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Estará a população a perder confiança nos carros autónomos?


Curioso desde cedo por tecnologia, procuro aprender e partilhar um pouco mais a cada dia que passa.

Destaques PPLWARE

  1. Miguel says:

    Só quero que continue opcional 🙂

  2. Leonardo says:

    Isto revela que as notícias focadas na tentativa de denegrir os novos players do mercado funcionaram. Infelizmente. Qualquer acidente de um carro autónomo ou com tecnologia autopilot é logo noticiada enquanto dos carros convencionais é banalizada. Se formos às estatísticas, a realidade é de longe mais promissora para os carros autónomos. Venham as notícias patrocinadas pelos players tradicionais tentar atrasar a confiança deste novo e promissor mercado. As vidas humanas agradecem.

    • okapi says:

      what? you do not think before writing.

    • Nuno says:

      Primeiro, estatisticamente, ainda não se pode dizer que os carros autónomos são mais seguros. Os quilómetros percorridos por estes ainda não é significativo para fazer tal afirmação com uma boa confiança.

      Segundo, existe o problema de responsabilização aquando um acidente. A culpa pertence ao fabricante, ao condutor, ou a nenhum destes?

      • JJ_ says:

        Isso da responsabilidade é uma falsa questão.

        Como nos carros convencionais o culpado será sempre o condutor, salvo excepções muito raras, nestes carros também. Mesmo no modo autopilot, o condutor deve manter-se atento e tomar medidas sempre que achar apropriado.

        • Nuno says:

          Não é uma falsa questão. estudos mostram que o condutor num carro autónomo demora vários segundos a tomar posse da viatura devidamente em caso de emergência. Portanto, nesta situação, uma boa parte das vezes os condutores não vão conseguir recuperar o veiculo. Portanto pergunto eu, quem é que é responsável. Parece mais uma desculpa para alguém no vender algo como essencial, mas em caso de problemas fogem às responsabilidades. Isto para não falar que existem marcas que estão a desenvolver carros sem volantes ou pedais, e outras que até andam sem condutor.

          • JJ_ says:

            A responsabilidade é do condutor, quando numa situação comum era ele que a teria.
            Demora vários segundos a carregar no travão!? Acredito que esses carros, tenham o mesmo nível de sensibilidade que tem por exemplo o cross control, onde o condutor bastando tocar no travão ou acelerador, perca logo esse modo.
            Se ainda não tem esse nível de sensibilidade, deverá vir a ter…

          • Nuno says:

            Deves ter graves problemas de compreensão. O ser humano é muito propenso a distrações. Quando está ao controlo do veículo consegue manter concentração do que lhe rodeia. Quando deixa de estar ao controlo, por mais esforço que faça a concentração diminui alarmantemente. Mas a tua solução é ridícula. Como por exemplo, vais numa autoestrada, o sistema deixa de funcionar, este avisa-te, a tua solução? Carregar no travão. Nem todas as soluções é carregar no travão, podes não ter tempo de travar e necessitar desviar-te.

            Mas acho engraçado teres esquivado ao carros que mencionei que não tem controlos, ou que nem sequer tem condutores dentro.

        • Louro says:

          @Nuno,
          É sim uma falsa questao.

          E posso dar-te vários exemplos pois uso o autopilot da Tesla praticamente todos os dias quando vou e volto do meu trabalho.

          Já tenho este Tesla desde 2014 e percorri mais de 100.000km com ele.

          Desde que o comprei até agora e com todas as actualizacoes feitas pela Tesla nota-se uma grande diferenca entre o que era o autopilot e o que é hoje em dia.

          Em 2014 era muito habitual nao conseguir ler as linhas na rua, logo pedia para eu controlar o carro novamente, hoje é raro isso acontecer.

          Em 2014 era normal também que se o carro a minha frente abrandasse progressivamente ele ficasse confuso e acabasse por me pedir controlo, hoje posso ir a velocidade maxima permitida um carro comeca a travar progressivamente até parar a minha frente e o carro comporta-se lindamente sem qualquer intervencao minha.

          A questao que dizes funcionaria se aparecesse um perigo e o carro pedisse controlo logo de seguida, nao, ele age relativamente aquele perigo e pede controlo ao mesmo tempo dando tempo mais do que suficiente para reagires.
          Isto para além do que já foi dito, mesmo com o autopilot ligado deves de estar constantemente atento e preparado para agir.

          No meu percurso diário para o trabalho apanho transito até dizer chega, para além da questao eletrica vs combustível fóssil, quase todos os dias só conduzo por uns 2% do trajecto o restante autopilot e a parte melhor disso é mesmo quando estás no meio de transito.
          Uma coisa que me chateava era o para arranca constante, ter de acelerar e travar a cada “10 segundos”.

          Espero que a Tesla continue a melhorar como tem feito nos últimos anos, entretanto já pondero a compra de um Model X.

          • Nuno says:

            Já ouviste falar em provas anedóticas? Claro que não. É o pensamento comum da populaça que o que acontece com ele acontece com todos. Lê se faz o favor os estudos em questão sobre o assunto. Mas claro que o menino é mais entendido que os vários especialistas nos seus campos específicos.

      • Leonardo says:

        Sim, amostragem ainda é baixa entre os carros que estão em testes como autónomos. Os com autopilot ou outro tipo de assistência humana já têm uma amostragem mais simpática e, segundo os dados da Tesla, têm menos acidentes. Acredito que dentro de 1-2 anos já haja estudos mais isentos e amplos sobre sinistralidade entre estes veículos.

        • Nuno says:

          Não, nem sequer com os carros equipados com autopilot estes percorreram quilómetros suficientes para chamar aos resultados de significativos. A tesla pode dizer o que quiser, a verdade é que ainda não sabe com uma confiança se realmente é este o caso.

    • rodrigo says:

      Li que a Tesla pegou nos dados dos dos seus carros e determinou que o Autopiloto preveniu cerca de 40% de acidentes.
      Ou seja houve um menor numero de acidentes por causa do Autopiloto.

      • Nuno says:

        Eu não estou a dizer que o autopilot não possa prevenir acidentes. Os humanos também previnem acidentes quando conduzem. O que está em causa é se o autopilot é realmente mais eficaz a salvar vidas humanas. Para já a informação que temos ainda não nos permite dizer com boa confiança que é o caso. É mesmo que não seja o caso no presente eu não tenho dúvidas que no futuro os carros autónomos vão ser mais eficazes.

        • Hugo says:

          Conduzir é uma tarefa extremamente repetitiva e que nos obriga a ter atenção máxima a todos os níveis. Neste tipo de tarefa as máquinas são superiores aos humanos.
          Em relação aos humanos evitarem acidentes é um pouco relativo, pois quase todas essas esquivas são na verdade correcções a erros cometidos anteriormente por distracções ou abusos.

  3. João Serra says:

    sem carros autônomos como vão as pessoas usar o telemóvel e fumar?? oh espera…

  4. Rodrigo says:

    A perder? Alguma vez chegaram a ganhar?

  5. Rodrigo says:

    As pessoas que não ambicionem muito e por mais boatos que possam circular das marcas que dizem que vão ter uma carro autónomo no próximo ano ou daqui a 2 anos, porque antes de 2025/2028 não iremos ter no mercado um carro que se possa de chamar de totalmente autónomo.

  6. Sandro says:

    Mas é claro que estão a perder a confiança, se é que alguma vez tiveram, essa confiança. Isso de carros autónomos, é mais outra invenção mais que parva da nossa massa Humana.

  7. João Lopes says:

    Está na moda falar na IA, a IA para aqui, a IA para ali, mas ainda estamos na pré-história da IA, os algoritmos são construidos por humanos e estes estão cheios de falhas e são muito limitados, só o nome IA estampado nisto é uma anedota… A IA não passa de uma moda, do qual muitas empresas e startups se estão a aproveitar para estampar nos seus produtos. Ainda estamos a décadas ou centenas de anos da verdadeira IA. O resto é marketing.

    • Hugo says:

      A definição de AI é muito clara e sim, já existe.
      Querer que esta não dependa do código escrito por humanos é de loucos. Qual é mesmo o objectivo? Passarmos a ser controlados por máquinas?

  8. miguel says:

    Pessoalmente, gosto muito de conduzir. Por isso é uma funcionalidade que não me interessa minimamente.
    Só é preciso ter cuidado com eles na estrada. Confio mais nos humanos.
    Mas há-de haver muita gente a querer isto, eu é que não 😉

  9. iDespairing says:

    Quando não quiser conduzir tenho comboio, autocarro e avião. Mais barato que comprar carro autônomo. Gosto de algumas novas ideias de segurança como o meu carro atual te. Por exemplo Sistema de deteção de peões e travagem automática. Mas carro para conduzir por mim dispenso.

    • rodrigo says:

      Isso ‘e porque nunca conduziste um.

      • iDespairing says:

        lol a ideia de ser autónomo é não conduzir. Tesla auto pilot são semi-aut. e pedem regularmente para voltares a conduzir. Não sei o que referes mas enfim.

        • rodrigo says:

          lol digo eu. Nao sabia que tinhas comboio, autocarro e aviao ‘a porta da tua casa! Assim vale a pena. 😉

          Pergunto – alguma vez estiveste num carro tipo Tesla para poder dizer que dispensas?

          • iDespairing says:

            Não sabem ler? Desde quando um Tesla é autónomo? Semi sim e por acaso tenho dois amigos que usam Teslas e os conheço mas não gosto. Tenho um Volvo por acaso com sistemas semi automáticos e encomendei um XC40. Mas para vossa informação Teslas dispenso. Outras marcas europeias tem eléctricos.

    • Louro says:

      Sim usas o combio ou aviao quando tiveres essa hipotese…caso contrário vais a pé presumo eu.

  10. Gusto says:

    Isto é como em tudo, primeiro estranha-se e depois entranha-se!
    O futuro passa mesmo por este tipo de veículos, claro que até estarem, podemos dizer, 90% operacionais, ainda leva alguns anos. Mas comparando com muitos condutores, prefiro sem duvida, os carros autónomos.

  11. Jose says:

    Sou um herói da estrada. Invencível, imbatível, indestrutível. Ninguém me pára. Sou um herói. Uoooooohhhhh…

  12. Novidades says:

    “baby boomer” (nascidos entre 1950 e 1960); “geração X” (nascidos entre 1961 e 1981); “Millenials” (nascidos após 1980)

    Aprendi com este artigo que sou dos Millenials porque nasci depois de 1980 e ainda da Geração X porque nasci em 1981. De agora em diante a minha vida já não será a mesma! lol

  13. Leonardo says:

    Enquanto não combatermos o tabu relacionado com o prazer de condução vs condução autónoma vs sistemas de proteção ativa, essa premissa continuará a ser uma das razões pela não aquisição. Há várias vantagens e médio prazo na adoção destes veículos, seja pela eficiência seja pela redução da sinistralidade. Em eficiencia imaginemos um carro que passa 95% do seu tempo parado ou estacionado poder gerir o fluxo familiar adequadamente ao longo do dia. Ou na redução drástica de congestionamento nos acessos às cidades, com conduções mais eficiente e sem efeito de acordeão. Sobre confiar mais ou menos na condução humana vs autónoma, a segunda tb é programada por humanos, mas enquanto a 1ª é um sistema limitado quer a nível sensorial, quer no tempo de resposta, quer nas reais competências e estados emocionais e físicos para exercer a condução, já o segundo terá um software programado para obedecer às regras de trânsito, com sensores robustos e tempos de execução instantâneos. Com a vantagem de que estes sistemas serão de machine learning e estarão sempre a aprender e a reter informação sobre padrões e situações. Creio que dentro de 1-2 anos os atuais sistemas autónomos em testes estarão mais optimizados para se poder fazer uma análise estatística justa e reavaliar a opinião pública (que é muito volátil relativamente aos sensionalismos).

  14. pois..... says:

    Para quem conduz em Lisboa, ter medo de carros autonomos não faz sentido 😀
    tenho em conta o nivel de condução dos xicos espertos que cá andam, quem me dera que os carros conduzissem por eles 😀

  15. Rui says:

    Do ponto de vista legal, os veículos autónomos ainda não são permitidos circular, excepto para testes e investigação (estou a falar em Portugal).
    Porque ainda falta responder a perguntas muito importantes:
    – Um carro autónomo pode ter seguro sem condutor associado (risco)? Garanto-lhes que neste momento nenhuma companhia em Portugal aceita este risco (excepto como referi para testes e investigação);
    – No caso de um acidente, quem é o responsável? Um objecto não pode ser responsabilizado!
    – Um carro autónomo que pertença a uma pessoa sem carta, pode circular na mesma estrada que nós? (esqueçam os papa-reformas);

    Podem parecer irrelevantes, mas não sei se alguém deu conta que as autoridades não podem multar um carro, precisam de notificar o dono para qualquer tipo de multa e este que se justifique, se era ele ou não que ía a conduzir!

    Um esclarecimento, carros autónomos não quer dizer que são só os carros eléctricos!!!!!
    E quando referem o avião como exemplo, podem ter a certeza que nenhum avião levanta voo sem um piloto certificado. Pode até fazer poucas coisas, mas tem de monitorizar tudo o que faz e além disso ainda não conheço um avião civil que levante voo e aterre sozinho, precisa sempre de apoio humano para tomar decisões!

    Mesmo no campo militar, os UAVs e UCAVs (ou drones) precisam sempre de um operador remoto.

    • JJ_ says:

      Assim como nos aviões, é sempre preciso um piloto certificado, os carros autónomos terão sempre de ter um condutor com carta. Logo, a responsabilidade de qualquer acidente será sempre do condutor.

      Assim como nos aviões, onde na maioria dos casos os acidentes devem-se a falhas humanas, no caso dos carros autónomos, que tem de ter sempre um condutor certificado ao volante pronto para tomar o controlo da situação, será o responsabilizado em caso de acidente. Nem que seja pelo simples facto que não estava atento a condução que o veiculo estava a fazer.

      Portanto, essa questão de quem é responsabilizado em caso de um acidente, é uma falsa questão.

      • Carlos says:

        Não me parece uma falsa questão, parece-me uma questão muito pertinente. Aquilo que refere é o que vai acontecer nos próximos anos, ou seja, num futuro muito próximo, no entanto num futuro mais distante, talvez dentro de umas poucas décadas, acredito que os carros (e provavelmente aviões e barcos e todo o tipo de veículos) serão totalmente autónomos e portanto não faria sentido ter um veículo 100% autónomo para depois precisar sempre de alguém habilitado para o conduzir. Isto porque uma das vantagens de um veículo autónomo é dar possibilidade àquelas pessoas que não podem conduzir de poderem deslocar-se de forma segura e prática.

        Portanto, voltando à pergunta inicial, obviamente que alguém terá que ser responsabilizado em caso de acidente. Esse alguém não pode ser o condutor, porque pode não existir um. Adicionalmente também não estou a ver os fabricantes de automóveis a responsabilizarem-se por tais situações. Por isso restam apenas as seguradoras, que pensando bem até faz sentido. Isto porque já hoje em dia as seguradoras avaliam o custo do seguro pelo carro que se compra. Consequentemente ao comprar um carro autónomo, a qualidade da autonomia seria mais um factor a influenciar o custo do seguro, ou seja, fabricantes com sistemas autónomos mais propensos a acidentes, teriam um custo de seguro mais elevado, por exemplo.

  16. Martins says:

    Não existem carros autónomos. Existem fabricantes que tentam desenvolver esse conceito e existem identidades que autorizam que esses testes sejam feitos usando as vias públicas. Ninguém pode ter confiança nessa tecnologia neste momento. E muito menos aceitar que estes testes sejam feitos pondo em risco a vida dos que estão dentro deste carros e os que circulam normalmente. As câmaras de Cascais e Viseu que de forma imatura vieram a público dizer que autorizam estes testes deverão ser processadas se vier a acontecer alguma fatalidade.

    • JJ_ says:

      Também são processadas, sempre que existe alguma fatalidade nos carros convencionais?

      • Martins says:

        Essa pergunta nem merece resposta.

        • Paulo says:

          Eu acho que o JJ_ colocou uma boa questão.
          A quantidade de condutores que não deviam andar na estrada e que o fazem? De quem é a culpa por os deixar circular? E quando matam alguém, ninguém vai aprender com o erro. Enquanto que se houver um acidente com um carro autónomo, vai ser investigado e a plataforma será melhorada, sendo um sistema de melhoria continua. Mais ou menos como acontece na aviação.

        • Hugo says:

          Claro que merece resposta.
          Apresentar alguns argumentos seria bom para defender o teu comentário sem sentido.
          Como não tens esses argumentos resolves dizer “..nem merece resposta”.
          Parabéns, conseguiste fazer uma afirmação e ser desarmado à primeira com uma simples pergunta.

  17. Rui Pereira says:

    É normal que com o aumento do nº de veículos em circulação haja alguns acidentes. Eu gostava de ter um veículo desses. É uma comodidade fantástica!

  18. Luis says:

    É normal que acidentes causados por esta nova tecnologia causem algum alarme.
    No entanto neste momento apenas estão a ser vendidos veículos com nível 2 de condução autónoma e apenas no final deste ano estarão disponíveis veículos com nível 3.
    Os veículos de nível 5 ainda estão a alguns anos de distancia e a sua massificação vai demorar décadas.
    Podem nem sequer chegar a ser o tipo de condução dominante devido a um sem numero de dificuldades técnicas, legais e de mercado já que existe muita gente tal como eu gosta de conduzir apesar dos perigos que esta atividade acarreta.
    Apesar das noticias e das espectativas criadas pelas marcas e pelas tecnológicas os especialistas e as próprias autoridades nacionais não acreditam que a massificação desta tecnologia ocorra antes de meados da década de 30 deste século.

  19. falcaobranco says:

    É isso e a inteligência artificial… a meu ver, duas coisas que o mundo não precisa, nem agora, nem nunca!

  20. Paulo says:

    Eu mal posso esperar que esta tecnologia se massifique, pois vai trazer uma série de vantagens:
    Menos acidentes (sim, confio muito mais num sistema bem testado do que num humano), menos trânsito (os carros autónomos serão muito mais eficientes em situações de tráfego intenso) e facilitará coisas como car as a service se pensarmos que um carro autónomo nos pode vir buscar a casa. Tal como disse o Luis, é certo que até chegarmos a um nível de automação 5 vai demorar algum tempo a desenvolver a tecnologia, ajuster leis e alterar mindsets, mas vai acontecer. Quanto ao seguro, acredito que o seguro de um carro autónomo seja mais barato, pois haverá menos acidentes (poderá até variar em função da marca do auto pilot e hardware).

    • Rui says:

      Não tens informação para isso Paulo.
      Como é que vão haver menos carros? Estás a pensar só nos grandes centros urbanos?

      Quanto ao seguro, ele não é mais do que a assunção de um risco pela seguradora, não tem nada a ver por ser autónomo. O que a companhia vai avaliar é se uma máquina é menos arriscada do que um humano. Se reparares, os seguros de carro variam muito o preço, posso dizer-te que um recém-encartado paga 3 a 4 vezes mais por um seguro do que o pai desse condutor.
      Não tenho dúvidas de que caminhamos cada vez mais para a automação, mas com custos pesados para o homem:
      – Mais sedentarismo (vê quantos de nós se debatem com o peso a mais, colestrol, problemas cardíacos e respiratórios), a partir dos 40 anos;
      – Desenvolvimento mais lento ou mesmo retrocesso no desenvolvimento motor e intelectual humano (passo a explicar, vê os recém-nascidos, que começam a caminhar e falar cada vez mais tarde, repara com que idade agora começa a falar uma criança e à 40 anos atrás).

      Os autómatos vão ser o futuro? Eu não tenho tanta certeza….. mas é verdade que os militares já têem robós muito ágeis, mas não é por acaso que a Darpa ainda não colocou nenhum no terreno…… por algum motivo será!!!!!
      Aqui está uma prova do que fazem em 2018: https://youtu.be/vjSohj-Iclc

      • Paulo says:

        Rui, não sei onde leste que eu disse que haverá menos carros…

        Quantos aos seguros, é precisamente por causa da seguradora avaliar o risco que acredito que os seguros sejam mais baixos.

        Os carros autónomos não têm nada a ver com sedentarismo. Mas já que falas em sedentarismo, por opção, eu vou de bicicleta para o trabalho (30km para cada lado) e gostava muito que os carros fossem autónomos, pois teria menos risco de ser atropelado.

        • rodrigo says:

          Isso dos seguros serem mais baixos por haver menos acidentes nem sempre ‘e verdade.

          Por exemplo na Irlanda onde nem se ve grande numero de acidentes comparado com Portugal, os seguros chegam a custar milhares de euros por ano por um veiculo.

          • Rui says:

            Está a esquecer-se de algumas variáveis que compõem o valor do seguro/risco. Por exemplo não sei qual o valor praticado na Irlanda, mas tenho a certeza que uma morte na Irlanda é paga com um prémio várias vezes superiores a Portugal, pelo simples facto dos salários serem muito mais elevados, logo é expectável que uma pessoa por aí ganhe muito mais.
            Outro aspecto prende-se com os cuidados de saúde, e mais uma vez aposto que os custos de saúde aí são mais elevados, nem que não seja pelo factor salário!
            E podia continuar por aí a fora…..
            Dou-lhe um exemplo muito simples, no ano passado houve os incêndios que provocaram prejuízos devastadores, se comparar as apólices principalmente dos imóveis, de acidentes de trabalho e até automóvel aumentaram devido a esse efeito!

  21. Rui says:

    “menos trânsito……”

  22. Bruh says:

    Como posso perder algo que nunca tive?

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