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A Microsoft encontrou a forma certa para matar de vez o Internet Explorer

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Redin says:

    Muita guerra prevejo acontecer se muitas das entidades governamentais não mudarem as suas aplicações.
    Tenho feito algum esforço para contabilistas, advogados ou solicitadores conhecidos abandonarem o IE mas devido aos constrangimentos criados pela Administração Publica, ainda continuam a correr sérios riscos de segurança.
    Enquanto as coisas correrem bem…

    • Vilna says:

      Às vezes é preciso correr mal para se mudar.

    • DB says:

      E como faz esse esforço se os acessos a algumas paginas governamentais ainda usam JAVA?, se continuar a se esforçar os seus clientes vão deixar de trabalhar.

      • srf says:

        Presumo que se refira aos applets java (nem tem suporte nos browsers modernos),.
        Java está na backbone de muitos sites, e ainda continua e vai continuar por um bom tempo.
        O problema continua no processo moroso de transição de competências da Administração Pública entre o sistema atual para o Digital.

        • Sem Sentido says:

          Mas em termos corporativos o Java só traz desvantagens visto que é preciso licença que não é nada barata e sem solução para alterar. Mesmo continuando só traz transtornos. seja financeiros, seja recursos humanos são obrigados a alterar de browsers e continuar no windows 7 de forma a conseguir usar o JAVA. o que é uma brincadeira descomunal.

    • Paulo Pires says:

      Sim, infelizmente é verdade. Também tenho essa situação com os meus clientes.

  2. André says:

    qual a alternativa para envio do saft?

  3. PLIM says:

    O site das finanças faz parte dessa lista?

  4. Teclassoltas says:

    Por falar em Microsoft, aqui o blog que se afirma “o maior blog de tecnologia do mundo em português”, por acaso reparou no que aconteceu nos últimos dias? O famoso software YouTube-dl foi tirado do GitHub apenas com uma queixa, nem foi preciso ordem judicial.
    Menos notícias de tretas e mais notícias de coisas importantes, sff.

    • Capitão Obvio says:

      Mas isso faz todo o sentido que seja retirado, supostamente os vídeos do youtube são do direito dos seus criadores e não é suposto fazer download dos mesmos uma vez que isso é igual à pirataria.

      • Teclassoltas says:

        Não faz nada sentido.
        Estás enganado, em vários assuntos.
        Primeiro, sobre as licenças dos vídeos no YouTube.
        Depois, estás enganado sobre a própria licença de utilização do YouTube.
        Depois estás enganado acerca da licença de utilização do YouTube-dl.
        E por fim, estás enganado com aquele raciocínio que se uma qualquer ferramenta pode potencializar uma infração á lei, a ferramenta tem de ser banida.
        Se assim fosse, na tua casa, muita coisa desaparecia, como facas, computadores, tablets, telemóveis, cameras fotográficas, televisões, etc…
        É que esse raciocínio não faz sentido, e a queixa dos espertos das associações de música fazem uma queixa que não tem fundamento jurídico, mas a Microsoft, unilateralmente, sem esperar por uma ordem judicial, decide retirar o projecto do GitHub.
        O único fundamento é que a ferramenta pode ser utilizada para fazer download de músicas que têm uma licença que não permite a partilha, por exemplo. Ora, como bem percebes, o argumento é parvo, porque tbm tens facas em casa, que podem ser usadas para matar alguém, assim como tens TV em casa, que pode ser usada para veres os conteúdos roubados, assim como tens uma câmera fotográfica que pode ser usada para fotografar tudo o que tem direitos de imagem, e por aí vai.
        A questão nem é da argumentação ridícula da queixa, é que o GitHub foi comprado pela samaritana Microsoft, que unilateralmente decide quem tem direito a publicar software e quem não tem, isto sem ordem judicial.
        Imagina que a associação de encalhados de Portugal faz queixa que há uma app de encontros com o código no GitHub. Pronto, os encalhados não vão puder usar uma app porque a Microsoft, zelosa de quem faz queixa, retira o código.
        A repercussão disto é enorme, envia um sinal a todos os projectos Open Source, que não estão seguros naquela plataforma.
        Infelizmente, é a que tem de longe mais utilizadores.
        Infelizmente, temo que todas as mais directas concorrentes tenham uma política semelhante.

        • Tuaregue says:

          Esses projectos que se mudem para o GitLab.

        • rui says:

          não tanto assim, mas no caso do youtube este não permite o download dos seus conteúdos, independentemente da licença que o criador queira dar, os termos e licença do youtube indicam que não podem ser feitos donwload, logo qualquer ferramenta para fazer download do videos do youtube não é legal.
          existindo não quer dizer que se use, mas qualquer uso não vai ser legal, não coincidindo com o caso das facas que têm usos legais

          • Teclassoltas says:

            Estás enganado, o YouTube, pertença da Google, não tem licença proibitiva, tem sim como default a licença Creative Commons.
            Além de tbm estares enganado, o YouTube-dl, como ferramenta, não serve apenas para fazer download de conteúdo que possa ter licenças que não o permitem fazer, portanto, o exemplo das facas, ou qualquer outro exemplo dado por mim, tem a mesma validade que a queixa da associação.

          • Filipe says:

            Entao como explicas que o proprio youtube deixe fazer download?

        • palerma says:

          Eu tinha reparado é que deixaram de haver browsers para Android que deixem usar extensões como NonioBlocker ou DeleteNonio… ou seja… temos de comer e calar com o que esses senhores querem obrigar. Aconteceu com as últimas actualizações no Firefox, Chrome e, Edge.
          Ainda não encontrei algum que funcione…

  5. Rui says:

    Por outro lado, o modo de compatibilidade não é propriamente um modo de compatibilidade.

    O que MS fez para a compatibilidade do novo Edge com o IE, é na realidade a criação de um ficheiro, que pode por exemplo ser disponibilizado em toda a rede interna de um organização, onde a organização indica os endereços que devem ser executados pelo IE.
    Sempre que o Edge abre um endereço que conste dessa lista o que faz na realidade é abrir o mesmo com o motor do IE.
    A desvantagem, para quem desenvolve, está nas ferramentas de desenvolvimento. Nos separadores do Edge que estejam no modo IE não podemos utilizar – pelo menos de forma nativa e por enquanto – as ferramentas de desenvolvimento nem do IE nem do Edge.

  6. José Fonseca Amadeu says:

    Já existe desde o IE7, chama-se enterprise mode.
    BTW, DoD ainda usa IE6 para algumas apps.

  7. Miguel Porto says:

    O IE já morreu há muitos anos.
    A Microsoft é que n sabe

    • Sem Sentido says:

      Morreu para uso pessoal.
      Para uso coorporativo ainda é muito usado por obrigatoriedade de websites EX: Finanças, SS, (não tenho a certeza quais porque não utilizo esses websites na empresa) e muito mais a solicitar JAVA. o que só funciona no IE (Grátis) se tiveres disposto a pagar tu lá sabes.

    • Pensamento Positivo says:

      Será?… Se calhar nunca trabalhou em nenhuma grande empresa que se preze para o constatar? Enfim: Olhe: O exemplo da AP já aqui foi dado… O sector da saúde, pública e privada é outro… O IE só acaba de acto quando todos tiverem substituído essas velhas ferramentas… Mas, espere sentado. Só o farão à medida que as infraestruturas em que assentam forem também elas mudadas… Nunca em menos de 10 anos a partir de agora!…

  8. San says:

    Sempre podem ir buscar uma versão portable de um firefox antigo…
    solução para quando o IE está “fod***”

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