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WhatsApp criticado por Musk e Durov: “a maior fraude ao consumidor da história”

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. OTP says:

    Whatsapp e Telegram têm o mesmo modelo: um único provedor possui os servidores, lógica e metadados. A centralização é um defeito. Basta pressão política ou regulatória e baixam as calças.

  2. Guilherme says:

    Isto de andar a mentir os utilizadores a dizer que tinham encriptação ponto a ponto deveria sair bem caro a Meta, e o dinheiro da multa deveria ser distribuído por todos os utilizadores.

    Cada vez tenho mais confiança no Telegram, nem mesmo indo preso ele colocou um backdoor como lhe foi pedido para terem acesso as mensagens encriptadas ponto a ponto.

  3. moçambicano says:

    andavam a critirar a china enquanto que todos fazem o mesmo

  4. B@rão Vermelho says:

    O Musk a chamar alguém de mentiroso 🙂 até o inferno gelou de tanto rir

  5. Max says:

    O post não conta a história lá muito bem, ao misturar Durov, Musk e Mysk.
    – Durov afirma que que o WhatsApp tem forma de ler mensagens que deviam estar protegidas por encriptação end-to-end (E2E) e partilha dados com terceiros. Está-se a basear na acusação de um processo judicial (Dawson vs. Meta), apresentado no tribunal de São Francisco, em janeiro de 2026. A Meta contestou as acusações, ainda a procissão vai no adro, está longe do fim ou de o tribunal considerar que o WhatsApp não é seguro.
    – Musk o que disse foi – o WhatsApp exporta os teus dados todas as noites e a plataforma não é segura. A Meta contestou, dizendo que usa encriptação E2E
    – Mysk reconhece que o WhatsApp usa encriptação E2E, mas que o Whats App recolhe metadados como localização do utilizador, contactos com quem comunica e padrões de atividade (tempo online). Ou seja, embora isso esteja de acordo com a política de privacidade anunciada, sublinha que a segurança da criptografia não impede a Meta de saber com quem falas, onde estás, e quais são os teus hábitos de consumo, transformando o utilizador no “produto”.
    Nada de novo, portanto.

    • wOne says:

      O WhatsApp nunca foi confiavel e ao contrário do Telegram, o WhatsApp diz abertamente tanto na App como no seu website que ninguém pode ler o que se escreve nem mesmo a META.

      Se ainda achas que o WhatsApp não é assim tão mau, então vê lá aqui
      https ://shorturl.at/ZJSPs (é um PDF da DEFCON) o link original é grande demais.

      E deixo este video retirado do próprio PDF em relação a algumas vulnerabilidades do WhatsApp etc
      https ://drive.google.com/file/d/10Dz8gaMTfvHBnNX3NjZ4qXYfa-53nd2j/edit

      • Max says:

        Sobre os metadados e que a Meta encontra forma de os monetizar não me admira nada, como diz o especialista (Mysk).
        Quanto à encriptação E2E que impede até a Meta de ler as mensagens acredito que assim seja, e o especialista não contesta.
        O que não acredito é que Musk e Durov, cada um deles com um serviço de mensagens concorrente do WhatsApp, sejam isentos.

  6. Zec says:

    E novidades? É a Meta. Alguma vez alguém seriamente acreditou que o WhatsApp faz o que promete? Grupos de hackers e outros grupos que pretendem manter-se anónimos não usam o WhatsApp.

  7. Alternativas says:

    Threema, Element, Wire, SimpleX. Briar. Session … Qualquer uma destas dá um “capote” ao whatsApp, e até ao Telegram

  8. PorcoDoPunjab says:

    PorcoDoPunjab já por várias vezes referiu que qualquer programa onde o utilizador não possua as senhas de encriptação ( e mais ninguém as tenha, obviamente ) é um programa a evitar totalmente.

    Whatsapp serve apenas para falar com as malucas.
    O meu uso do Whatsapp é apenas este.

    Tudo o que interessa vai por Signal, e outros…
    Mesmo no Signal não confio, mas sempre é melhor que o Whats…

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