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Dedo no gatilho: IA escolhe a guerra nuclear em 95% das simulações de jogos de guerra

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Max says:

    Tanta conversa de Trump contra a Anthropic e afinal …
    “Os Estados Unidos usaram a ferramenta de inteligência artificial Claude na ofensiva militar contra o Irão no último sábado (28), revelou o jornal The Wall Street Journal. A informação foi confirmada pelo site Axios e pela agência de notícias Reuters.”
    Como funcionou na realidade? O Claude analisou a informação e selecionou os alvos e um oficial teve 5 segundos para carregar no botão. Usar armas nucleares é o mesmo, só difere a cadeia para autorizar os disparos.

    • Toni da Adega says:

      Uma coisa é usar a AI para analisar, aconselhar e depois ter alguem para executar.
      Outra coisa é dar autonomia á AI para analisar, e executar de forma autonoma sem interacao humana.

    • Manuel da Rocha says:

      A IA analisa dados de 9 satélites, 80 drones e 4 aviões, apresentando soluções. É só aqui que automatiza algo. Essa do “o oficial tem 5 segundos”, é FALSO!!!! Os relatórios, são enviados, para serem analisados por 6 oficiais. Só depois disso, são enviados, ao CENTCOM, que os avalia. É o CENTCOM que envia, as coordenadas, para navios, submarinos e aviões, saberem os alvos, a atingir.
      Em vários casos, os alvos, já estão escolhidos, há meses. Só são atacados, quando surge hipótese, de destruição máxima.
      É para isso que serve o X37B, que está, em órbita…

  2. AlexS says:

    A lança e o escudo, a eterna dualidade entre o ataque e a defesa.

    Para armas convencionais o maior medo é desenvolvimentos tecnológicos darem tal vantagem a quem ataca sobre quem defende que não resta alternativa.
    Se uma postura defensiva por motivos tecnológicos for impossível ou insuficiente e o primeiro ataque der tal vantagem ao atacante a resposta lógica é atacar primeiro.
    E estamos a chegar ao momento em que mísseis balísticos passam a ter precisão de poucos metros, e com o custo a baixar que qualquer país os pode construir a partir daí quem ataca pode simplesmente enviar 100 misseis para um aeroporto saturando as defesas a bel prazer e vai atingir algo importante, não só o asfalto da pista.

    Quanto ao exercício parece mal explicado. Estavam só a testar quão fácil a AI usa armas nucleares sem consideração para a própria sobrevivência da AI?

  3. Gringo Bandido says:

    Devolvam os vossos corpos à terra seus irresponsáveis, não se perde grande coisa.
    Em relação ao filme War games não me lembro de o ter visto, boa sugestão para “relaxar” depois de ver as notícias!

    • Zé Fonseca A. says:

      Tanto lixo que sugeres e nunca viste esse clássico?
      Shame on you

      • Gringo Bandido says:

        Lixo!? ui deves ser muito erudito tu, vejo filmes de todas as décadas, duvido que muita gente ainda veja filmes dos 40s por exemplo ou dos 70s, lixo mesmo foi nos 90s e agora.
        Gosto sugerir filmes com temáticas interessantes no contexto de certas noticias por estas bandas e normalmente são bons filmes.

    • Manuel da Rocha says:

      Ainda não eras nascido… Lá por pagares 500000 euros, semanais, pelo serviço web, há filmes, mais antigos, interessantes.
      Já agora, está no Youtube (sem ser preciso pagar 10000 euros!!!). Aproveita e vê o Defense Play. Vais ver algo que, hoje, já é usado, na guerra…. num filme, dos anos 80.

  4. Manuel says:

    Para uma IA continua a ser uma tarefa, números. Não entendo em que ponto alguém pensa que questões morais serão tidas em conta. Alias, pela base estatística o ataque nuclear termina a guerra. Hiroxima, Nagasaki. A questão é os imbecis que usam uma ferramenta destas lara decidir quem morre ou vive

    • B@rão Vermelho says:

      Engraçado que há poucos dias no YouTube estava a ver e há canais que afirmam que a rendição Japonesa nada teve a ver com a largada das bombas, mas sim com os avanços Russos na Manchúria, e ao render-se ficaram com o apoio dos EUA impedindo assim que todo o Japão cair nas mãos dos Russos.
      Vale o que vale, mas dá que pensar.

      • Manuel da Rocha says:

        Os japoneses não se preocupavam, com a Rússia.
        A rendição estava a ser negociada, só que, o imperador japonês, exigia um acordo, em que o Japão seria dado como vencedor e ainda receberia reparações monetárias.
        Foi, por causa disso, que largaram as 2 bombas atómicas. Ao ver, a destruição, o imperador, achou que, a próxima, seria sobre Tóquio. Mesmo que ele sobrevivesse, 16 milhões, seriam mortos.
        Foi, por isso, que apresentou, a rendição, sem qualquer contra-partida. Como pode ver, os EUA, acabaram por ajudar, como estava a ser negociado, antes, com a diferença que, vários oficiais japoneses, “caíram sobre as próprias espadas”.

  5. Zé Fonseca A. says:

    Acho que devíamos deixar a AI fazer takeover, não ter qualquer intervenção humana, liberdade total

  6. Joao Ptt says:

    Depois de os humanos terem deixado a sua ferramenta “intelecto” tomar conta de si mesmos, em vez de apenas utilizarem como mera ferramenta do espírito, agora ainda estão a ponderar ou mesmo a deixar para sistemas computorizados toda a decisão… o que é que não pode correr ainda pior?

  7. Factos says:

    É só um resetzinho, não custa nada.

  8. Jorge says:

    Eu estou curioso para ver uma explosao nuclear, israel e usa a rebentarem com o irao, a russia a rebentar a ucrania. A guerra e horrivel claro mas do ponto de vista da curiosidade tenho muita para ver o verdadeiro poder atual das nossas forcas. Vamos precisar quando os aliens vierem e thanos em breve vira

    • Toni da Adega says:

      Portugal como país da NATO e dá apoio aos USA está nessa lista. Pode ser que consigas ver bem de perto.

    • Manuel da Rocha says:

      Lembre-se que, quando Chernobyl explodiu, quase 50 vezes, a radiação segura, espalhou-se, pela Europa, até aos Açores e Angola.
      E, Chernobyl nem 0,0000001%, da radiação produziu, de uma explosão, de plutónio…

  9. B@rão Vermelho says:

    Carreguem mas é já nos botões e acabamos todos de uma só vez, assim como assim estamos condenados, quer pela estupides quer pela ganância, somos pior que as bactérias e vírus, e burros que nem uma porta, já tivemos duas grandes guerras e não aprendemos nada com elas o melhor mesmo é acabar já com tudo.

  10. Maçã podre says:

    qual é a surpresa? Se os modelos LLM fora alimentados com dados históricos, é a escolha racional, não percebo o espanto.

  11. Manuel da Rocha says:

    A razão, para isso, é que, a lógica diz “Ganhar a todo o custo.” Para um algoritmo, recebe a instrução: “Temos de eliminar, o inimigo, ao mesmo tempo, reduzindo as nossas perdas. Possuímos xxx armas, ooooo soldados… e 30 ogivas nucleares.”A IA irá analisar, tal como faz, com qualquer jogo (para os mais velhotes, jogos SDI, do ZX Spectrum!!), de que forma vai atingir, o inimigo, da forma mais rápida, eliminando-o. Ora, pode começar, com meios convencionais. Depois, surge o momento em que esteja a perder, qual é a solução, que reduz, as suas perdas e dá, mais danos, ao inimigo?
    Está disponível, não precisa de analisar se vai matar 5000000 vezes mais humanos ou provocar danos ambientais, que duram 10000 anos. Ordem é para ganhar, IA faz, o que for preciso, para ganhar.
    Qualquer pessoa, que jogue jogos de guerra, sabe que usar armas nucleares ou armas de destruição massiva, provoca danos gigantes, ao adversário, dando-lhe uma vantagem, para poder ganhar, o jogo. A IA faz o mesmo…

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