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Educar com Tecnologia… desde pequenino


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Carlos A. says:

    Nas escolas devemos ante de mais ensinar aos nosso mais pequenos, ler e escrever bem (ler livros de papel escrever no papel e não no pc ou tablet), fazer contas bem (no papel e não no computador). antes de mais tem que estar preparados para ler e escrever pois o futuro deles depende disso muito antes de precisarem de computadores e telemóveis e tablets. Até aos 10 -13 anos os computadores devem ter apenas uma leve apresentação, e não uma imersão completa como está acontecer, os mals são muitos e depois não à volta a trás no tempo.os alunos estão a chegar às universidades quase sem saber ler ou fazer contas os porfessores estão demasiados desmotivados para lhes ensinar como deve ser a nossa estrutura de ensino está mal está doente precisa rapidamente de remédio de incentivo. Os pc, tablets e telefones não são remédio só se primeiro for ensinado muito bem o básico.

    • clau says:

      Subscrevo prontamente as suas palavras e assino por baixo.

    • Artur Coelho says:

      ah, os bons velhos tempos. já passaram, lamento. um mundo hipertecnologizado e imersivo é o que aguarda os nossos alunos de hoje. a questão é que podemos ensinar muito bem o “básico” (detesto esta palavra, simplifica demasiado aquilo que é elementar, de elemento a partir do qual se constrói) utilizando tecnologia digital em pé de igualdade com a analógica.

      • Leo says:

        Sinto informar, mas o sr. Artur não entende nada de educação, veja o caso da Finlândia, primeira no rank mundial de educação, compare com o Brasil, que na década de 50 era um exemplo de educação, e saberá porque o Brasil hoje é um dos lanternas. A base da educação é ler e escrever (no papel).

    • Rodrigo F. says:

      Pondero apenas na colocação: “…, ler … bem (ler livros de papel…)”.
      Sou usuário de um e-Reader (como Kindle, Kobo, etc.) e posso afirmar que estes não deixam nada a desejar aos livros de papel. Em muitos aspectos, até os superam, como peso, facilidade de acesso aos dicionários, além de serem uma excelente alternativa para aqueles que sofrem de alergias. Acredito que haja também o viés ecológico, com a diminuição do uso de papel, mas não posso afirmá-lo, pois não sei quais as outras implicações.
      Finalmente, que fique claro que apóio o uso de e-Readers, com tecnologias como e-Ink ou e-Paper, mas não o uso de tablets, PCs e celulares. A grande maioria das pessoas ainda não percebeu a distância quilométrica que existe entre um tablet e um e-reader.

  2. João Maroco says:

    Caro Pedro,
    Na verdade, a questão é se os nossos alunos do básico estão preparados para usar as TIC na sala de aula. Portugal, em conjunto com mais 19 países, vai participar este ano no projeto internacional ePIRLS, cujo objetivo é avaliar a literacia de leitura em formato digital (mais informação na pagina http://iave.pt/np4/29.html). No ano passado fizemos o estudo piloto com 32 escolas e 1000 alunos e a familiaridade das crianças do 4.º ano (10 anos) com as TI (usámos computadores de escolas e tablets windows com teclado) foi espantosa. Mais de 95% dos miúdos tinha aprendido a usar o computador em casa com a família e ou os amigos!… (a escola, curiosamente, ficou de fora). O objetivo do projeto, patrocinado pela International Association for the Evaluation of Educational Achievement (IEA), é avaliar se, de facto, os alunos do 4.º ano conseguem ler e compreender o que leem em formato digital. Os dados permitirão, aí sim, fundamentar tomadas de posição sobre o uso, ou não, das TIC no ensino nos anos no 1.º ciclo.
    Cumprimentos,

  3. João Maroco says:

    onde se lê “nos anos no 1.º ciclo” deve ler-se “nos anos do 1.º ciclo”. Corrijam p.f.

  4. Artur Coelho says:

    o artigo até ia muito bem, até àquele parágrafo final do “projecto educativo da bq”. na verdade, é um projecto residual e não implementado, ao qual confesso não ver grande futuro por cá… porque já há no terreno muitos projectos, tutelados pela ERTE (http://erte.dge.mec.pt/), em intercâmbio com instituições europeias, ou por gosto dos muitos professores que já há vários anos trabalham no domínio da introdução à programação (o uso da linguagem scratch já conta com mais de uma década de trabalho extraordinário de alguns professores apoiados pelo politécnico de setúbal), robótica ou impressão 3D. destacaria, por exemplo, os projectos O Robot Ajuda, a First Lego League, robótica educativa no pré-escolar, EduScratch, eTwinning, Artica-Visualino, entre tantos outros que representam o que se faz por cá. precisamente porque nós, professores, sabemos que com tecnologia os nossos alunos aprendem mais e melhor, abrindo-lhes novos horizontes.

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