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Carros da Google tiveram apenas três acidentes desde Setembro

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Acácio Bernardo says:

    No meu país este tipo de experiencias era visto como uma ameaça ao status quo e seria alvo de boas taxações. Veja-se o caso do Uber. A inovação em portugal não pode ser desrruptiva, pode existir, mas em setores concensuais, como por exemplo, na medicina.

  2. Zé Mario says:

    Bastante confuso o texto. No título diz que foram 3 acidentes, no texto ao inicio diz que foram 4 acidentes (“Um relatório agora apresentado veio mostrar que apenas 4 acidentes aconteceram e sem qualquer dano significativo”) e no texto ao fundo diz que foram 11 acidentes (A Google revelou ainda que desde que iniciou os seus testes com os carros autónomos, em Setembro de 2014, já ocorreram 11 acidentes que tenham envolvido as suas viaturas.)

    • João says:

      -> 3 Acidentes por carros da Google (4 no total: 3 da GOOGLE + um da Delphi Automotive)
      -> 4 Acidentes desde Setembro de 2014
      -> 11 Acidentes no Total desde o inicio dos testes (Eu ouço falar de carros da Google a andar nas ruas há pelo menos 3 anos).
      Onde está a confusão?

      • pedro says:

        11 acidentes em 3 anos não lhe parece demais? 4 acidentes desde Setembro de 2014 não lhe parece demais? tem por acaso consciência que é suposto replicar esta tecnologia por todas as viaturas autónomas? sabe o que isto significa? que qualquer uma das milhões de viaturas que circulariam iriam sofrer a mesma média de acidentes porque o software não é um ser humano e como tal não pode contar com variáveis do género “um condutor numa situação acaba por bater, mas outro com mais experiência não”. neste caso, sendo o software algo “estático”, significa que toda e qualquer viatura que se depare com uma situação X acaba por bater. invariavelmente! acha mesmo que isto não tem problema? era capaz de se sentar num carro sabendo que poderá ter 11 acidentes em 3 anos? olhe, o meu tem 10, 240 mil Kms e ainda está para saber o que é um encosto.

        • João says:

          Há uma série de coisas que não estás a ter em consideração:

          1. Não é um carro, é uma frota de carros.
          2. NENHUM dos acidentes foi culpa dos carros autónomos, sempre culpa dos condutores humanos.
          3. Não existe uma unica empresa a fabricar carros autónomos
          4. O software pode ser actualizado.
          4.1 – “significa que toda e qualquer viatura que se depare com uma situação X acaba por bater” – também significa que o software pode ser actualizado para evitar situações perigosas conhecidas, acabando com a chamadas “curvas da morte” e afins.

          Espero que no futuro tenha estes pontos em consideração na sua análise. Eu só quero um futuro mais confortável e seguro para toda a gente.

          Acidentes na estrada são a décima causa de morte mais comum em portugal ( http://www.worldlifeexpectancy.com/country-health-profile/portugal ) e a com mais anos potencias perdidos (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22985914) qualquer tecnologia que possa potencialmente reduzir este número tem a minha atenção.

  3. sotres says:

    Ouvi dizer que eram 11 “Google’s self-driving cars have been in 11 accidents, but none were the car’s fault”

  4. JJ says:

    Resumidamente… esses carros nunca bateram… foram sempre as vitimas de acidentes, ou pelo menos na maioria das vezes.

    Mas acaba por ser lógico que estes carros tem um nível de segurança mais elevado, visto que seguem sempre as regras para a qual foram programados e não se cansam. Assim, como nos aviões por terem um sistema praticamente automático para viajar o risco de acidentes é muito baixo.

    • chicosoft says:

      O paradigma vai ser quando tu ou eu estivermos dentro de um desses carros, e acontecer um acidente de vitimas mortais, por ex:

      Vamos num desses carros, que está prestes a ter um acidente, e o carro sabe que alguem vai morrer, ou o outro carro ou nós… Quem escolhe ele?
      Eu sei que me escolhia a mim, faz parte do instinto humano, mas e o carro? Vai ser aquele momento em que o carro escolhe que nós devemos morrer ou nao.

      • Daniel Pinto says:

        Se estivermos a falar de 2 carros “inteligentes”, o acidente é algo que não vai acontecer a não ser por uma falha mecâninca (mecânica geral, pneus, factores externos), pelo menos eu não acredito que 2 ou mais carros destes tenham um acidente porque se “distrairam,” não respeitram um stop ou estavam alcoolizados e mesmo que um deles tenha um problema, os outros são logo alertados para tal facto, claro está que para isso acontecer muitos e muitos anos vão ter ainda de passar e as redes também terão de evoluir para o 5G pelo menos (se estivermos a falar do uso de redes celulares para a comunicação).

        Mas o teu ponto é valido, numa situação de carro autónomo VS normal como é que a coisa se processa, deve ser bastante complicado.

        • Mikes says:

          Delay nas comunicações, este é o problema disto.
          E a definição de prioridades para o Internet of Things
          48 carros é muito pouco para se dizer que não há problemas na “inteligência” dos carros.

        • Kn0xx says:

          Os carros estão a ser testados mesmo por isso Máquina vs Homem
          O único problema destes carros vão ser sempre as pessoas.

          Eu até acho que a IC19/2ª Circular devia de ter estas viaturas, ou pelo menos um sistema em que as pessoas deixassem de “controlar” o carro, e passar a ser autónomo género de switch.
          Bastava que houvesse um sistema de “switch” para este género de estradas que apenas 1 acidente parvo para estragar uma manhã de muita gente.

          Relativamente aos Taxitas e Seguradoras a exigirem o fim destes carros…. também temos as empresas de transportes Carris e afins…. acabam-se os motoristas.

          Ainda estão a resolver também o problema do “enjoou” em viagem no carros autónomos.

          • JV says:

            nunca ouvi falar de seguradoras a exigir o fim destes carros. para as seguradoras até será óptimo já que haverá menos sinistralidade na estrada, terão menos indemnizações a pagar.

            não vejo também o porquê de os taxistas serem contra estes carros mas pronto

        • fneves says:

          Ja existe a norma IEEE 802.11p dedicada para isso 🙂

      • LP says:

        O carro nunca vai saber se alguém vai morrer. O carro segue algoritmos e portanto ele vai fazer aquilo que o programarem para fazer, não é um problema tão difícil de resolver como se tem dito.

    • Nunes says:

      O que as pessoas se esquecem é que apesar do grande avanço e bons resultados, continuam a ser experiências controladas, que segundo se sabe [no sistema da Google] dependem de mapeamento prévio muito preciso das ruas do percurso. Quando começarem a fazer testes em ruas mal mapeadas ou que sofreram alterações, então sim teremos cenários mais reais para melhor avaliar o desempenho e segurança

  5. aaaa says:

    Parece que já estou a ver os taxistas e as seguradoras a exigirem o fim destes automóveis.

  6. Mikes says:

    O artigo está um pouco confuso. Primeiro bateram até entre eles, mas depois nunca bateram…
    Depois, bateram mais em velocidades lentas, porquê? Tem de haver uma explicação para isto.
    Depois, a taxa de acidentes é alta. O artigo diz que a culpa não foi dos carros, será mesmo assim? Será que a forma como se deslocam no trânsito não provoca acidentes?

    • Mikes says:

      Além do mais, sendo um frota de 23 carros, 11 dos quais em 7 meses ja tiveram acidentes… Isto é uma taxa demasiado grande!
      Isto num empresa normal a fazer serviços sem muito risco era caso para pensar em trocar de motoristas.

    • JJ says:

      Malta a deslocar-se mal no transito há muita…

      • Mikes says:

        Pois há, mas se as máquinas tiverem um comportamento pouco natural no trânsito, acabam por ser um problema e não a solução.

        • JJ says:

          Acredito que o comportamento destes carros é mais natural do que o dos humanos. É que os humanos é imprevisível (enganam-se nas saídas, querem ultrapassar a todo o custo, etc.) e o da maquina programada para fazer uma condução defensiva, não ultrapassa a toa e não se engana na saída, por exemplo.

          • Nunes says:

            Isso é no cenário ideal, mas o mundo não é feito de cenários ideais, nem podes assumir que a programação e hardware é ausente de erros ou omissões.
            Vão ser precisos muitos anos para que se crie uma máquina realmente autónoma e segura. É por isso que muitas empresas estão a ir por fases na questão de condução autónoma.
            O engraçado é que pelo meio estão a ser desenvolvidas tecnologias que tornariam a condução humana tb mais segura!

          • JJ says:

            Conforme já disseram num comentario mais acima, o problema destes carros, vai ser sempre os outros carros conduzidos por humanos.

            Mas em cenários, 100% dedicados a este tipo de utilização, conforme exemplos já dados em outros comentários, a tecnologia revela-se muito eficaz.

          • Nunes says:

            Os cenários usados actualmente são bastante controlados!
            Coloca um carro desses numa cidade que não tem mapas com a mesma precisão que aquela que necessitam e vais ver no que dá!

          • JJ says:

            @Nunes… nem nos filmes de ficção cientifica, os carros não andam sozinhos em ambientes não preparados, quanto mais na vida real!

            Logicamente que este tipo de carros só andaram em locais previamente preparados ou estudados para o efeito. Por isso o carro nunca será 100% autónomo para todos os locais. Será autónomo em alguns locais.

          • Nunes says:

            @ JJ
            cada justificação mais sem jeito!!!!
            Então achas mais seguro porque funciona nas condições controladas, e nas outras não interessa porque não foi feito para isso!?? Se vamos por aí então os condutores humanos tb são seguros quando não estão cansados, distraídos ou bêbados. Quero ver a justificação que vais arranjar quando começarem a ter acidentes por “pensarem” que estavam numa situação mapeada em condições, mas que afinal era uma rua em obras ou qualquer outra coisa não programada previamente!!!!!!
            É por isso que digo que vão demorar anos a ter um sistema realmente seguro em cidades, pois o mundo não é feito de cenários ideais.

          • LP says:

            A máquina vai sempre mais segura, mais constante e menos propensa a erros que o humano, aliás, os erros da máquina são responsabilidade dos humanos que a construíram.

          • Nunes says:

            @ LP
            Então põe a máquina da Google num sítio com maus mapas e vê no que dá! O constante aí serão provavelmente os erros!
            “os erros da máquina são responsabilidade dos humanos que a construíram.”
            Pois claro… em caso de acidente a culpa nunca é da máquina, é de quem fabricou e não foi capaz de tornar a máquina infalível! E é melhor nem se discutir a durabilidade do hardware e sensores, porque aí não é um problema de segurança nem a culpa é da máquina, é de quem não soube fazer a manutenção!

          • LP says:

            Os mapas/GPS não serão certamente o único meio de navegação e também não é difícil parar o carro se entrar num estado desconhecido.
            Mas estás a sugerir que uma máquina é de algum modo menos propensa a erros, menos constante que uma pessoa?

          • Nunes says:

            @ LP
            A máquina da Google necessita de mapas altamente precisos
            e GPS para navegação. Usa outros sensores para determinar a posição relativa a referências nesses mapas previamente construídos e para determinar a posição de veículos e pedestres na via e mais alguma informação local!
            Mas como qualquer outra tecnologia humana, basta fugir aos parâmetros estabelecidos para criar problemas.
            É fácil aparecerem situações nas cidades que tornam a condução um processo bastante complexo em termos de análise, e ainda se está numa fase muito prematura para que estes sistemas consigam fazer face a essas situações – são problemas de inteligência artificial e de aprendizagem.
            Basta imaginar obras na via, com uma pessoa a fazer sinalização para os carros passarem ou pararem… Isso parece simples mas requer alguma inteligência para avaliar que há obras na estrada mais à frente e que se deve confiar naquela pessoa que está a fazer a sinalização! O mundo é analógico e não é ideal!
            No futuro é possível que as máquinas sejam capazes disso, mas até lá se chegar é preciso esperar bastante.

          • LP says:

            Nem mais, mas não basta “esperar”, é preciso investir, desenvolver, como a Google está a fazer… em fases mais maduras outros pegarão no trabalho feito para o tornar completamente funcional, mas alguém tem de o levar até lá…

          • Nunes says:

            “espera” o consumidor, pois dificilmente as autoridades vão aceitar a comercialização de veículos com condução autónoma em ambientes urbanos se não forem capazes de lidar com este tipo de situações.
            Até lá veremos a introdução de tecnologias que melhoram a segurança e gestão de tráfego em condução manual.

  7. LP says:

    Eliminando-se o factor humano é normal que praticamente não haja acidentes… Nem piada… Não gosto desta evolução, mas reconheço a importância.

  8. Stako says:

    E em vez de falar em milhas colocar isso já em quilómetros?

  9. NT says:

    Boas,

    Já existem sistemas praticamente ‘infalíveis’ . É lógico que são necessários ajustes/melhoramentos. Mesmo sem os mapas já existem algoritmos que permitem navegar por ambientes ‘desconhecidos’ e sendo todos os carros a trabalhar em modo automático a probabilidade de acidente acho que seria próxima do nulo.

    Segue o link para alguns vídeos já feitos à alguns anitos
    https://www.youtube.com/watch?v=6lCUGPixEnk
    https://www.youtube.com/watch?v=DzmPbVn1KU8

  10. Benchmark do iPhone 6 says:

    Há uma coisa que está comprovada, os portugueses (em geral, lá há um ou outro que escapa, como eu) são analfabestas a conduzir na estrada – mas escapam, mostram bastante civilidade nos cruzamentos/rotundas com trânsito compacto em que é preciso ceder a prioridade.

    Passa um, que tinha prioridade, depois encaixa-se outro, que não tinha e coisa lá vai andando. Geralmente há uma troca de olhares e mais um gesto “’tou-te a ver, entra lá, que também precisas de chegar ao trabalho/a casa”. Isto tirando as mulheres que só olham em frente para não se afastarem mais de meio metro do carro da frente, não vá ser que se meta alguém.

    Eh, pá não estou a ver como é que se faz uma troca de olhares numa situação destas se não está ninguém ao volante, ou se está, não está a conduzir. Eu cá cedo logo a prioridade – “passa e vai-te embora, de ti quero é distância”.

    • João says:

      Acredita que após 2 anos em Luanda.. nós, os portugueses, conduzimos muuuuito bem haha

      Por acaso em países como este eu gostava de ver estes carros da google.. 😛

  11. João says:

    Vou fazer o resumo porque o artigo está muito confuso.

    Carros da google:
    Mais de 225 308 km 11 acidentes (uma média de 20 482 km por acidente).

    Nenhum dos quais foi culpa do carro autónomo.

    Logo 225 308 km sem acidentes.

    Se me dessem a escolher entre um taxista português e este carro eu sei qual escolhia. O carro não vai distraído com o telemóvel na mão enquanto me leva (como já me aconteceu).

  12. LUIS TCHITECULO says:

    tragam essa tecnologia para Angola, aqui não dá para confiar na condução do humanos, só não sei se nossas estradas vão possibilitar pois teriam que programar várias manobras…

    Já agora alguém para me explicar se estes carros contornam os buracos nas estradas?

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