PplWare Mobile

Uma máquina do tamanho de um frigorífico promete produzir gasolina a partir do ar

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Gringo Bandido says:

    O trump ainda encomenda um “acidente” aos envolvidos, tudo pela segurança nacional claro.

    • Ifm says:

      Steorn – fail

      Prometheus Fuels – fail ( bmw perdeu dinheiro)

      Carbon Engineering – fail ( bill gates perdeu dinheiro)

      SG Preston / SGP BioEnergy – fail as portas de calor.

      Velocys – fail ( quase na falência)

      Agora mas querem comprar é fuel???
      Está aí já a venda façam as vossas encomendas.

      https://shop.zeropetroleum.com/shop/

  2. S.Tome says:

    Ver para crer…

  3. Zé Fonseca A. says:

    Txi.. querem matar os EVs, vou já encomendar um da worten para por na varanda.
    Imagino que haja mais tugas com varanda do que com garagem..

  4. Luís+Rosa says:

    Se isso vier a acontecer, será produção em larga escala e feita pelos Estados. Os Estados irão proibir a produção caseira; não vão querer perder a galinha dos ovos de ouro.

  5. João says:

    E quanto ela gasta de energia para produzir 3,5 litros de gasolina por dia? Com ctz seria melhor jogar essa energia em uma bateria.

  6. Tiago says:

    Bom artigo mas podiam ter investigado um pouco mais e informar que são necessários cerca de 75kWh para produzir um gallon de Gasolina, que dificilmente se materializa em 100km percorridos enquanto um BEV com essa energia pode facilmente percorrer 400km.

    • Raul says:

      Exato mas a questão nem é essa é mesmo o conseguirem transformar um desperdício em gasolina isso sim é uma boa invenção. Agora têm de afinar o processo.

  7. Joao Ptt says:

    Tenho aqui uma máquina que produz ouro através da conversão do ar e da chuva e da terra, acreditem, funciona mesmo. Fonte: confia Joka.

    Nota: o parágrafo acima é só humor.

    • JL says:

      Pela descrição do processo, é exatamente o que Porsche alega conseguir fazer, a grande diferença é que a Porsche investiu cerca de 70 milhões de dólares para produzir 130 mil litros durante 1 ano. Estes não dizem quanto a máquina produz. Este processo é bem conhecido, tem mais de 100 anos de evolução, se consegue ser miniaturizado a este nível ? É a minha dúvida.

      • Ifm says:

        Não sei qual o processo da Porsche mas duvido que seja assim tão estúpido como este …

        Tanta central a carvão, não era preferível ” tratar o o CO2 emitido pela chaminé??”

        Ao menos sempre é mais fácil capturar CO2 directamente de uma fonte produtora de C02.

        Que andar no meio do campo onde mal existe Co2 a tentar capturar.

        Projectos destes aparecem todos os anos…. Este não foi o primeiro nem será o último, todos eles acabam por receber fundos e contribuições e acabam por deixar o morrer o projecto, porque claramente a viabilizar daqui a partida não existe .

        É o processo mais ineficiente que existe.

        Também houve já o de criar sacos de plástico a partir do CO2…

        Tantas ganhas da cobra…. Mas o JL aposto que conseguia vender umas quantas destas máquinas aqui ao pessoal do Pplware

        • JL says:

          O processo é aquele que se conhece e inventado há mais de 100 anos.

          Nesse caso a central a carvão não produzia energia suficiente para este processo, já que esse é um dos grandes problemas.

          Nem por isso, porque junto ao CO2 vêm outros gases que podem contaminar o processo, aliás, ainda estou para saber se foi também por isso que a Porsche foi para “o meio do nada” explorar este processo.

          É verdade, há muitos projectos que só servem para cativar atenção (dinheiro).

          Não existe outro para criar este tipo de combustivel.

          Acho que não entendeu, o processo existe e muitas grandes marcas já apostaram nele, existe inclusive um cartel, ah desculpe, uma aliança de muitas marcas conhecidas para produzir este combustível usando o mesmo método.

          https://www.efuel-alliance.eu/initiative/members

          Não me venha dizer que estas marcas estão todas a levar com a banha da cobra ?

          Eu não vou em banhas da cobra, mas há que aprender a distinguir, e foi o que fiz, o processo usado é real, a energia usada bate certo com os requisitos, só desconfio do tamanho da coisa.

          • Ifm says:

            Não as marcas estão a dar a banha da cobra, sabem que não é viável …

            É uma fachada, ou como se diz na tuga ” para inglês ver”

            E continuarem a produzir carros a combustível….

            Provavelmente altamente modificado, para ser um super combustível para provas de competição.

            Mas nada para uso comum.

            Porque é a energia gasta a produzir é fuel é umas 10 a 20x mais que a energia contida no efuel.

            Mais a perdas gigantes de um motor a combustível.

            Basicamente viabilidade -5000, para uso comum.

            Mais vale o tradicional combustível ou se querem ser “ecológicos” usam elétrico.

            Isto é a mesma teoria dos produtos biológicos, 90% deles o biológico é o rótulo.

            Só cai quem quer.

          • JL says:

            Que não é viável já todos sabem, senão já se vendia, mas a malta da combustão gosta muito de ser enganada, portanto há que lhes dar aquilo que eles querem.

  8. JL says:

    Há um senhor muito famoso que também acreditava que o carro funcionava só com água, e muitos a continuam a alegar que esse senhor foi morto.

  9. há cada gajo says:

    Para manter a narrativa detratora de tudo o que é a combustão, tiveram de arranjar o exemplo de um carro que tem um depósito de 80 litros …

    • TiGaSPT says:

      Podiam ter ido buscar o exemplo de um renault clio por exemplo, tem 42 litros de deposito e uma maquina destas podias abastecer de manha, andar bem com ele e ainda dava para quase meio deposito cheio quando chegasses a casa. Muita gente esquece-se que os EVs nao sao o futuro e que quem manda no mercado é o cliente e isso nota-se com a venda desses carros a cairem como uma bola de neve numa montanha

      • Vítor M. says:

        Não faz sentido o que dizes. Os elétricos são o futuro. Aliás, são já o presente, visto que estão a aumentar as vendas, está a aumentar a oferta, está a aumentar a rede de carregamentos, está a aumentar a autonomia dos novos BEV, está a aumentar a velocidade de carregamento e está a aumentar a especialização no que diz respeito às especificidades deste tipo de veículos.

        Mas há mais. Com a oferta em todos os segmentos (ligeiro de passageiros, ligeiro de mercadorias, transportes e pesados), vemos que a própria sociedade se está a modificar, a adaptar. Mais uma prova que o mundo mudou.

        • Ifm says:

          Victor o que não faz sentido é este artigo… Ainda apro cima tu és o autor desta linda informação de banha da cobra.

          Já és crescido o suficiente para antes de publicar um artigo, para confirmar a veracidade do mesmo uma simples pesquisa, projectos destes nascem e desaparecem todos os anos com falsas promessas.

          Vai publicar também um artigo de um dispositivo de uma garrafa de 1L que te deixa respirar infinitamente debaixo de água. ( Retirava o oxigénio da água)

          No papel tudo é possível, até alguém fazer as contas e se é ou não possível.

          • Vítor M. says:

            Não vejo nas tuas informações qualificações para tal crítica. E de facto, esse teu comentário não se sustenta, nem no tom, nem no conteúdo. Isto é, não dizes nada de factual

            Primeiro, confundes descrença pessoal com verificação factual. Um artigo informativo não valida promessas, relata um projeto, contextualiza o seu estado e apresenta o que é conhecido no momento. Ignorar essa distinção é básico.

            Segundo, a comparação com um dispositivo fictício para “respirar infinitamente debaixo de água” é um argumento falacioso, usado para ridicularizar em vez de refutar (usado por pessoas sem argumentação). Não demonstra erro factual, apenas desdém.

            Terceiro, projetos que “nascem e desaparecem” fazem parte da inovação tecnológica. Isso não invalida a sua existência, nem torna ilegítimo noticiá-los, sobretudo quando são identificados como conceptuais ou experimentais.

            Por fim, insinuar falta de verificação sem apontar um único erro concreto revela mais fragilidade no comentário do que no artigo. Criticar exige dados, não sarcasmo. A tal filosofia facebockiana.

            Conclusão: não é uma crítica informada, é ruído. E ruído não desmonta factos.

          • Raul says:

            Que estoiro. mas mereceste lfm porque só mandas areia.

          • Ifm says:

            Raul a minha resposta é que foi apagada, assim é fácil!!!

            Qual estouro??

            Achas mesmo !!! Ohhh menino, vendedores da banha cobra conheço muitos. Como pseudo intelectuais.

            Falar bem, não é sinônimo de inteligência, mas de bom vendedor.

        • Red says:

          Qual futuro? O sistema de carregamento colapsava se tivesses tudo em parque eletrico. Onde vai carregar quem nao tem garagem ou moradias? Vao fazer fila na Galp meia hora cada um?

          • Vítor M. says:

            Não é verdade. Até porque “tudo” é muito relativo 😉 e conforme o parque automóvel vai avançando, crescendo, também as infraestruturas vão sendo melhoradas. Hoje há muito mais carregadores que há dois anos, por exemplo.

            Se as pessoas carregarem em casa, além do benefício para a carteira, porque é mais barato, tem também o benefício para a saúde da bateria. Conheço casos de carros elétricos com 7 anos, 180 mil km e bateria a 100%, porque carregou quase sempre lentamente em casa.

            As filas acontecem em picos, sobretudo no verão em tempo de férias. Tirando as trocas de quinzena em agosto, nunca mais vi filas nos carregadores. É uma falta questão. Também acontece porque a mioria das pessoas que têm carros elétricos ainda não sabe gerir os consumos, o que é igualmente uma aprendizagem contínua e vai notar-se melhorias com o passar do tempo.

          • Rui says:

            Por isso é que as coisas não se alteram de repente se toda a gente passasse a ter carros de um dia para o outros quando havia meia duzia de bombas de gasolina também colapsavam. Essa teoria já foi por agau abaixo cada vez há mais carros eléctricos e a rede eletrica continua estavel. A malta deve achar que as casas nasceram todas com electricidade ahah hoje em dia toda a gente tem electricidade em casa e a rede não colapsou

          • Filipe says:

            Isso não era ao que o velho da esquina dizia quando começou a haver electricidade nas casas? “Se todos tivéssemos a rede não aguentava”. Engraçado que os tempos evoluem mas os argumentos continuam os mesmos ahahha inventem lá outra que essa já está gasta

          • JL says:

            Como de costume, estão a mostrar uma solução que gasta muito mais electricidade e ainda vêem com essa da rede colapsar. Loooool

        • Mário says:

          E o preço da energia a aumentar no caso dos EUA, e centrais a petróleo a serem reativadas… Cá vamos pelo menos caminho, só cai quem quer também.

          • Vítor M. says:

            Energia hídrica, eólica e solar. Além de tudo o resto, que permite em Portugal e na Europa em geral, manter um preço equilibrado.

          • Mário says:

            Se tiveres bons anos hídricos, se isso não acontecer, lá temos que voltar ao gás natural. Que ainda assim é o mal menor. Sempre é preferivel queimá-lo do que deixá-lo ir para o ar…

      • JL says:

        Onde é que as vendas caíram a pique ?

      • Toni da Adega says:

        +1 basta ver que a enegia necessaria para produzir 4l deste combustivel dá para fazer uns 400km num Elektro. Com esta eficiencia os EV estao mortos

    • FS says:

      Quando é preciso gastar 75kWh para produzir cerca de 3,8l de combustível por dia, o tamanho do depósito é irrelevante

  10. Manuel da Rocha says:

    Uma máquina, precisa de 8 painéis solares (modernos), para funcionar. Segundo, o próprio empreendedor, pesa 758kg, na versão base e 2800kg, na versão, com painéis solares, incluídos. Não é, ainda, nada compacta.
    Depois, imaginem que, em Portugal colocaram 6 milhões, destas máquinas. Vão acabar por danificar, o ecossistema, pois retiram, demasiado, CO2, da atmosfera. Teremos noites, mesmo no verão, com temperaturas negativas. Plantas, vão mudar, radicalmente. Se formos retirar, o que se diz, que colocamos, na atmosfera, acaba-se com o equilíbrio natural.
    É verdade, que a máquina já existe. É usada em unidades industriais, que produzem 8000000kt, de CO2, por dia. Nessas, poderá ser lucrativo, converter, essa poluição, em combustível, não só pela produção mas, para reduzir, as multas, por produção, exagerada, de poluentes. Foi, para isso, que a tecnologia surgiu. Exige, muita energia (em parte, gerada pela própria unidade de produção) mas, liberta, as empresas, de multas, se forem medir, a poluição gerada.

    • JL says:

      8 ? Ou 8 milhões de painéis ?

      Os seus posts são sempre ridículos, isto tira CO2 da atmosfera até o combustíveis ser gasto, porque depois esse volta para a atmosfera junto com mais alguns gases nocivos que foram criados durante a combustão do mesmo.

  11. Max says:

    Parece estar tudo certo:
    1) Captura do CO2 da atmosfera
    2) Gerar hidrogénio por eletrólise da água.
    3) Processos químicos para obter a gasolina, a partir do CO e do hidrogénio
    4) Eletricidade obtida através de painéis solares.
    E, no entanto, está tudo errado – nada disto é possível com as instalações descritas, uma espécie de uma máquina do tamanho de um frigorífico. É uma valente treta. Nem percebo como é que alguém tenha embarcado nisto.

  12. VAOpoK says:

    Os elétricos estão condenados ao fracasso.

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