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O Youtube já impede os canais anti-vacinação de rentabilizar os seus vídeos


Desenvolveu desde cedo o gosto pela escrita e comunicação. Em leis formado, tem como hobbies a aquariofilia e a música. Mas é na tecnologia que encontrou o seu expoente máximo e no Pplware a plataforma ideal para a redação e produção de vídeo.

Destaques PPLWARE

  1. Gabriel says:

    O Youtube, através da censura, impede que os cidadãos expressem as suas opiniões e pontos de vista, em especial quando vão contra o lucro colossal de um cartel farmacêutico que se apoia num paradigma não de cura, mas de manter as pessoas a pagar constantemente. Quem já investigou a sério o que contêm as vacinas, compreende porque motivo muitas pessoas são contra estes cocktails que contêm susbtâncias consideradas cientificamente tóxicas para o oraganismo humano, em especial dos bebés. Quem se lembra das perseguições aos judeus, do Macartismo e de outras puras, sob formas de campos de concentração ou gulags, sabe que os problemas a sério começam precisamente com atitudes como estas!

    • Paulo Martins says:

      O problema com as propagandas anti vacinação é que pegam em factos e tiram foram do contexto para passar a ideia que as vacinas são más.
      É verdade que as vacinas contém substâncias tóxicas que foram proibidas em muitas indústrias (alimentar, maquilhagem, produtos de limpeza, etc.) mas a diferença é a quantidade que está presente nas vacinas que é minúscula não tendo qualquer efeito prejudicial no organismo humano. Não é por tu beberes uma gota de álcool que vais ficar bêbado ou provocar qualquer dano ao fígado simplesmente não te acontece nada porque a quantidade é demasiado pequena.

    • sicrano says:

      Quem quer tratar a doença já sabe que tem de lidar com as causas da mesmapara desenvolver a imunidade Isso que diz é o básico, é o principio das vacinas, nunca foi escondido e aprendi isso aos 10 anos no chamado ensino preparatório.

    • Louro says:

      Nao é censura, os anunciantes tem o direito de querer que os seus anuncios nao aparecam associados a este tipo de vídeos.
      Se forem muitos, é natural que eles os impecam de continuar a rentabilizar os seus videos.

      Se querem lutar contra algo e acreditam nisso, entao que nao tentem ganhar dinheiro a espalhar noticias falsas e ideias parvas na populacao.

    • blablabla says:

      Espero que não tenha filhos.

    • Tadeu Ferreira says:

      Empresa privada, com termos e condições de utilização. Youtube tem todo o direito de fazer o que está a fazer. não gosta? há outras alternativas, ou crie uma.

    • Ze Carlos N says:

      “Quem já investigou a sério o que contêm as vacinas, compreende porque motivo muitas pessoas são contra estes cocktails”

      Nao… Isso e’ quem ja investigou e nao quer ver a realidade. Alem do que o Paulo Martins disse, a grande “investigacao” que temos de fazer e’ o antes e o depois da vacinacao. Os milhoes de pessoas adultos e criancas que morriam de doencas que agora tem poucas ou zero mortes nos paises com programas de vacinacao.

    • Simples says:

      Espero que o senhor e a sua família nunca tenham problemas de saúde pela falta de vacinação.
      Se não quer ser vacinado, por favor vá viver para bem longe do resto da civilização/sociedade.
      A vacinação não é uma questão de opinião ou ponto de vista, é uma necessidade de saúde publica. Não espero que compreenda isso, como muita gente não compreende, nem tem de compreender, mas tem de aceitar. Há regras para viver em uma sociedade, se não as quer cumprir, por favor afaste-se.
      Se a minha opinião for de que canibalismo é saudável, não tenho o direito a expressar e promover essa minha opinião.

    • Nuno V says:

      Seria censura se o YouTube bloqueasse videos com esse conteúdo. O que este está a fazer é demonetizar videos com esse conteúdo.

      E estás completamente errado, quem realmente fez investigação à vacinação atesta a sua eficácia. Olha bem para o número de infecções em que houve certos vírus que foram quase que extintos, e agora devido ao movimento anti-vavinação começam a reaparecer.

    • rui says:

      até parece que o youtube não é um colossal cartel de publicidade privado.
      o youtube não é serviço público para os utilizadores dizerem e fazerem o que bem apetecer.

    • darth says:

      youtube nao te deve nada, nao tem de ser justo nem democratico. é uma empresa que faz as regras que entende. aceitas, porreiro, nao aceitas, poe-te a andar

    • Is aqui Newton says:

      A liberdade de qualquer idiota que pregue qualquer absurdo divulgar suas idéias, termina quando outras pessoas possam ser prejudicadas. Também é direito do anunciante não financiar o que não condiz com o seu interesse. Chama-se democracia. O vídeo pode continuar lá, mas não será monetizado.
      Agora, estamos voltando no tempo ao invés de avançar. A Terra estava redonda até outro dia… já está plana de novo. Não demora, vão dizer que a Terra é o centro do universo.
      em breve, nem Youtube vai existir na Europa.

      O fato é que a somatória do QI do planeta é uma constante, o que está aumentando é a população.

  2. Reparo says:

    Há vacinas que destroem a formação do sistema imunológico, há vacinas que são para doenças há muito totalmente erradicadas e há vacinas para determinadas doenças que contêm componentes inexplicáveis e nocivos. Isto é sabido de longa data.

    Não quero dizer que sou contra toda e qualquer vacinação, no entanto há muita coisa na vacinação muito mal explicada. E tendo em conta que as entidades reguladoras disto são comummente as mesmas que aprovam transgénicos para serem vendidos como alimentos e que deixam que fast-food seja vendido como comida para seres humanos… e que escondiam estudos sobre o tabaco ser nocivo… e que são totalmente controlados pela indústria trilionária farmacêutica… Enfim.

    Ainda relativo a isto, é inegável que tentar calar vozes que apregoam algo que tem base de fundamento é pura censura. E isto é deveras grave, os portugueses deveriam sabê-lo bem dado o que viveram no tempo da ditadura.

    • Toni da Adega says:

      “para doenças há muito totalmente erradicadas” – Penso que isso deve-se a um milagre de alguma entidade divina.

    • mlopes says:

      qures elaborar sobre quais as vacinas que fazem parte do plano nacional de vacinação são “para doenças há muito erradicadas”?
      sabes que a utilização do termo “erradicada” é, na maioria dos casos, feita de forma errada? sabes a diferença entre uma doença erradicada e uma doença eliminada?
      tens noção do que uma população global e uma população regional e a sua relação com a erradicação e eliminação de uma doença? tens ideia que a eliminação de uma doença significa, na maioria das vezes, uma redução da prevalência para valores próximo de zero?
      sabes o que é prevalência, incidência e a diferença entre as duas?
      sabes que o sarampo era considerada uma doença eliminada em portugal e que nos últimos anos já morreram pessoas por causa do sarampo sendo que o paciente zero foi, em todos os casos, uma pessoa não vacinada contra o sarampo?
      é preciso cuidado quando o que sabemos sobre os temas nos vem apenas da comunicação social ou de canais do youtube 😉

    • Woot! says:

      Lol teoria muito gira mas estão “erradicadas” porquê? Achas que se não houvesse vanicação estariam erradicadas? Please…

    • Rui says:

      Para não falar naquelas vacinas que iam entrar para o plano nacional de saúde por aprovação dos deputados sem ter havido sequer contacto com a ordem dos médicos.

  3. Gintoki Sakata says:

    O Mamãe Falei deve estar p… da voda com essa notícia.
    Fazer o quê, quem manda ser calhau.

  4. Bruh says:

    Por aqui se vê o poder da indústria farmacêutica. Não acho que a vacinação seja algo que se deva evitar. Agora, como tudo criado pelo homem, deverá ter as suas falhas e alguns desses vídeos anti vacinação até poderão ter alguma razão. Não sei, porque nunca os vi e não é matéria que me suscite muito interesse. Mas não ponho as mãos no fogo por ninguém hoje em dia, e definitivamente não o irei fazer pela indústria farmacêutica. Se por um lado percebo a opção do youtube em tomar essas medidas contra esse tipo de vídeos, por outro outro lado, não acho que essa deveria ser uma função do youtube. Cada um deveria ser capaz de formar a sua própria opinião. Se o pessoal hoje em dia é demasiado influenciável e acredita em tudo o que ouve num vídeo, isso já é outra questão.

    • DrFrank says:

      Claramente, nem toda a gente é capaz de formar a sua opinião nem tão pouco questionar o que vê e lê, daí o “sucesso” e propagacão das fake news.

      Os idiotas que acreditam na terra plana -> esses não fazem mal nenhum a ningúem.

      Já os idiotas anti-vacinas -> colocam em causa a saúde dos outros ao deixarem que doencas praticamente erradicadas voltem a aparecer.

      E não, retirar uma fonte de rendimento publicitário em certo tipo de conteudos não é censura. Censura é simplesmente obrigar à retirada do conteúdo. O que foi retirado aqui é o motivo económico que pode levar à criacão deste tipo de conteudo, não quer dizer que vá desaparecer o que não surgam novos videos.

  5. Filipe says:

    As pessoas que teimam em não se vacinarem têm a mesma mentalidade de quem diz que a terra é plana… Só iluminados.

  6. Toni da Adega says:

    Quem é contra as vacinas/medicamentos que tal ir passer uma temporada por Africa ou paises tropicais?
    Ficar fechado num resort e só beber agua engarrafada nao conta.

    Isto dava um bom desafio, se as doencas sao invencao das farmaceuticas, e se as vacinas não funcionam, então não há nada a recear.

    • Hugo says:

      Obviamente que as doenças não são uma invenção, mas é sabido que existem lobbys.

    • Bruh says:

      Acho que o problema que eles têm com as vacinas é mais o facto de poderem ter efeitos indesejados que não são publicitados na hora de tomar as vacinas. Por esses, ainda tenho alguma simpatia. Agora os das teorias da conspiração, pronto, tem que se dar algum desconto, não jogam com o baralho todo.

      • Toni da Adega says:

        ” é mais o facto de poderem ter efeitos indesejados que não são publicitados na hora de tomar as vacinas”
        Isso cabe ao medico/enfermeiro informar porque os possiveis efeitos indesejados são conhecidos e estudados. Qualquer caixa de medicamento tem essa informacão e afecta uma pequena % de pessoas.

        O que nao vejo é o pessoal a falar dos efeitos indesejados das doencas que as vacinas previnem.

  7. João M. says:

    Vejo esta noticia e o maior problema que vejo não é que existe malta que acha que vacinas causam autismo ou que a terra é plana; o meu problema é que a opinião (mesmo que errada) de um grupo de pessoas está a ser censurada.
    As pessoas devem ser capazes de tomar as suas próprias decisões de uma forma informada e não ver a sua opinião “orientada” por canais que censuram/escondem o que dizem ser errado para encaminhar para o que acreditam ser o certo. Nesta situação podemos até argumentar que argumentos anti-vacinação é um caso de saúde publica e é algo que até devia ser censurado mas, se olharmos para a essencia do problema, se censuram isto então o que impedirá de censurar/esconder outro tipo de assunto? Como por exemplo, questões políticas em que “escondem” videos de um grupo politico em favorecimento de outro? Ou em relação a “fake news” que agora andam tão na moda. Quando as coisas são “moderadas” cada vez com mais critérios parciais, aí vamos ver.. Vamos pensar que temos liberdade de pensamento mas estamos é simplesmente a ser encaminhados como carneirinhos para uma linha de pensamento.

    • blablabla says:

      Não houve censura nenhuma.
      Releia a notícia.

    • Woot! says:

      A opinião não está a ser censurada. Os videos continuam lá, simplesmente não são rentabilizados. Eu como anunciante de um novo medicamento não quero ver o meu anuncio num video anti-vacinação. Como anunciante de um seguro de saúde também não quero, etc etc etc.

      Milhares de empresas não devem querer por isso faz sentido haver distinção. Também tens videos de pessoas a morrer no youtube e esses videos obviamente não são rentabilizados por motivos óbvios.

    • Toni da Adega says:

      “o meu problema é que a opinião (mesmo que errada) de um grupo de pessoas está a ser censurada.”

      Existem pessoas que são a favor da pedofilia, existem pessoas com a opnião que são superiores por terem a pele de determinada cor entre outros assuntos.

      Também censuram (e perseguem) pessoas que defendem (e praticam) sexo sem protecao só porque podem transmitir HIV.

  8. Fabio says:

    Finalmente alguém capaz de travar esta onda anti-ciência.
    Parece que cada vez existem mais pessoas estúpidas no planeta. Este movimento anti-vacinacao é só a ponta do Iceberg. Eu sou a favor da liberdade, mas esta acaba quando se põe em causa a segurança ou a saúde do outro, haja noção e não me venham com teorias da conspiração do arco da velha.

  9. Gonçalo says:

    Eu vejo que muita gente não sabe o que é censura, a censura não se aplica a empresas privadas, o YouTube pode até não permitir este conteúdo pois se fosse obrigado nós estaríamos a prejudicar a liberdade de expressão do YouTube.

    • Bruh says:

      Censura não se aplica a empresas privadas. Boa. Levaste aí uma lavagem cerebral que nem tens noção da barbaridade que dizes. És como os americanos. Não gostavam do termo “bribing” e mudaram-no para “lobbying”. Problem solved.

  10. Joaquim Sobreiro says:

    Livre informação para pró e anti vacinas. Cultura para as distinguir.
    Fomentar o encontro/discussão publica das diferentes opiniões.

  11. Tadeu Ferreira says:

    Empresa privada, com termos e condições de utilização. Youtube tem todo o direito de fazer o que está a fazer. não gosta? há outras alternativas, ou crie uma.

    • Spoky says:

      Ta bem, vou já ligar a tua operadora Tadeuuuuu, vou-lhes informar para censurarem sites de noticias escandalosas, investigações e reportagens, bem como acesso ao Google e outros motores de busca, também vou pedir que censure alguns sites e keywords de forma a evitar a que você visite.

      Tendo em conta que as operadoras de telecomunicações são privadas, tem todo o direito de fazerem o que estão a fazer consigo. Não gostas de pagar e ser censurado? Há alternativas, deixe de usar, ou vá para o calhau atirar pedras.

  12. Pedro Ramos says:

    Se a moda pega os próximos a deixar de ter os vídeos rentabilizados serão a extrema direita.

    • Hugo says:

      Mesmo. Estão a confundir a beira da estrada com a estrada da beira.
      Je suis Charlie, mas na hora da verdade somos os tacanhos de há 70 anos.

    • BC says:

      Se vai contra a saúde pública, a liberdade de todos, se apoia racismo, xenofobia, pedofilia, escravidão, etc, então acho muito bem que deixem de ser rentabilizados, e ainda mais bloqueados.
      Não andamos a evoluir e a TENTAR tornar o mundo num lugar melhor livre de racismo e afins, para virem uns espertos quaisquer tentarem deitar abaixo essa luta e voltarmos aos tempos em que era ilegal uma pessoa de cor ir beber um café, ou um estrangeiro entrar no país.
      Senão qualquer dia temos aí outro hitler ou mussolini, ou bem pior…

  13. q says:

    Totalmente de acordo. Não há tal coisa de opiniões anti-vacinas. É saúde pública, diz respeito à comunidade

    Esta moda anti-ciência de uma geração que se diz muito aberta e desenvolvida e experimentada chega a ser absurda. Mimados que querem aparecer porque sim.

    Problemas do mundo moderno, que não tem ideia alguma do passado.

  14. Pedro Ramos says:

    Por falar em vacinas uma coisa que me irrita e me faz confusão é a necessidade de tomar a vacina da gripe todos os anos. Com tanta evolução não sabem inventar uma vacina da gripe que dure 5 ou 10 anos?

    • q says:

      Não existe uma vacina universal contra a gripe. Por enquanto… há estudos e testes que vão nesse sentido.
      O que existe actualmente é vacinas diferenciadas contra vários subtipos. E alguns subtipos não têm ainda vacinação. Há milhares de estirpes identificadas.

      Sendo uma doença transmissível entre animais e seres humanos, é francamente adaptativa. E pode provocar epidemias.

      É preciso por isso dizer que a gripe pode matar. É claro que a taxa de mortalidade da gripe é muito baixa em Portugal (0,1% do total de mortes em 2017), mas nesse ano ainda morreram 107 pessoas com 65 ou mais anos (94% do total) e 7 pessoas com menos de 65 anos. O pessoal a partir de uma certa idade deve vacinar-se porque corre o risco de não ter capacidade suficiente no sistema imunológico para aguentar as novas estirpes.

      • BC says:

        “Não existe uma vacina universal contra a gripe. Por enquanto…”
        Nem nunca vai existir. Todos os anos há mutações do vírus da gripe. As vacinas vão no sentido de “previsão” de qual estirpe vai ser a mais forte nesse ano. É por isso que a vacina da gripe deste último ano, não resolveu quase nada. Há tantas variações/mutações do vírus da gripe, que se torna impossível arranjar uma vacina única para todas.

  15. BlackFerdyPT says:

    Quanto à censura por parte da Google e do Facebook, só usa estes serviços quem quer (mas, tenham consciência de o que Mark Zuckerberg andou a dizer sobre quem usa a sua rede social: https://www.theregister.co.uk/2010/05/14/facebook_trust_dumb/). E, se querem ser tratados como crianças desprovidas de sentido crítico, se se consideram incapazes de pensar por vós próprios e querem compactuar com estes controlo e censura da informação, então usem tais serviços.

    Quanto aos argumentos ou mentiras pró-vacinas enunciados no vídeo embebido na colocação,

    1) O mercúrio ainda é usado como preservante – é o que admitem as próprias autoridades. E, injectar uma substância directamente no sangue não é a mesma coisa que ingeri-la – pois, o nosso sistema digestivo tem algumas barreiras de defesa contra elementos tóxicos que eventualmente lá vão parar. (https://www.naturalnews.com/2019-01-28-top-10-facts-about-the-vaccine-industry.html)

    2) Se as vacinas são eficazes, porque é que, de cada vez que ocorrem alguns surtos, a maioria ou grande parte dos infectados tinha sido vacinada contra tal doença? (https://www.naturalnews.com/033399_vaccines_measles.html) O próprio inventor das vacinas mais tarde admitiu que estas não resultavam (https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_Jenner#Later_life). E, o estar a dizer que quem foi vacinado apanha versões menos severas das doenças, não serve como argumento – pois, as pessoas são diferentes umas das outras, em termos de resistência às doenças (dependendo da idade, condição física, nutrição, genética) e não há maneira de averiguar tal coisa para uma mesma pessoa. Também, o que alguns estudos mostram é que a vacinação até aumenta a incidência das doenças em causa (https://www.sciencedaily.com/releases/2009/05/090519172045.htm + https://www.naturalnewsblogs.com/vaccines-really-safe-effective/).

    3) Tenho conhecimento de pelo menos um estudo independente, que foi feito, em que a quantidade de problemas de saúde e de doenças crónicas é muitíssimo maior nas crianças que foram vacinadas: http://archive.is/fZfYb + http://archive.is/leoEn

    4.1) As doenças para as quais as crianças são vacinadas são, por norma, doenças não mortais. Ou seja, mesmo que se apanhe tal doença, não se morre por isso (a não ser que já se tenha um qualquer outro problema de saúde, isto é – da mesma maneira que todos os anos muitos idosos morrem com uma “simples” gripe – e, nesse caso, não se pode propriamente dizer que foi de tal doença contagiosa que se morreu). Por exemplo, o recente caso da conhecida jovem de 17 anos em Portugal que morreu de sarampo, ocorreu em alguém que estava já internada com (e tinha o seu sistema imunitário deprimido por causa de) uma mononucleose – razão pela qual a taxa de mortalidade do sarampo, nos países desenvolvidos, é de apenas 0,2%. Também, no caso desta doença, é muitíssimo maior o número de crianças que morre da vacina do que o que morre da doença: https://www.thenewamerican.com/usnews/health-care/item/20132-over-100-measles-vaccine-deaths-zero-measles-deaths-since-04

    4.2) Não foram as vacinas que levaram ao quase-desaparecimento de várias doenças no mundo desenvolvido. E, há gráficos (que são omitidos pela propaganda mentirosa pró-vacinas) que o *provam*: https://archive.org/details/Vaccination..The.Hidden.Truth.1998 (exemplo do referido sarampo: https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb515139f/20376610_LRws1.png)

    5) Até a própria FDA estadunidense já admitiu que as vacinas causam autismo (https://www.infowars.com/autism-reported-as-vaccine-side-effect-fda-insert-shows/). E, têm sido vários os casos ganhos em tribunal por causa disto: http://healthimpactnews.com/2015/u-s-media-blackout-italian-courts-rule-vaccines-cause-autism/

    6) Os mesmos argumentos relativos ao ponto 2, expostos acima.

    7) Os supostos estudos apresentados (i.e. pagos) pela indústria farmacêutica têm sido repetidamente denunciados (i.e. provados) como tendo sido falsificados: https://www.prisonplanet.com/big-pharma-researcher-admits-to-faking-dozens-of-research-studies-for-pfizer-merck.html

    E, sobre a nota no final do vídeo “muito obrigado ao Bill e à Melinda Gates por terem patrocinado o episódio de hoje”,

    O Bill Gates é um participante das reuniões de Bilderberg (não leiam este livro: https://fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg) onde todos os anos a amálgama de grandes interesses económicos ocidentais, dos vários sectores da Economia, se reúnem para delinear conjuntamente o futuro da sociedade, funcionando como um grande cartel (https://twitter.com/EstulinDaniel/status/1096448713419964416) e nos quais se inclui, obviamente, a indústria farmacêutica: http://kontrainfo.com/capitulo-6-los-cuatro-grandes-megafondos-financieros-complejo-industrial-militar-la-otan/ (e também o Facebook e a Google: https://www.thenewamerican.com/tech/computers/item/7224-after-bilderberg-meeting-facebook-official-says-end-internet-anonymity)

  16. Joao Croreia says:

    É só médicos e investigadores entendidos aqui nestes comentários. Tudo sabedoria de Google e Youtube.

    • Toni da Adega says:

      Bom investigador que se preze tem a 4 classe e um doutoramento em YouTube.

      Quando sempre que vejo um facto científico vou logo ao YouTube e Facebook verificar se é verdade.
      Por isso é que Einstein não é de se acreditar, não tem perfil no Facebook, nem canal no YouTube

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