PplWare Mobile

Áustria: Limite de velocidade aumenta para os 140 km/h


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Vitor says:

    Eu sou daqueles que acha que o limite dos 120 Km/h nas auto-estradas não tem já muito sentido. A qualidade dos automóveis e infra-estruturas já justifica um “aumento” para os 140 a muito tempo. A irresponsabilidade de alguém que vai ao volante é a mesma seja com ou sem limites de velocidade…acho é que as penalizações para quem infringe as regas deveriam ser muito mais severas.

  2. R says:

    Há um problema de base em Portugal. A sinalização está, em muitos casos, desajustada e isso conduz a uma não confiança crónica.
    A grande maioria dos condutores cumprem por medo de multas; em última análise terá de ser assim, mas uma sinalização com lógica e coerente torna-se mais fácil de ser respeitada.
    Por exemplo: em Espanha observa-se frequentemente troços de centenas de metros (em localidades) com limite de velocidade superior a 50Km/h – ou seja, sinalização ajustada à realidade. Por cá, é localidade – é sempre 50Km/h independentemente das condições das vias – propicia caça à multa.
    Pessoalmente parecia-me bem mais prioritário que se actuasse na coerência da sinalização.
    Quanto ao limite de 140Km/h não poderia ser total – temos troços que não o permitem – mas uma grande parte dos condutores já o faz.

  3. censo says:

    O problema português, como de outros, é cultural, de civismo e de educação, não comparável com o povo Austríaco.

  4. Correia says:

    Supostamente os limites de velocidade têm como intenção a redução da dependência do petróleo por parte dos países não produtores.
    Nos países do Chico Espertismo a variante da caça à multa sobrepôs-se às razões ecológicos.
    O excesso de velocidade mata. Mas a falta de civismo, a falta de formação, excesso de álcool e drogas na condução matam muito mais.

  5. Moneldr says:

    Como chegaram ao valor de 120? Há quanto tempo? As variáveis desses cálculos não mudaram entretanto? Temos atualmente carros que precisam de uns meros 30m dos 100 aos 0.
    O que se devia combater são os carros que circulam demasiado devagar, os que embaraçam o trânsito, causam acidentes e vão embora impunes.

  6. Falcão Azul says:

    A Áustria em vez de progredir regride 1000 passos para trás !! Vocês vão ver o número de mortos que vai haver se isto for para a frente !! A ignorância e a estupidez cada vez mais presentes na mente humana !! O juízo já se foi há muito.Enfim…

    • Enfim... says:

      Exacto.
      Vamos reduzir as velocidades de todos os paises para 50km/h seja onde for…
      Sabes que vais ver? Irresponsáveis com pressa a ultrapassar onde nao deve e haver mais acidentes.
      Mais vias gratuitas onde pudesses ir com velocidade e responsablidade na cabeca reduziam os acidentes.
      A conversa da velocidade e treta para caça a multa. Basta ver a Autoban na alemanha. Sem limites de velocidade mas com regras especificas consegue ser mais segura que as estradas portuguesas.
      Logo o mal sera mesmo a velocidade?

  7. Mr:P says:

    estamos com um limite de velocidade máximo igual há mais de 40 anos. e se há 40 anos, apenas uma gama média / alta daria perto desse valor, hoje em dia, qualquer torradeira com rodas dá os 120. já para não falar da questão da segurança, onde um embate a 150 de um carro actual é mais seguro para os ocupantes que um carro com 40 anos a chocar a 80 km/h.
    em Portugal é bastante fazível em autoestradas como a A1 e a A2. por exemplo. um limite de 130, 140 ou mesmo de 150.
    a malta da caça à multa é que se calhar não ia ficar lá muito contente (ou então apertavam mais o cerco a quem não cumpria)

  8. Miguel says:

    enquanto o Zé Tuga não souber distinguir

    faixa de rodagem(art.1.h)
    de via de trânsito(art.1.u)

    a velocidade máxima autorizada deveria baixar
    para 90 (ou menos)

    os troços têm três vias de trânsito (art.1.u)
    em cada uma das duas faixas de rodagem (art.1.h)

    • Miguel says:

      “Artigo 1.º 
      Definições legais

      Para os efeitos do disposto no presente Código e legislação complementar, os termos seguintes têm o significado que lhes é atribuído neste artigo: 

      […]
      f) «Eixo da faixa de rodagem» – linha longitudinal, materializada ou não, que divide uma faixa de rodagem em duas partes, cada uma afeta a um sentido de trânsito; 
      […] 
      h) «Faixa de rodagem» – parte da via pública especialmente destinada ao trânsito de veículos; 
      […] 
      u) «Via de trânsito» – zona longitudinal da faixa de rodagem destinada à circulação de uma única fila de veículos; 
      […]
      x) «Via pública» – via de comunicação terrestre afeta ao trânsito público; 
      […]”

    • Moneldr says:

      É distinguir isso e uma borboleta de uma mariposa, é essencial para evitar acidentes!

    • Mentecaptor says:

      Se o “Ze tuga” soubesse essa diferença, mudava o quê ao certo? E não sabendo, reduzir o limite para 90, alterava o que?

  9. João Migo says:

    Mas alguém conduz a 120 em Portugal? Ainda o último fim de semana vi. Do Algarve a 180kmh no meu BMW X3. Quem tem bons carros devia poder conduzir mais rápido, quem tem carro de classe baixa devia ser mais penalizado pois não tem um automóvel com a mesma segurança.

    • hommer says:

      essa foi para rir…

    • Luis carreira says:

      lololololololol…. E isso quer dizer que eu por ter um xaruto de um clio 1.2 de 98 devo ser penalizado e tu que (hipoteticamente atenção) tens um x3 com pneus carecas sem manutenção nenhuma podes ir mais depressa do que eu…. Não tem lógica nenhuma essa. Não é que não perceba o que queres dizer mas não pode ser assim. Até porque a maior parte dos automoveis avariados nas autoestradas são marcas de topo…. (os que eu tenho visto)

    • LR says:

      É isso mesmo. É como ter cérbero. Quem tem devia ser beneficiado. Quem não tem ou não usa, como será o teu caso, devia pagar multa e cumprir serviço cívico…

    • NunoR says:

      Conduzir na A2 a 180 não revela perícia, nem coragem! Apenas pouca inteligência! A “classe baixa” de inteligência é que devia ser penalizada, e não a “classe baixa” de automóveis!

    • SoulReaver says:

      João, começaste bem e acabaste mal. Eu por ter um carro de gama alta não falto ao respeito ás pessoas que têm viaturas de gama baixa, média ou média/alta…tudo se resume ao estado do carro e á responsabilidade de cada um, não só por si mas também por todos os que o rodeiam. Respeita para seres respeitado, só te fica bem.

    • Toni da Adega says:

      Devias levar isso a arranjar pois se só dá 180 deves ter um problema no motor

  10. Paulo says:

    Eu vou na A1 e vejo os a passar a 200km/h e nada lhes acontece! Por isso Portugal está à frente da Austrália…. Dahhhh na falta de cérebro pois claro…

    • PeFerreira98 says:

      E 4 faixas de rodagem com curvas com inclinação reduzida não dá para 200km/h? (km nr 274)
      Velocidade aumenta o risco de acidentes mas não tanto como andar em faixas a esquerda sem viaturas a direita (hábito de muita gente), mudar de faixa sem olhar para os retrovisores e comportamentos imprevisíveis.

    • Mentecaptor says:

      “nada lhes acontece”… até receberem uma carta registada da ANSR em casa, depois tudo acontece.

  11. piri_vm says:

    Como uso muito autoestradas sem limite e outras com limite muito apertado, eu percebo bem as diferenças.
    Na Suíça o limite é muito apertado e são poucos os que não cumprem, mas tem que ser, pois a auto estrada é perigosa, mal feita, demasiadas entradas, demasiadas saídas, maioria dos troços não tem 3 faixas, qualquer carro, ou mota circula na autoestrada (devido ao valor ser baixo 40 CHF anuais). Depois há o oposto da Alemanha, há troços sem limite, e tem que ser, a estrada permite essa velocidade, há regras que têm que ser cumpridas, há civismo (não se vê carros a rodar a 130 na faixa que não tem limite), são troços com pouco movimento (para o número faixas), e quanto mais rápido vais (claro num carro com condições e seguro) a tua atenção aumenta, como a concentração (falo da minha experiência). Eu acho que em Portugal há troços para mais de 140 km/h, há estradas que têm condições para isso, mas há outras que o limite é 120 e devia ser 100

    • PeFerreira98 says:

      O problema é esse. Temos estradas boas mas mentalidades fracas. Assim como regras demasiado gerais e nada específicas.

    • Mentecaptor says:

      Nem mais. Em Portugal é “chapa 5”, os limites não são realistas (quer por defice quer por excesso) e as autoridades aproveitam os locais sinalizados abaixo do que devia para a caça à multa. A fiscalização devia ser reforçada nos locais com mais sinistros.
      Por acaso fiquei espantado de ver em França (quase) toda a gente a circular na AE a 120/130, nem mais nem menos… depois passou um a abrir e pensei “afinal também há cá destes”… olhei para a matricula e era português,

  12. NunoR says:

    Limites de velocidade e sinistralidade há muito que deixaram de estar interligados! É evidente que qualquer acidente acontece por “excesso de velocidade” Se estivesse parado é claro que não batia!
    A sinistralidade é inversamente proporcional à inteligência e à civilidade. Vir do Algarve a 180, como um qualquer bazófias mencionou, é estúpido e gratuito! Não por razões legais, mas sim porque existem OUTROS! OUTROS que fazem erros! Ou que que conduzem mal! Ou que são pouco “civilizados”!

  13. Helder says:

    É tão simples compreender esta nova regra, baixa velocidade é verdade que tem todas as suas vantagens a nível de segurança, mas tem um grave problema que é a distracção.

    Alta velocidade obriga um condutor a ir mais concentrado no que está a fazer, teoricamente vai menos distraído.

    O grande problema dos acidentes sempre foi distracção das pessoas , com menos ou mais dificuldade que uma pessoa possa ter a conduzir a distracção ou a falta de atenção é o que causa os acidentes.

    Eu concordo com a nova regra, é claro que terá que ser em lugares apropriados.

    • Miguel says:

      a falta de punição é que leva a que aches que não precisas estar concentrado em*todos* os metros de estrada

      (ainda agora evitei que um palhaço que não parou num STOP me batesse)

      • PeFerreira98 says:

        Não podes comparar condução regional com condução em AE.
        Esse exemplo que deste devia de ser punido muito mais visto que o perigo foi muito maior que 10km extra do limite de velocidade.

      • Mentecaptor says:

        São as “pessoas modernas”… antigamente não eram assim, antigamente nem acidentes havia.

  14. anonymo says:

    Na Via Norte do Porto o limite de velocidade é 70 km/h e vejo muitos carros a irem a velocidade muito superior, a olho vê-se mesmo que vão a (120-160 km/h) e ninguém faz nada. Por causa desses que andam depressa (120-160km/h) é que causam acidentes, não aqueles que andam devagar (70 km/h)!!! Os que andam a 70 km/h são os que cumprem o limite de velocidade, e por vezes esses mesmos têm que mudar de faixa para irem para outros destinos que os obriga a ir para a faixa de esquerda e apanham com carros a 120-160km/h!

    Só aqui já se vê a irresponsabilidade dos condutores, por isso acho muito bem que haja limites e mais controlo por parte das autoridades. Faltam é mais polícias à “paisana” com radares para detetar os infratores.

    • Mentecaptor says:

      Radares ocultos com multas a chegar a casa passados meses, resolve o quê? Vai continuar a ir depressa, nesse dia e nos dias seguintes. Os radares têm de estar sinalizados (conforme a lei) e visiveis, ainda que não estejam ligados, isso sim faz com que as pessoas cumpram os limites.

  15. Mike says:

    Sobre o aumento da velocidade máxima, não tenho nada a dizer… Mas há anos e anos que digo: Ajustem a mínima! 70Km/h é uma diferença muito grande! Máximo 30Km/h de diferença entre os limites. (Eu sei que não aplicável em troços da Autobahn)

    • Mentecaptor says:

      Ir a 120 e apanhar com um a 50 obriga a travagens grandes, com risco de choques em cadeia, isto quando não vão ainda mais devagar, e com esses as autoridades não se importam, não são apanhados pelo radar…

  16. Me and me says:

    O problema é o seguinte:
    Limite a 120km/h e o pessoal sabe que pode ir ate 140 por haver “tolerâncias”.
    Agora se for limite a 140km/h o pessoal vai é andar nos 160km/h pq há tolerância…

    Depois vem o pessoal falar que os carros são mais seguros, fiáveis e podem andar na boa a 140km/h. Esquecem é de dizer que aqui em PT as pessoas não são razoáveis, acham que a máquina faz tudo e depois vemos os dutos carros seguros envolvidos em acidentes graves….

    É verdade que a nossa sinalização é fraca em alguns lugares, mas se temos uma placa a dizer limite 100km/h pq tenho eu de achar que tenho o direito de ir a 140km/h? Sei mais de quem projetou a estrada? Sou melhor piloto que o fitipaldi?
    Nas localidades a 50km/h… Qual é o problema de aceitar isto e cumprir? Custa assim tanto? Para mim é simples, a partir do momento em que a estrada não é exclusiva dos automoveis não posso ir muito rápido para garantir a segurança de todos…
    Se existe caça a multa andem devagar, já não são apanhados… Simples não? (Também em PT só se aprende na base da ameaça).

    Por fim, o código da estrada existe para prevenir acidentes e fatalidades, não pra prejudicar quem conduz…

    • PeFerreira98 says:

      Quem projetou a estrada não é o mesmo que meteu a sinalização da mesma. Avaliando a qualidade das nossas estradas (AE) com as do estrangeiro, percebemos que existe uma diferença abismal no rácio qualidade/velocidade.

      • Me and me says:

        Mesmo assim aqui só descansam quando o conta kilometros dá a volta….

        • PeFerreira98 says:

          De facto. O que posso dizer de uma maneira pessoal (não acertada atenção) é que existe certos trocos de estrada onde a qualidade esta muito acima do limite de velocidade imposto (e outras cujo limite é muito acima do correto). Isso aliado ao aumento da segurança e estabilidade das viaturas mais recentes, leva a que o limite 120km/h em certas areas pareça desajustado.

  17. DrJorgeMiguel says:

    Aumentem a velocidade, aumentem os acidentes de viação….

    Que maravilha…. 120 chega e sobra… bem basta os veículos de emergência andarem a 180 ou mais

    Países evoluídos reduzem a velocidade e nos países retardados sobem…

    • PeFerreira98 says:

      O que dizer da Alemanha que em certas estradas não existe limite. Cumulo da burrice não? #ironia

    • Mentecaptor says:

      A Áustria é um pais retardado? A Alemanha com a autobahn, sem limite é então retardadíssima?

      • Marco says:

        Não percebo porque implicam tanto com a velocidade, concordo com o que se faz na autobahn, até porque o problema em Portugal é a má sinalização das estradas e má sinalização de manobras durante a condução acrescido muitas vezes de falta de atenção/desleixo dos condutores.

        • PeFerreira98 says:

          O problema e que quando as pessoas ouvem autobahn pensam logo na não existência de limite de velocidade e não pensam na lista de regras estritas que aquilo tem. Para dar um gosto, o facto de um carro se aproximar pela retaguarda de outro invadir a zona de segurança e fazer sinais de luzes (coisa que os tugas amam fazer) já indica uma multa bem preta, o mesmo se passa por conduzir abaixo da velocidade minima (120/130) ao contrario das miseras velocidades mínimas de AE em Portugal.

  18. Mateus says:

    Por muitos comentários aqui PRO e CONTRA, a verdade é só uma: há países em que os condutores são responsáveis, atentos e pouco impulsivos e aí o limite de 140 ou 150 traria vantagens; mas em Portugal e países do sul da Europa, levantar esse limite era para aumentarem os acidentes e mortes. Em Portugal conduz-se muito mal e sem atenção, não concordo em subir o limite.

  19. Carlos says:

    Tenho 50 anos, e conduzo desde os meus 18 anos , faço 50,000km por ano, na maior parte em auto estrada, na minha opinião a consciência está em cada pessoa que conduz, há sítios em algumas euto estradas em que ultrepasso até os 120km, pois vejo que a mesma permite tal velocidade, mas noutros trocos reduzo até para baixo da velocidade permitida.
    A maturidade traz responsabilidade, penso que falta muita responsabilidade nos nossos condutores

  20. DR says:

    Estas pessoas são malucas. Apenas em algumas autoestradas é que é possível andar a mais de 120 km/h. Vão à A23, ou à A25, e vão ver o que é que vos acontece. Nem a 120 conseguem, quanto mais a 140.
    Onde essas velocidades são mais seguras é por exemplo na A13 entre Marateca e Santarém, aí sim consegue-se e bem! Quase sem curvas, piso em ótimo estado, com isso tudo consegue-se andar a 160 ou mais, dependendo do tipo do carro. Há carros que a 130 já ficam todos partidos, mas outros chegam aos 180 na boa.
    Infelizmente para vocês, as regras são estas. Portanto, ou cumprem as regras ou levam multa! É assim, para já, em Portugal.

  21. Nuno says:

    Se falamos de segurança, cada carro tem a sua. Para certos carros até devia ser proibido andarem a 120km/h, a velocidade limite devia ser anexada ao tipo de carro, sejamos justos, 140km/h num Clio não é a mesma coisa num BMW ou Mercedes de 100 mil euros, desde os tempos de travagem, a segurança do próprio veiculo, são dois mundos completamente distintos, nunca um limite de velocidade deve ser igual para todos os carros, são realidades completamente diferentes, quem quer andar depressa, terá sempre de ter carro para tal, hoje qualquer carro de gama baixa chega aos 180km/h mas e depois se precisar de travar de repente como é?? se precisar de desviar de obstáculo como é??? a probabilidade de acidente é infinitamente maior. A malta prefere dar 15 mil euros por uma carroça nova sem segurança do que dar o mesmo dinheiro por carro de topo com 10 anos, ai já ninguém pensa na segurança e afins.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.