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CEO do YouTube vem a público assegurar a comunidade LGBT


Fonte: Alfie Deyes

Desenvolveu desde cedo o gosto pela escrita e comunicação. Em leis formado, tem como hobbies a aquariofilia e a música. Mas é na tecnologia que encontrou o seu expoente máximo e no Pplware a plataforma ideal para a redação e produção de vídeo.

Destaques PPLWARE

  1. costa says:

    sempre disse que o youtube tinha ficado muito bixa

  2. Sujeito says:

    Como se esse fosse o verdadeiro problema no YouTube.

  3. Rafael says:

    nOSSSAAA. uiiii

  4. Bruh says:

    Ora, então, o youtube neste momento está mais direccionado para putos de 13 anos. Palavrões? Ai não que isso é feio. Bichas? No problem. São apenas putos de 13 anos, não é como se a parte mental deles ainda estivesse em desenvolvimento né?… #sarcarasm Enfim, percebo que gerir uma plataforma como o youtube não seja pêra doce. Mas ao menos que sejam um pouco mais consistentes nas decisões que tomam.

    • JMonte says:

      Então achas que ser bicha é um problema?
      Para quem?

      • getnada says:

        ser bicha é problema porque essas pessoas só se preocupam em ser bichas na vida, não fazem nada de util para a sociedade. Mas cada qual é livre de entender como quer, as leis nunca vão agradar a toda a gente. Ser prostituta também é legal, porque nng ainda começou a fazer tutorias para como ter uma carreira profissional?

      • Bruh says:

        Estou apenas a falar de influências. Se não permitem palavrões para não influenciar as crianças, porque raios haveriam então de permitir conteúdo lgbt quando o público alvo são crianças, que não deveriam ter que levar com assuntos desses numa plataforma de vídeos. Isso devia ser um assunto para ser tratado na escola ou pelos pais, não numa plataforma de vídeos.

        Não sei se reparou num estudo onde perguntavam aos flat earthers o que os tinha levado a apoiar esse tema. E grande parte referiu que tinham sido influenciados por vídeos que viram no youtube. Ora se é assim tão fácil influenciar adultos, então crianças… Por isso é que eu digo que, se é para usar a desculpa de não quererem influenciar as crianças, então que sejam consistentes.

        Claro que isso não vai acontecer se não o youtube iria dar um tiro no próprio pé, mas estou só a apontar a hipocrisia que vai nessa plataforma.

        • mlopes says:

          @Bruh continuas a insistir no mesmo erro!
          qual é a parte de que a orientação sexual não depende de qualquer tipo de influência mas sim de fatores biognéticos e é definida durante o desenvolvimento fetal e neonatal é que é difícil de perceberes?

          • Bruh says:

            A parte em que me queres fazer crer que esse é o ÚNICO factor que conta. O que, digo-te eu na minha pura ignorância, que estás completamente errado.

        • Amilcar Alho says:

          Concordo contigo Bruh.

      • Diniska says:

        Ser BICHA não um problema é moda e poderá ser em alguns casos um questão genética. Agora considerar que é normal, por amor da santíssima. Com isto não quero dizer que que não aprovo mas também não digo que aprovo. Só digo que começa a haver exageros.

    • mlopes says:

      associar idade, desevolvimento da “parte mental” ( a expressão é linda e ao mesmo tempo reveladora) sugerindo, sem o dizer diretamente, que a orientação sexual de alguém é algo que resulta de fatores sociais, educativos e do meio a que se é exposto é absurdo, ignorante e, em última instância, homofóbico.
      a remoção deste tipo de comentários por parte do pplware seria um serviço público

      • Bruh says:

        Já deu para perceber que gostas de andar de nariz empinado a mostrar que és superior aos outros. Nunca disse que era especialista na matéria, apenas dei a minha opinião. A parte de me chamares homofóbico pelo simples facto de ter uma opinião diferente da tua foi muito engraçada…

      • S says:

        @mlopes A remoção da tua pessoa da internet é que seria um servico publico mate. São pessoas como tu que dão um mau nome à comunidade LGBT.

  5. someone says:

    Aqui a questão não é facto o género que mais te identificas ou do que gostas…É mesmo o “controlo” que não licite violência ou “maus caminhos” para outras comunidades pouco éticas socialmente…
    Por exemplo há pranks que licitam a violência, ódio e entre outros…

    Mas é dificil controlar este tipo de situações…para ti pode ser chocante…para mim pode ser ok…

  6. Carlos says:

    Ah, pensei que iam falar sobre a remoção de conteúdos e a desmonetização sem grande explicações com base na orientação política.

  7. João M says:

    Quem não concorda com o politicamente correcto é despedido, os videos podem ser bloqueados/Removidos, e são chamados de tudo e mais alguma coisa. A liberdade de expressão, hoje em dia, é cada vez mais unidireccional.
    Hoje em dia é tudo LGBT, com bandeirinhas multicolor nos avatares e tal.. paradas para isto e aquilo, é preciso haver quotas para esta malta porque meritocracia é que não, etc.. Ainda me lembro de numa apresentação de uma pessoa de “topo” de uma consultara Big-4, ela ter perguntado o que achavamos das quotas para mulheres nas promoções e recrutamento…eu disse que era contra as quotas na sua essência e que preferia avaliações pelo mérito e ela quase me despediu apenas com o olhar… mas é isto que nos “governa” – o politicamente correto.. os meus colegas – mesmo os “contra” – abanam a cabeça a dizer sim e aplaudem porque “parece mal” dizer algo que não seja o “politicamente correcto”.. enfim.

    • mlopes says:

      a meritocracia é um dos flagelos da sociedade atual.
      não há, nem haverá nunca um sistema meritocrático justo, enquanto o próprio sistema não conseguir resolver por si o problema da desigualdade de oportunidades pré existente.
      é impossível avaliar, promover, etc com base no mérito quando não existe igualdade de oportunidades e as desigualdades sociais são flagrantes.
      o mito de que todos os indivíduos nascem iguais e com as mesmas oportunidades, levando a que o modelo meritocrático pudesse começar a fazer sentido, foi há muito demonstrado errado. mesmo no período fetal os indivíduos têm oportunidades diferentes derivadas pelas condições económicas e socias dos progenitores.
      não só não existe uma real igualdade de oportunidades como existem claras desigualdades sociais, económicas, geográficas, demográficas, sexuais, etc.
      o sistema meritocrático, infinitamente longe atingir os objetivos que pretende atingir, é uma fonte de aprofundamento das desigualdades.
      aplicar um sistema meritocrático sem corrigir todas as desigualdades pré existentes e subjacentes seria o mesmo que avaliar um elefante, um chimpanzé e uma girafa pela capacidade em subir a uma árvore

      • João M says:

        mlopes, mas quotas não resolve nada, apenas cria mais desigualdades – no fundo isto é discriminação. Meritocracia pelo menos é um sistema melhor do que dizer – olha, porque és mulher, ou negro, ou lgbt, ou outra coisa qualquer então serás promovido ou tens acesso porque as quotas para “os outros” já estão cheias … mesmo que exista um “nos outros” que tenha melhor qualidade de trabalho.
        Sim, existem diferenças sociais, familiares, culturas, etc.. mas o individuo ainda tem oportunidade de escolha – uns podem ter o caminho mais “facilitado” do que outros mas assim é a vida e NUNCA vais conseguir 100% igualdade porque somos TODOS diferentes e a prova disso foram os inumeros estudos realizados com gêmeos, – que nasceram com igual oportunidade e contexto social/cultural e um torna em alguém trabalhador e com uma vida estável e outro nem por isso – mesmo contexto – pessoas diferentes.
        Por isso eu prefiro ser avaliado pelo MEU trabalho e pelo que eu crio/desenvolvo/devolvo à sociedade do que ser avaliado pela minha cor de pele, genitais, background social, ou familia…
        O teu exemplo de colocar macacos, elefantes a subir árvores é parvo neste contexto porque merito não é medido por um teste mas pelo trabalho realizado. As empresas devem avaliar os seus empregados pelo trabalho realizado com sucesso, responsabilidades delegadas e até pelos objectivos do próprio trabalhador; Ou seja, o Macaco é avaliado pelas macacadas que faz e lhe foram delegadas mas não vai ser avaliado pelo trabalho do elefante. Agora, o macaco não vai ser promovido apenas por ser macaco e existirem poucos macacos na hierarquia – prejudicando o elefante que deu o seu melhor mas porque, coitado, nasceu elefante não foi aceite – o elefante fica zangado, sai da empresa e a empresa perde um trabalhado de qualidade apenas porque um macaco – que até calhou de ser menos competente, foi promovido por ser macaco e não pelo seu trabalho..

        • mlopes says:

          quanto ao exemplo ser parvo neste contexto, deixo a crítica aos pesquisadores desta matéria uma vez que o exemplo lhes foi “roubado”.
          em primeiro lugar é de referir que não defendi o sistema de quotas. inferiste isso sózinho uma vez que te dava jeito face à minha crítica ao modelo que defendeste.
          dito isto, as quotas não são um sistema perfeito e devem desaparecer tendêncialmente mas, sempre há um mas, são uma forma inicial de equilibrar a balança que havia sido desiquilibrada por fatores exogenos tais como a xenofobia, a homofobia, misoginia, etc.
          na vida real as coisas não são “bonitas” como as queres fazer passar.
          basta comparar a percentagem de mulheres com bons resultados em universidades com a percentagem das que ocupam cargos políticos de relevo ou de direção de topo. bas comparar os salários pagos a um homem e a uma mulher para um mesmo cargo e para um desempenho idêntico, ou até às vezes superior por parte da mulher, basta comparar…
          enfim os exemplo sucedem-se e são de tal modo vastos que é inútil continuar a citá-los

      • Jeez says:

        mlopes, desigualdade social nunca foi nem nunca será justificação para querer aprender mais. Dar acesso por quotas, só vem justificar o modelo falhado do socialismo que o mlopes quer apregoar.
        E tem vários exemplos disso na História, recomendo-lhe ver a série Chernobyl da HBO para perceber o início do fim na União Soviética e do socialismo. O socialismo tem o objectivo perverso de eliminar desigualdades, mas só alarga o fosso para que as mesmas aumentem. Esse discurso de BE e socialista não serve
        Eu tenho amigos/amigas e colegas pretos,brancos, gays, provenientes de classes mais baixas e desfavorecidas, etc. e não foi por esse motivo que não tiraram cursos superiores ou estudaram para aprender mais. A igualdade de oportunidades existe para todos, uns têm de lutar mais outros menos, mas ela existe.

        • mlopes says:

          não levantei nenhuma questão política não falei no assunto nem o deixei subentendido daí que falar em socialismo, ou outra coisa qualquer, é da exclusiva responsabilidade de quem o faz. por palavras na minha boca é que não! é um modelo comummente usado nos dias de hoje mas que não cola.
          ver séries da hbo para perceber o início do fim da união soviética? a sério? é tipo ver filmes no youtube para perceber a vida? deve ser isso…
          só para que perceba melhor, estive em berlin muito poucos meses depois da queda do muro e daí visitei muitos países do antigo bloco de leste ainda como eles eram no tempo da ex-urss. não só sei bem como as coisas eram nas notícias como as vi e vivi ao vivo e a cores.
          talvez a tua idade não te permita ter uma perspetiva histórica pessoal dos acontecimentos mas não julgue os outros pela sua bitola.
          dito isto, não defendo qualquer modelo político nem quero apregoar nada. o que disse é claro e está estudado há muito. as referências coientíficas não faltam, basta procurá-las

        • mlopes says:

          ahhh esqueci: por favor vai estudar este assunto da igualdade de oportunidades, etc.
          é que dizer ” A igualdade de oportunidades existe para todos, uns têm de lutar mais outros menos, mas ela existe.” é colocar uma coisa e a sua antítese na mesma frase e dizer que são a mesma

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