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Como as seguradoras estão a usar imagens de drone para cortar seguros

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Manuel da Rocha says:

    Por cá, já andam a acontecer, dessas, há décadas…
    Uma pessoa, conhecida, que reside, em Sesimbra (margem sul do Tejo), comprou carro eléctrico e montou uma tomada trifásica, na garagem.
    A 2 meses, da renovação, anual, do seguro, recebeu uma notificação, que tinha violado, a apólice, por ter, um veículo eléctrico, a ser carregado, na garagem, sem notificar, a seguradora, de que possui carregamento eléctrico, em casa. Quando os contactou, o seguro de 600 euros, passou para 1430 euros, anuais. Procurou outras empresas, lá conseguiu uma, por 1290 euros. Algumas, já pedem 6000 euros, anuais!!! porque tem carregador eléctrico e tudo eléctrico, em casa.

    • TugAzeiteiro says:

      Parece-me tudo muito rebuscado, quando é obrigação legal em novas construções, ter-se um ponto de carregamento… precisamente na garagem! A questão aqui e deve ser aqui que a seguradora “se segurou” é que monofásico não há necessidade de projeto de eletricidade, enquanto em trifásico já há… e realmente o projeto tem de estar na área de urbanismo da câmara municipal. Portanto, se ele fez uma alteração… pois, tinha de comunicar e certificar a instalação. Agora a questão aqui é como é que a seguradora veio a saber desta situação? É no mínimo estranho… e são poucas as vivendas com trifásico, a não ser que tenha algum negócio agregado para precisar.

      • Ifn says:

        É obrigatório muita coisa, inclusive alterar o projecto elétrico.

        A nossa legislação é muito rígida, ninguém a cumpre é assim que funciona.. muito tacho e tachinho.

        Até a casota de um cão, uma churrasqueira etc.. tudo necessita de aprovação.

        Inclusive uma remodelação de WC cozinha etc é preciso autorização.

        Ninguém faz …

        É aí que as seguradoras etc se agarra.

    • Inculto says:

      Carregava o carro elétrico na rua e depois metia na garagem… Se foi drone é pedir se ele foi autorizado a voar legalmente nessa localização geográfica…

    • Miguel says:

      Oh homem, compre uma gramática e leia-a. Espero que a tecla da vírgula se estrague na sua máquina.

    • says:

      Ui, que ganda volta!! Começa logo com “uma pessoa conhecida”…
      A seguradora não tem qualquer forma de saber (legalmente) se existe ou não uma tomada trifásica (nova) na garagem. E se houver, estará licenciada a não ser que provem o contrário. Aliás, muitas casas têm fornecimento trifásico desde “nascença”, outras não têm mas estão certificadas para isso. Noutros casos podem alterar o fornecimento, com mais ou menos burocracia e obras, dependendo do que houver e do que for necessário fazer. E, se por ventura tivesse havido uma alteração na rede elétrica da casa e se a seguradora soubesse por vias travessas, não notificava descrevendo isso (já que estaria a admitir ilegalidade e as seguradoras não são burras nenhumas). Simplesmente cancelavam a apólice. E por último, se algo acontecer com o carro e a casa pegar fogo, não é o seguro da casa que vai cobrir, mas o seguro do carro (aqui também depende da “vontade” da seguradora no caso de ser a mesma para as duas coisas). Claro que se não for a mesma ainda começam no jogo do empurra, mas isso com as seguradoras já se sabe.
      Agora essa dos 6 mil euros… na empresa temos um edifício com produção fotovoltaica, baterias, solar térmico, mais de 400 KW de potência de aquecimento a gás, cozinha para 2 mil refeições por dia (a gás também) e não pagamos 6 mil euros anuais. Mas isso do tudo elétrico tem que se lhe diga. É preferível a gás? Kaboom?
      Xiça que o xanax deve andar barato…

    • Nuno says:

      Se violou a apólice é porque a assinou e não cumpriu! Acho muito bem que lhe subam o preço!

  2. Zé Fonseca A. says:

    parece-me uso legitimo, para se protegerem as seguradoras só precisam de solicitar autorização de recolha de imagens e caso seja negado reservam-se no direito de cancelamento da apolice, acabam-se os problemas legais.

  3. Mike Yeadon says:

    Em Porrtugal inda naum pegou naum, mais vai pegar né?

  4. João says:

    As câmaras municipais já utilizam há décadas a fotografia aérea para verificar a existência de piscinas e cruzar dados com o licenciamento.

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