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Critical Software responde à polémica do Citius

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Ana Narciso


  1. MIguel L. says:

    O que é fato é que o Citius veio ajudar e muito os advogados na emissão e entrega de processos nos tribunais.

    No seu computador entrega o processo no tribunal através do Citius.Agora como todos os softwares, este também tem (e ainda mais tendo em conta a grande quantidade de utilizadores) de ser atualizado e corrigido ao longo do tempo.

  2. PapiMigas says:

    Alguém está a mentir…

  3. Malic x says:

    E assim se enterra 1 milhão de euros. A Critical até pode fazer projetos na NASA, mas neste caso até parece que o software foi parar ao espaço.

    Alguém deveria explicar para que serviu esse milhão de “robustecimento” do sistema, se depois foi substituído por algo feito internamente sem custos (para lá dos salários). Realmente somos mesmo bons a distribuir “sofware” pelos amigos.

    • Hugo DC says:

      Notícia de 2009: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1358041&tag=Citius

      20 milhões de poupança eram contabilizados (antes do novo projecto contratado à Critical). Eu cá para mim as coisas foram feitas, e com a mudança de governo muita coisa se “perdeu” no gabinete dos novos ministros. Uma delas foi o pagamento de €467,4 mil euros à Critical pelo projecto, e não me admiraria que também se perdeu o plano de rollout aos restantes tribunais (a modos que temos como exemplo o caso das swaps, que um governo que não tinha entrado em funções no dia anterior mas sim há 2 anos usa como desculpa “não saber”… não saber é no período de transição e não 2 anos depois).

      Nota do MJ sobre a dívida à Critical (em Abril de 2012! Quase um ano depois do projecto entregue): http://igfej.mj.pt/PT/Noticias/Documents/1202_PagamentosAtraso.pdf

  4. João Araújo says:

    Este filme parece-me um plágio da empresa JP Sá Couto, Magalhães, etc.

    Ficamos agora a saber que o governo pagou efetivamente quase 1 milhão de euros por um “ajuste direto”. Eu estou sentado … não vou desmaiar … mas ainda não parei de rir …

    Quantos filmes destes foram realizados no governo do pinto de sousa ? Quantos ajustes diretos, muitos ilegais, aconteceram ?

    É triste, é muito triste …. e mais triste é esta declaração de aparente total honestidade … como a JP Sá Couto e outros filmes de maior ou menor metragem que eu conheço.

    Boas férias 🙂 gozem bem !

    • Xiii!!! says:

      Transcrevo: “A empresa conta que o projecto Citius Plus foi adjudicado pelo ITIJ (Instituto das Tecnologias da Informação na Justiça) à empresa “através de um procedimento de ajuste directo, previsto na lei”, recebendo “o visto do Tribunal de Contas no dia 22 de Junho de 2010″.”

      • João Araújo says:

        Há muitos filmes legais, previstos na lei, com visto do tribunal de contas … mas sendo de “ajuste direto” para mim significa … bem … significa o que vcs quiserem … se não tiverem grandes orelhas 🙂

  5. PapiMigas says:

    Isto é assustador…
    Por um lado a Critical diz que tudo está pago, por outro lado este governo pensa que só se perdeu 1/2 milhão (coisa pouca) e nem sequer sabe que o Estudante já tinha pago tudo por ajuste directo…
    Bom, após esta pausa para pensar, vamos então voltar pro sofá para ver o Big-Brother…

  6. Mike says:

    “Eles” estão é muito à frente que nós 😀
    Tomam as decisões por uma questão de necessidade (às vezes nem isso) mas se for mal aplicado não há stress porque não serão responsabilizados por isso … o maximo que acontece é deixar o cargo, porque depois o portugueses pagam, não há stress.

    Mas agora a falar a sério, isto só mostra a gestão do nosso pais estes ultimos tempos. Não vamos sair da cepa torta tão cedo.

  7. Alexandre Cunha says:

    Gostava de saber qual “tecnologia obsoleta” referida no comunicado foi substituída.

  8. Algo mais_._ says:

    Já alguma pensaram de cada vez que há mudança de Ministro, secretário de Estado, assessor ou assessor de assessor, a reformulação dos escritórios (e até há bem pouco tempo viaturas)…por quanto fica? É que vai tudo para o lixo e vem tudo novo, cadeiras, mesas, bengaleiro, tapetes, pinturas, decorador, arranjos de flores, vasos e jarrões, aparadores e armários, pc’s janelas e sol com as licenças todas e mais algumas (caso seja necessário), enfim…
    E tudo feito através do “procedimento de ajuste directo, previsto na lei”.

  9. Ali says:

    Mais um caso em que ninguem é culpado. Todos eles têm muita labia e sabem muito bem escrever comunicados, devem pensar que estão a escrever um artigo “cientifico”, mas neste caso não explicam a tecnica.
    A critical ate deve estar triste…. Um ano de trabalho só 950000€ por um projecto que teve de ter muitas correcçoes, incrementos e updates… E o mais certo é eles terem desenvolvido a maior parte da aplicaçao a pagar miseros salarios a estagiarios acabados de sair da universidade de Coimbra.

    Todas estas administracoes e seus CEOs deviam ter vergonha na cara, e estarem é caladinhos. Já ha muitos ladrões,…. e ao que parece estes sao os piores.

    Gosto destas noticias em sites como este, que têm muita visibilidade. Obrigada pplware.

    • Woot! says:

      Hehe muita verdade aqui, mas o pior é que muitos não são da universidade de Coimbra. Reza a história que pedem muitos €€€

      • Jose says:

        oops, conheço o “modus operandi” daquela empresa …e bem. Estagiários à força toda, se for preciso, trabalhar 24h por uns míseros euros. Péssimo exemplo para a cidade… tem sorte de ter muita oferta e a malta la vai indo, e só refila nos corredores…

    • Filipe says:

      Esse CEO que é um bixo papão e explora os pobres estagiários. Ele que há um par de anos atrás era um “escravo-estagiário” também. Parece que o trabalho até compensa se a gente pensar.

      • Ali says:

        Conheço muito bem a empresa por dentro.
        CEO que explora os pobres estagiários há poucos. Normalmente eles nem exploram os estagiários, pois não vão a um nível tão baixo. E os que existem fazem parte da criação da empresa, tanto da spinoff com da SA como de outras que existem por motivos de serviços e contabilidade. E eu nem entro em questões do SA (não de Sociedade Anonima mas sim “giria” deles para saco azul), que sim tenho conhecimento por conhecer alguns TOC deles.
        É melhor calar-me se não ainda sou caçado e despromovido do meu posto para a rua.

      • Xo says:

        Pessoal trabalhem todos muito que daqui a um par de anos a empresa só tem CEOs.

  10. Insider says:

    Esta gente é só baralhar e voltar a dar!

    Inventaram uma auditoria, no montante de 245.510,00 € (http://www.base.gov.pt/base2/html/pesquisas/contratos.shtml?tipo=2#42906) para justificarem o projecto. Nunca se viu em lado nenhum a adjudicação de um contrato para reformular um produto à mesma empresa que antes (1 mês antes) fez a auditoria.

    Além do produto final que fizeram, a seriedade dessa auditoria foi também contestada no relatório que dizem que debateram:
    “8. O relatório de auditoria, mencionado no take/artigo da Lusa, foi um documento produzido pela equipa que tinha desenvolvido, anteriormente, a solução que este projeto visava substituir. O relatório foi extensamente analisado e discutido com o Conselho Diretivo do ITIJ. Todas as dúvidas foram esclarecidas e as críticas foram respondidas, tendo nessa sequência o projeto sido aceite.”

    A verdade é que ninguém, nem da Critical nem do Conselho Diretivo do ITIJ, se mostrou disponível para debater o relatório com quem o fez.

    • felizes para sempre says:

      Então temos uns rapazes que andam anos atrás de anos a desenvolver um sistema (que esse não interessa quanto custou e quanto vai custar) e que não gostam do resultado da auditoria externa que diz que o que fizeram é uma bosta. Entendido! E então fazem um relatório a dizer mal da auditoria que acham que devia ter sido discutido com eles. Pois claro! Agora imaginem o que é que esta malta terá feito para implementar o novo sistema. E nós a pagar! E também já temos culpados – as empresas exploradoras! É acabar com as empresas e passar o pessoal todo a funcionários públicos e seremos felizes para sempre.

  11. David Ferreira says:

    Um projecto é pedido por alguém
    Esse alguém nomeia um responsável para gerir e criar um documento de especificações

    Esse documento é entregue á empresa que irá efectuar o software
    A empresa analisa o documento, e poderá ou não propor correcções ao documento

    Assim que o documento e o projecto seja adjudicado, TUDO mas TUDO o que for diferente ao que está no documento é considerado correcção ou pedido novo, no qual deverá ser pago á posterioria.

    A empresa entregou o projecto tal e qual como pediram! Eu era para fazer parte deste mesmo projecto, mas pagavam mal, e agora que vejo o que eles receberam ainda fico a pensar, fd* que chu*os de patrões xD

    • Citiado says:

      O problema é que não fizeram o que foi feito… que o digam os utilizadores que durante dois anos trabalharam com este produto “acabado” (nos quais me incluo).
      O programa não passa duma cópia mal feita do programa existente.
      É verdade que o contratado foi uma cópia, mas uma cópia bem feita.

  12. Lagunna says:

    Concordo com muito do que aqui se disse e até com o facto, dado como aceite, de que os portugueses pagam tudo. Pagam e hão-de continuar a pagar porque, infelizmente, somos um povo de cordeiros. Se algum dia fizemos os “Descobrimentos” e “Demos mundos ao mundo”, foi certamente por descuido! Fazemos manifestações a rir e revoluções com cravos. Podemos discutir se é por sermos pacíficos ou servis! Creio que é a segunda. O servilismo impera e os governantes, bons ou maus, sabem-nos bem! A “Culpa morre solteira” e o “Crime sem castigo” impera, excepto se um desgraçado roubar no supermercado! Vamos fazer uma revolução? Ninguém quer!? Já sei! Já o Eça de Queirós o sabia, e daqui a 500 anos será igual! Emigrar é mesmo a solução. Não pela falta de emprego, mas para fugir a esta sina do “cordeirismo”, para evoluir e crescer como pessoas! Aqui só vinga a podridão!

    Bem hajam!

  13. Anónimo says:

    Se calhar a “resistência à mudança” e o boicote sistemático ao trabalho da Critical por parte de alguns membros do ITIJ mais não escondem do que os próprios interesses (esses também “privados”) desses mesmos membros.
    Se o Citius Plus foi instalado em Junho de 2011, porque razão iria o ITIJ pegar novamente no sistema anterior, reconhecidamente obsoleto e com falhas de segurança, e fazer evoluções quando teoricamente teria um sistema mais moderno (Citius Plus) à disposição?

    Ao que parece alguns desses membros perderam a remuneração extra que recebiam para desenvolver/manter os sistemas obsoletos e não devem ter gostado muito da ideia de alguém de fora ameaçar a “sua quinta”:

    http://all4ten.wordpress.com/2013/04/05/carta-entreaberta/

    • Insider says:

      No conteúdo do link pode-se perfeitamente perceber que a equipa que desenvolveu o sistema anterior saiu por não concordar com o caminho que se estava a seguir. Foi uma atitude de coragem, de responsabilidade, de desprendimento. Uma atitude de quem tem a consciência tranquila relativamente ao trabalho que desenvolveu. Foi uma forma de deixar que o MJ escolhesse aquilo que quisesse e muito bem entendesse, como é que se pode agora vir falar em boicotes?

      O Senhor “Anónimo” também se esqueceu de referenciar o link http://all4ten.wordpress.com/2013/05/21/magic-people/, onde é dito que o caminho agora seguido (opção pelo sistema anterior) é “um erro crasso”.

      Realmente há quem tenha défices de inteligência monumentais…

  14. 24h em q? youtube? :) says:

    Nao conheco ninguem que tenha trabalho 24h na empresa e ganhe pouco…
    Se conhecerem alguem, em 1º ja la nao deve trabalhar pois se esta 24h seguidas para fazer o que lhe atribuem é burro 🙂
    Depois ate acreditava que dissesses que esteve 12h mas depois eu diria que dessas 12h efectivas terao sido umas 6h pois o resto foi youtube, facebook, matrecos, esfumaçar, beber cafe, falar e coçar 🙂

    Como alguem disse antes, e trabalhar?!? TRABALHEM langoes 🙂

  15. Ana Santos says:

    Quem já esteve projectos informáticos para a Administração Pública (seja em que ministério for!) sabe bem o que ali vai de incompetência e de incapacidade para avaliar e testar um projecto.
    E sabe como se cortam prazos, funcionalidades e testes de maneira ficar tudo dentro de um orçamento “simpático”.
    Depois culpam-se as empresas fornecedoras com noticias para os jornais.

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