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Dependência dos jogos comparada à da cocaína

                                    
                                

Autor: Rui Oliveira


  1. rsantos says:

    mais um artigo da treta.
    o problema está na educação que os pais de hoje em dia dão ás crianças, basta ir para um shopping e ver os putos com 4 ou 5 anos deitados no chão a bazer birras e quase a baterem nos próprios pais.

    lembro-me de passar tardes e tardes a jogar(quando tinha boa vida lool) jogos tipo GTA, doom, quake, resident evil, e nunca saí há rua com uma metralhadora, ou a tentar morder o pescoço de alguém.

    E quando os meus pais me proibiam de jogar por causa das notas da escola ou qualquer outra coisa, nunca me passou pela cabeça ameaçar que me atirava da janela, ia jogar há bola ou andar de bicicleta =D

    Tem tudo haver com a educação e do explicar do que está certo e errado e a diferença entre o bem e o mal mas acima de tudo o respeito pelas outras pessoas.

    Os jogos para mim são e sempre serão um escape da vida quotidiana/real. Não posso/devo andar a fugir há policia a grandes velocidades na vida real, meto-me a jogar um NFS e já posso =D

    Em vez de escreverem estes artigos, deviam era de escrever artigos de “como educar bem o seu filho”.

    Continuem com o excelente trabalho;)
    Cumps

    • gpedro says:

      concordo TOTALMENTE
      a culpa é dos pais, fazem tudo ao miúdos e não lhes dão educação.
      já presenciei bastantes vezes situações desse género de birras

      de cada vez que vejo isso apetece-me mandar lhe duas CHAPADAS bem dadas.. não aos miúdos mas sim aos pais por permitirem que as coisas cheguem a tal ponto ridículo

      • AirCrack says:

        Mais um pobre de espírito… que rico exemplo!

        • Rafael Falcão says:

          @AirCrack

          não percebo porque é pobre de espirito. eu tendo 19 anos, nao concordo com a educação “á força”, mas os meus pais contam-me que uma vez nos meus 3,4 anos fiz uma tal birra no Continente que levei um palmadão no rabo que “levantei vôo”. Verdade seja dita que nunca mais fiz nenhuma. Portanto uma “mão á palmatoria” de vez em quando nunca fez mal a ninguém. E concordo plenamente com o rsantos. As crianças são sobre-protegidas. Lembram-se do caso da miúda do “da-me o telemovel já?”, mas isso já é outro assunto e que tem pano para mangas. Quanto à dependência dos jogos, lá está, tudo com medida e peso.

      • jmtdstoc says:

        Concordo!
        É verdade… e há casos assim!

    • Vítor M. says:

      rsantos… começas mal mas concordo com o que disseste, a partir da segunda frase.

      Primeiro o artigo é pertinente e não é da treta, desculpa lá.

      Mas tens razão quando dizes que os pais são os culpados. É mais fácil colocar-los frente à televisão ou frente à consola que andar com eles pelos espaços verdes, sim porque no meu tempo a “malta pirava-se” de manhã e voltava ao fim do dia e estava tudo ok… mas se hoje em dia os miúdos estiverem fora de casa umas horas sem os pais saberem o seu paradeiro… chama-se a policia, o mundo está assim e a sociedade (meios de comunicação, sistema de justiça e afins) condicionam a vida das famílias (incutindo insegurança e medo).

      Obviamente que é mais fácil manter a criança ou o adolescente ali em casa nos jogos.

    • DTavares says:

      Não podia estar mais de acordo!
      Este tipo de artigos já cansam. Os pais passam o dia todo fora de casa, deixam os meninos o dia todo agarrados aos seus joguinhos, chegam a casa e eles ainda lá estão.
      Não os educam, não lhes ensinam o que é a vida real.
      Depois lá se lembram que os filhos precisam de sair de casa para apanhar um bocado de ar, eles têm essas reacções que estão no artigo e vêm culpar os videojogos.
      Se acabassem com esta hipocrisia e começassem a dar mais educação aos filhos bem que acabavam este tipo de artigos!

      • Vítor M. says:

        Acabar com os artigos ou com os comportamentos?

        Acho que está certo o pensamento mas a resolução está errada 😀

        Os artigos são um alerta, para consciencializar. Caso não sejam apontados estes desvios comportamentais, pelo menos para que sejamos uma sociedade mais “social de rua” e menos “social de rede”, daqui a alguns anos é um “life standard”, este tipo de vida.

      • AirCrack says:

        És pobre de espírito, amigo… ou então tiveste problemas em casa.

        Coitado de ti pensares assim de todos os Pais.

        Será que já o és?!

        • rsantos says:

          a única coisa que sabes dizer é: “és pobre de espírito?”

          looool

          diga lá senhor “espírito rico” de sua justiça.

          Comente, diga a sua opinião em vez de criticar as dos outros.

          Cumps

        • Carlos says:

          Acho que se referia aos “pais do artigo”.

          mas fico contente que existam pessoas com tanta riqueza de espirito…

          “Será que já o és?!” sinceramente nao entendi, mas deve ser devido a minha pobreza de qualquer coisa.

        • HikariKyubi says:

          Peço perdão mas ele tem razão, hoje em dia há muito pai/mãe que simplesmente não educa os filhos, julgando que isso é competência da escola.

          E depois há as cenas referidas pelo gpedro que são extremamente irritantes (apesar de não ter vontade de bater em ninguém, comentários não me faltam).

          Não é por pores em causa a sinceridade dele que isso te torna certo, muito pelo contrário.

          Desde sempre jogo coisas que vão do “casual game” (Pacman ou Tetris, por exemplo) a jogos que certamente faziam com que a Igreja criasse uma lista de “jogos proibidos” (muito em linha com a famosa lista dos livros proibidos aos quais pertenceu o de Darwin).

          • gpedro says:

            chapadas foi a palavra mais próxima que encontrei na altura para expressar o meu nível de desagrado extremo.

            tenho vários irmãos com filhos nessa situação e é extremamente irritante

            e sim culpo o pais

          • HikariKyubi says:

            Tu e eu.

        • DTavares says:

          Comentar a realidade é ser pobre de espírito?!
          E não tive problemas em casa, pelo contrário! É precisamente por ter tido uma boa educação e ter tido oportunidade de ver outras “não tão boas” educações que posso falar!

          E Vítor, estes artigos “para consciencializar” passam a imagem errada!
          Eles dizem que os jogos são o problema (uma droga segundo este artigo), quando na verdade são os pais que causam tudo isto!
          Faz-me lembrar a história do gajo que meteu a cabeça no microondas, morreu, e a família processa a empresa que os faz, por não ter nenhum aviso a dizer que não se podia…

          • rsantos says:

            não conhecia essa história.
            genial!!

            era americano aposto…

            Acho que estamos a caminho de uma sociedade cada vez pior.

            Se antes do 25 de Abril não tínhamos liberdade caminhamos agora para a liberdade total. Em que cada um faz o que lhe apetece sem ver se esta a interferir com a liberdade dos outros.

            Qualquer dia vamos na rua levamos um tiro, vem um camião do lixo recolhe o corpo e é como se nada se passasse.

            Já se viu claramente que o nosso colega AirCrack em pequeno devia ser um dos putos a chorar no meio do shopping =P

          • Vítor M. says:

            DTavares obviamente que tudo parte do ser humano, mas nunca podemos esquecer que o “aditivo” criado pelos jogos e pela indústria que os desenvolve, afecta de sobremaneira pais e filhos. Uns porque são apanhados pelo vício e outros porque deixam o vício controlar os filhos.

            Estes artigos consciencializam ao ponto de alertar… um alarme que de vez em quando toca para alertar, não é certamente a cura nem a profilaxia.

          • AirCrack says:

            rsantos,

            Pelo aquilo que a minha mãe me contava, acho que sim, chorei e muito… Ahh! E nessa altura não havia Shoppings, se os houvesse não tinha dinheiro para lá ir… preferia fazer figuras tristes ao ar livre…

    • Filipedgb says:

      Só tenho uma coisa a dizer…

      Sois todos uns pobres de espírito!!! 😀

    • André says:

      Excelente, tudo dito, nem mais 😀

    • evct says:

      Boas,
      pah, concordo com gpedro.

      Depende da mentalidade de cada um, e da sua educação.
      Eu adoro videojogos, posso dizer que sou viciado, porque jogo qualquer coisa que me passa pela mão, mas não perco noção da realidade. É obvio que quando era criança, com os meus colegas, brincava ao dragonball z(XD), ou ao senhor dos aneis, mas depois vinha uma voz que dizia:”Tá na hora do comer. Bora.”

      Agora já foi aqui dito, a culpa é muitas vezes dos pais, não por lhes comprarem os jogos(porque eu tenho a casa cheia de jogos, e não fui eu que os comprei), mas por não conhecerem a mentalidade dos filhos, ou por não se preocuparem, ou para simplesmente os calar das birras(quanto a isso, acho que uma chapada bem dada acabava com o assunto).

      cumps

    • Bruno Almeida says:

      “Os jogos para mim são e sempre serão um escape da vida quotidiana/real.”

      Para mim são um escape Às namoradas x’D

      abraço ppl x)

    • Ellmariachi says:

      totalmente de acordo…

      Não sei o há na cabeça dos putos de hoje em dia, ja nascem revoltados com a sociedade.

  2. Davee says:

    É sabido da psicologia humana que tudo o que dá prazer pode causar dependência.

    Resta então ás pessoas tentarem controlarem-se , e é o dever dos pais delimitar o tempo que os seus filhos passam a jogar computador.

    • MacGyver's Friend says:

      “tentarem controlarem-se” ???? Xiiii que “fala-çe” bem…
      já agora porque não “delimitarem-se o tempo que os seus filhos passam-se a jogar computadorem-se”.

      Outro aspecto dos jogos, muita televisão e SMS em excesso é o facto das pessoas terem vindo a adoptar um modelo de fala e escrita completamente errado, mas cada vez mais aceitável. Para mim, escrever “xim” em vez de “sim” é completamente idiótico. Não só não abrevia a escrita, como me faz sentir vergonha pela pessoa que escreve assim. A substituição do “ss” por “x” pode fazer algum sentido num SMS, mas não num texto corrido.
      Os jovens de amanhã deviam ter mais cuidado nestes aspectos, e os seus pais também deviam contribuir para a sua correcta utilização, ao invés de ficarem a olhar para o puto e dizerem: “É uma fase…”.

      Mas é apenas uma opinião…

      • Wolverine says:

        Concordo contigo.
        É impressionante a quantidade de erros de escrita que presencio nos dias de hoje. Vejo colegas meus com habilitações literárias ao nível académico a cair nos erros mais básicos tais como a confusão entre o “há” e o “à” ou o “falamos” e o “fala-mos”.

        Que falta fazem os bons velhos ditados na escola…

        • Vítor M. says:

          Já para não falar nos profissionais das letras, como jornalistas e escritores e (que vi na semana passada) um oficio de uma secretaria de estado com erros grosseiros.

        • Filipedgb says:

          Também concordo e finalmente vejo alguém falar nisto. Mete impressão ver 20 erros numa frase de 10 palavras.

          Mas como neste blog toda a gente fica exaltada quando é corrigida deixei de o fazer… enfim.

          Cumps

          • Vítor M. says:

            Acho que se deve corrigir, ninguém está imune aos erros, por muita atenção que tenha.

            Mais vale corrigir do que ter os erros nos textos ou comentários. Devem é ser apontados de forma “sugestiva” e não de forma depreciativa muitas vezes “ofensiva”.

            Mas é importante corrigir.

  3. HikariKyubi says:

    Há demasiadas coisas que entram no esquema do “Um pouco não faz mal, demais é lixado”. Esta é simplesmente uma das drogas com mais facilidades de aquisição :3

  4. chicosoft says:

    Qual dependência qual que???
    Sou daqueles que quando gosto mesmo de um jogo não durmo para o acabar, mas á 3 ou 4 meses que não toco na PS3, isto porque simplesmente não tenho tempo…

    Os jogos não são droga nenhuma, se há pessoas viciadas é porque têm tempo livre demais, porque quando deixam de ter tempo deixam de jogar…
    Alem disso se isto fosse comparável a uma droga, eu já devia andar com uma ressaca brutal e a precisar de uma jogatina durante a noite toda..

  5. Carlos Costa says:

    Estas é daquelas mensagens que todos os pais devem ler e meditar!
    (texto retirado de um PPS”

    “Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de nossos progenitores…

    …e com o esforço de abolirmos os abusos do passado…

    …somos os pais mais dedicados e compreensivo… mas, por outro lado…

    …os mais tolos e inseguros que já houve na história.

    O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e mais “poderosas” que nunca!

    Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.

    Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais…

    … e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.

    Os últimos que tivemos respeito aos pais….

    …e os primeiros que tememos os filhos.

    Os últimos que cresceram sob o orientação dos pais…

    E os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.

    E, o que é pior…
    …os últimos que respeitamos nossos pais…

    …e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.

    À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical…

    …para o bem e para o mal.

    Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito.

    E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo…

    …hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que os seus filhos os gostem deles, ainda que pouco o respeitem.

    E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.

    E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim.

    Os papéis se inverteram. Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganha-los” e não o inverso como no passado.

    Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos
    e “darem tudo” aos seus filhos.

    Dizem que os extremos se atraem. ….. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais…

    …a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo… aos nos verem tão débeis e perdidos como eles.

    Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sustenta-los quando não os podemos conter… e de guia-los, enquanto não sabem para onde vão…

    É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.

    Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.

    Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os…

    …e não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.

    Os limites abrigam o indivíduo…”

    • Wolverine says:

      Sim… e os exemplos saltam à vista:

      – Hoje em dia o pai tem um telemóvel de 100€ e o filho tem um de 500€ para impressionar os amigos;
      – Os miúdos gastam numa camisola de marca o equivalente a uma muda de roupa completa;
      – Os papás oferecem cartas de condução no aniversário como se de uma obrigação se tratasse;
      – Uma criança de 13/14 anos é perfeitamente possível de ser encontrada às 02h da madrugada no fecho de um bar em estado embriagado;
      – Quase tudo quanto é adolescente vive pela bitola das séries que os debilitam mentalmente tais como “Morangos com Açúcar” ou “Lua Vermelha”, não há diversidade: os rapazes têm o mesmo corte de cabelo e as mesmas calças ridículas com cintura pelo joelho e as raparigas maquilham-se mais do que as mães.

      Uma outra consideração pessoal que tenho a fazer é que os psicólogos têm uma boa parte da culpa no actual estado de coisas: a coberto da suposta perda de auto-estima da criança, aboliu-se a reprovação no primeiro ciclo e subsequentes. Isto só terá como consequência a total falta de resistência mental às adversidades da vida. Por isso é que o consumo de antidepressivos está a aumentar…já não se consegue lidar com o fracasso e crescer com ele.

      Estamos a criar uma geração de fracos e inúteis…salvo algumas excepções.

      • Carlos Costa says:

        Obrigado Wolverine por reforçares o que coloquei acima!!!!

        Velhos são os tempos que bastava um olhar mais sério dos pais para impor o respeito.

        • Wolverine says:

          Felizmente com o meu esse olhar ainda vai funcionando… embora a mãe não goste muito.

          Segundo um livro qualquer que ela comprou, esse olhar impõe medo e não respeito (mais uma vítima de um livro escrito por alguém que vive numa outra qualquer realidade e que pensa que ensina como criar os filhos dos outros…

          Não é que eu seja contra esses livros, pois há dicas que se podem utilizar. Sou é contra educar uma criança lendo esse livro como se de um manual se tratasse. Cada ser humano é único e não há manual que valha.

      • Diogo says:

        Penso que o Wolverine tocou nos aspectos essenciais. O mais ridículo de tudo é o facto de, os adolescentes de hoje, numa tentativa absurda de serem vistos como “rebeldes”, nem se apercebem que estão a perder a sua própria originalidade, porque são completamente cegados e moldados por aquilo que vêem na televisão e publicidade.

        Este bombardeamento constante dos media, sempre a dizerem aos jovens o que fazer e o que vestir, está a criar uma nova geração de mentecaptos que terão grandes dificuldades de pensar e agir por si num futuro próximo.

        E também concordo quando se culpam os psicólogos, que fazem dos pais uns monstros que vitimizam os filhos, porque lhes querem dar educação.

        Gente dessa não faz falta a ninguém. E podem-me chamar insensível ou obtuso, mas é a minha opinião e acho que é o que realmente está a acontecer.

        Cumps a todos.

      • Silva says:

        Wolverine… excelente o texto e absolutamente verdade. Os meus sinceros cumprimetos.

  6. dockme says:

    Os jogos podem provocar dependências e distúrbios, isso é provável. Agora dizer: “Dedicar duas horas a jogar tem um efeito de ressaca equivalente a inalar uma linha de cocaína.” Está frase é absurda! Não queiram comparar cocaína com jogos. Estes filósofos estão cada vez pior. É melhor lerem um pouco sobre cocaína (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cocaína). Acho que a comparação foi um pouco extremista! Contudo percebo a ideia de alertar as pessoas para o vício dos jogos.

    • Alexandre Alves says:

      Realmente a afirmação da cocaína é senão extremamente estranha. Jogo cerca de 2 a 4 horas por dia e quando não posso paciência. 😀
      Nunca consumi cocaína, não sei qual é o efeito, mas posso afirmar que quando estou sem jogar não fico com ressaca nenhuma :).

      • MacGyver's Friend says:

        “Viciado??? EU??? Estás enganado… Jogo há mais de 20 anos e nunca fiquei viciado…”

        Adoro jogar, mas desde que comecei a trabalhar que não pego na consola como pegava antigamente.
        No outro dia tive a oportunidade de comprar uma consola com um desconto de +- 100 Euros, e vi-me a pensar da seguinte forma: “Wii ou PS3??? Por um lado, a Wii é boa porque faz com que tenha de me mexer, mas por outro lado, a PS3 tem jogos com muito boa jogabilidade. Mas a minha XBox está parada há tanto tempo porque não tenho tempo para jogar, e o mesmo vai acontecer à nova consola”. Resultado final…. não comprei nenhuma.
        Vou jogando de vez em quando, quando o tempo (não meteorológico) o permite.

        🙂

  7. Alexsandro says:

    Respondendo algumas das questões que foram colocadas…

    É mais que certo que os tempos mudaram e a educação que se dava antigamente não é dada nos tempos de hoje, já muitos falaram aqui e com razão que a grande parte da culpa está nos pais, mas no meu ponto de vista eles não têm o papel facilitado…a sociedade de hoje em dia nos sufoca, muito nos exigem e quase nada querem dar em troca, pode parecer exagerado mas cada vez mais isso se torna uma verdade.

    Um exemplo disso é a forma de vida que uma criança com 3 – 4 anos de idade leva…acorda cedo porque os pais têm que a deixar num infantário para irem trabalhar, fazem parte de algum tipo de actividade desportiva (o que não seria tão mal se os pais acompanhassem de perto) e chegam a casa ao fim do dia apenas querendo uma cama…não existe o “crescer em familia”, as crianças vivem mais de 70% da infancia longe dos pais.

  8. AirCrack says:

    É sempre um bom tema ;), alias para mim é pedagógico…

    De qualquer maneira já lhe chamaram, distúrbio mental, droga leve, e por ai fora. Por outro lado, já disseram também que estimula o desenvolvimento mental e psicológico das crianças (e adultos também).

    Portanto, e concordando com o que já foi dito, prende-se com a educação, mas acima de tudo com o individuo que exagera. Não acho que seja sempre culpa dos pais.

    Então e no caso dos divórcios por causa dos Video-jogos?

  9. AndréD. says:

    Já cheguei um pouco tarde ao artigo mas como gammer que sou quero deixar a minha opiniao que se resume a uma duas linhas.

    Só fica viciado em jogos quem quer… Quem tem uma mente fraca e nao consegue destingir a a vida real da vida virtual. Já começo a ficar realmente farto de estarem sempre a atacarem os jogos por certas e determinadas coisas, se um puto é mal educado e da porrada noutro é porque joga gta, se um puto pensa que é um super heroi e consegue mandar bolas de fogo é porque joga wow, se o puto é obeso é porque só faz é jogar durante o dia todo… Por favor deixem-se disso, a responsabilidade é totalmente dos pais, que dao um telemovel a um puto quando ele tem 5 anos (isto nao cabe na cabeça de ninguem), dao-lhe um portatil aos 6 (ainda me adem explicar para que é que umputo tem um portatil aos 6 anos, é pra universidade não é??? Poupem-me), a ultima coisa que tenho a dizer é, tudo bem que nem todas as pessoas sao iguais, mas eu vou dar o meu exemplo, farto-me de jogar, sou capaz de jogar 12h por dia, sou beta tester de alguns jogos, e nao sou violento nem nada dessas tretas, porquê? PORQUE CONSIGO DESTINGIR A VIDA REAL DA VIDA VIRTUAL.

    Elá estiquei-me um bocado, para quem ia dar opiniao em duas linhas… Mas penso que e importante debater este assunto.

    Cumps
    AndréD.

  10. cruzes says:

    pronto. lá está. nem todos somos iguais. eu jogo sensivelmente 2 horas por dia e não tenho comportamentos desse género. também nunca consumi cocaína. e isso de jogar, na minha opinião não tem muito a ver com comportamentos “excessivos”. na minha opinião isso depende do tipo de pessoa e do tipo de educação que lhe foi dada ao longo do tempo.
    mas pronto. são opiniões. o gajo k disse o que foi referido neste artigo percebe mais que eu… lol

  11. avocunha says:

    como alguém dizia nem tudo é bom nem tudo é mau.A diferença está no uso que fazemos das coisas, pois se acrescentarmos ao USO aquelas duas primeiras letras do alfabeto (AB), então tudo se torna no ABUSO e aqui reside a grande diferença. este é o grande problema da Humanidade
    a dualidade em que nos ensinaram a viver.Só quando formos ÍNTREGOS(AQUILO QUE É UNO nao pode ser separado)então talvez as coisas possam
    melhorar a todos os níveis

  12. Focus says:

    Posso estar completamente errado no que vou dizer, não sou nem quero ser ‘expert’ no assunto!
    Existem vários tipos de jogos! E quando vejo crianças de 10/11/12 anos a jogaram jogos com violência isso sim preocupa-me!
    Por outro lado, existem jogos, os quais eu espero poder disponibilizar aos meus filhos, os jogos educativos!
    Desenvolvem o raciocínio, a perspicácia e não a violência.

    A grande culpa é do desconhecimento que os pais têm sobre o conteúdo dos jogos. Outra grande culpada é a sociedade que tende a misturar a ficção com os podres da realidade. É importante que as crianças saibam que a violência existe mas não precisam de a viver num ecrã de televisão!

    (é a minha opinião, também tenho direito!)

    • jmtdstoc says:

      Eu sempre joguei jogos violentos e não sou violento… se não for provocado 🙂 .

    • AndréD. says:

      Boas…

      É o seguinte estou quase de acordo com o que tu disseste, quando digo quase é na medida em que sim os jogos educativos sao uma boa opçao, mas sao chatos e nao têm grande “pica” pois é sempre a mesma coisa, agora é assim eu sou de acordo que se existem jogos sao para ser jogados, mesmo que superiores para a idade,por exemplo um puto de 12 anos a jogar gta, que toda a gente sabe é para maiores de 18, se me disserem o problema é esse é que os putos jogam jogos que nao sao para a idade deles, e eu digo-vos o fruto poribido nao é o mais apetecido? Os pais é que têm de os educar e explicar que aquilo é apenas um jogo e tem de ser tratado como tal, não e para sairem á rua pegarem num taco de baseball e dar porrada ao primeiro que lhe aparece á frente… Vai tudo de uma questao de educação e de sensibilização, ou seja ensinar aos putos que aquilo é UM JOGO e nao podem misturar aquilo com a VIDA REAL.

      Quando eu tiver filhos nao vou impedi-los de jogar seja o que for, mas farei tudo para que eles percebam que uma coisa e Vida Virtual e outra coisa completamente diferente e a Vida real. E penso que e nisto que os pais de hoje em dia falham, até porque para muitos pais os jogos sao maneiras de manterem os filhos entretidos para que nao os chateiem, nao lhe dando qualquer tipo de “formação” sobre o que estao a fazer, logo os putos quando desligam o jogo é como se nunca o tivessem desligado.

      Mais uma vez e a minha opiniao e vale o que vale, assim como eu respeito a dos outros respeitem a minha. (Digo isto porque o que disse nao é facil de ler para certas pessoas).

      Cumps
      AndréD.

      • Focus says:

        Boas…

        concordo quase contigo, embora acho que na sociedade em que vivemos não vais conseguir/ter tempo/ pachorra/ etc para verificares o que os teus filhos jogam! e tu dizes-me! mas sou eu que os compro! certo! e os amigos do teu filho? têm uns pais capazes de os educar da mesma maneira que tu educas os teus? eles influenciam-se!

        não penses que é uma critica à tua opinião, estou a falar porque sou pai, e por muito que queira controlar tudo, não consigo!

        Não sei se já trabalhas, se estudas ainda, mas.. a vida pede-te muito mais daquilo que és capaz de dar! Quando pensas que tens tudo controlado, esquece! Enganas-te! Tudo por uma questão de sociedade em que estamos inseridos!

        abraço

  13. Cfonseca says:

    Boas

    Jogo world of warcraft todos os dias(3a4horas), e quando era mais novo sempre joguei na minha reliquia na 1ªPS, joguei todos os GTA, MOH, todo o tipo de jogos. Nunca fiquei uma pessoa violenta, e com ideias de que o que se passava no jogo era a minha vida real, longe disso, os jogos sao feitos para termos momentos de lazer(às vezes dá nervos se nao atingimos o objectivo), mas isso passa.
    A educação conta muito, os pais hoje em dia dão liberdade de mais aos filhos. O problema começa nas semanadas, eu sempre passei a minha semana na escola com 5€ dava para lanchar demanha e a tarde, hoje em dia os miudos levam 20 a 30€ de semanada, o que ´muito mau. Assim com tanto dinheiro podem experimentar novos vicios(tais como o tabaco/Bebidas alcoolicas).
    Penso que a sociedade está a ser muito manipulada pelo tecnologia, e os pais nao estao a conseguir resistir a essa pressao.

  14. omgwtfbbq says:

    Gosto de ler estes artigos e penso sempre que são exagero, mas na verdade eu nada sei sobre este assunto. Não sou pai, e cresci nos anos 90.

    Se podia falar da minha própria experiência? Podia mas não era a mesma coisa 😛

  15. transik says:

    libertinagem a mais…se houvesse disciplina em casa nada disto aconteceria…para quem quer ser pae/mae devia “tirar um curso de como ser pae/mae” antes de o ser…just my 5 cents

  16. Respondendo a um utilizador mais acima:

    Como é que o rapaz pôs a cabeça no microondas e morreu se os mesmos só funcionam de porta fechada? ;P

  17. maxcolin says:

    sim senhora concordo com tudo o que foi dito aqui. cada vez mais aparecem putos mimados que nao tiveram a educacao que deviam ter. e pior mesmo sao os pais que acham que os estao a levar por bons caminhos. Agora mudando de assunto, mesmo apos varias discussoes vcs insistem em por a fonte a seguir ao ponto final. Desta vez la puseram a hiperligacao mas pelo menos um paragrafo n ficava mau de todo

    • Vítor M. says:

      Colocamos sempre fonte com ligação ao site da fonte. Em relação ao local, fica ao nosso critério e foi decidido que seria assim.

      Desafio-te a veres os sites dos jornais, e dizeres onde linkam eles os artigos que nos copiam, que copiam de outros jornais.

      Metem Lusa e Fontes… mai nada.

      Depois uns querem o link em cima, outros em baixo, outros a vermelho… houve quem os quisesse a negrito com um ícone… 😀 e não é assim, não insistimos, está definido assim.

  18. Queen says:

    Boas!

    Já joguei muito, agora bem menos, porque a vida não me permite tanto. Concordo com os colegas que dizem que que os jogos não são droga, porque senão já tinha morrido de ressaca, e que a violencia não vem dos jogos mas da educação que é dada as crianças de hoje em dia. Como concordo com o colega que disse “uma chapada bem dada”, o mal dos dias de hoje é os pais não fazerem isso, porque só assim é que uma criança vê o limite do que pode fazer. Sempre joguei jogos violentos e nunca fui violento apesar de também praticar artes marciais desde pequeno. E posso dizer com muito orgulho que o ingles que sei hoje em dia não foi na escola que aprendi, mas sim nos jogos. Isto só pa mustrar que cada um vê as coisas como quer, como foi educado, e como a cultura o dita. Não foi por ser também “viciado” a ver Dragon Ball que me atirei de uma janela a pensar que ia voar…como fez um jovem na china….

    Abraco

  19. Simões says:

    @Rui Oliveira
    Entendo o que queres dizer, mas não compares o nível de realismo do Quake com os jogos de agora.
    Acredito que os jogos cada vez mais realistas podem provocar distorções, fazendo com que um cérebro menos treinado não distinga realidade de fantasia.
    Claro que isso não se ia passar no Quake ou no MortalKombat.

  20. Francisco Graça 34 anos (a viver em JHB South Africa) says:

    Muitos e longos comentários… existe de facto relaçao entre alteraçoes psicológicas e os jogos que jogamos e os filmes que vemos. alias tudo o que sentimos com emoçao altera-nos.
    Todo o individuo impressionavel ira ser afectado por imagens e sons (que sao cada vez mais reais e imerssivos). Aqueles que tèm o seu caracter formado (uns mais adultos que outros por volta dos 20 anos) irºao concerteza gozar os jogos sem grandes alrteraçoes. Os que dizem ue os jogos nºao fazem nada e os que dizem que depois de 5 horas de jigo vou usar um lança chamas no vizinho estºao errados. Algures no meio estara a verdade. Os casos mais violentos aparecem nas noticias os menos violentos nºao vao comprar a sequela do jogo. É a vida.

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