Nunca mais vai perder nada! Google Pixel Tag ajuda a encontrar objetos num segundo
A Google reforça o ecossistema Android com o Google Pixel Tag, um novo localizador desenvolvido para ajudar os utilizadores a encontrar objetos perdidos. O dispositivo entra num mercado onde a concorrência é forte, mas procura diferenciar-se através de funcionalidades de localização mais precisas. Outro trunfo é a integração mais profunda com o Android.
Pensado para acompanhar objetos do dia a dia, como chaves, mochilas, malas ou carteiras, o Pixel Tag combina dimensões reduzidas com tecnologias de localização e conectividade. A proposta da Google passa por tornar mais simples a tarefa de encontrar um objeto quando este deixa de estar no local habitual.
Google Pixel Tag: design compacto e proteção IP67
O novo localizador apresenta 5,4 mm de espessura, 28 mm de largura e 46,1 mm de altura. Com a pilha instalada, pesa 11,8 gramas. O equipamento surge numa configuração redonda e na cor Fog, com uma construção que combina policarbonato e metal.
A certificação IP67 acrescenta proteção contra poeiras e água. Na prática, o Pixel Tag pode suportar uma imersão até um metro de profundidade durante um máximo de 30 minutos. A Google aposta ainda numa embalagem de retalho sem plástico, reduzindo a utilização deste material no acondicionamento do produto.
Apesar das dimensões reduzidas, o equipamento inclui vários componentes destinados a facilitar a localização. Entre eles está um altifalante integrado, capaz de emitir alertas sonoros, e um acelerómetro que permite detetar movimentos.
Localização de precisão pode chegar aos 50 metros
Uma das principais características do Google Pixel Tag é o suporte para Ultra Wideband (UWB), utilizado pela funcionalidade Precision Finding. Esta tecnologia permite orientar o utilizador até ao localizador com maior precisão e pode funcionar num raio de até 50 metros relativamente ao smartphone emparelhado, desde que o equipamento utilizado seja compatível.
O dispositivo suporta também Bluetooth Channel Sounding, uma tecnologia que permite melhorar a medição da distância entre dispositivos compatíveis. A combinação destas tecnologias pretende tornar a localização mais precisa, sobretudo quando o objeto procurado está próximo, mas não está visível.
A alimentação fica a cargo de uma pilha CR2032, um formato comum e facilmente substituível pelo utilizador. A autonomia anunciada ultrapassa um ano de utilização regular, evitando a necessidade de substituir a bateria com frequência.
Pixel Tag reforça a aposta da Google no Android
A compatibilidade começa nos smartphones com Android 9 ou versões posteriores. No entanto, algumas das funcionalidades mais avançadas exigem requisitos superiores. O Bluetooth Channel Sounding depende de Android 16 ou posterior e de equipamentos com suporte para Bluetooth 6.0 ou superior.
Com o Pixel Tag, a Google procura ganhar espaço no mercado dos localizadores inteligentes e reforçar a ligação entre o hardware Pixel e o ecossistema Android. O desafio será garantir que a rede responsável por ajudar a encontrar os dispositivos consegue oferecer cobertura e precisão suficientes para competir com as soluções já estabelecidas.
A proposta reúne um formato compacto, resistência à água, autonomia superior a um ano e tecnologias de localização mais avançadas. Resta perceber como estas características vão funcionar no uso diário e qual será a capacidade da rede Android para transformar o Pixel Tag numa alternativa relevante no mercado.




















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