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Saúde: afinal quantos passos deve dar diariamente?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Sergio says:

    Não faz sentido arranjar este tipo de métricas fixas, tudo vai depender do tipo de trabalho da pessoa, do seu peso, do metabolismo.
    Mas pronto as marcas adoram estes valores chapa 5 para se promoverem

    • Rui says:

      +1. Nem faço ideia como arranjam métricas para comparar.

      “22% menor risco de depressão.” como compararam isto? Utilizaram milhares de pessoas com a mesma profissão, com o mesmo estilo de vida?? Tretas!

  2. saposomapuhc says:

    Dou 8000 em média.

  3. Anung says:

    “Redução de 47% no risco de morte por qualquer causa…”

    Têm a noção do disparate que é esta afirmação? O que eu doraria saber como chegaram a estes 47%

    • Vítor M. says:

      Lá está, como não dominas o assunto – nenhum em concreto, como sabemos – tinhas de dizer uma pataquada destas 😉

      1. Redução de 47% no risco de morte (vs. 2000 passos/dia):
      O estudo de Paluch et al. mostra que caminhar cerca de 7000 passos por dia está associado a uma redução de 50 a 70% no risco de mortalidade, em comparação com quem dá menos de 4000 passos por dia.
      Portanto, o valor de 47% está dentro da margem, mas pode variar conforme idade e sexo.

      Queres o link do artigo cientifico? Não deves querer.

  4. Paulo Rodrigues says:

    bem, se vamos por aí… eu ando 2400 metros todos os dias…

  5. 9WaInJo11 says:

    Os jovens só andam de trotineta elétrica hoje em dia…boa sorte no futuro!

  6. Joca says:

    Como assim redução na depressão? Caminham sozinhos? Se for acompanhado também tem redução? Simples marketing para comprarem equipamentos. Mais um estudo insignificante.

  7. aubing says:

    Que grande estudo…
    E a relação “Espaço/Tempo” onde está ?
    Foi para o caixote do lixo ?

    Então não será melhor o estudo associar o número de passos necessários para a boa saúde ao “tempo” correspondente que demora a efetua-los? E porque não associar o número de passos à “distância”?
    Mesmo que as associações do número de passos ao “tempo” e à “distância” sejam aproximados, sempre é melhor estas duas medidas do que apenas o número de passos!

    A ver se me explico: existe uma grande diferença entre efetuar 7000 passos (aproximadamente 5 km) em 2 horas ou 7000 passos em 15 ou 20 minutos. A diferença de ritmo é abismal e tem reflexos na saúde. Um idoso de 90 anos, que nunca treinou, até pode demorar 4 horas a concluir 7000 passos. Outros poderão não chegar vivos em 4 horas.
    Não se deve ver o número de “passos” isoladamente mas sim o número de passos com relação ao “tempo” que demora a fazer os 7000 passos.
    A distância percorrida em 7000 passos para quem os faz em 15 minutos também é muito superior à distância percorrida para quem faz 7000 passos em 4 horas. Porque a passada de cada passo de “7000 passos” / em “15 minutos” é muito maior em comprimento do que uma passada de cada passo de “7000 passos” / em “4 horas”.

    De tudo o que foi dito, se fizermos 7000 passos em 24 horas… até faz mal à saúde porque estamos a faltar ao sono reparador.

    Talvez os autores do estudo desejem medir as distâncias dos planetas em “número de passos” em vez de “Anos/Luz” para ficarmos a conhecer as viagens planetárias que fazem melhor à saúde…

    🙂

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