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PegLeg: Transformar uma perna num HotSpot usando um Raspberry Pi

10 Comentários

Em plena era da Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), muitos objetos passaram a ser inteligentes! Mas porque não considerar o ser humano também como dispositivo de IoT?

O projeto que damos hoje a conhecer chama-se PegLeg o objetivo é ter mini PCs Raspberry Pi na pele.

PegLeg: Transformar uma perna num HotSpot usando um Raspberry Pi

Há projetos que só a ideia é algo assustador!

Provavelmente era apenas uma questão de tempo. Fazemos muitas coisas com a Internet e quase tudo pode ser transformado num dispositivo de IoT. Então, será que uma pessoa não pode também ela ser transformada num dispositivo IoT?

O projeto chama-se PegLeg e transforma um ser humano num dispositivo de IoT.

Lepht Anonym foi o destinatário do PegLeg v1, que consistia numa pequena board que tinha uma caixa de plástico reciclado, uma bateria reaproveitada, uma bobina sem fio Qi para alimentar o dispositivo da parte de fora do corpo e uma Pen Drive de 64 GB.

A v2 passou a usar um Raspberry Pi Zero com um recetor de Qi, dongle Wi-Fi e 512 GB armazenamento de. Enquanto a v1 foi inserida no braço de Lepht, duas v2 foram inseridas na parte superior da coxa. Cass instalou um dispositivo v2 na sua própria perna e outro na perna de Mixæl Laufer.

PegLeg: Transformar uma perna num HotSpot usando um Raspberry Pi

PegLeg – a sua perna pode ser um HotSpot

PegLeg é uma distro da plataforma PirateBox que foi criada para redes Mesh e para ser executada em equipamentos com baixo poder computacional. Com esta distro pode-se criar facilmente um HotSpot que permitirá a ligação de outros dispositivos. Pode ainda armazenar conteúdos, fazer streaming de filmes, fazer downloads, etc.

O projeto PegLeg surgiu durante uma conferência de biohacker, onde foi proposto, e o grupo PegLegs decidiu dar continuidade a essa ideia.

Como transformar uma perna num HotSpot?

Por agora é apenas um projeto de investigação e já há planos para uma versão 3. A finalidade ainda não se percebe muito bem, mas, na prática, o ser humano passa a ter um computador “embutido” na pele e sempre pronto a usar.

Era capaz de fazer um implante destes?

Comentários

10
  1. MI
    Miguel

    Estes é que mereciam logo um chip no rabo mal nascecem.

  2. ÍN
    Íngreme

    Essa malta deve passar tempo a mais no “smartphone”.

  3. PE
    Pedro

    Enfim, mais um Tolinho

  4. LA
    LA

    Sem comentários…

  5. RA
    Ruy Acquaviva

    Em uma palavra: RIDÍCULO!

    1. S
      S

      Inovação e criatividade é ridiculo?

  6. TI
    TiagoDM

    Se jogar futebol com os amigos, cuidado com os sarrafeiros!!

  7. LM
    Luís Martins

    Bom quando inventarem um upgrade de memória para os nossos cérebros vai ser um sucesso e uma revolução na nossa espécie dos Humanos , estou farto de ter um cérebro com pouca capacidade de memória, seria óptimo guardar vastas bibliotecas , por exemplo aprender línguas , falar e escrever fluentemente em poucos dias línguas difíceis como o Mandarim , aprender em poucas horas novas linguagens de programação, etc e já agora um bom processador rápido e eficiente de forma a conseguir fazer contas de matemática sem precisar de uma reles máquina de calcular, finalmente deixaríamos de ser humanos com uma memória muito pequena e frágil que nos impedem de ter vastos conhecimento nas áreas tecnológicas ou sociais .

  8. JH
    Jhenifer

    É impressionante a habilidade do ser humano em criar coisas….

  9. S
    S

    Adoro os comentarios aqui. O pessoal a investigar formas de avancar o corpo humano e depois o pessoal chama-os de burros, ridiculos, “tolinhos”. Realmente é verdade que há sempre idiotas que acham que o novo deve comecar sempre no perfeito.

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