Dinheiro físico vs. digital: estes são os países que mais usam numerário em 2025
Apesar da rápida digitalização global, sabia que muitas economias continuam a operar quase exclusivamente com base em dinheiro físico no seu dia a dia? Uma análise recente a 123 países classifica a percentagem de transações quotidianas efetuadas com notas e moedas, destacando onde o numerário ainda domina e onde se torna uma relíquia.
A dependência do numerário em economias emergentes
De acordo com dados da Forex.se, colocados num gráfico pela VisualCapitalist, o Myanmar lidera este ranking, com 98% de utilização de dinheiro físico, seguido de perto pela Etiópia e Gâmbia, ambas com 95%.
Nestes países, uma grande fatia da população permanece fora do sistema bancário, o uso de Internet é baixo e a maioria dos comerciantes não tem capacidade financeira para adquirir terminais de pagamento automático (TPA).
Consequentemente, o dinheiro físico constitui o meio de troca mais simples, económico e fidedigno. Esta realidade, no entanto, limita a capacidade dos consumidores para pouparem de forma segura ou acederem a crédito.
De um modo geral, o numerário mantém-se omnipresente em nações de menor rendimento e começa a decair à medida que a economia do país se desenvolve. Mesmo países de rendimento médio, como Camboja, Laos e Nepal, registam 90% de uso de numerário.
A vizinha Índia consegue reduzir esse valor para 70%, graças ao sucesso da sua Interface Unificada de Pagamentos, apoiada pelo governo.
As sociedades "cashless" e a ascensão do fintech
No extremo oposto do espetro, as economias avançadas, com ecossistemas de fintech (tecnologia financeira) maduros, estão rapidamente a eliminar as notas e moedas. A Austrália, Islândia, China, Noruega e Coreia do Sul situam-se nos 10%, os valores mais baixos da lista, enquanto os EUA registam 16%.
A banda larga universal, o elevado uso de smartphones e quadros legais robustos de proteção do consumidor conferem aos compradores a confiança necessária para adotarem métodos totalmente digitais. Paralelamente, os comerciantes beneficiam de liquidações financeiras mais céleres e de uma redução dos riscos de segurança associados ao manuseamento de dinheiro.
Existem, contudo, algumas exceções notáveis. O Japão, com 60%, apresenta um valor surpreendentemente alto para uma nação tecnologicamente tão avançada, facto que é auxiliado pela maior utilização de numerário em áreas rurais.
Da mesma forma, os 51% da Alemanha são uma anomalia entre as nações europeias mais ricas, mas tal poderá dever-se mais a questões de privacidade e a uma desconfiança histórica nas grandes instituições bancárias.
Em sentido oposto, a China, um país de rendimento médio-alto, regista apenas 10% de utilização de dinheiro físico. Este valor reflete o seu "salto" direto para os pagamentos móveis (como o Alipay e o WeChat Pay), contornando quase por completo a infraestrutura tradicional de cartões de pagamento.
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Com a formação digital que os tugas têm, o dinheiro eletrónico tem tudo para correr bem.
Para a banca, de 7000 milhões, anuais, de lucros líquidos, vão passar para 800000 milhões, anuais, de lucros líquidos e 100000 milhões pagos, em dividendos. Bolsas vão subir 50000000%. Vamos ver o PSI-20 com 1000000 pontos, no mínimo dos mínimos. E, lá passam para 100000000 milhões, de lucros anuais, depois de pagarem 50000 euros, de impostos.
So paises corruptos usam numerario
Ou países onde não querem pagar 10000000000 milhões, de euros, em comissões bancárias e obrigações de pagar 5000 euros, anuais, ao banco, para lá ter conta bancária e pagar 1000 euros, anualmente, para ter acesso, à internet.
Mas, vindo de 500000 biliões de perfis online, dá para perceber, uma família despejada, achar normal pagar 150 euros, pela internet, em 5 telemóveis, mensalmente, como sendo “mínimo de sobrevivência” mas, pagar 400 euros, de renda, “é um roubo descarado”
Os bancos é que agradecem a utilização para digital, uma vez que assim recebem uma comissão por todas as transações e ficam com o registo de todas as transações…
Pior que isso: O que impedem 870000 bancos mundiais de dizerem “Menos de 800000 euros, investidos em bolsa e criptomoedas, pagam 600 euros mensais, de comissão bancária, para ter conta e 5000 euros, pelo cartão de débito, anualmente.”
E nenhum governo ou instituição, pode impedir isso… sem ter de pagar 200000 milhões de euros, anuais, aos bancos.
Citando um certo director da SIBS
“Um objectivo da SIBS é acabar com o dinheiro fisico”
E do, actual, governador do Banco de Portugal.
A razão para o Japão, Alemanha e Suécia, usarem numerário é simples: Enquanto cá pagam 9000 euros anuais, pelo TPA, com 0,8% a 5%, em comissões, por lá são 27000 euros e comissões de 20%. No Japão, mesmo em Tóquio, é fácil ver, centenas, de ruas, onde estão o sinal de “Cash payments only”. Na Alemanha, na parte norte, também há, a maioria, das lojas que não aceitam pagamentos a crédito (100%, dos pagamentos digitais, são créditos), sendo que aceitam pagamentos com cartões de débito, europeus. A razão, são as comissões. Na Suécia há um sinal, nas lojas, que varia, entre 1000 (90 euros) e 10000 (900 euros) coroas, que não é possível pagar com crédito ou com cartões, de débito, sem compensação, com a banca sueca.
É que os preços, dos TPA, dispararam, as comissões sobem 50%, todos os anos e há outras obrigações, como é pagar 7000 euros, anuais, para manter a segurança digital (pode chegar a 200000 euros anuais!!!). O cliente tem de pagar, isso tudo.
O dinheiro físico serve para contrabando.
E o digital também… Ransomware por norma exige pagamento em Bitcoin… 😉
apenas existe liberdade para quem usa dinheiro físico, o resto são tretas!
O dinheiro “físico” tem um nome: numerário.
A liberdade terá um preço que muitos não vão conseguir pagar.