Políticas económicas atuais vão provocar colapso social e ambiental. Mas há solução
Investigadores concluíram que, se o nosso sistema económico atual permanecer inalterado, é provável que provoque um aumento das tensões sociais, um agravamento dos danos ambientais e um declínio da qualidade de vida. Contudo, há cinco mudanças políticas que poderão inverter completamente essa previsão.
Um estudo recente procurou entender se é possível melhorar a vida de todas as pessoas, mantendo-nos dentro dos limites ambientais da Terra.
Por via de um modelo computacional, que acompanha o desenvolvimento global entre 1980 e 2100, os investigadores perceberam o seguinte: se o nosso sistema económico atual permanecer inalterado, provocará provavelmente um aumento das tensões sociais, agravamento dos danos ambientais e declínio da qualidade de vida, apesar do crescimento das economias.
Embora a previsão não seja animadora, os investigadores, de várias universidades, identificaram cinco mudanças políticas específicas que poderiam invertê-la completamente: as reviravoltas extraordinárias.
Índice de bem-estar considera cinco fatores
Embora a maioria dos economistas e políticos use o produto interno bruto (PIB) como principal medida de sucesso, os investigadores argumentaram que esta é uma forma de pensar perigosamente ultrapassada.
Em vez disso, criaram aquilo a que chamaram "índice de bem-estar", que mede cinco fatores-chave:
- Rendimento disponível;
- Aquecimento global;
- Gastos do governo;
- Desigualdade;
- Progresso percebido.
Segundo os investigadores, "os cenários sugerem que as políticas económicas dominantes de hoje provavelmente levarão ao aumento das tensões sociais, ao agravamento das pressões ambientais e ao declínio do bem-estar".
De nome Earth4All-global, o modelo computacional utilizado pela equipa simulou como esses fatores-chave interagem ao longo das décadas, considerando desde o crescimento populacional e consumo de energia até à estabilidade política e danos ambientais.

Representação simplificada do modelo Earth4All, com as ligações principais. Cada seta representa uma relação causal. Os sinais "+" na ponta da seta indicam que o efeito está positivamente relacionado com a causa (por exemplo, um aumento da população faz com que as mortes aumentem acima do que seria de esperar). Os sinais "-" na ponta da seta indicam que o efeito está negativamente relacionado com a causa (por exemplo, um aumento dos danos ambientais faz com que a produtividade caia abaixo do que seria de esperar). Fonte: Stoknes PE, Collste D, E. Cornell S, et al. The Earth4All scenarios: human wellbeing on a finite planet towards 2100. Global Sustainability. 2025.
Por forma a perceber para onde as sociedades estão a caminhar, a equipa executou dois cenários:
1️⃣ "Too Little, Too Late"
Este cenário pressupõe que continuamos a tomar decisões da mesma forma que temos feito desde 1980; alguns progressos ambientais, mas sem mudanças fundamentais na forma como o nosso sistema económico funciona.
Neste cenário, o modelo prevê que as temperaturas globais subirão acima de 2 °C, levando-nos a um cenário climático perigoso; a desigualdade continuará a aumentar; e o aumento das tensões sociais tornará cada vez mais difícil para os governos enfrentar desafios de longo prazo, como as alterações climáticas.
2️⃣ "Giant Leap"
Este cenário imagina governos e empresas a implementar cinco grandes reformas políticas.
Quando os investigadores executaram este cenário, os resultados foram impressionantes: apesar da implementação de políticas que podem parecer economicamente prejudiciais, como impostos mais altos e gastos governamentais altos, o modelo mostra que o crescimento económico geral continua, enquanto os danos ambientais e as tensões sociais diminuem.

Resultados do cenário a) Too-Little-Too-Late (TLTL) e b) Giant Leap (GL) para: População (vermelho), PIB per capita (azul), aquecimento global (preto), bem-estar médio (verde) e desigualdade (rosa). Fonte: Stoknes PE, Collste D, E. Cornell S, et al. The Earth4All scenarios: human wellbeing on a finite planet towards 2100. Global Sustainability. 2025.
Cinco mudanças que podem contrariar as políticas económicas atuais
Para os investigadores, estas são as cinco mudanças políticas essenciais para salvar a sociedade de um colapso:
- Reviravolta na pobreza: investimentos em países em desenvolvimento para reduzir rapidamente a pobreza extrema por meio do abatimento da dívida, gastos com infraestrutura e melhorias na produtividade;
- Reviravolta na desigualdade: impostos mais altos para indivíduos e empresas ricos, combinados com programas de renda básica universal e proteções mais fortes para os trabalhadores.
- Reviravolta no empoderamento: grandes investimentos na saúde, educação e oportunidades económicas das mulheres, com o objetivo de alcançar a verdadeira igualdade de género em todo o mundo.
- Reviravolta na alimentação: revolucionar a agricultura através de práticas agrícolas sustentáveis, reduzir o desperdício de alimentos e mudar para dietas baseadas em vegetais.
- Reviravolta energética: implementação agressiva de energia renovável, melhorias na eficiência energética e implementação de tecnologias de captura de carbono.
Curiosamente, o estudo concluiu que a tensão social funciona como um círculo vicioso crítico: quando as pessoas perdem a confiança nas instituições devido à desigualdade e à falta de progresso, torna-se mais difícil para os governos implementar soluções de longo prazo.
Segundo os investigadores, para resultarem, as cinco mudanças propostas precisariam de ser implementadas em conjunto e rapidamente.
O estudo mostra que temos uma janela de oportunidade de menos de uma década para implementar mudanças antes que os problemas sociais e ambientais se tornem graves demais para serem geridos.






















Tirania portanto. E como sempre segue-se fome, frio e campos de concentração.
Nada de admirar, é isto que as Universidades Ocidentais têm produzido: pessoas cheias de certezas e que por isso querem o poder de controlar tudo.
Como se o AlexS não andasse aqui cheio de certeza.
Não sou eu que quero controlar tudo.
Podemos começar por aqueles que querem controlar decimas de grau centigrados da atmosfera ao nível do solo e para isso pagas biliões em custos e impostos…
Foram as universidades que meteram este absurdo nas cabeças dos ocidentais.
É de facto chato quando a ciência não convém ao sistema de crenças.
As universidades criam e desenvolvem ideias e conhecimento. A tradução daquilo que se obtêm na investigação científica em medidas políticas depende de variados factores e não é de todo linear.
Além disso, a taxação das emissões de carbono é uma medida claramente economicista…típica do seu (aposto) sistema de crenças. Que depois o “sistema” tenha adoptado, porque é uma “solução” fácil e conveniente, é outra conversa.
Você também quer “controlar tudo”, simplesmente chama liberdade só ao que lhe convém.
Pedi (ontem, mais abaixo) que apontasse onde está a credibilidade científica no “estudo” aqui noticiado mas, como se vê, o p_t recusou-se a tal tarefa.
A taxação de emissões de carbono além de fazer parte do ambientalismo tresloucado é uma medida estranguladora da economia que afecta gravemente a competitividade e mais uma maneira de nos irem à carteira… portanto, tudo características de sistemas de crenças vindos da (extrema-)esquerda.
Os próprios cristãos estão à quase 2000 anos à espera do fim do mundo e do juízo final, mas tarda em chegar. Pode ser que seja desta, quem sabe.
E os antigos egipcios, incas, aztecas, etc…acabaram muito antes do mundo.
O mundo acaba para todos, para uns agora, para outros amanhã e depois.
Afinal tinha razão… ser crítico do capitalismo é isto, ver o que está mal e ter visão do futuro para tornar a vida digna do ser humano sustentável, quem acha que podemos continuar a viver na era do criminoso Ronald Reagan motivados pela ganância e indiferentes ao ambiente está muito iludido e faz parte do problema.
A guerra fria foi ganha por uma coligação de três figurões: Reagan, Thatcher, Wojtyla.
Pois ok podias desenvolver mais para dar mais contexto no entanto a guerra que Reagan começou foi contra o ambiente, já vi num documentário que foi por ordem desse Reagan que começamos a consumir mais do que o planeta consegue produzir no mundo ou algo assim, foi sempre a destruir desde de 1980 ou lá perto, ganância para alimentar elites ricas e accionistas, depois logo se vê as consequencias… já o gajo está morto…
+1
Não sou comunista e neste momento não tenho partido politico, porque são todos a mesma m****.
*mais do que o planeta consegue produzir num ano.
Crimes ambientais do Comunismo :
Desastre de Chernobyl
Secagem do Mar de Aral
Poluição industrial generalizada: Tanto na União Soviética quanto na China
Desmatamento e degradação do solo
etc
Alias a visão marxista tradicional, via a natureza como um recurso a ser dominado e explorado para o benefício humano, contribuía para o desrespeito ambiental.
O maior crime ambiental do comunismo foi gastar gastar recursos não se ter visto nada de resultados.
Os comunistas produziam o que a burocracia dizia para produzir, logo produzia-se 100000t de porcas e parafusos e depois não havia produção para absorver, mas ficavam todos com medalhas.
Até para terem um carro para as pessoas comuns tiveram que ir bater á porta do Capitalista Agnelli e copiar modelos da Fiat.
“Já vi num documentário que foi por ordem desse Reagan que começamos a consumir mais do que o planeta consegue produzir”
Que idade tens? porque isto não é sequer maneira de pensar quanto mais de falar.
Mas como raio julgas que o mundo funciona, um presidente agora diz para produzir 1 bilião de smartphones por ano?
Deves pensar seriamente em rever o que andas a fazer…
AlexS andas preocupado com Reagan. Viste um documentario logo passa a ser verdade, LOL.
Se consumissem todos como portugueses, era preciso 2,88 planetas. Tu deves ser um deles
A desregulação que a direita promove dá cabo do planeta x1000 mais que isso, Reagan foi isso, fazer mal e porcamente que se lixe o ambiente, agora as consequências estão á vista.
X santa paciência, na China é o país mais regulado do mundo, por sinal comunista, é o que polui no mundo. A vossa ideologia polui tanto ou mais. Vai ver top 10 poluidores, diferentes sistemas políticos, economicos,etc.
Se consumissem todos como portugueses, era preciso 2,88 planetas. Nesse caso portugueses estão lixar-se para ambiente. Tu deves ser um deles
Tanta sabedoria documentária e não consegues arranjar um emprego jeitoso? Kkkkkl
O X utiliza um estudo sectário (leia-se: artifício propagandístico) para afirmar que “afinal tinha razão”… pois fique-se lá com a sua “razão” e volte todo contente para o covil esquerdófilo de onde saiu!
O teu narcisismo é que estuda o mundo e dá-te a visão que tens dele!
Não sei de onde tirou a ideia desse meu “narcisismo”. Se se refere ao meu “nome” saiba que a sua origem é completamente diferente e nada tem a ver.
Mas já que toca no assunto… é o X que adora a imagem que aqui expôs de si mesmo não tendo qualquer vergonha daquilo que para aqui vem constantemente defender!
Nem é tanto o nome, é a mania de querer enganar pessoas que se guiam por factos científicos, gostas de fazer gaslighting para defender o sistema capitalista fascista de que deves beneficiar, estás-te a borrifar para o bem comum, no teu mundo os outros devem valer zero, se isto não é narcisista até pode ser psicopata!
Factos científicos retirados da cartilha marxista? Não, obrigado. Fique com eles e faça-lhes bom proveito!!!
E lá veio o X outra vez com essa do “gaslighting “… arranje melhor desculpa pois não é culpa minha que o X fique sistematicamente sem argumentos para responder… para além, claro, da habitual cassete cunhalenta!
Bem comum para ti é não haver emprego para todos, as casas pertencerem ao estado e ele decidir onde podes ou não viver, estares limitado ao que é produzido dentro do país para autoconsumo…
Resumindo: propaganda climática/ambientalista/esquerdista em formato económico a querer alarmar as pessoas usando um modelo de simulação computacional feito à medida com critérios escolhidos a dedo para produzir um cenário já pré-definido de graves consequências (as já habituais) que só poderão ser evitadas se aceitarmos alegados “progressos ambientais”, mas energia renovável (entenda-se intermitentes que a realidade já mostrou não serem solução) e, quem diria… ainda mais impostos e ainda mais estatismo.
E é com isto que estes ditos estudiosos/investigadores querem reduzir as desigualdades: com as mesmas políticas que, já mais do que comprovadamente, atiram com qualquer país que as implemente pela ribanceira abaixo.
Como se a maioria de nós não estivéssemos já fartos de políticas que nos atiram para a pobreza. Mas não… não desistem de nos tentar influenciar com pseudo-ciência e pseudo-estudos, não desistem de nos tentar endoutrinar de modo a agirmos contra os nossos próprios interesses de progresso e bem-estar!
Agora que já passaram dois dias e já quase todos passaram para artigos mais recentes tenho a dizer que julgava que esse meu comentário estava perdido já que o sistema o recusou automaticamente devido a uma sequência de letras que continua proibida.
Na verdade nem sei por que o publicaram quando logo de seguida enviei novo comentário com essa sequência corrigida, um ou outro erro ortográfico corrigido e um raciocínio mais completo no último parágrafo mas que, no essencial, é apenas um reenvio do comentário recusado.
Mas o que não compreendo é: se fazem este esforço aqui demonstrado em verificar comentários recusados pelo sistema… por que não aplicam o mesmo esforço nos comentários que ficam largas horas à espera de moderação? Ficam à espera da autorização do chefe censor?
Aliás, por que razão insistem em pré-moderar comentários? Muito dificilmente a qualidade dos comentários pioraria com um sistema (mais) livre.
Resumindo: propaganda climática/ambientalista/esquerdista em formato económico a querer alarmar as pessoas usando um modelo de simulação comput@cional feito à medida com critérios escolhidos a dedo para produzir um cenário já pré-definido de graves consequências (as já habituais) que só poderão ser evitadas se aceitarmos alegados “progressos ambientais”, mais energia renovável (entenda-se intermitentes que a realidade já mostrou não serem solução) e, quem diria… ainda mais impostos e ainda mais estatismo.
E é com isto que estes ditos estudiosos/investigadores querem reduzir as desigualdades: com as mesmas políticas que, já mais do que comprovadamente, atiram com qualquer país que as implemente pela ribanceira abaixo.
Como se a maioria de nós não estivéssemos já fartos de políticas que nos atiram para a pobreza. Mas não… não desistem de nos tentar influenciar com pseudo-ciência e pseudo-estudos, não desistem de, em nome do progresso e do bem-estar, nos tentar endoutrinar de modo a agirmos contra os nossos próprios interesses de progresso e bem-estar!
Troll, mais que irresponsável és um criminoso, continua a apoiar a corrida para o abismo sim…
Não queiras abrir os olhos não, tu e os negacionistas ainda vão custar muitas vidas Humanas.
Com a sua futurologia posso eu bem.
Mas será que o X pode igualmente bem se recorrer à História para o lembrar das várias mortandades que tiveram como origem a sua ideologia? Pelos vistos sim já que o X não tem qualquer pudor em vir repetidamente defender as mesmas ideias que estiveram na origem de tantas hecatombes!
Faz alguma coisa então em relação a isso. Podes começar por arranjar trabalho. Se quiseres um na zona de odivelas começas já na segunda.
Trabalhar menos para poupar o ambiente ou trabalhar de modo mais inteligente com tecnologia que mitiga os danos ao ambiente, é só isso que defendo e será o futuro. Quem se move por ganância já está um dinossauro, está na altura de se extinguirem!
Aposto que se a conclusão fosse condizente com o seu sistema de crenças já não punha em causa a credibilidade científica.
Queira fazer o favor de apontar onde está essa credibilidade científica no “estudo” aqui noticiado.
Estou a acabar a hora da morena alemã, tostada, lúpulo, caramelo, malte e todas aqueles tretas que os “expert” vendem, Aqui é igual. Há ali uma pedras que, já ali estavam quando o Senhor Dom Afonso, o primeiro de seu nome, por aqui andava a matar mouros, ele e Gualdim Pais. Por isso. Vão-se …!
esse 5 pontos nao devia ser onde os estados deviam estar a trabalhar?? claro que sim porque nao conseguem ? pq nao ha isentivos para isso!
Aqui está um estudo para levar a sério.
A humanidade está a alterar o meio ambiente, mas as propostas de soluções supostamente, deveriam passar por evolução tecnológica, de modo a não deteriorar o nível de vida e bem estar das populações e ter sempre como objetivo, a melhoria de qualidade de vida para todos. Não estas imposições de dietas vegetais, este pessoal esquece-se que somos onívoros, nem proibições disto e daquilo nem o pseudo ativismo e pseudo ambientalismo, com recurso a tintas verdes.
Isto já foi lançado e está em curso a todo o gás. Chama-se agenda 2030.
Entretanto, enquanto distraem o pagode, a legislação vai sendo feita para nos fechar o cerco.
Precisamos de um Pacto Para O Futuro. Urgente.
É encomendar menos estudos fúteis e trabalhar mais, ver menos futebol e tal. Já lá vai o tempo da passividade, agora sentem-se e apreciem de longe. Se querem andar a brincar às famílias, sempre podem manifestar-se no Marquês. Levem cravos, fica sempre bem!
O artigo tem alguns lirismos políticos, (mas o artigo também não é dela -ponto um dois e tres são lirismos), os quais Ana Neto já nos habituou, mas não deixa de focar alguns temas fraturantes. A má notícia, é em relação ao clima; seja o humano um catalisador de algumas mudanças mais rápidas que o devido, sejam elas promovidas por factores externos ao planeta (alterações gravíticas, influências de outros corpos, menor flanco a algumas radiações , alteração da rotação de polo magnético, alterações na rotação do manto líquido, etc etc), não há politica mundial que reverta os danos, e o que nos resta é adaptar o futuro com mais resiliência na projeção Urbana e rural . Mas nada de jeito está a ser feito, as regras de construção urbana estão quase inalteradas , alem do incremento de mais construção de bairro de lata. Certo e confirmado é o aumento e intensidade de episódios consecutivos de calor extremo em zonas não previstas para alem das zonas de deserto. O algarve e alentejo continuam cada vez mais despidos de vegetação autocone, e desertificação promove perdas de humidade e aumento de temperatura aparente. É preciso massificar pelo mundo a reflorestação, e não é com certeza com eucaliptos.
impostos de 100%, resolve todos os males do mundo, enquanto tal não for, vão estar sempre a inventar problemas para poderem aumentar impostos.
O modelo apresentado está errado (incompleto), visto que tem que ficar saldado.
Por exemplo: quantas mais emissões feitas, mais emissões têm de ser absorvidas.
A ideia que transparece é o efeito da população e as “alterações climáticas”, para agendas políticas.
Nada se cria, nada se perde, TUDO se transforma.
Os pobres cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos.
Solução: Bitcoin e Solana