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Apple prepara-se para renovar toda a sua linha MacBook


Pedro Simões

Apaixonado por tecnologia, encontro no Pplware a forma ideal de mostrar aos outros os meus conhecimentos e de partilhar tudo o que me interessa neste intrincado universo

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56 Respostas

  1. Helder says:

    O MacBook Air deve ir embora, a Apple já disse ás pessoas para comprar ou o MB ou o MBP sem touchbar.

  2. Alberto_ says:

    que tirem a porta jack para verem as vendas a cair…

  3. Não Interessa says:

    Grande inovação!!! Actualização de hardware… Se for só isso eu diria que é só dançar consoante o ritmo da dança, porque de inovação ZERO, mas pode ainda haver algo mais na calha que ainda não seja conhecido.

  4. Nelson says:

    Os macbooks sempre foram o melhor que o portatil pode oferecer…bonitos, rapidos, excelente bateria, melhor ecra do mercado, melhor trackpad, melhor SO e mais seguro do mercado (não impenetrável pois isso n existe). O que gostaria de ver mudar no macbook? Hdmi, 1 ou 2 portos usb 3.0 de volta e sd card, touchID e touchbar em todos os modelos.

    • Daniel says:

      Não concordo com HDMI, portas USB 3.0 e SD card. Acho que USB-C é o futuro, mas isso são opiniões. O que eu gostaria realmente de ver é os MacBooks com a geração 2 do butterfly keyboard para ter mais feedback a datilografar… E acima de tudo um taptic engine por baixo da touchbar para simular os botões físicos (como o iPhone 7 faz com o botão home).

      Mais uma porta USB-C, e suporte a Thunderbolt 3 no MacBook também não traria mal nenhum

    • Helder says:

      Não vais ter sorte, e estás errado.

      USB-C é o futuro, e podes ter isso tudo por USB-C

      • Zéi says:

        Estás errado, adaptadores são o futuro.

      • Diogo says:

        É o futuro, certo, mas não é o presente. Neste momento perdes (e muito!) por não ter slot SD, USB e HDMI no Macbook. E daqui até todos os dispositivos terem suporte para USB-C…televisões, telefones, o próprio iPhone só nas próximas versões. Um dongle para ligar o meu atual iPhone ao meu Macbook? Não obrigado. E para os fotógrafos (profissionais ou amadores) que querem rápidamente passar fotos de vários cartões SD para o Macbook? Mais dongles? Por favor…abdico de uns milímetros a menos na expessura do meu Macbook para ter máximo de compatibilidade sem ter de andar a gastar mais dinheiro em peças de plástico que tenho de arrastar para todo o lado. Digo isto como utilizador de Macbook

        • Brasão SS says:

          Para o HDMI já tens solução.
          https://www.amazon.com/CHOETECH-Thunderbolt-Compatible-MacBook-ChromeBook/dp/B01LYS3Q5A

          Quanto ao resto só precisas de adaptadores mesmo para SD e USB A.
          De resto já tens cabos para tudo.
          Há evidentemente algum investimento, mas nada de especial.

        • Daniel says:

          A verdadeira questão aqui é a seguinte: quando queres fazer a transição? Agora ou daqui a 2/3 anos?
          As pessoas que agora compram portáteis topo de gama sem USB-C estão a fazer uma decisão muito má. Estão a comprar um aparelho que vai deixar de ter portas legacy daqui a 3/4 anos, e que consequentemente vai perder muito mais o valor de resale.

          • Belmiro says:

            O USB standard ainda cá vai andar como principal durante mínimo 3 anos. >99% dos aparelhos ainda o usam, assim como pen USB e impressoras. Não é muito problemático: um USB-C para carregar e outro para dispositivos e 2 normais. Qual o escândalo? Há portáteis muito magros e não tem stress com USB

    • Diogo says:

      Concordo com tudo menos com a parte da Touchbar, é horrivel para programar por isso não deveria estar em todos os modelos. No meu Macbook Pro tenho HDMI, 2 USB e slot SD. Felizmente comprei antes desta última atualização e duvido que a Apple as traga de volta.

      • Bruno says:

        Podias dizer um pouco mais sobre como o Touchbar se torna é para ti um problema para programar? São aplicações de “base” UNIX?

        • Diogo says:

          Simplesmente porque as teclas físicas que foram substituídas pela touchbar costumam ser bastante usadas – como atalhos, botão para compilar, etc – em vários IDEs ou DBMS. O próprio ESC ficou sem tecla física. Podes fazê-lo com a touchbar mas a precisão e sensibilidade em teclas físicas é sempre melhor.

          • Bruno says:

            Mas as aplicações nativas para macOS tendem a não usar as teclas de função, os atalhos são por outras teclas, daí perguntar se seriam aplicações de base UNIX que não seguem a prática estabelecida no macOS. É verdade que há uma vantagem em ter a sensibilidade das teclas físicas, mas o touchbar também traz vantagens para funcionalidades de aplicações que adoptem.

      • Joao says:

        Genuinamente, porque achas que é horrível? No meu caso uso e honestamente não faz diferença nenhuma, por isso gostava de saber em que tipo de programação a touch bar apresenta um problema.

      • Sujeito says:

        Se ao menos houvesse computadores sem touchbar…/s

  5. Não Interessa says:

    *ritmo da música 🙂

  6. ivo says:

    O Air está a ficar ultrapassado, nomeadamente a nível de hardware, pois merecia um novo design e um ecra de retina com mais resolução pelo menos, mas por 900€ (em promoção) o de 13′ com 8gb de RAM continua a ser a meu ver a melhor opção para ultrabook do mercado nesse orçamento

    • Daniel says:

      Esse redesign chama-se MacBook.
      Nos próximos anos o MacBook vai descendo de preço e ocupar o price-range do MacBook Air à medida que a tecnologia para os produzir se torna mais eficiente.
      Foi o que aconteceu com os MacBooks (plástico) quando o Steve Jobs apresentou o MacBook Air

  7. Carlos Reis says:

    Os pro nem poderiam ter grandes mudanças porque foram lançados à pouco tempo os modelos com e em touchbar. O air sim, já merece um upgrade. Quanto ao iOS e macOS, as novidades são sempre bem-vindas

  8. Radharc says:

    Se as inovações forem na linha do que têm sido nos últimos tempos, vão ser: eliminação de todas as portas (para carregar o computador ou ligar periféricos tens que comprar 5 adaptadores sem fios diferentes) e o preço do modelo base da gama com disco de 128 g é 3000 euros, se quiseres o de 256 o preço é 3900 euros.

    • Helder says:

      A Microsoft é que oferece discos de 128Gb, o mais barato tem disco de 256 e é o mais rápido do mercado

    • Douglas Ferreira says:

      Cheguei a tomar um susto quando li seu comentário, mas olhando no site da Apple de Portugal pode-se ver que o preço oficial é de 1.179,63 euros pela versão mais barata do MacBook Air, com 128 GB de SSD.

      O modelo mais caro aí no seu país é o Pro de 15″, que sai por 3.299,00 euros e vem com touch bar, 512 GB SSD, 16 GB de RAM, Core i7 2.7 GHz e Radeon Pro 455 com 2 GB de memória. Pelo preço que cobram de vocês até acho bem bom. Aqui no Brasil esse mesmo modelo sai por R$ 21.299,00, equivalente a 6.148,98 euros.

      É sempre bom dar uma pesquisada nos produtos e preços antes comentar bobagens.

      • Vitalino says:

        Mas você esqueceu de dizer que o euro é mais valioso que o real, logo um valor maior será necessário para atingir o lucro da fabricante. O maior vilão são os impostos supérfluos e absurdos que são colocados sobre tudo no Brasil.

        • Douglas Ferreira says:

          Quando comentei quis deixar claro que um macbook Air com 128 GB não custa 3.000 euros em Portugal, como o colega Radharc afirmou, mas, “apenas” 1.180 euros.

          Quanto ao preço no Brasil, o grande problema é mesmo a carga tributária. Mas com o preço praticado à Apple continua a ter lucro equivalente ao que tem em Portugal, pois ao descontar os tributos brasileiros, o valor fica próximo ao cobrado aí.

          • Radharc says:

            Estava a ironizar… tenho dois macbook pro e estou bastante desiludido com o caminho que a apple tem vindo a percorrer ultimamente: descer a qualidade/funcionalidade e subir o preço.

  9. Vitalino says:

    Realmente prefiro mais um Dell XPS 15 que está um espetáculo ao invés destes macs

  10. Vitor Correia says:

    Vamos ver se desta vez pensam nas necessidades de TODAS as pessoas.

  11. Manel says:

    “MacBook e mostraram bem a capacidade de inovação da marca.”

    LOL

    aposto que a próxima capacidade de inovação será o nunca visto ecrã táctil….

  12. Iara Gomes says:

    Olá a todos! Gostava de ouvir algumas opiniões de quem percebe do assunto.
    Tenho um Toshiba Satellite L750 há mais de 8 anos (comprei em início de 2010). Tem um processador Intel Core i3-2330M CPU 2.20Ghz, 4GB de RAM e quase 600GB de disco. Ainda funciona plenamente mas por vezes fica lento a abrir ficheiros e por isso estou a ponderar comprar um portátil da Apple…
    Sou tradutora e uso muito o computador para o meu trabalho, uso programas do Microsoft Office e outros programas de tradução (como o TRADOS).
    Queria ouvir a vossa opinião sobre os portáteis da Apple, se vale a pena o custo e quantos anos podem durar a funcionar bem? Vale mesmo a pena pagar mais de 1000€ por um portátil? Não me importo de pagar um pouco mais pela marca em si, não tenha vergonha de o admitir, gosta da Apple não só pelos seus produtos mas pelo seu prestígio. Tenho um iPhone 7 que funciona lindamente (já o tenho há mais de 1 ano) e usei um iPhone 4 no passado que tinha quase 8 anos, se não estou em erro. Gosto de usar os meus produtos o maior tempo possível. Se me poderem dar uma opinião verdadeira agradeço muito. 🙂

    • Brasão SS says:

      Olá Lara. Ao que sei esse software de tradução SDL Trados Studio, (penso que seja esse que fala) não existe versão para macOS.
      https://www.sdltrados.com/support/how-to-run-sdl-trados-studio-on-an-apple-mac.html

      No entanto pode-o executar em qualquer Mac, pelo menos de duas formas. A primeira é via Boot Camp. Boot Camp é uma ferramenta nativa do macOS que permite ter o Windows instalado numa partição do disco rígido. A desvantagem do Boot Camp é que se estiver a trabalhar no macOS, e necessitar de trabalhar no Windows, precisa de reiniciar o computador e iniciar com o Windows, e vice versa. É muito simples e rápido, mas nem sempre dá jeito, pois se tem tarefas a trabalhar nem sempre dá para reiniciar. Além disso tem de comprar uma licença do Windows para poder instalar no Mac. Arranja licenças OEM entre 10 a 20 € no Ebay por exemplo. A vantagem do Mac em relação ao PC, é que pode usufruir de todos os sistemas operativos, o nativo e proprietário da Apple, macOS, e os outro como o Windows, entre muitas distros Linux. Outra vantagem em relação ao PC é que a Apple fornece todas as drivers dos seus componentes para Windows, por bastante tempo. Ou seja dificilmente terá problemas com drivers de hardware no Mac, pois a Apple disponibiliza-as todas, mediante o hardware (componentes internos, placas gráficas, chips, etc) que tem no mercado. Aliás utilizadores Mac são os que dizem que a melhor máquina para correr Windows é um Mac. Sou da mesma opinião. Já no PC embora não se possa generalizar (há muito boas máquinas Windows no mercado, DELL, por exemplo) há muitas pessoas a queixarem-se que as fabricantes passados poucos anos deixam os clientes pendurados principalmente quando há versões do Windows novas. Dou-lhe um exemplo que me aconteceu nestes dias num portátil Asus, em que os drivers para a placa gráfica AMD na ultima versão do Windows update de Abril não permitem ver filmes em full HD em condições, nem se consegue jogar jogos básicos, entre outro problemas. Logicamente que passados anos, o suporte vai caindo pois estão sempre a sair coisas novas, contudo se comprar uma boa máquina, mais tempo terá de suporte, independentemente da marca. Contudo na experiência que tenho a Apple tem melhor suporte neste quesito. Conheço pessoas que ainda trabalham com máquinas já com 10 anos, outros trocam mais cedo. Dependendo da sua necessidade, deve levar isso em conta, na hora de gastar o seu dinheiro. Quanto ao Microsoft Office, existe para Mac também, mas terá de adquirir uma licença para essa plataforma. Consegue arranjar uma licença OEM do office pro por cerca de 30 e poucos €.
      A segunda forma de correr o Windows e o SDL Trados é por usar um software de virtualização chamado Parallels. Este ao contrário do Boot Camp, é pago através duma subscrição anual (cerca de 100 €/ano) mas tem uma enorme vantagem em relação ao Boot Camp. Cada vez que precise de trocar de sistema não precisa de reiniciar o computador, é só alternar de um sistema para outro. Como se tratasse de sair dum programa e entrar noutro sem perder o trabalho feito até então. Uma breve descrição de como funciona.
      https://www.parallels.com/br/landingpage/pd/bootcamp/
      Existem alternativas a virtualizações, até gratuitamente, mas não têm o desempenho desta.
      Logicamente que se optar por Mac, ainda terá de gastar uns “trocos”.
      Outro pormenor é que usando iPhone, faria mais sentido optar por Mac, pelo ecossistema em si. Trabalhar com macOS e iOS juntos é simplesmente fantástico e produtivo, além de a integração entre os dois aparelhos funcionar às mil maravilhas.
      Mas francamente para as suas necessidades creio que a compra mais assertiva seria uma boa máquina Windows. Recomendo DELL, embora em Portugal não seja uma marca muito popular, mas no mundo empresarial além da Apple é o que se prefere.
      A verdade é que pelo dinheiro que dá por um MacBook Pro, consegue uma máquina Windows com specs (características melhores) melhores, mas embora o Mac possa ter specs mais “fracas”, acaba por ter melhor desempenho, pois o sistema operativo macOS é um sistema muito optimizado para os componentes que trás. Mas a diferença de preço dum Mac por vezes nem chega a 200 € mais caro que um PC Windows exatamente com as mesmas características e componentes. Windows é um excelente sistema, mas é mais genérico, é mais instável e mais propenso a vírus e falhas. No Mac também acontece, mas numa escala muito baixa.
      Mas como o software de tradução está disponivel apenas para Windows, se calhar o mais lógico é uma boa maquina Windows. Se estiver inclinada para Mac, tem as soluções acima mencionadas.
      Espero ter ajudado.
      Cumprimentos

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