TAP declara emergência e desvia voo Lisboa-Boston
Um voo da TAP Air Portugal com destino a Boston foi obrigado a interromper a travessia do Atlântico este domingo, depois de a tripulação declarar uma emergência em pleno voo. Saiba o que aconteceu.
O Airbus A321neo foi desviado para a Ilha Terceira, nos Açores, onde aterrou em segurança após cerca de quatro horas de viagem.
TAP: Emergência declarada a meio do Atlântico
O voo TP217, operado por um Airbus A321neo, descolou do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, às 12h02 (WEST), com destino ao Aeroporto Internacional Logan, em Boston, nos Estados Unidos.
Cerca de três horas após a descolagem, quando sobrevoava o Atlântico a uma altitude de aproximadamente 33.000 pés (10.000 metros), a tripulação emitiu o código Squawk 7700, o sinal universal utilizado na aviação para indicar uma situação de emergência.
Após a declaração da emergência, os controladores de tráfego aéreo autorizaram imediatamente uma alteração da rota, encaminhando o avião para o Aeroporto das Lajes (LPLA), na Ilha Terceira, Açores.
O que significa o código Squawk 7700?
O Squawk 7700 é um código transponder utilizado pelas aeronaves para informar os serviços de controlo aéreo de que existe uma situação de emergência a bordo.
Quando este código é ativado, o avião recebe prioridade absoluta no espaço aéreo, podendo beneficiar de rotas mais diretas, assistência imediata dos controladores e preparação dos meios de emergência no aeroporto de destino.

Apesar de ser um sinal de emergência, o Squawk 7700 não indica obrigatoriamente que o avião esteja prestes a cair. Pode ser utilizado em diversas situações, como: avaria num motor, problemas técnicos nos sistemas da aeronave, fumo ou incêndio a bordo, despressurização da cabine, emergência médica grave de um passageiro (ou membro da tripulação), colisão com aves que afete o funcionamento do avião ou qualquer outra situação em que o comandante considere necessária assistência prioritária.
Importa referir que a utilização deste código não significa necessariamente que exista uma situação de perigo iminente.
Pode ser acionado em diversas circunstâncias, incluindo problemas técnicos, emergências médicas ou outras ocorrências que exijam uma aterragem prioritária.
Aterragem em segurança
O Airbus A321neo aterrou na pista 33 do Aeroporto das Lajes após cerca de quatro horas de voo, tendo depois seguido para uma posição remota do aeroporto.
Segundo as informações disponíveis, o desvio terá sido motivado por um problema num dos motores da aeronave. Até ao momento, não há indicação de feridos entre passageiros ou tripulantes, nem a TAP divulgou detalhes adicionais sobre a natureza da avaria.
As equipas técnicas deverão agora proceder à inspeção da aeronave para determinar a origem do problema antes de qualquer eventual regresso ao serviço.






















É o que dá usar motores de duas marcas diferentes.
O que se diz mais:
“ Tratando-se de uma intervenção preventiva para avaliação técnica, o avião esteve em solo na Terceira para verificação das equipas de apoio e prosseguiu viagem em segurança rumo a Boston após a avaliação. Não foram registados feridos.
Causas Apontadas
A TAP justificou oficialmente a divergência como uma “escala não programada por precaução, para avaliar uma questão técnica”. Fontes do setor de aviação e da infraestrutura aeroportuária reportaram hipóteses de suspeita de fumo a bordo ou alerta de sobreaquecimento nos porões, ambas enquadráveis no procedimento de divergência imediata para o aeroporto alternativo mais próximo no Atlântico.”
Problema com temperatura erronea no porão, se a tripulação fosse competente podiam ter despitado o problema facilmente e prosseguido voo, problema que hoje em dia há pilotos que nem para conduzir uma dança servem.
Os pilotos devem seguir a permissa de que segurança acima de tudo. Se há um problema que não conste nos manuais de voo nem previsto no manual de procedimentos anormais, é mais que correto relatar o problema e aterrar para se o resolver. Os pilotos não são mecânicos e as vezes por certos pilotos acharem que podem tudo é que os aviões caem. Mas claro que nessas situações eles é que são sempre culpados…
Temperatura errónea no porão pode indicar inícios de fogo a bordo e os próprios sensores de incêndio ainda não terem detectado ou não estarem a funcionar como devido. É muito fácil criticar quem tem centenas de vidas na mão…
Por segurança Take Another Plane
Se forem ao avherald e publicarem todos os incidentes, nunca mais fazem outra coisa .
Não é de admirar e a tendência é para mais avarias a frequência em que andam e a ganência de faturarem para os resultados é o que dá ! Bem os ouço e vejo nem o período noturno de ruído respeitam !!!