiros temos imensos Portugueses com experiência comprovada, especialidades, e formação nas áreas que refere, temos também muitos parolos com o 12º ano, licenciatura, mestrado, e doutoramento, que não têm perfil nem capacidade para trabalhar e exercer funções nas áreas em que se formaram e que deveriam era estar a trabalhar nesses sectores que referiu e outros.

        Quem é que vem «…voluntariamente para trabalhar…» num País sub-desenvolvido, falido, onde não há trabalho, como Portugal? Tenha mas é juízo, não escreva palermices, e vá arrotar a mentira e a sua propaganda liberal/maçónica para outro lado.

        «…Sem as pessoas nascidas no Brasil e outros países já tínhamos certamente negócios fechados por falta de mão de obra…»

        Mentiroso, as empresas fecham como qualquer outra, se não é viável fecha, e não é por falta de mão-de-obra mas porque em Portugal são mal geridas, pouco ou nada produzem, os conceitos não funcionam, não têm interesse, nem acrescentam nada à economia e bem-estar, trabalham muito mal, desde o patrão passando pelo gerente ao chefe directo e funcionários a mediocridade, falta de perfil para a profissão e de educação (tratamento por tu e desrespeito pelas antiguidades) é geral, mau ambiente, planeamento zero, organização zero, disciplina zero, os direitos laborais não são cumpridos, horários não são cumpridos, os salários uma miséria, e são empresas que vivem todas ou quase todas de subsídios pagos com o dinheiro dos Portugueses que financia o Orçamento do Estado.

        Conclusão, é chegada a hora de repatriar os Estrangeiros e deixar de andar a sustentar as empresas dos outros, se não são viáveis fecham, outras surgirão mais bem preparadas.

        «Post-Scriptum»: Esta é a realidade, é o País que foi imposto aos Portugueses pelo XIX Governo liberal/maçónico do dr. Pedro Coelho e o seu bando que infelizmente foi mantido pelos Governos liberais/maçónicos do dr. António Costa e dr. Luís Esteves:

        – Muitos anúncios de emprego online são falsos e com posições “fantasma”. Entrevistas acontecem, mas é tudo orquestrado
        https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/muitos-anuncios-de-emprego-online-sao-falsos-e-com-posicoes-fantasma-entrevistas-acontecem-mas-e-tudo-orquestrado

        • says:

          Este anda a abusar nas aparas de relva… Oh ventura, nem na cama do hospital largas o telemóvel? Xiça penico!
          Nem vale a pena responder ao resto. Não sou psiquiatra para analisar casos de demência, que é claramente o que temos aqui. Isso e não conhecer o país.

    • MV says:

      Verifico com tristeza que também está aziado, será que é contagioso?

    • Márinho says:

      Se achas que é fraude, denuncia á CNE, estás no teu direito… mas a cobardia tem disto.

  3. Anung says:

    Quando é que pensam em acabar com o método D’Hondt? Essa pouca vergonha que discrimina os portugueses?

    • BurroFuiEuQueEstudei says:

      Discrimina o portugueses, mas não a classe política, por isso a resposta é nunca.

    • says:

      O método é o menos importante. As pessoas é que fazem a diferença.
      O que não podemos esquecer, é que os políticos que vão para cargos importantes são tão Portugueses como os restantes tugas. Com as mesmas virtudes e vícios. Tanto mete a mão no bolo o ministro como mete a mão no bolo o funcionário da junta que passa com a carrinha por casa e deixa um saco de cimento e meia dúzia de tijolos. A diferença são os bolos… quanto mais importantes são, maior o bolo normalmente.
      Agora, quem vota nos políticos, mal ou bem, vota. Escolheu. Podemos falar que a escolha é má, que nenhum serve, que isto ou aquilo. Mas votaram. Foram eleitos. Se um dia aparecer um político reto e honesto será que se safa? Se disser às pessoas a verdade e não fizer promessas absurdas será que votam nele? Claro que não. Para termos bons políticos temos primeiro que ter bons cidadãos, instruídos e com vontade de adquirir cultura política e pensamento autocrítico. Não adiante criticar tudo e todos se depois não sabem do que estão a falar.

  4. X says:

    Se os portugueses forem votar em massa a direita nunca meterá os pés no governo, há muito para fazer neste pais em vez de concentrar a riqueza em uns poucos, dai o apelo à abstenção de alguns… têm medo do povo.

  5. Nuno says:

    Enquanto for a contar papelinhos, a credibilidade é ZERO de qualquer eleição que seja!!! Porque será que em pleno século XXI ainda assim é nos paises ditos democraticos e livres, estranho, nao?

    • Pedro S says:

      Não, não é estranho..
      Esse é o mecanismo de controlo de voto..o estado sombra depois escolhe o partido “mais votado”..
      Tem sido assim desde sempre..

      O ideal era as pessoas usarem um sistema, baseado nas tecnologias disponiveis por exemplo nas cryptomoedas..
      Seria gerado um certificado x509 que assinava digitalmente o voto, dessa forma tornavamos-nos num País democrático!!

      No entanto aqui teriam que ser usadas tecnologias com algoritmos desenvolvidos cá.
      Isso já acontece por exemplo nos canais do exercito, desenvolvidos no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.
      Poderiamos ter certificados com base em tecnologia nacional, dessa forma evitava-mos interferencia externa.

      • Nuno says:

        Mas isso não convem aqui nem na maioria dos paises do mundo!!! Poucos paises usam sistema de voto mais fiavel, ou via internet, ou urna electronica, etc alias o sistema de voto da Venezuela é tão bom que expos facilmente a fraude do Maduro e ele nunca conseguiu explicar, se fosse a contar papelinhos, nunca se teria preto no branco!! Nunca.

      • Manuel da Rocha says:

        E, em vez de 73 milhões, as eleições custariam 10000 milhões, por cada, na versão mais barata. Depois, cada eleitor, precisaria de pagar 600 euros, por cada certificado e 10000 euros, anualmente, do imposto eleitoral.
        Veja os 82000 milhões de dólares, que a Austrália usou para alterar o sistema bolsista, para o que diz “ser fácil”. Ao cabo de 6 anos, e perderem 82000 milhões de dólares, voltaram ao sistema velho, que por 730000 euros, anuais, dá resultados 99,999991% positivos.

    • says:

      Vocês não percebem é nada de eleições.
      Pode haver falhas, mas todas as mesas de voto têm representantes de várias quadrantes da política de forma a assegurar a transparência. E todos os vários “passos” são supervisionados por várias pessoas de vários quadrantes.
      Não querendo entrar em teorias da conspiração, mas para falsificar resultados de uma eleição com boletins em papel e contados manualmente é muito, mas muito mais difícil e precisaria de envolver muita gente quando comparado com um sistema informático em que, em teoria, qualquer programador ou hacker pode fasear o sistema. Além disso, o voto presencial nas mesas de voto garante que quem vai votar é o próprio, coisa que com o voto “à distância”, era um fartote a malta votar pelos pais, pelos avós e por aí fora.

      • Manuel da Rocha says:

        Ou os próprios membros da mesa, podiam registar 6000 votos, com cartões do cidadão, emprestados, tal como aconteceu, nas eleições passadas, com associações, na Suiça, França e Brasil, em que a mesma pessoa enviou 18000 votos, no mesmo dia.
        No caso do Brasil, há 52827 votos, enviados de São Paulo, no mesmo dia, à mesma hora, pela mesma pessoa. Alguém acredita que 52826 pessoas, lhe entregavam, os envelopes, para enviar tudo, de uma só vez?

      • Nuno says:

        Você deve estar completamente fora do mundo real, nao abra os OLHOS não!!! Ja esperava que alguem aqui escrevesse que contar papelinhos é fiavel e que atraves de um meio electronico é que nao, cabeçazita!!!! quantos bancos, quantas transferencias milionarias se fazem diariamente via internet sem problema algum??? alias tudo hoje é feito electronicamente, menos as eleiçoes!!!! mas para si é tudo normal e assim é que tem de ser!!!!! alem do ERRO HUMANO que pode acontecer numa contagem manual, existem os “condicionamentos” as prendas para se proporcionar a esse ERRO HUMANO… voce sabe do que não percebe nada, mas acha que percebe!!!

        • says:

          E quantas fraudes informáticas, burlas, usurpações de identidade e dados digitais, roubos de criptomoedas e por aí fora acontecem todos os dias? Não são milhares, são milhões. Faz-se tudo online, pois, faz. Até (alegadamente) há pessoas a preencher o IRS de terceiros e a colocar os seus dados bancários para ficarem com a massa. Até a Segurança Social bloqueou no ano passado a alteração de dados bancários na plataforma pois haviam várias queixas de burla.
          Ou será que querem a AI e contar votos? Mas qual AI? A xAI? Uma chinesa? Da coreia no norte? A da EU?
          E quem garante que o “programador” é sério e honesto? Quem garante que não há uma backdoor escondida no sistema ou que não há “sleeper code” embebido no sistema? Ou que a CIA, a china, a coreia do norte ou o Rui Pinto não andam a vasculhar no sistema? Ou que não há sniffers na rede?
          Para fazer marosca numa eleição “em papel” e com resultados significativos era preciso que milhares e milhares de pessoas estivessem metidas ao barulho. Para fazer marosca num sistema eletrónico basta uma pessoa. Qual será o mais fácil de esconder?

          • Figueiredo says:

            A «CIA», o regime da Inglaterra, e união europeia (ue), acredito que sim, agora a China, a Coreia do Norte, e o dr. Rui Pinto já não acredito, a primeira tem como política de base a não ingerência nos assuntos internos e políticos dos outros Países, o segundo vivem lá descansados no País deles e não se metem com ninguém, o terceiro tem mais que fazer já basta o sarilho em que se meteu ou foi metido.

          • says:

            Muito mais do que se pensa… exceto talvez o Rui Pinto, coitado. A coreia do norte tem centenas ou milhares de hackers a trabalhar para o “regime”. Boa parte do seu trabalho é roubar criptos, ataques de ransomware (como o da Sony há uns anos, p.e.), fraudes bancárias além da falsificação de notas de dollar que, segundo vários especialistas, são tão boas ou melhores que as “verdadeiras”. Grande parte dos “artistas” da coreia do norte trabalham em parceria ou até mesmo em território da china e são formados por estes também e o equipamento obviamente que vai da china também. A china, tenta meter o nariz em tudo. Mas em tudo mesmo. Há uns anos os routers da empresa onde trabalho ficaram todos expostos por um ataque de hackers chineses. E como os nossos, quase 1 milhão de equipamentos da marca Draytek, considerada uma das mais seguras. Basicamente ficámos sem “redes” e enquanto os técnicos estavam a tentar descobrir eu estava num pc a “explorar” as definições a ver se via alguma coisa. E reparei que o DNS de rede parecia estranho. Peguei noutro PC (fora da rede) e só fiz whois ao IP. “china”. Fui à página da Draytek e pumba… Agora também podia ser um routing, mas aceder a redes chinesas normalmente já não é fácil, quanto mais fazer bounce.
            https://www.bleepingcomputer.com/news/security/draytek-router-zero-day-under-attack/
            Ah, e por acaso esqueci-me de referir israel. Talvez o mais espião de todos. É que acho que nem fazemos ideia. Aquele ataque dos pagers foi brutal e maquiavélico, mas magistralmente planeado.

      • Nuno says:

        Urnas electronicas com registo impresso, nunca ouviu falar??? tem de la ir pessoalmente tambem, já que para voce via internet nao pode ser!!!

        • says:

          Já. E são um desperdício de recursos. Porque ou são urnas que permitem o voto, imprimem um boletim que é verificado pelo votante e colocado na urna (isto tudo anonimamente obviamente). Ou então não cumprem qualquer propósito. Além disso, se temos de ir na mesma ao local de voto e se tem de haver “mesa de voto, não vale a pena gastar dinheiro naquilo que, na prática, é apenas uma impressora. É a mesma coisa que comprar uma faca de pão elétrica ou uma chaleira smart… só porque existe não quer dizer que seja melhor.
          Nos USA já têm voto “eletrónico” há décadas e com sistemas variados. No fim de contas, os especialistas continuam a afirmar que o sistema mais fiável é mesmo o voto manual em papel. Além de vários problemas que têm havido com os sistemas, incluindo falhas técnicas, entre outras “coisas”.
          E não, não digo que o voto por internet não possa ser efetuado. Mas tenho muitas, muitas reservas. Como é que garantimos que o velhote de 85 realmente votou? O mesmo velhote que entrega as senhas do IRS ao “contabilista” lá sítio para lhe tratar das coisas. Corre bem? Nem sempre…

          • Nuno says:

            Nunca é mais fiavel contar papelinhos, nunca!!! Seja urna electronica, seja via internet, seja o que for, em pleno seculo XXI nao existe nada melhor que contar papelinhos?? acredita mesmo nisso?? A urna electronica é fechada, não esta na rede, sabia?? Desde 2007 na Estonia o voto é online, sabia?? Nos EUA nem todos os estados tem urna eletronica, sabia?? Como lhe disse anteriormente, hoje em dia é tudo digital, menos nas eleiçoes! Voce pode achar que esta bem assim, agora dizer que é mais seguro, é chegar ao ridiculo!!!

          • says:

            Mantenho tudo o que disse.
            Não sou contra, mas tenho sérias reservas. Por alguma razão apenas um país o faz de forma principal.
            O que não faltam são hackers bem mais competentes que muitas entidades oficiais.

  6. rjplopes says:

    Tanta desinformação, teoria da conspiração e maluquice, numa única thread.

    É óbvio que não conhecem os detalhes de funcionamento do nosso sistema eleitoral. Aconselho os teóricos da conspiração a inscreverem-se na Bolsa de Agentes Eleitorais e fazerem parte de uma mesa de voto, para perceberem que é muito complicado defraudar o sistema.

    • Nuno says:

      É inacreditável como existem cabeças que acham que contar papelinhos é mais fiável!!!! desde o erro humano, ou erro motivado, existem um número infindável de factores. Ha 50 anos atras se calhar não havia forma de ser de outra forma, mas hoje??? Tudo se faz via digital, tudo, MENOS as eleiçoes, chega a ser ridiculo como existem cabeças a pensar que assim é que está certo, é realmente motivo de estudo este tipo de pensamentos.

      • says:

        Caro Nuno:
        Qual é a sua área de formação? Eu sou da área das TI e afirmo que fazer eleições eletrónicas é algo muito, mas mesmo muito delicado. Não é impossível, mas acima de tudo depende das pessoas. E sinceramente, confio muito mais num sistema onde muitas pessoas “fiscalizam” muitas pessoas do que num sistema informático onde um só pode fazer tudo o que quer pela calada. Se calhar estou a ser pessimista, mas eu prefiro pensar que estou a ser ultra cauteloso. Agora, nenhum, mas mesmo nenhum sistema, seja “físico” ou “informático” é 100% fiável. E em cima disso tudo, por muito bom que seja o sistema, nunca será livre de pessoas. Isso só com AI. E depois quem nos garante que a AI é isenta de influências externas ou até mesmo imparcial por si própria?

      • SergioA says:

        Como garantias a integridade do voto? Como garantias que o voto nao foi adulterado em transito para o servidor central? O PC da mesa de voto foi abaixo e nao se consegue recuperar o disco.
        Em papel sempre da para fazer nova contagem.

        No entanto para votos mais genericos tipo suica em que se vota na sua pagina, voto electronico na boa. Agora para decidir governos e presidencias… ainda em papel.

  7. Nuno says:

    Caro Zé, somos então colegas de profissão, sabe bem que por exemplo uma urna electronica fechada, sem estar na rede, que nada entra e nada sai, certo? ao nivel de internet milhares de transações se fazem diariamente e a toda a hora, dos raros casos que podem correr mal, todos eles, vem de dentro a falha e nunca algo externo, essas historietas dos hackers que fazem e acontecem, nao sao mais que justificaçoes para muita coisa acontecer, vou apenas pegar no caso do Rui Pinto, acha mesmo que ele remotamente fez o que dizem que fez?? sem haver ninguem de dentro a facilitar a coisa? e depois tinha conhecimentos para isso e nao tinha para ocultar a sua identidade na rede?? Ja passei muitos anos nesse mundo e a coisa nao é assim tão linear e nao existe nada mais facil que é fazer algo na internet e nunca ser visto nem achado, isto ao nivel da identidade, agora ao nivel da “invasão” pode bem esquecer, nao havendo ajuda de dentro, so mesmo um grande milagre maior que o de Fátima. ha que desmistificar que a culpa é sempre dos hackers, eles sim sao uma boa justificaçao para o que tudo de mau acontece.

  8. SergioA says:

    Bem, parece que este ano nao irei votar (europa), tenho recebido sempre carta, mas nestas eleicoes, nada.
    E a pagina do recensiamento diz voto por via postal.
    Alguem na Europa recebeu o boletim de voto pelo correio?

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