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França inicia a transição histórica do Windows para Linux e para software livre

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Jorge says:

    É VisioCall e não visio

  2. Jorge says:

    Vive La France!
    Um país que apodreceu com o socialismo, mas que de vez em quando lá tenta acertar nalguma coisa.

    Isto daria em Portugal?
    Por um lado temos os nossos queridos políticos vendidos às Big Techs, e por outro, uma vasta camada de funcionários públicos cujos empregos vitalícios se baseiam na burocracia e desídia.

    • Joao Ptt says:

      Então é só alguém com boas ligações políticas fazer uma empresa portuguesa, arranjar os meios humanos necessários, e começar a libertar Portugal das amarras das empresas dos EUA.
      Claro que terão de fazer uma lei a indicar que as pessoas que não se conseguirem adaptar irão para requalificação profissional e se mesmo assim falharem perdem o trabalho… que é para não impedirem na prática a mudança.

    • Pascal says:

      Socialismo na França???

      A França é governada pela extrema direita.
      O Melanchon, ganhou as eleições, e o Presidente francês não permitiu que ele governasse, com a desculpa que a França é um País de Direita.

      Já nos anos 40, a França sonhava com a raça “suprema Alemã”, lembras-te do Vichy??
      O Hiter visitava muitas vezes França.
      A França caiu em 5 dias.
      Restou uma linha de defesa a linha mais a sul, apenas.

      Talvez tenha havido algures no tempo uma altura em que a França tinha algumas politicas de esquerda, hoje em dia nem pensar, e ja é há algum tempo assim.
      Os criadores de cabras do médio Oriente, é que controlam França, o Francês é a raça inferior.

    • arcozelo says:

      Bomdia amigo ,a frança apodreceu com o socialismo,talvez, pergunto a china, a coreia do norte,russia,irao,eritreia,etc,etc, um abraço.

  3. Roberto says:

    Só é livre quem usa um sistema livre Portugal depende da Microslop

    • Zé Fonseca A. says:

      depende? algo giro para dizer por alguém que não percebe nada disto, vai ver quanto gasta com oracle, salesforce, SAP, google, aws, red hat, suse, vmware, cisco, hp, etc etc.
      gostam de mandar postas porque para vocês IT é um pc e uma suite de produtividade

      • FiipeP says:

        Jorge, compreende que o seu argumento não invalida o argumento do Roberto. Na maioria das empresas e particulares em Portugal o sistema operativo instalado é o Windows e a suite de produtividade é o Office. Logo, parece-me que dependência é a palavra correcta.

        • Zé Fonseca A. says:

          isso contabiliza 5% dos custos de uma empresa em software..
          é giro dizer para leigos acharem que mudar isso é fazer alguma coisa real e para acharem que tirar essa dependencia que é acima de tudo operacional trará algum beneficio quando é o oposto.
          ok alberto?

          • Raiana says:

            Estar a ver ao contrário: não está relacionado só com custos, que num caso dum estado estás a falar de muitas dezenas de milhões ao ano; está relacionado principalmente com independência e desenvolvimento informático: se a Europa ou país estimula o desenvolvimento livre, a sua própria informática melhora e sem constrangimentos OU backdoors

          • Zé Fonseca A. says:

            Teorias sem nexo

          • LFerreira says:

            Trabalho numa empresa que já migrou full para Ubuntu Linux e até lá tem uns artigos para as outras empresas abrirem os olhos. Despesas com software? Zero!! se for preciso, eu refiro o link

  4. Salvador says:

    Este governo até nomeou um tipo para integrar “melhor” a nossa dependência à Microsoft … modernices.

    • Zé Fonseca A. says:

      só porque teve um cargo na microsoft? sabes quanto ele ganhava na microsoft e quanto foi ganhar?
      deviam agradecer existirem pessoas com esse sentido de dever e espirito de sacrifício, eu sei que nunca o faria.
      vai ver o patrimonio dos ministros independentes e quanto eles ganhavam antes de ir para o governo, e pensa lá porque motivo alguém se iria expor ao escrutinio e exposição se não pelo sentido de dever?
      comentários como o teu são pura falta de noção.

      • Mapril says:

        Não conheço o homem de lado nenhum. Pode até ser um patriota disposto a sacrificar-se pelo seu país. Mas também pode ser um cavalo de troia da Microsoft, para assegurar que a escravidão se mantenha.

        • Zé Fonseca A. says:

          Ora bem, ele estava com salário + stocks superior a 500k ano, e desceu para 130k ano porque quer ser um cavalo de Tróia sem nenhuma contrapartida?
          Give me a break.
          Por acaso tens aí outro no estado que veio da Google, afinal são tudo cavalos de Tróia, está minado isto..
          Eu diria que as pessoas de tech são agnósticas aos fabricantes, mas que sei eu disto..

        • O escriba says:

          Não ligues o zé, esqueceu a vaselina, e só percebeu isso depois do “zás, já esta!”.

          Os patrões deles lá do outro lado, vão deixar de mandar cheques, e por isso ele anda desorientado.

          • Zé Fonseca A. says:

            se deixassem de mandar cheques podia para lá voltar, não me desorienta, além que mais 7 anos e se não me apetecer trabalhar mais, posso reformar-me

      • iiirrrrí says:

        “… espírito de sacrifício” também é demais
        Até pode receber menos ao fim do mês, e os prémios? e as regalias? e o ambiente de trabalho? e as funções/cargo/prestígio?
        Como se diz no bom calão PT “ninguém em seu perfeito juízo anda de cavalo para burro”
        Não estou com isto a dizer que o Sr. Não é competente nada disso, apenas porque acho exagero a expressão que usou…

        • Zé Fonseca A. says:

          estás errado, mudam por sentido de dever, pelo desafio, o dinheiro já não importa para essas pessoas, por isso resolveram aceitar o desafio, é bom recordar que não são pessoas com cargos politicos, aceitaram ir para determinada posição pelo convite, por quem fez o convite e porque acham que será um bom desafio e que podem contribuir

  5. Oi to the world says:

    Por muito que queira ver OpenSource e Free Software seja finalmente implementado em organismos públicos, o outro lado da moeda (ou a outra metade do copo meio cheio/vazio) vai-me dizer que isto é outra situação igual à de Munique de há uns anos.

    Quando começar a falhar na compatibilidade com algum (ou alguns serviços) vão voltar atrás. O problema muitas das vezes pode até nem ser em termos de programação das plataformas, mas sim entre a cadeira e o teclado.

  6. Stanley says:

    Em qual ambiente operacional Linux eles vão executar o sistema?

  7. Pedro says:

    A França e a Alemanha sempre investiram no Linux e no Open Source. Portugal prefere gastar o dinheiro público em licenças para a Microsoft… Nunca fez sentido e agora que os EUA são cada vez menos um aliado, ainda faz menos sentido. Mas digam isso aos gestores/admins de IT do Estado para verem a resposta…

  8. Mapril says:

    Mesmo que a mudança implique grandes investimentos iniciais, vale a pena, o que está em causa é a segurança da Europa. Não estamos livres de um dia o palhaço laranja ou um seu sucessor tentar obliterar a civilização europeia!

  9. Grunho says:

    Era já, se houvesse um bom reconhecimento de voz e um bom programa de OCR para Linux. Ou então uma espécie de máquina virtual para correr programas de Windows.

  10. Tug@Tek says:

    “A ideia é recuperar a soberania digital, algo que muitos países da União Europeia já estão a fazer.”
    O Software é apenas uma das faces da moeda, UE para ser soberana digitalmente precisa da outra face da moeda também, o Hardware…

    • Zé Fonseca A. says:

      Hardware para quê? Já tem regiões azure, aws e GCP soberanas, geridas por equipas europeias sem contacto com os recursos das restantes regiões, semelhante ao que nos EUA fazem com regiões soberanas para governo.
      Vocês parece mesmo que não percebem nada disto, a única coisa que vejo sobre este tema são comentários desinformados de quem nem sabe o que é a xixa, muito menos tocar na xixa

      • Tug@Tek says:

        Hó não me diga que o chagpt lhe disse que não é preciso hardware para instalar o software seja ele qual for?!!! Tem de fazer melhor as perguntas à máquina.
        Só mais um reparo, para quem tanto disto percebe, azure é Microsoft e acho eu, que Microsoft não é Europeia.

        • Zé Fonseca A. says:

          a microsoft que gere as clouds soberanas é uma empresa europeia, com staff europeu e rege-se por leis europeias.. o hardware não precisas, quem precisa são as big techs

      • Tug@Tek says:

        e já agora uma curiosidade minha, passa avida a criticar os comentários, porque ninguém percebe nada de nada, apenas o caríssimo sabe o que é a xixa, e melhor tocar na xixa.
        Porque despende tempo e gasta recursos da sua preciosa inteligência, a ler tais comentários ignorantes?

      • Pedro says:

        Caro Zé Fonseca

        Não sei se reparas que não só a Microsoft criou uma dependência do seu OS, como dos formatos dos ficheiros Office e por consequência do seu Office, mas também que não existem marcas de PCs nem Servidores que não sejam dos EUA.
        Numa época em que os EUA são dirigidos por um alucinado cor-de-laranja, isso revelou a fragilidade informática da Europa que deve ser corrigida. É isso que a França está a fazer, para já a nível do software.

        • Zé Fonseca A. says:

          já o disse milhares de vezes, a soberania digital não se consegue assim, a soberania digital consegue-se através de negociações com as big techs para criar versões de tudo com soberania europeia, como já fizeram com azure, aws e gcp, podem fazê-lo com tudo, a ideia do opensource é ridicula para muitas situações, é regredir o avanço tecnologico e fazer a europa voltar atrás 20 anos no tempo

          • Pedro says:

            Não consigo perceber se és ingénuo ou se tens uma agenda… Negociações com as Big Tech apenas mantém o poder do lado do monopólio da Microsoft, por mais benéficas que sejam as negociações. A única solução é criar alternativas Europeias. Sim, algum software Open Source está desactualizado (mas Nextcloud, Proton, R, etc não) e por isso é preciso investir nele em vez de o usar só porque é gratuito. Se os países europeus investirem metade do dinheiro que pagam em licenças à Microsoft em programadores que desenvolvam o Open Source, certamente que rapidamente se apaga esses “20 anos” de diferença.

          • RoyMustang says:

            “a ideia do opensource é ridicula para muitas situações, é regredir o avanço tecnologico e fazer a europa voltar atrás 20 anos no tempo”

            Acho que depois de ler isto só posso pensar que estás a tentar rage bait ou és mesmo asno.

          • Zé Fonseca A. says:

            Então arranja lá soluções reais lara os hyperscalers.
            Não sou ingénuo, sei como as coisas funcionam, trabalho no meio desde sempre. Pelos vistos por aqui é só malta de postas

          • LFerreira says:

            Lá porque existe uma tecnologia ou dominância de mercado não implica que tenhamos que manter a dependência. Já ouviu falar de OpenStack? Proxmox VE? Kubernetes? Não está na altura da UE subsidiar empresas tech e libertar-se dos EUA?

  11. iiirrrrí says:

    “… espírito de sacrifício” também é demais 🙂
    Até pode receber menos ao fim do mês, e os prémios? e as regalias? e o ambiente de trabalho? e as funções/cargo/prestígio?
    Como se diz no bom calão PT “ninguém em seu perfeito juízo anda de cavalo para burro”
    Não estou com isto a dizer que o Sr. Não é competente nada disso, apenas porque acho exagero a expressão que usou…

  12. Jorge says:

    Lamento que o governo não liberte o Caixa Mágica para os portugueses que pretendam antecipar a mudança para software livre.

  13. AlexS says:

    Como sempre não parecem saber que adoptar softwares diferentes a este nível não é só mudar.

    È saber quem, como e para onde os vão desenvolver para não estarem obsoletos/decadentes daqui a 10 anos.
    Nesta noticia não vejo nada do trabalho de fundo necessário para sustentar estas escolhas.

  14. Tiago Ferreira says:

    Vamos ver quanto tempo dura essa transição quando se depararem com problemas de incompatibilidades de periféricos, de hardware que não funciona por falta de drivers, de ferramentas de trabalho ou software que só existe para Windows, eu quero ver… logo logo voltam atrás

    • LFerreira says:

      Há sempre altermativas free, e quando não há, recorre-se ao wine. Em questão de drivers esqueça, Linux com muito maior compatibilidade. Meta lá win 11 e observe o parque de impressoras válidas e funcionais, mas mais antigas a ficarem sem reconhecimento no SO, ou qualquer máquina sem TPM 2.0 com igual destino: Lixo. Esqueçam o tentar correr o mesmo software win em linux…eu não quero correr software Linux em Windows e porquê? pq me vai dizer que existe software para windows que faz o mesmo. Percebeu a dualidade? Eu não toco em Windows há 6 anos e tenho outros softwares que fazem o mesmo.

  15. aubing says:

    “A França não revelou que distribuições Linux está a considerar (…)”
    Ora bolas… Era exactamente isso que eu queria saber desde há um ano…
    Será assim tão delicado revelarem distribuições consideradas ?

    :-/

  16. São Pedro says:

    Por nunca tomar iniciativa, ficar à espera, Portugal continua muito dependente dos fundos europeus. Depois de França não admira que Espanha também siga o mesmo caminho e nós, os grandes sàbios, ficamos dependentes das empresas americanas.

  17. Veritus says:

    O linux é uma treta, enquanto tiver milhares de distros e não vier instalado de fábricas com os drives corretos, e compatível com os programas de mais de 30 anos, não vai a lado nenhum.

    Windows wins!, Linux looses.
    Microsoft tem 80% receita (office+cloud)
    O sistema já não importa, M$ ganhou!

    Linux já tem 11% nos gamers EN na Steam.
    O melhor SO? MacOS!

    • Zé Fonseca A. says:

      MacOS já viu melhores dias.
      Desde o update para o 26 já tive de fazer reboot 2 vezes por problemas de funcionamento do kernel, nem com kill de processos a coisa ficava boa, e estou com uma taxa de force kills 2x superior ao que sempre tive.
      Ja venho desde o OS7 (pre X) e desde o OSX que não via nada tão mau em termos de estabilidade.
      Em gestão de recursos o melhor foi o tiger desde aí foi sempre a descer, agora melhorou ligeiramente nos últimos 4 anos.
      Em funcionalidade é o melhor da Apple, mas isso seria de esperar.

  18. Pinguim says:

    O Linux está mal traduzido, desrrespeita a nossa língua, as atualizações são mais rápidas que as traduções, e o tuga não colabora nem quer saber. Colaborem:

    KDE: https://l10n.kde.org/team-infos.php?teamcode=pt
    GNOME: https://l10n.gnome.org/teams/pt/

    • A1000car says:

      Eu cheguei a participar há muitos anos, nas traduções de distribuição de Linux (Zenwalk – derivada do Slackware, do proprio Slackware e do OpenSuSE) mas a falta de tempo desisti. Talvez volte.

  19. Miguel says:

    Quem pensa que passar para software open source é puramente um questão financeira está completamente errado, já trabalho e desenvolvo com software open source há muito tempo, quando uma empresa escolhe ir para o caminho open source não é porque quer poupar dinheiro, mas sim ter o controlo completo do código que suporta os seus modelos de negócio, não ficar presos a licenças ou serviços que quando acaba o suporte o único caminho que fica disponível é migrar para outro serviço ou recorrer a pirataria.

    O dinheiro que seria pago em licenças de software proprietário quase de certeza que vai ser gasto com migrações e desenvolvimento, no entanto acho que quando se gasta dinheiros públicos em software, o mesmo deverá ser público

  20. A1000car says:

    Aguardo a resposta do Contador xD

  21. zeze says:

    Como fazemos tudo ao contrário, porque não incentivar os mais novos a usar software adequado a esses objetivos. Mas não emprestam milhares de portáteis de qualidade duvidosa e já ultrapassados com software da micrososft que já está descontinuado atualmente.

  22. Pedro says:

    Somos (Portugal, Estado Português, Governos PS/PSD/etc) uns lacaios dos EUA e por consequência das suas empresas… Qualquer pessoa com ideias diferentes é rapidamente afastada….

    Estou a escrever isto num portátil “obsoleto” com 10 anos a correr Linux Mint. O único motivo pelo qual não aceita WIndows 11 é porque o CPU não é de uma série Intel recente, embora em capacidade de processamento seja equivalente aos portáteis de média gama que estão nas lojas com Windows 11. Acho que isto diz tudo acerca do monopólio Windows/Intel.

  23. kolas says:

    Pinguim rula!

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