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Hoje na História dos Computadores: a chegada do iPhone…


Tomás Santiago

Tenho 19 anos, sou do Porto e adoro tecnologia! Estudo Ciência de Computadores na faculdade de Ciências da Universidade do Porto e escrevo para o Pplware.

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25 Respostas

  1. Hugo Gomes says:

    Ah ganda Steve, fazes ca muita falta para abanares a Apple de novo

  2. V.T. says:

    Hoje em dia, é a Apple a seguir as outras marcas. Porque insistem em escrever precisamente o contrário?

    • Vítor M. says:

      Uma passagem atenta pelo mercado tecnológico vemos o seguinte:

      #1 Apple $170 B
      #2 Google $101.8 B
      #3 Microsoft $87 B
      #4 Facebook $73.5 B
      #5 Amazon $54.1 B
      #6 Samsung $38.2 B
      #7 IBM $33.3 B
      #8 Intel $31.4 B
      #9 Cisco $30.7 B
      #10 Oracle $29.2 B

      Estas são a marcas que mais influenciam o mercado mundial desde há vários anos. A par disso, o mercado asiático com a Huawei, Xiaomi, Geonee, Vivo, etc… têm conquistado a preferência dos utilizadores e é sobre isso que o mundo gira e é sobre os produtos com implicações diretas e indiretas que escrevemos e está correto. Além disso, tudo é alvo de apreciação 😉 é importante usarmos a tecnologia e não deixes que a tecnologia te use.

      • Joel Reis says:

        Falaram em alhos e respondeste bugalhos…
        O ecrã no iPhone X, uma das suas características mais marcantes, a Apple definiu a tendência, ou seguiu outros?

        • Vítor M. says:

          Lá estás tu a misturar tudo. O ecrã OLED já existia e BONS ECRÃS, tal como referi no artigo (que não deves ter conseguido ler): Agora, a Apple, tal como é referido em muitas análises e testes, não se limitou a usar as tecnologias dos outros. Por isso, seguramente, este ecrã é dito como sendo um dos melhores.

          Tal como é referido, a empresa não deixou de melhorar este recurso ao equipar o mesmo com qualidade demostrada em vários testes e análises. Aqui sem dúvida que foi atrás do mercado. Claro que não é só de ecrãs que vive o mercado e sem dúvida que criou tendências ao longo destes 11 anos de iPhone, coisa que permitiu em muito termos hoje marcas que são importantes até para a própria evolução das tecnologias que sustentam este mercado.

          No global, criou várias tendências ao longo dos anos e isso conferiu-lhe o poder atual (refletido nesses números) enquanto marca, caso contrário os clientes não iriam atrás da marca. Claramente na sua oferta cria tendências e segue outras… é o mercado tecnológico a funcionar. Calma, o V.T. odeia/ama a Apple e por isso tem SEMPRE uma opinião inquinada Joel Reis.

          • Joel Reis says:

            Assim já concordo, continua a criar tendências, como o face id, quase de certeza, mas também passou a seguir outros.

          • Vítor M. says:

            Mas pois claro, então o mercado não tem players fortíssimos? Basta ver a lista de patentes em que mãos estão. Agora que continua a dar passos importantes isso é inegável. Outra importante questão é o jack 3.5mm 😉 pesquisa um pouco sobre DAC para perceberes o que está por trás da decisão da Apple.

          • Celso says:

            @Vítor M.

            “…pesquisa um pouco sobre DAC para perceberes o que está por trás da decisão da Apple.”

            Segundo eles foi coragem. 😉

          • Joel Reis says:

            Sim, infelizmente o jack é outra tendência definida pela Apple (ainda que não tenha sido a primeira).

          • Vítor M. says:

            Foi a primeira a ser falada que ia remover. Houve sim Uma fuga de informação da cadeia de fornecimento, logo após essa informação, ainda a mais de meio ano da apresentação oficial do iPhone 7, a LeEco lança a o Le 2, Le 2 Pro e o Le Max 2 sem jack 3.5mm. Tudo após se saber que a Apple estava a fabricar o chassi do novo iPhone sem está entrada.

  3. marco says:

    ou como disse o ceo da nokia ‘estamos tramados, acertaram em cheio’, ou como disse o ceo da google “temos de refazer o projecto, nada botoes fisicos”

  4. Celso says:

    “…mas também no que toca ao software.”

    No início sim, claro, mas acho que ninguém pode negar que já há vários anos que a Google e a Apple têm “roubado” ideias uma à outra (e ainda bem para nós).

    • Vítor M. says:

      Não nos podemos focar só nesses players, há tantos outros que são, muitas vezes, muito mais influentes. Essas grandes marcas têm a capacidade de criar muita coisa mas têm igualmente a capacidade financeira para comprar quem desenvolva muita coisa.

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