Maioria do dinheiro falso a chegar a Portugal vem da China por correio
Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2025, registou-se um aumento nos crimes de contrafação e aquisição de notas falsas de valor mais baixo. A origem é normalmente a China, de onde chegam por correio.
O RASI de 2025 mostra que foram apreendidas 1393 notas de cinco euros, mais 296% do que as 352 de 2024, num aumento nos crimes de contrafação e aquisição de notas falsas de valor facial mais baixo.
O dinheiro falso apreendido, em Portugal, no ano passado, é de qualidade cada vez mais grosseira, registando-se uma subidas nas apreensões de notas falsas ainda antes de elas entrarem em circulação.
À semelhança de 2024, no crime de passagem de moeda falsa, constata-se que as denominações com maior número de apreensões continuam a ser as de 10 €, 20 € e 50 €, correspondendo às notas de maior circulação.
Lê-se no RASI 2025, publicado no dia 31 de março.
Além da "presumível proveniência da China", o RASI 2025 indica que a introdução destas notas falsas em território nacional "é maioritariamente feita através da aquisição online e remessa via postal".
Citando a Polícia Judiciária (PJ), o mesmo documento aponta o contínuo declínio do número de inquéritos por crimes de moeda falsa. No ano passado, foram abertas 3629 investigações, menos 31,6% do que em 2024. E, em 2017, tinham sido abertos 11.560 destes inquéritos.
Segundo RASI 2025, a maioria destas averiguações criminais está relacionada com a passagem de moeda falsa no âmbito de depósitos bancários.
Por sua vez, as investigações abertas a casos de encomenda de notas falsas, através da Internet, subiram em 2025. No ano passado, foram recuperadas 19.366 notas de euro, com um valor facial total de 938.225 euros, uma subida de 10% face a 2024.
Ainda assim, o RASI destaca que "a articulação entre o controlo alfandegário e a investigação criminal tem impedido a entrada de quantidades consideráveis de notas contrafeitas no circuito monetário".
Aliás, no ano passado, Portugal teve a liderança de uma equipa europeia que, além de importantes apreensões, conseguiu mapear as zonas geográficas onde se verificam passagens mais frequentes.
Segundo o documento, isso "contribuiu para uma resposta mais dirigida e eficiente".
Notas falsas de Itália são verosímeis
Segundo o documento de segurança interna referente ao ano passado, as notas falsas provenientes de Itália são "razoavelmente verosímeis", tanto na produção como na imitação de elementos de segurança.
Além de informar que o impacto se sente principalmente nas notas de 50 euros, o documento diz que as poucas apreensões de dinheiro oriundo deste país europeu mostram que a maioria do mesmo é introduzida por redes internacionais, e detetado já circulação.
O relatório informa que a produção italiana "privilegia notas que melhor combinam valor facial e facilidade de circulação".




















Alguém sabe como se compra? é para um amigo
Se for para vender por Bitcoin eu digo
Euros da Temu
o RASI e uma farsa feita pela esquer54dalha
Da CN não seria de esperar outra coisa.
Recentemente contactei um numero do banco, ou pelo menos pensava eu, 21 790 07 90(eu verifiquei o numero em um cartão do banco!).
Atendeu um homen, oriondo de outro continente.
No decorrer da conversa, fui informado que o “centro de operações da meo”, me iria contactar, e me seria pedido o cartão matriz.
Foi quando, eu finalmente percebi.. da meo?
O banco ia-me contactar, e ia-me pedir o cartão matriz???
Como é que eu sei quem me ligou, de onde vem a chamada?
E pedem-me o cartão matriz?
A parte da meo, foi um abre olhos.
Pode ser da diferença cultural, que não estamos treinados, para outros sotaques, e secalhar houvi meo, e era outra coisa qualquer?
Se a coisa era idónea, a única explicação, seria a de que este senhor, fazia callcenter para a meo, e outras , mas naquela altura estava asignado ao banco?E por isso escapou-lhe a parte da “meo”?
O meu banco regularmente diz que, o banco não inicia telefonemas, nem pede o cartão matriz.
Eu acho que deveria haver mais transparência, e de forma aberta os bancos deveriam ser obrigados a expor, se usam callcenters externos, e aonde.
Porque do meu ponto de vista, são esses callcenters, que conhecendo processos internos do banco, depois as pessoas conseguem forjar, de alguma forma a identidade do banco, e assumirem-se como “O Banco”.
Sobre o dinheiro falso, falado do artigo,
Pois isto é um problema para todos.
1) É um problema para o comerciante, que agora vai ter que concorrer com um pseudo comerciante, que com dinheiro ilimitado, compra tudo, e põe os preços extremamente baixos para matar a concurrência.
Tudo isso, com dinheiro falso, que não tem valor.
Um zé ninguém, derepente, compra patrimónios de valores colossais, com dinheiro que não existe, ou seja de barla.
2) É um problema para o civil, que nesses establecimentos, recebe o troco em dinheiro falso.
E se ele recebe em dinheiro falso, se calhar também fazem datamining sobre os cartões bancários que passam por lá.
A policia pode ver a quem vai direcionado o dinheiro falso, investigar os criminosos, e cair-lhe em cima umas equipas das forças especiais, á bruta!As cartas, tem destinatário, certo??
A policia nem vaselina deve oferecer a esses grupos.
Quando apanhado, deve ser extraditado, e o nome colocado numa lista vermelha internacional.