ULS do Alto Ave realiza primeiras cirurgias renais robóticas e reforça liderança clínica
A Unidade Local de Saúde do Alto Ave concluiu as primeiras nefrectomias parciais com recurso a robótica, consolidando o seu programa cirúrgico inovador e elevando o nível de resposta especializada na região.
Primeiros procedimentos marcam novo capítulo clínico
As duas cirurgias foram conduzidas pelo urologista Rui Versos, com o apoio de Duarte Vieira e Brito.
Estes procedimentos representam um avanço técnico para a instituição, que tem investido em soluções minimamente invasivas baseadas em tecnologia robótica, elevando a precisão e a segurança operatória.
Programa robótico com resultados já visíveis
Criado há cerca de seis meses, o programa de cirurgia robótica apresenta indicadores clínicos muito positivos.
Segundo fonte hospitalar, destaca-se a redução dos tempos de internamento, uma recuperação mais rápida e um número menor de complicações no pós-operatório, reforçando o impacto prático da tecnologia no bem-estar dos doentes.
Estratégia de modernização dos cuidados cirúrgicos
A instituição afirma que esta aposta tem como objetivo modernizar os serviços cirúrgicos, fortalecer a formação das equipas e garantir aos utentes acesso a técnicas de elevada segurança e eficácia.
A abordagem combina inovação tecnológica com uma política de qualidade centrada no doente.
Alto Ave na vanguarda da cirurgia minimamente invasiva
Para Pedro Cunha, Presidente da ULS do Alto Ave, este marco representa um reforço claro da estratégia seguida. O responsável destaca que a unidade pretende disponibilizar aos utentes a melhor tecnologia disponível, alinhada com princípios de conforto, humanização e qualidade dos cuidados prestados.
A ULS do Alto Ave abrange cuidados hospitalares e primários nos concelhos de Guimarães, Fafe, Vizela, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto, assegurando uma resposta coordenada e abrangente à população.
Os novos avanços cirúrgicos reforçam a capacidade da instituição para oferecer cuidados de saúde diferenciados e de proximidade.























“Como funciona?
Um sistema de cirurgia robótica inclui uma consola cirúrgica onde o médico opera joysticks, braços robóticos que manipulam instrumentos no paciente e uma torre 3D em alta definição. Os robôs executam movimentos precisos, eliminam tremores e permitem ampliação de até 10-15 vezes, melhorando a visualização em áreas de difícil acesso. O cirurgião mantém o controlo total, com o robô atuando como extensão dos seus comandos”.
Não, não usaram um robô humanóide. Esses só fazem piruetas 🙂
Um robo humanoide é para fazer tarefas do dia a dia porque o mundo está construido para funcionar com a forma humanoide não é para estas situações de certeza para estas situações um estacionário é muito melhor.
Faz lá a lista das tarefas do dia a dia. Começa pelo pequeno-almoço mas presta muita atenção – porque são muitas as tarefas e movimentos. Achas que um robô humanóide, sem sensibilidade na ponta dos dedos o consegue fazer, sem partir a louça? E por mais pontos de articulação (graus de liberdade) que lhe ponham, tem a flexibilidade do corpo humano? E com todo o treino que lhe derem com modelos LLM tem a facilidade de pensamento humano?
Se por tarefas do dia a dia estás a pensar no robô humanóide para uso doméstico desengana-te, atualmente o europeu só sabe passar a ferro e dobrar – toalhas (não camisas).
Se estás a falar de tarefas de armazém ou industria, não há nada que um robô com rodas, com braços articulados e pinças, mais barato e fácil de reparar não faça.
A última frase que escrevi acima foi apenas para fazer notar que as dezenas de posts sobre robôs humanóides, a seguir à apresentação dos Optimus telecomandados, são enganadores sobre a utilidade da robótica.
Sem sensibilades na ponta dos dedos ahahahah com sensores de alta precisão têm milhoes de vezes mais sensibilidade que tu só têm de lhe ensinar o que aguenta cada objeto o robo obviamente tem de saber a pressão que pode exercer num ovo ou num prato ele não nasce ensinado.
Ora tarefas, fazer a cama arrumar a casa preparar lanches e coisas dos miúdos preparar almoços e jantares por a mesa levantar a mesa passar a ferro queres mais?
Pontos de articulação era um problema há 5 anos tens de te actualizar os movimentos estão cada vez mais naturais e não te esqueças que eles não têm de ser como nos mas sim uma versao melhorada tu não podes rodar a mao ou o braço eles podem rodas as vezes que quiserem assim como o tronco e as pernas.
Na industria em linhas de montagem é mais difícil mas em comercial ? Ui Reposição de stocks em loja descarregamento de material arrumaçao de parteleiras o que não falta são casos de uso. Não te enganes daqui a 20 anos toda a gente tem um em casa será o próximo grande “electrodoméstico” que toda a gente vai ter daqui a 20 anos nao vais perguntar há malta se vai ter um mas sim qual vai ter e isto em residencias porque empresas não vão ter 1 vão ter 10
Quais sensores de pressão. A sensibilidade tátil dos dedos “é uma função neurológica, porque depende do sistema nervoso periférico (nervos dos dedos, mão e braço) e do sistema nervoso central (medula espinal e cérebro)”. Os robôs – não têm nem vão ter.