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Force Touch trará novos atalhos para o iOS e para o iPhone 6S

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Simões


  1. ricardo says:

    Nao acho inovador o suficiente. Ate porque ja esta presente no mac e no Apple watch. A antiga apple surpreendia. Esta nova era da apple, Meu deus. Vive com o sucesso e boa imagem deixada pelo era do Steve jobs.

    • JBM says:

      Agora não é inovador porque a própria Apple introduziu isto primeiro noutros produtos há poucos meses atrás!? Tem muita piada essa lógica.

      • ricardo says:

        Se inova, e porque e una coisa nova que ainda nao foi utilizada. Se ja existe outros componentes com isso desde quando e inovar? A camara fotográfica vai ter mais megas, uau inovou. Sera que a bateria ja vai ser melhor, de certeza que vai inovar. Enfim.. E este pessoal continua cego na apple. Então este benchmark. Tou quase a pedir te o nib para te enviar uns euros para as consultas de psiquiatria.

        • JBM says:

          Já viste algum telemóvel com isto?
          e se a tecnologia é da Apple, se ainda não se viu mais ninguém a aplicar uma coisa destas a ecrãs, como é que não é uma inovação da Apple?

    • Sujeito says:

      O suficiente? Parece que a malta espera que a cada 12 meses saia uma coisa completamente revolucionária. As revoluções vêm de várias maneiras mas a evolução é uma parte integrante delas. Caso contrário não serviriam para nada.

    • Safrane says:

      Lol: não é inovador porque saiu primeiro noutros produtos da Apple…

      O que é que saiu de inovador no último xiaiomi, Samsung, LG, HTc, OnePlus, etc?

      Deixa ver…

      Mais do mesmo… Só que com uma luzinha que pisca mais rápido.

    • Benchmark do iPhone 6 says:

      Os “palpiteiros encartados” dizem que a Apple introduz sempre duas grandes alterações em cada novo produto, para além das melhorias esperadas.

      No iPhone 6s/7, uma é de facto o “force touch”. E a segunda grande novidade, provavelmente a mais importante, é?

  2. Bruno Gonçalves says:

    Em que medida é que isto é melhor que um long press? Num smartphone tanto posso carregar com mais força ou com menos força, é um bocado como calha. Long press será sempre long press, não tem que enganar. Parece-me que esta tecnologia ainda vai levar a alguns enganos por parte dos utilizadores. Só experimentando mesmo, pode ser que seja uma questão de hábito.

    • Sujeito says:

      Bruno, eu creio que este force touch se destaca mais pelo lado físico do que funcionalidade extra. Tem as funções dum long press como dizes, com a diferença de ser um click físico no ecrã. Tal como se fosse o botão do rato ou do trackpad do portátil, pressionas com força e sentes um click no dedo, não depende do tempo de click, depende da pressão exercida. Diretamente no ecrã.

      Na perspetiva de utilizador comum, é uma simplificação tremendamente inteligente. Para malta como nós, compreendemos que é apenas outra maneira de fazer a mesma coisa. Mas vai alterando a pouco e pouco o paradigma da interação com os dispositivos.

      • Bruno Gonçalves says:

        Para a malta comum não sei até que ponto é assim tão inteligente, só usando mesmo no dia a dia. Pode ser do hábito mas parece-me mais intuitivo e de fácil utilização um long press do que estar preocupado se estou a fazer a pressão necessária para abrir um menu. O único problema que estou a ver é a abertura de menus por engano por ter carregado com mais força, mas é como diz o JMB, depende como está implementado.

    • JBM says:

      Isto não deve substituir o “long press” de muitas situações, por isso cria mais formas de interacção e que permitem acções mais rápidas. Quanto aos enganos tudo depende de como está implementado, sendo muito provável que a Apple use “haptic feedback” para as pessoas se aperceberem da força que aplicam.

    • Baptista Batos says:

      É melhor que um long press, porque é mais rápido, e tem feedback táctil.

      Mas podes descansar que para o ano, os Android vão ter todos force touch…

    • Gustavo Dezen says:

      A Apple só é a Apple, porque é conhecida por polir ao minimos detalhes, a perfeição vem de detalhes que deixamos passar despercebidos.

      • Benchmark do iPhone 6 says:

        A simplicidade dá muito trabalho. Habitualmente anda associada à perfeição 🙂

      • Kruskal says:

        Já foi tempo disso… pelo menos desde o lançamento do maps que a perfeição já era…
        Além disso a Apple chegou onde está pela inovação/revolução, implementada sobretudo pelo iphone, que continua a ser o pilar da empresa, e isso ultimamente tem escasseado, este é apenas mais um exemplo, pode-se considerar uma evolução, que a Apple poderá saber aproveitar, mas nunca uma espetacular revolução. Talvez quando o iPhone perder grande parte da sua legião de fãs a Apple acorde novamente e nos volte a surpreender.

        • Benchmark do iPhone 6 says:

          Aonde é que isso já vai 😉
          Procura aí por uma artigo recente a dizer mal do Mapas da Apple ou, o que é o mesmo, a dizer que o Google Maps é melhor.

          O resto da tua ladainha (“No tempo do saudoso Steve Jobs é que era …”) também já ganhou bolor 😉

          • kruskal_ says:

            Estás mesmo a falar a sério?
            Neste site que “talvez” conheças:
            http://goo.gl/5RvrBS
            Até os fãs admitem (a custo) a superioridade do Gmaps

            Mais um:
            http://goo.gl/5kgHUK
            “Google Maps still remains the most optimal choice in regards to road maps, whereas Apple Maps is great for other forms of transportation and navigation. Currently, there are more errors with Apple Maps in this regards as compared to Google Maps”

            Pois, é verdade que a Apple está a ganhar bolor, mas não há problema… pelo menos enquanto os utilizadores não derem conta.

          • Safrane says:

            Tá bem…

            Se preferes Google Maps, usa-o.

            Aqui no iOS, temos opção de usar Google ou Apple.

            No Android, é Google e só…

            A verdade é que o Apple é melhor para navegação, o Google é melhor para ver ruas.

            O Google Maps é mesmo uma fonte fiável…

            http://thenextweb.com/google/2015/04/24/theres-an-android-peeing-on-apple-on-google-maps-and-we-cant-figure-out-why/

          • Benchmark do iPhone 6 says:

            1.º link: dividido
            Google Maps vs Apple Maps: Verdict
            Throughout testing, we expected to find that Google trumped Apple in every category, as it did when we first compared the two in 2012. This isn’t entirely true though – Apple Maps has vastly improved since it was first launched and now we conclude the turn-by-turn navigation is a lot better than Google’s offering. While there are areas that both Google and Apple can improve on, we’re certain that using Apple Maps won’t direct you to drive into the Thames and that most of the initial issues have been fixed.

            2.º link – também dividido Google Maps melhor numas coisas, mapas apple

            Há de facto umas almas que pensam que, como leram qualquer coisa sobre as pontes distorcidas quando o Mapas da Apple foi lançado, pensam que está tudo na mesma. A diferença, nessa altura, em relação ao Google Maps era grande, porque levava anos de avanço, mas entretanto esfumou-se.

            Essa conversa do pelo menos desde o lançamento do maps também está bolorenta 😉

          • kruskal says:

            Só leste o veredicto final? É que nas secções avaliadas o Gmaps foi dominante na maioria, tal como aconteceu no segundo link, com um veredicto condizente e se reparares não são da altura das pontes distorcidas, são bem recentes, sem bolor, ao contrário da maçã 😉

        • Safrane says:

          A Google também já teve o seu tempo…

          Desde o Google Plus que só tem vindo a piorar.

          A diferença é que a Apple vende hardware.

          Todos os anos, dizem sempre “este ano é que vai ser, este ano é que a Apple vai ao fundo”…

          O resultado são crescimentos superiores a 30%, 92% dos lucros, 99% satisfação do cliente, ultrapassar as vendas da Samsung na Coreia, vender mais Apple Watch do dia pra à noite que Android Wear todos em 6 meses.

          Realmente a Apple tem muitos fãs…

          • kruskl says:

            Portanto, a Apple goza de boa saúde porque tem mais lucro, mas a Google já não… lol!
            Sim, os fãs da Apple não são novidade nenhuma.

          • Safrane says:

            Quando é de borla, é fácil ter “sucesso”.

            Quando é preciso pagar, já é outra coisa.

          • kruskal says:

            Pois, a Google sobrevive das borlas, da solidariedade alheia e dos donativos.

          • Francisco Pinto says:

            Diz-lá qual é o serviço da Google que pagas? Pois nenhum! A Google sobrevive da publicidade e da venda dos dados dos seus clientes! Incluindo os teus…. 🙂

  3. Felipe Teixeira says:

    Isto é basicamente um long press. Mas não deixa de ser uma inovação, que agora até nem tem grande utilidade, mas certamente irá evoluir.

    • JBM says:

      é!? como? Alguns dos casos descritos já usam long press mas para fazer outras coisas, por isso dá a entender que o Force Touch nem sequer substituirá o long press que já se faz no iOS.
      PAra além disso o long press não tem como fazer coisas que o Force Touch permite por variação da força aplicada.

      • Bruno Gonçalves says:

        O que o artigo indica é apenas para abrir menus não refere mais nada (pode ter escapado algo)… A diferença parece-me apenas que está na rapidez com que abre o menu.. Ser long press ou com pressão o efeito é o mesmo (segundo o artigo). Se faz mais que isso ou as apps aproveitarem isso para outras funções já é outro assunto.

        • JBM says:

          Se usasses o iOS saberias que algumas das situações/aplicações mencionadas já usam o long press sobre o mesmo elemento mas para fazer outras coisas. Nenhuma delas descreve uma coisa que actualmente se faça com long press. No ecrã principal, por exemplo, o long press serve para iniciar a selecção de aplicações a apagar, e isso não é uma coisa que deve desaparecer nem o Force Touch, segundo a descrição feita, irá substituir.
          Em segundo lugar das 4 situações mencionadas só uma é que fala em abrir um menu, as outras levam a acções imediatas.

        • JBM says:

          Em terceiro lugar a pegar no que aparece no MacBook e no Apple Watch é de esperar que o Force Touch seja usado em programas de desenho e afins, e que sirva para controlar elementos que podem variar a respostas de acordo com a força aplicada, como controladores de video e audio, e nem é preciso muita imaginação para ser usado em programas de música como o GarageBand da Apple.

  4. Luís says:

    Já tenho o dinheiro de parte. Só falta a máquina sair.

    • Joao Peixoto says:

      vejo muito potencial no force touch em jogos se bem aplicado, mas se querem um smartphone para a produtividade, comprem num blackberry que da 10x a zero ao IOS e android e não precisa do force touch para nada, é simplesmente criado de raiz a pensar na produtividade. não precisa de ir remediando aqui e ali como nos outros SOs. resumindo 250 num blackberry, 350 numa consola para jogos (continuo a achar ridículo jogar num aparelho de 5.5 polegadas, pelo menos jogos que exijam aparelhos de 800euros e nao daqueles tipo candy crush que um de 100euros dá), ainda sobram 200euros para ir de fds com a maria.

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