Governo quer mudar regras para tirar a carta de condução! Saiba o que muda
O Governo português decidiu alterar as regras para tirar a carta de condução e estas medidas vão ser levadas a Conselho de Ministros ainda hoje.
O Governo português prepara-se para aprovar um pacote de alterações às regras de obtenção da carta de condução (categoria B), incluindo um novo regime que permite aos candidatos aprender a conduzir acompanhados por um tutor, como um familiar, em vez de depender exclusivamente de um instrutor profissional de uma escola de condução. As medidas serão discutidas em Conselho de Ministros nesta quinta-feira.
O que vai mudar nas regras da carta de condução
O grande destaque passa pela introdução de um modelo alternativo de aprendizagem prática:
- Tutor em vez de instrutor: Os candidatos poderão optar por aprender a conduzir com um tutor, como um pai ou outro acompanhante, sem necessidade de frequentar um curso obrigatório para o tutor.
- Fim do curso para tutores: Com as novas regras, deixa de ser exigido o curso específico que atualmente habilita alguém a atuar como tutor.
- Regime voluntário: Esta possibilidade é opcional, pois continua a ser possível seguir o percurso tradicional de aprendizagem exclusivamente com instrutores de escolas de condução.
Atualmente, Portugal já prevê um regime de condução acompanhada com tutor no Regime Jurídico do Ensino da Condução, mas com regras estritas: o tutor tem de ter carta há pelo menos 10 anos, não ter sido condenado por crimes ou contraordenações graves e frequentar um curso específico antes de poder acompanhar outro condutor.
Nada muda nas etapas teóricas e de exames: os candidatos continuam a ter de frequentar e aprovar o exame teórico (o código) e, no final, passar no exame prático para obter a carta de condução.






















Pelo que avançou, o ministro Leitão Amaro, as novas regras, para tutores, passam a ser simplificadas: possuírem carta, há mais de 24 meses, e não estarem inibidos de conduzir.
A prova de aferição custaram 450 euros, caso o aluno chumbe (falhe 5 das 20 manobras/cumprimento de regras de trânsito), poderá repetir 30 dias depois, por 150 euros. Assim que passe, o exame será feito, até 60 dias depois.
Isto não é seguro. Os carro de uma escola de condução em Portugal é obrigatório terem pedais duplicados, certificados, para o instrutor.
E com os carros com o identificadot L (escolas de condução) o pessoal mant´m distância e dá desconto.
o identificador precisas sempre, os pedais é irrelevante, já é assim na maioria dos países ocidentais
Já agora, falando por mim, a ideia que retenho é que o instrutor não estava preocupado em ensinar a conduzir, mas sim em ensinar as manobras necessárias para passar no exame (lembra-me no exame ter feito inversão de marcha num espaço apertado, “à profissional”). A zona em que são feitos os exames “bati-as” várias vezes. Mas nunca conduzi em autoestrada/via rápida, que tem as sua “por*as”
Mas, sugere o post o pai como tutor. Parece-me melhor outra pessoa, porque dificilmente o pai vai manter a calma e a atitude necessária.
O que me parece adequado é que nas instruções com tutor, depois de tirada a carta, durante algum tempo seja obrigatório conduzir com um “encartado experiente” ao lado. Creio que existe essa obrigação em alguns lados, mesmo com a carta de escola de condução.
Supostamente no plano de aulas de condução tem de ter duas idas a autoestrada sem saída do município.
Eu sei que as fiz e sei que não precisei de cumprir limites de velocidade
Já ensinei duas pessoas a conduzir com o meu carro em propriedade privada. Ponto de embraiagem em ‘horizontal’ e subida, inversões de marcha, estacionamento…
Feito depois de terem começado as aulas de código e antes da primeira de condução.
A circulação/as regras de transito foram ensinados/revistos durante as ‘boleias’ em que o assunto das conversas era muitas vezes esse.
Quando chegaram à primeira aula de condução já não era tudo novo. Sabiam o mínimo indispensável para fazer uma viatura deslocar-se em segurança e isso deu-lhes confiança para combater o stress das primeiras saídas para a via pública no meio da cidade. “Só” tiveram de ter atenção ao que estava à sua volta pois dentro do carro não havia nada de novo/estranho. Estavam familiarizadas com praticamente tudo: sem andarem à procura de pedais ou qual a velocidade engatada e a saberem fazer ponto de embraiagem…
Fi-lo sem qualquer arrependimento e voltaria a fazê-lo de novo.
Agora poderei voltar a fazê-lo de novo, com a lei do meu lado!
Hummm… e com esta arrebentou com as escolas de condução!
Já estou a ver o filme no estilo Uber vs Taxi das cartas de condução. Agora qualquer tio ou mãe pode “ensinar” no lugar da escola sem cursos obrigatórios, e isto vai dar pano para mangas!
Deixa-me buscar as pipocas… #PopcornTime
Já existem comportamentos de m*rda q.b. nas estradas, então com isto passa a ser como na Índia, a selvajaria total!
Isso parece-me bem mais provável que ser o pai o tutor. Prefiro, de longe, pagar as aulas de condução de um filho do que dar-lhe aulas de condução – agora, se numa escola de condução encartada, ou num biscateiro … Por acaso, fiz as aulas de condução à noite e quem dava a instrução tinha ali um 2º emprego … ia lá fazer um biscate.
O que é importante é que rebente com um carro da escola/biscateiro e não com o meu 🙂
É completamente seguro, desde que o carro tenha o travão de mão a funcionar correctamente, tirei a minha carta na Suíça assim e acredito ser muito mais prático para os aprendizes. Sobretudo em relação a custos. Parar de encher os bolsos às escolas de condução.
Travão de mão? Mecânico? Isso ainda existe?
Continua a ser obrigatória a identificação do veículo com a placa ‘L’?
Espero que sim pois assim todos sabem que aquela pessoa está a aprender e mantêm a distância / dá o desconto.
E com os seguros em caso de acidente, como é?
Isso, o Pai, Tio ou seja lá o quem for, vai ser melhor do que um instrutor profissional…o que eu vejo é uma forma de se gastar mais dinheiro por cada vez que se reprova…porque salvo alguma exceções, é isso que vai acontecer…
Pffff… que pivete, credo!!!
Baldaria total. Uma irresponsabilidade, novamente, de um governo perdido. Agora é que monhés e zucas vão andar para aí que nem baratas! Sentidos proibidos, contra-mão? qual quê
Na atualidade esse comportamento já é habitual nas nossas estradas, infelizmente. Tenho visto várias vezes, condutores de tvde, a passar vermelhos e a ignorar sentidos proibidos. Ao olhar para o condutor, imaginem de quem se trata: monhés
Vejo praticamente toda a gente a ignorar os sinais STOP (contra ordenação MUITO GRAVE)… e não interessa a origem/ nacionalidade.
O problema é a falta de fiscalização à séria, e quando ela (raramente) aparece é uma revolta generalizada por parte dos condutores que naturalmente não querem cumprir as regras, apenas que os outros as cumpram. Ou a fiscalização é rigorosa, ou cada um faz como lhe apetece, que é a situação actual.
Os velhos não sabem conduzir quanto mais ensinar.
Enfim
Não sei se hei-de rir ou chorar, basta ver o que se passa diariamente nas estradas, enfim…