Empresas estão a optar por renting de equipamentos recondicionados. Saiba porquê
A pressão económica atual obriga as PME a priorizar a liquidez e a investir apenas no que gera valor real. Esta mudança transformou decisões outrora simples, como a renovação de hardware, em escolhas estratégicas fundamentais para a sustentabilidade do negócio. E o renting tem sido uma grande aposta.
Entre a necessidade tecnológica e a pressão sobre a tesouraria
A transformação digital deixou de ser uma tendência para passar a ser uma realidade transversal a praticamente todos os setores. Equipas híbridas, ferramentas colaborativas, automação de processos e ciclos de inovação cada vez mais curtos obrigam as empresas a manter a sua infraestrutura tecnológica atualizada.
No entanto, esta necessidade entra muitas vezes em conflito com outra prioridade crítica: a gestão de tesouraria.
A aquisição de computadores, smartphones ou tablets representa, frequentemente, um investimento significativo. Quando multiplicado por uma equipa inteira, esse custo pode traduzir-se numa imobilização de capital que limita outras decisões - desde contratação até expansão do negócio. É precisamente neste ponto que muitas empresas começam a questionar o modelo tradicional de compra.
De investimento a custo operacional: uma mudança de paradigma
Em vez de adquirir equipamentos através de um investimento inicial elevado, cada vez mais empresas estão a optar por modelos de renting tecnológico. Na prática, isto significa aceder aos equipamentos mediante o pagamento de uma mensalidade fixa, ao longo de um período definido. Mais do que uma alternativa financeira, trata-se de uma mudança na forma de encarar a tecnologia: de ativo imobilizado para custo operacional.
Esta abordagem traz várias vantagens claras:
- Liquidez protegida: evita um grande desembolso inicial e preserva capital para outras áreas do negócio;
- Custos previsíveis: transforma a tecnologia num encargo mensal estável, mais fácil de planear;
- Simplicidade fiscal: as rendas são tipicamente tratadas como custo operacional, sem necessidade de depreciação.
Para empresas em crescimento, esta previsibilidade pode fazer uma diferença significativa na gestão do dia a dia.
Flexibilidade para acompanhar o ritmo do negócio
Outro fator que tem impulsionado a adoção do renting é a flexibilidade. Num ambiente em constante mudança, as necessidades tecnológicas de uma empresa raramente são estáticas. Equipas crescem, funções evoluem e os próprios equipamentos tornam-se obsoletos mais rapidamente.
Modelos de renting permitem responder a esta realidade de forma mais ágil. No final do contrato - que pode variar, por exemplo, entre 12 e 36 meses - as empresas podem:
- Atualizar para equipamentos mais recentes;
- Ajustar o número de dispositivos;
- Renovar ou encerrar o contrato conforme necessário.
Esta adaptabilidade reduz o risco de ficar preso a equipamentos desatualizados ou a decisões de investimento feitas num contexto já ultrapassado.
Dentro deste modelo, os equipamentos recondicionados têm vindo a ganhar relevância. Quando devidamente testados e certificados, estes dispositivos oferecem níveis de desempenho muito próximos dos equipamentos novos, mas com um custo mais acessível. Por exemplo, um MacBook pode começar com 31,51€/mês, enquanto poderá contar com um iPhone recente por 20,72€/mês.
Para muitas empresas, isto permite encontrar um equilíbrio interessante entre performance e investimento.
Além da componente financeira, há também um fator crescente de sustentabilidade. Ao prolongar o ciclo de vida dos equipamentos, as organizações contribuem para a redução do impacto ambiental associado à produção de novos dispositivos - um tema cada vez mais presente nas políticas empresariais.
O papel de um parceiro tecnológico especializado
Adotar um modelo de renting não é apenas uma decisão financeira - é também uma decisão operacional. A escolha dos equipamentos certos, a configuração, a manutenção e o suporte técnico ao longo do tempo são fatores que influenciam diretamente a produtividade das equipas. Por isso, muitas empresas optam por trabalhar com parceiros especializados que possam acompanhar todo o ciclo de vida da tecnologia.
No mercado português, existem empresas focadas neste tipo de abordagem integrada. Um exemplo é a iPremium, que tem vindo a posicionar-se como especialista em soluções Apple para empresas.
Para além da disponibilização de equipamentos - novos e recondicionados -, a empresa oferece soluções de renting empresarial combinadas com assistência técnica e acompanhamento próximo. A sua evolução recente, reforçada pela união com a iSell & Repair, contribui para consolidar uma base de conhecimento técnico relevante neste segmento.
Mais do que fornecer equipamentos, este tipo de parceiro pode ajudar a reduzir fricção operacional, garantindo que a tecnologia funciona como um facilitador - e não como um problema.
Uma nova forma de pensar a tecnologia nas empresas
Para muitas organizações, a questão deixou de ser simplesmente "comprar ou não comprar". O foco está, cada vez mais, em perceber como suportar equipas de forma eficiente, com menor pressão sobre a liquidez e maior capacidade de adaptação ao longo do tempo.
Modelos como o renting tecnológico - especialmente quando combinados com a possibilidade de integrar equipamentos recondicionados - refletem essa mudança de mentalidade. Uma abordagem mais flexível, mais previsível e mais alinhada com a realidade das empresas modernas.
Para quem está a rever a forma como gere o seu parque tecnológico, pode fazer sentido explorar as soluções disponíveis no mercado e perceber qual se adapta melhor ao seu contexto. A iPremium disponibiliza informação e um formulário de contacto para empresas que pretendam avaliar soluções de renting, seja com equipamentos novos ou recondicionados:
























Segundo o site: iPhone 17 = renting de 36,56€ mês durante 36 meses. Portanto estamos a falar de 1.316,16€ no final do renting. O mesmo equipamento, comprado diretamente à Apple custa 989€. Parece-me um excelente negócio!
A questão aqui é totalmente diferente quando se aplica a mercado doméstico, ao empresarial é muito mais facil arrendar no final troca de equipamento por um novo, em caso de avaria ou já não seja necessário.
É esse ponto que tem de perceber.
Para as empresas até pode ser vantajoso, não tem que se preocupar com garantias, ou mesmo aguentar o equipamento até cair de maduro, quando o equipamento não satisfazer as necessidades, devolvem e venha outro que cumpra…
E paga-se a penalização por entrega do equipamento antes do fim do contracto, com penalização de X € por mês antecipado….
Quem lê parece que trabalha na empresa, só naquela…..
Um iPhone 16, a 36 meses fica por 1316€/mês. Mais vale comprar a prestações numa Worten. O preço é o mesmo mas ao final dos 3 anos, o equipamento fica para a pessoa que pode vender para financiar parcialmente um novo…
A questão não é essa as empresas não pagam iva para começar, o aluguer é muito mais vantajoso, para as empresas essas de prestação isso não existe, isso é para o comum mortal…
Muito interessante ver opiniões sobre renting vindas de quem nunca criou, geriu ou escalou uma empresa.
Quem está na operação sabe que esse tipo de decisão não se resume ao preço de compra, mas passa por depreciação, capital imobilizado, eficiência operacional e produtividade.
Quando se entende de verdade o custo do dinheiro parado e o valor da agilidade em um ambiente empresarial competitivo, esse tipo de solução passa a ser visto com o devido valor.
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