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Análise: Crackdown 3 (Xbox One)


Just another gamer ...

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  1. Duarte says:

    Esperava mais deste jogo. Parece ter sido feito para a ps3 e depois se terem lembrado que já havia a ps4

  2. Rodrigo Allemand says:

    Quem fez a análise ou nunca jogou nada na vida ou foi comprado pela Microsoft. Primeiro que não há nada de mapa “realmente grande”, pelo contrário é o menor mapa já visto nos jogos de mundo aberto dos consoles de atual geração, segundo que a jogabilidade e gráficos parecem retiradas do Xbox 360, pois não houve qualquer evolução diante dos títulos anteriores. Dizer que não há repetição é uma piada, pois as principais missões possuem o mesmo objetivo, conquistar locais até enfrentar o chefão, é ao melhor estilo Máfia 3, só que com um tiroteio bem mais simplista.

    Ao final o que temos é um primo pobre de Saints Row ou Agent of Mayem, que foi duramente criticado e é muito mais completo que esse projeto da Microsoft.

    Dá pra divertir-se? Sim, dá sim, mas desde que seja usando pelo Game Pass, pois não vale a compra e não justifica o tempo que levou para ser produzido.

    • Rodrigo Allemand says:

      Detalhe, o game oferece uma experiência muito inferior que o Mercenaries da geração PS2/Xbox, naquela época esse jogo já oferecia um mundo aberto maior, mais vivo, com mais coisa para fazer e elementos de destruição.

    • Paulo Silva says:

      Apesar de alguma repetitividade se instalar” que eu saiba ainda quer dizer que existe repetitividade, certo? Agora é inegável que também há diversidade de outras missões e outras acções a fazer (procurar colectáveis, encontrar forma de obter todas as orbs,…). Isso é inegável e se já jogaste o jogo deves saber disso mesmo.

      De resto, que o combate é simplista e que o jogo é demasiado simples e repleto de facilitismo também é mencionado no artigo.

      E até mesmo o tempo de demora no seu lançamento é criticado.

      Quanto a ser um mau jogo… não concordo que seja um mau jogo. Creio que a nota é a mais adequada e acaba por ser um castigo também pela falta de audácia dos produtores.

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