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AIE lança aviso! Mundo enfrenta maior ameaça energética da história

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. dzx says:

    MAD MAX, lembram-se dos filmes, para lá caminhamos…

    • Gringo Bandido says:

      Sempre achei estranho não existir canibalismo na saga mad max apesar de no fury road existir uma referência ao “the people eater.” Enfim mais um brinde neste lindo futuro que os americanos nos quere impor.

    • Gringo Bandido says:

      Aliás enganei-me existe uma referência no segundo filme, road warrior, logo na narração inicial.

    • oliveira says:

      tal e qual

    • ManuelRocha says:

      Ainda há 90000 biliões, de barris, guardados, na reserva mundial… 10 a 40 anos, sem precisar daquela região.
      No gás liquefeito é que podem haver problemas. O GNL é, pouco, produzido, na Europa e Américas, por causa dos, potenciais, acidentes, que podem levar a 1000 dias, para apagar, um incêndio, e 8 a 10 anos, para reparar a estrutura.
      Na Europa, temos a Nigéria e a Argélia, que produzem 60%, do que se importa. Os EUA produzem 110%, do que usam (e 160%, de petróleo).
      O maior afectado é mesmo a China e o próximo oriente (India, Paquistão, Bangladesh, Sri Lanka e os vários asiáticos e da Oceania. Há países, como a Tailândia, que perderam 97%, dos turistas, nestas 3 semanas. É que 90%, dos voos, de turismo, e negócios, eram via Dubai.

    • Marco says:

      Quase que disses-te a coisa certa..
      Pra lá??

      Já estamos a entrar na próxima fase.
      E o problema não vão ser os combustiveis.

  2. Max says:

    “Estamos a enfrentar a maior ameaça à segurança energética global de toda a história”: o aviso emana de um dos principais vigias dos mercados de energia. Em entrevista ao Le Monde, sexta-feira, 20 de março, Fatih Birol, diretor executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), resume sem rodeios a magnitude da crise causada pela guerra no Médio Oriente, que, em três semanas, fez os preços do petróleo e do gás saltarem. Antes do conflito, cerca de 20 milhões de barris passavam diariamente pelo Estreito de Ormuz. A paralisia desta artéria marítima, exposta aos ataques de mísseis e drones das forças iranianas, e as quedas na produção, às quais são forçados os países exportadores do Golfo Árabe-Pérsico, já privam o mercado de 11 milhões de barris por dia (bruto e produtos petrolíferos), segundo estimativa do chefe da AIE. “Já perdemos mais petróleo do que durante os dois choques de petróleo da década de 1970 juntos (em 1973 e em 1979″ (Le Monde, 20/03/2026).
    A AIE foi criada depois da crise do petróleo de 1973, para as procurar evitar. Não abrange o gás (GNL e GPL), que está numa situação ainda pior.
    E estamos nisto. Em vez de desescalar a guerra, Trump, empurrado por Israel, vai aumentar a escalada, tomando, com marines, a Ilha de Kharg (principal terminal de exportação de crude iraniano) e já pediu ao Congresso um orçamentos suplementar de de 200 mil milhões de dólares para continuar a guerra. E com isso consegue abrir o estreito de Ormuz à navegação? Os especialistas dizem que era preciso um mês de bombardeamentos contínuos sobre as baterias iranianas que podem atacar o estreito … e que o Irão vai atacar tudo o que sejam instalações petrolíferas nos países do Golfo.

  3. Max says:

    Trump no seu melhor esta 6ª Fª no Truth Social:
    “Sem os EUA, a NATO É UM TIGRE DE PAPEL! Não quiseram juntar-se à luta para travar um Irão com armas nucleares. Agora que esta luta foi VENCIDA militarmente, com muito pouco perigo para eles, queixam-se dos elevados preços do petróleo que são obrigados a pagar, mas não querem ajudar a abrir o Estreito de Ormuz, uma simples manobra militar que é a única razão para os elevados preços do petróleo. Tão fácil para eles fazerem, com tão pouco risco. COBARDES, e nós LEMBRAREMOS!”, escreveu o presidente dos Estados Unidos.
    O que Trump não se quer lembrar é do que disse a chefe dos serviços secretos dos EUA no seu depoimento no Senado, em 18/03/2026: “Como resultado da Operação Midnight [Junho de 2025], o programa de enriquecimento nuclear do Irão foi obliterado. Não houve esforços desde então para tentar reconstruir a sua capacidade de enriquecimento.”. Também o chefe das operações de contra-terrorismo se demitiu, por se opor à guerra no Irão, por considerar que não representava uma ameaça imediata.

    • AlexS says:

      E diz bem. È a Europa que julga que o mundo não muda se ficar quieta.

      Europa não faz nada para travar a proliferação missilística e nuclear.
      Tem de ser os EUA e Israel, sem eles os Ayatollahs já controlariam o Libano, ou seja já estariam no Mediterraneo. E controlariam o Golfo com todos a pagarem de diversas maneiras para passar.

      È significativo que da vossa mente não se veja uma critica ao Irão por ter atacado países que os não atacaram nem os hostilizavam. Já tem as sinapses formatadas para só pensar de uma maneira.

    • ManuelRocha says:

      E é verdade… 79,93%, do exército, da NATO, são dos EUA. E 96%, do equipamento militar, também.
      Veja que, a França, e a Inglaterra, que possuem 50%, do exército Europeu, tiveram de andar a gastar 540000 milhões, de euros (arredondado, incluindo libras esterlinas), para arranjar 12 novas fragatas, até 2027, para proteger o canal da mancha e o Atlântico norte. É que 99%, dessas patrulhas, eram feitas pelos americanos…
      A própria Alemanha, já colocou 2000000 milhões, para investir na sua marinha, força aérea e exército, sem contar com 80000 milhões, que vão ser usados na “Educação da sociedade”, num programa, iniciado em 2015, que foi ignorado, pelo resto da Europa.
      Já ninguém se lembra, do apagão de 28 de Abril, de 2025, em que 99,1%, dos portugueses, não tinham telefonias, ou pilhas, ou lanternas ou velas, em casa, assim como não sabiam procurar, alternativas, aos transportes públicos ou vias rodoviárias, sem o precioso telemóvel, de 1600 euros e 50 euros mensais, para serviços e energia. Na Alemanha, as crianças já aprendem a usar coisas básicas, a partir dos 15 anos, para saberem o risco, quando algo corre mal.

  4. Feliz100Ti says:

    Obrigado Trump

    • AlexS says:

      Bem podes agradecer.
      Em 5 anos o Irão teria ICBM’s com alcance a boa parte da Europa. Se ainda não percebeste o que a proliferação da tecnologia de misseis está e vai provocar convém mudares…
      Note que não me admira nada que a maioria das pessoas não percebam tal o estado desastroso do chamado jornalismo ocidental.

      • guilherme says:

        Dizem que sim, Venezuela também tinha, Cuba também parece que vai pelo caminho, pelo meio dizem que querem Grenolandia e Canadá acho também tem muitas ICBMs e agora comecao a ameaçar o Brasil…

        Por outro temos aqueles que realmente tem Correia de Norte e Rússia e lá ninguém ousa entrar!

        Achas que comemos todos gelados com a testa?

      • Mr. Y says:

        Em 5 anos? Não era 3 semanas?
        O director do Centro Nacional de Contraterrorismo Joe Kent demitiu-se e afirmou que NÃO havia provas que o Irão poderia ameçar com armas nucleares. Ele não é woke é bem trumpista, por isso, até quando vais comprar essa narrativa?

        • AlexS says:

          Tanta ignorância. Nem o básico do básico de perceber que um ICBM poder ter cabeças convencionais chegam…
          Pufff! 2 misseis contra Diego Garcia a quase 4000km não sei qual o CEP podem ter ficada a alguma distancia mas neste momento pode dizer-se que Londres está no alcance. Ou seja, Paris, Berlim, Roma etc…

  5. jorgeg says:

    Devido a quem, ao Regime de Esptein (Israel & EUA) que tem o apoio dos seus clientes, EU incluindo.
    Estou supreso com o irao da forma guerreira como se defende da Operacan Epstein Fury.

  6. Francisco Almeida says:

    War Games:
    Scorched Earth Law, A scorched-earth policy is a military strategy of destroying everything that allows an enemy military force to be able to fight a war.

    https ://www.msn.com/en-in/weather/general/when-750-oil-wells-burnt-for-9-months-in-the-gulf-black-rain-poured-on-himalayas/ar-AA1Z2cpG

  7. ManuelRocha says:

    O maior problema é que 96%, dos adubos, usados na Europa, são produzidos em países do próximo oriente (incluindo a China).
    Depois 99,99991%, dos plásticos (e refinados) também são lá produzidos.
    E a energia… na Europa, avançaram com 4000000 milhões, para 20 anos, para acabarem com todas as centrais nucleares, subir 5000000000000000000000% na produção de energias renováveis e ver o consumo subir 100000000%. E, mal aconteceu, a captura, do Maduro, eis que a Europa, cancelou, o encerramento de centrais nucleares e já estão, a negociar, abrirem 50 novos reactores, e substituírem 26, até 2050.

  8. Joachim P. says:

    a Europa é governada por bandidos

  9. Max says:

    Ou alguém põe mãos nisto e consegue uma solução diplomática ou o mundo como o conhecemos desaparece.
    – O Irão (e os EUA) deixam passar no estreito de Ormuz petroleiros com petróleo iraniano para a China – o que deve dar um nó no estômago de Trump porque fez passar a ideia (ou os seus papagaio por ele) que um dos objetivos da guerra que lançou era cortar os abastecimentos de petróleo à China. Passam também petroleiros e navios carregados de gás para a Índia e outros.
    – Ontem, domingo, Trump lançou um ultimato ao Irão – ou abre o estreito de Ormuz em 72 horas, sem restrições, ou começa a bombardear as suas centrais de energia elétrica, a começar pela maior.
    – Também no domingo o Irão respondeu que o estreito de Ormuz está aberto, exceto para os inimigos e avisou que:
    “Se a infraestrutura petrolífera e energética do Irão for atacada pelo inimigo, todas as infraestruturas energéticas, de tecnologia da informação – e de dessalinização de água – pertencentes aos Estados Unidos e ao regime da região serão alvo de ataques” (não foi especificado o regime).
    Destaquei as centrais de dessalinização porque:
    Max 19 de Março de 2026 às 13:35
    Para os países do golfo há um recurso estratégico mais importante [do que o petróleo e o gás] e um tabu que se não for respeitado é muito mais perigoso – o ataque a centrais dessalinizadoras.
    A percentagem de água dessalinizada no abastecimento doméstico:
    – Catar mais de 99%, Kuwait 90%, Omã 80%, Arábia Saudita 70%, Bahrein 60%.; Israel 80 a 85% (em Gaza a população sobrevive com menos de 3 litros de água por dia, salobra ou contaminada), Irão 2 a 4%.
    E já aconteceu mesta guerra: em 7/03/2026 foi atingida uma estação de dessalinização iraniana na Ilha de Qeshm. No dia seguinte o governo do Bahrein anunciou que uma das suas centrais foi atingida por um drone iraniano. Foi aí que o mundo suspendeu a respiração, muito mais do que nos ataques a infraestruturas petrolíferas e de gás. É inamaginável o efeito à escala da população dos países do Golfo se o tabu não for respeitado.

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