Europa exige USB-C para carregadores! Routers e consolas têm até 2028
Após pressionar os fabricantes de smartphones, a União Europeia aponta agora às fontes de alimentação. A partir de 2028, os carregadores de modems, routers e consolas de jogos deverão incluir uma porta USB-C. Esta é uma mudança que até 2028 tem de estar assumida por todos os fabricantes.
União Europeia exige USB-C para carregadores
Pensava-se que a saga do carregador único tinha terminado com a capitulação da Apple e a mudança do iPhone para USB-C. Mas não, a Comissão Europeia acaba de complicar ainda mais as coisas com o objetivo claro de uniformizar tudo. Uma nova regulamentação, publicada oficialmente a 24 de novembro, tem como alvo as fontes de alimentação externas.
Os smartphones e os tablets já estejam em conformidade, e os computadores portáteis seguirão o mesmo caminho na próxima primavera. Agora é a vez dos dispositivos domésticos serem submetidos às regulamentações. A partir do final de 2028, será ilegal vender na Europa um dispositivo eletrónico fornecido com uma fonte de alimentação proprietária cujo cabo seja soldado, ou cujo conector seja exótico.
A regulamentação exige que o adaptador de alimentação tenha um conector USB-C fêmea. Por outras palavras, poder desligar o cabo de alimentação do adaptador. Esta medida abrange uma lista impressionante de dispositivos de uso diário, incluindo routers Wi-Fi, repetidores e modems. Os monitores, se tiverem uma fonte de alimentação externa, e as pequenas consolas de jogos, se utilizarem um adaptador de corrente externo e consumam menos de 120 watts, estão incluídos.
Routers e consolas têm até 2028 para se adaptar
Por fim, acessórios como carregadores de bateria e bases de carregamento sem fios também constam da lista. Com este âmbito alargado, o objetivo da Comissão é reduzir a quota de carregadores não USB-C de 50% para 15%. Esta decisão não se resume à conveniência e é, antes de mais, uma medida ambiental. Querem evitar deitar fora carregadores em perfeito estado, simplesmente porque o cabo estava gasto ou cortado.
Com esta exigência, o cabo deve ser removível e substituível. Bruxelas endurece as regras sobre o consumo de energia. Estes novos carregadores deverão ser mais eficientes em termos energéticos quando em modo de espera ou com utilização ligeira. Como sempre acontece com as normas europeias, existem nuances. Alguns aparelhos estão isentos da regra por razões de segurança ou técnicas.
É o caso das escovas de dentes elétricas (devido ao ambiente húmido), das ferramentas de bricolage com voltagem superior a 7,2 volts e dos aspiradores sem fios. Mas atenção, há uma nuance importante. O texto exige que o carregador tenha uma porta USB-C, mas não necessariamente o próprio dispositivo, a menos que já esteja abrangido pela lei anterior sobre smartphones/tablets.




















Tudo em prol do consumidor, claro!!!
Na prática esta medida só serviu e só servirá para os consumidores terem mais custos…
Custos com o quê? O artigo não diz que o artigo não virá sem carregador, diz apenas que o conector terá de ser USB-C. Na verdade isto não diminui os custos? Se o carregador original se estragar, terás outro em casa que funcionará…
Custos a comprar mais carregadores.
A maioria dos equipamentos agora vem sem carregador (obrigado UE ;( ) pelo que se quiseres carregar vários dispositivos terás de ter vários carregadores, além de que dependendo do dispositivo nem sempre podem ser carregadores iguais.
Antigamente comprava-se um aparelho e ele trazia o seu próprio carregador e se o vendêssemos o carregador ia junto. Simples e eficaz.
Nestes comentários todos, foste sempre mudando o critério consoante dava te jeito, primeiro disseste que o problema era o USB-C, depois que era a falta de carregadores na caixa, depois que era a necessidade de ter vários carregadores em casa e agora já é a saudade do tempo em que cada aparelho trazia um. Estas defender uma ideia pré-feita contra a UE, não o que realmente mudou.
E dizes que agora gastas mais porque os aparelhos vêm sem carregador não faz sentido, porque quem tomou essa decisão foram as marcas e não a UE. As marcas perceberam que podiam cortar no conteúdo da caixa e vender o carregador à parte e aproveitaram. Isto não é nada relaciona com standard USB-C…
A conversa de que antes era tudo mais simples também não é a realidade porque cada marca tinha o seu cabo, as ligações não eram compatíveis entre si e bastava perder um carregador para ficar preso ao preço que a marca decidia. Hoje seja para carregar dois, três ou quatro dispositivos ao mesmo tempo, tens liberdade de escolha porque tudo partilha a mesma porta. Se precisas de mais carregadores, compras mais, mas és tu a escolher e não a marca a obrigar.
Ainda dizes que o USB-C criou o problema, e ignoras o panorama anterior e culpas a única parte que tentou resolver isto. Sinto que tens uma forte crítica à UE, e isso leva-te a colar responsabilidades que não lhe pertencem e a pintar um cenário que não corresponde ao que existia antes.
Continuas com a liberdade de ter quantos carregadores quiseres, mas não ficas preso a cabos inventados por cada fabricante e isso é exatamente o contrário do que estás a sugerir.
+1000
Mais custos??? Se há alguém para quem isto é bom é o consumidor, já estou farto de conectores proprietários que depois se estraga e ou nunca mais arranjas um ou fica carissimo deste modo vais ter 200 em casa
Sim, 200, claro. 🙁
Se você tiver 3 telemóveis, 7 tablets, 1 portátil e 600 aparelhos, que precisam de carregar a bateria, ligados a uma tomada, em vez de precisar de 500 cabos e 120 carregadores, diferentes, pode passar a ter 1 carregador (duplo!!) e 2 cabos. Assim pode carregar 2 dispositivos, ao mesmo tempo, sem precisar de demorar 5 horas, à procura de qual é o cabo certo e, se o perder, não precisa ter de pagar 80 euros, por um, da marca, na loja ou comprar, à China, por 8 euros e esperar 15 dias, que chegue.
Vês, agora afinal é pior.
Antigamente podia pôr a carregar muito mais equipamentos ao mesmo tempo, só limitado pelo número de tomadas elétricas da casa. Com a tua “brilhante” solução só pode carregar 2 aparelhos de cada vez, sendo que um carregador com dois aparelhos ligados normalmente desce a velocidade de carregamento para metade.
Ou seja… Não perde 5 horas à procura de cabos, mas demora 5 meses a conseguir carregar todos os aparelhos que referiste. Ou então gasta uma pequena fortuna a comprar muitos mais carregadores duplos e lá se foi a conversa da treta da UE da poupança e de acabar com o desperdício.
Isso não faz sentido porque ninguém falou em limitar te a um carregador duplo. O que mudou foi só o tipo de porta, não o número de carregadores que podes ter em casa. Se queres carregar dez aparelhos ao mesmo tempo, continuas a poder comprar dez carregadores como sempre fizeste. A diferença é que agora não precisas de dez modelos diferentes inventados por cada marca e não ficas preso ao carregador específico de cada aparelho. O USB C não reduz a tua capacidade de carregar dispositivos, reduz é a confusão que existia antes. E acho engraçado que no meio disto tudo, o que realmente salta à vista é a dificuldade que tens em reconhecer progresso e a teimosia em ficar preso às soluções ultrapassadas.
Custos? O consumidor gastava mais era quando cada aparelho vinha com um cabo diferente e se estragasse, tinhas de comprar outro específico da marca. Com o USB-C ficas com cabos e carregadores que servem para tudo. Isso são menos despesa, não mais… Pare de reclamar
Sim, claro, até porque os cabos USB-C não avariam e nem existiam cabos da concorrência muito mais baratos para as marcas que tinham sistemas de carregamento diferentes. 🙁 🙁
Estás a desviar a conversa… Ninguém disse que os cabos USB-C não avariam. Todos os cabos avariam, sempre foi assim. A diferença é que antes, quando um cabo se estragava, tinhas de comprar outro igual da mesma marca porque não havia alternativa. Agora, mesmo que um cabo avarie, compras outro compatível por poucos euros e continua a servir para vários aparelhos. O que ficou mais barato foi precisamente não teres de andar a pagar por cabos proprietários sempre que um se perdia ou deixava de funcionar.
O pior é que os cabos SUB são um caso para a segurança.
Um perigo imenso pesquisa na net.
E querem que tgenhamops estas coisazs nos dispositivops que era suposto nos proteger.
Agora pensem.
Pufff. Cada mariquice… Não tem mais nada que fazer?? Como salvar a indústria europeia automóvel? Ainda percebia esta demanda se ainda fosse um carregado usb universal de voltagem e potência, mas os aparelhos têm tantas especificações diferentes que isso não faz sentido!
+1
Daí que vão usar os mesmos parâmetros. Neste momento o cabo e o dispositivo é que escolhem qual é a capacidade de carga, que recebe. Se o seu cabo suportar 120w, você tiver um carregador que suporta 900w e o seu telemóvel, suportar 25w, vai carregar a 25w. Não importa que o carregador dê para 3600 vezes mais, ou o cabo para 5 vezes mais…O mesmo se o seu carregador dá para 500w, cabo dá para 120w e o seu telemóvel, aguentar 500w, só vai carregar a 120w, com aquele cabo.
Isto já é a base desde 2016…
A UE anda a salvar a indústria automóvel europeia desde sempre. São milhares de milhões todos os anos, só em subsídios. Um absurdo.
Mariquice é continuar a ter um cabo diferente para cada aparelho. Isto só resolve um problema básico que toda a gente tem em casa. E qual é a relação deste post com a indústria automóvel? Estamos a falar de carregadores, não de fábricas de carros. O USB-C já tem a voltagem certa para cada equipamento, por isso a conversa das especificações não faz sentido nenhum
Dizes tu que: “O USB-C já tem a voltagem certa para cada equipamento, por isso a conversa das especificações não faz sentido nenhum”
Isso não é verdade. Informa-te melhor. Não só os cabos USB-C não são todos iguais como os carregadores tb têm muita influência na otimização do carregamento.
A maior parte das pessoas compra o carregador mais rápido que pensa que precisa e depois usa um cabo antigo que lá tem em casa ou compra o mais barato que encontra (até dos chineses), com o raciocínio de “isto é só um cabo, é tudo igual”.
Grande erro! As especificações contam e muito, tal como a qualidade do que se compra. Podes ler mais no link abaixo.
https://www.pcworld.com/article/2331534/the-bewildering-world-of-usb-c-charging-explained.html
Mais uma vez, inguém negou que existam diferenças entre cabos e carregadores. Isso sempre foi verdade, já no tempo do micro-USB, do Lightning e até dos carregadores proprietários de cada marca. O que mudou não foi a existência de várias especificações, foi o facto de finalmente haver um conector comum que elimina aquela confusão de cada aparelho precisar de um cabo específico que só funcionava ali.
O USB-C não promete que todos os cabos são iguais. Promete que todos usam a mesma entrada. E só isso já resolve o problema que toda a gente tinha em casa. Se alguém quer tirar partido de carregamento rápido, então compra um cabo com as especificações certas, tal como sempre precisou de fazer para qualquer tecnologia que evolui.
A confusão que descreves não vem do USB-C. Vem do hábito de as pessoas acharem que qualquer cabo serve para tudo, quando isso nunca foi verdade em nenhum padrão anterior. A diferença agora é que, mesmo quando alguém compra um cabo melhor, esse cabo serve para quase todos os dispositivos da casa em vez de ficar limitado a uma marca ou modelo.
Por isso, não é o standard que cria problemas. O standard é precisamente o que evita voltar ao tempo em que cada fabricante inventava o seu próprio cabo e deixava o consumidor completamente preso ao que a marca queria vender.
gosto. gosto muito. formatos universais para carregamentos!
Eu quero ver é quantos desses carregadores vão suportar USB-C PD. É muito bonito um transformador de router com 12V a serem debitados constantemente no USB-C, e um incauto ir lá ligar algo, e acabar por queimar.
Tu é que estás todo queimado
Se leres os comentários regularmente percebes que isso é a norma não exceção.
O regulamento aponta que tem que ser seguidas as especificações oficiais USB.org, inclusive para a de Power Delivery, logo isso não deve acontecer num produto que entre pelos canais legais na Europa e seja certificado. A especificação garante a interoperabilidade e sobretudo a segurança.
Assim de repente, lembro-me alguns transformadores de Minipcs importados da China que puseram Porta USB-C, mas o carregador dava constantemente 19V e não seguia a especificação USBC-PD…e portanto não estava dentro do regulamento e não poderia ser comercializado hoje na Europa…isso acho que aconteceu antes da data do regulamento se tornar efetivo.
O “Brussels effect” seguira depois o seu caminho nessas matéria, mas será sempre preciso ter cuidado com aquilo que se compra antes das datas do regulamente de se tornar efetivo, principalmente importados da China sem qualquer controlo, pois os Chineses fazem tudo para cortar custos, e nesse sentido não me admira que aparecem durante um período transformadores que não são PD e forneçam voltagens constantes e usem uma Porta USB-C.
Eles sabem lá o que é USB-C PD. Para eles todos os cabos e carregadores USB-C são exatamente iguais. 🙁
Resumindo antigamente tinha o carregador incluído, agora tenho que perder tempo a procura de um carregador que pode ser de fraca qualidade, e depois temos carregadores que ficam quase ao preço do equipamento, enfim o comprador é que se lixa sempre as marcas adoram isto porque assim ganham mais…
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Os carregadores mete a culpa na apple mas isto é bom basta comprares um de boa quaidade e dá para todos os equipamentos finalmente vai se acabar com o tempo das portas proprietárias
O que escolhe a capacidade de carregamento é o cabo e o dispositivo!
Você pode comprar um carregador de 5V com 120W. Se o seu cabo for para 15W, vai poder ligá-lo e carregar a 15W. Se o seu cabo for de 300W e o aparelho de 80W, vai carregar a 80W. Desde 2016 que é assim…
Isso não tem nada a ver com o USB-C. As marcas tiraram o carregador da caixa por decisão delas, não por causa da UE. A diferença é que agora, quando precisas de um, qualquer carregador decente serve e não ficas preso a um modelo caro e proprietário. No fim, quem ganha é o consumidor, não as marcas.
Tiraram porque a UE transmitiu a mensagem errada ao dizer que os carregadores deviam ser universais e com sistema USB-C porque assim as pessoas já teriam em sua posse carregador para todos os dispositivos.
A indústria interpretou, e bem, que então era escusado gastarem dinheiro a incluir um carregador, uma vez que ou as pessoas ou já tinham um em casa ou então comprariam um se não tivessem.
A verdade é que agora vem quase tudo sem carregador e o consumidor é que tem de ir comprar os carregadores que precisar para poder carregar vários dispositivos ao mesmo tempo ou em dois lugares distintos.
Ou seja, não diminui a quantidade de carregadores numa casa, na melhor das hipóteses mantém o mesmo número ou aumenta.
É mais uma decisão da treta da UE, que em vez de se preocupar com assuntos realmente importantes, anda a fazer de paizinho das pessoas como se elas fossem incapazes de decidir o que preferem.
Outra vez. Estás a construir uma narrativa que não corresponde ao que a UE realmente decidiu. A UE nunca disse às marcas para deixarem de incluir carregadores. O que fez foi definir um standard para impedir que cada fabricante continuasse a inventar cabos e carregadores diferentes, e isso sempre foi o ponto central da medida. As empresas aproveitaram essa mudança para cortar custos e vender carregadores à parte, mas essa escolha foi delas e não uma consequência inevitável do USB-C.
A ideia de que agora há mais carregadores em casa também não faz muito sentido, porque as famílias sempre precisaram de vários carregadores, independentemente do tipo de cabo. A diferença é que antes tinhas carregadores incompatíveis entre si e, quando algum se perdia ou avariava, eras obrigado a comprar outro igual da marca. Hoje podes escolher um carregador compatível para praticamente tudo o que tens, o que reduz custos e evita acumular tijolos inúteis.
A crítica que estás a fazer encaixa perfeitamente no comportamento das marcas, não na decisão da UE. Se queres apontar o dedo ao facto de os carregadores desaparecerem das caixas, aponta-o a quem tomou essa decisão. O standard não te tirou nada, só te deu a liberdade de escolher carregadores que funcionam com todos os teus dispositivos.
Ultimamente uso dois carregadores para tudo:
– Um Baseus, de 65 W PD, com duas portas USB-C e uma USB-A
– Um carregador de 5W e porta USB-A, para os produtos eletrónicos que já tinha e para os novos (chineses), que, embora tendo uma porta de formato USB-C – é só o formato – porque vêm com um cabozito USB-C/USB-A e dizem para usar um carregador de 5W.
O que é que a UE veio dizer mesmo que me interesse quanto a carregadores? De interesse foi o que as marcas fizeram (e não a UE), a começar pela Apple – não incluir outro carregador e não ter que o pagar.
Comprei um Baseus para os 12v do carro, carrega nas horas, faz 120w
Quanto mais depressa carregares uma bateria, menos vida útil ela terá.
Anker > all
Anker > UGREEN
Anker > Baseus
Anker > Essager
Anker > Alho
“Não ter de o pagar”? LOL
Pagas o carregador que não recebes na mesma pois os preços dos equipamentos não baixaram por não incluírem carregador.
A Europa está a chegar ao ridiculo e deve haver muita gente a ganhar, com isto.
Quem se tem lixado sempre, é o consumidor.
Qualquer dia obrigam a que tudo seja alimentado, através de USB-C.
Procupem-se com coisas, bem mais importantes, que há para resolver.
O consumidor tem se lixado porque? Se há alguém para quem isto é bom é o consumidor e sim concordo que seja tudo por usb-c se estragas um cabo tens mais 200 em casa não é estragas um cabo que é de uma entrada esquisita e tens de ir a procura do cabo que pelo preço nem vai compensar e o equipamento acaba no lixo. Adorava saber onde é que o consumidor sai prejudicado com isto basta comprares 2 cabos de boa qualidade e dá para tudo não tens de comprar 200 diferentes
Porque as marcas aproveitaram e começaram a vender os equipamentos, sem carregador.
Qualquer dia vem tudo sem o carregador e sem o cabo.
Telemovel xiaomi, sem carregador. Telemovel Apple, sem carregador. Lava janelas vileda com carregador USB-C. Aparafusadora Makita com carregador USB-C… Dois dispositivos que uso ao fim de semana, dois que uso diariamente… Dois carregadores capazes de carregar ambos. Se o carregador avariar, ou o cabo, saltinho à loja de eletrónica e por 10/20€ tenho um novo que dá para tudo. O Futuro é mais ou menos este… Até porque, como diz o artigo: “A partir do final de 2028, será ilegal vender na Europa um dispositivo eletrónico fornecido com uma fonte de alimentação proprietária cujo cabo seja soldado, ou cujo conector seja exótico.”
Anos atrás era um carregador para cada um e, se avariasse, tinha de dar 50/100€ por um novo. Está o consumidor a ser prejudicado? Não! O consumidor é prejudicado com cabos proprietários, peças propriétárias, dificuldade de acesso às peças, mesmo as de desgaste rápido (e nos carros e máquinas de lavar roupa está cada vez pior), falta de acesso a esquemáticas e diagramas de circuito que permitam o diagnóstico e a reparação. Se numas a lei tem dificuldades em navegar por causa de acordo sobre “propriedade” “intelectual” (se no primeiro a propriedade deixa agora de ser do consumidor, no segundo é mesmo uma ironia!), nos cabos a coisa pode piar mais fino e pode reduzir-se imenso os gastos com normalização.
1º a culpa disso foi da apple
2º isso foi bem antes desta regulamentação em nada tem a ver com o que se esta a discutir, está a comparar alhos com bugalhos
Mas, isto ajuda o consumidor!!! Se você pagar 600 euros, por um carregador (de marca), se se estragar ao fim de 1200 dias, não precisa ir pagar 900 euros, pelo novo modelo, daquele carregador e 500 euros, pelo cabo. Pode comprar, um carregador de 10 euros e usar o seu cabo, para fazer o mesmo. Onde é que alguém ganha mais?
As marcas, são as que mais ganham com isso.
Neste momento os carregadores já não veem com a maior parte dos equipamentos e qualquer dia, não vem com nenhum.
Também não me lembro dos equipamentos terem ficado mais baratos, por causa disso.
Mas quem é que falou em carregadores? Os equipamentos deixaram de vir com carregadores bem antes desta regulamentação, uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Terem ficado mais baratos? Mas porque raio deviam ter ficado mais baratos agora porque todos têm de usar ficavam mais baratos what? Mas voces lêem sequer o que escrevem ?
Estás a baralhar tudo. As marcas tiraram os carregadores da caixa muito antes disto existir, por escolha delas, e agora queres colar isso à UE como se tivesse ligação. Não tem. Esta medida só serve para acabar com cabos proprietários e dar mais liberdade ao consumidor. Quando alguém mete tudo no mesmo saco assim, fica claro que nem está a perceber o tema que está a criticar.
Estás a baralhar tudo. As marcas tiraram os carregadores da caixa muito antes disto existir, por escolha delas, e agora queres colar isso à UE como se tivesse ligação. Não tem. Esta medida só serve para acabar com cabos proprietários e dar mais liberdade ao consumidor. Quando alguém mete tudo no mesmo saco assim, fica claro que nem está a perceber o tema que está a criticar.
Dá perfeitamente para trabalhar em mais do que um problema ao mesmo tempo, não é por resolver isto que o resto fica parado. O consumidor lixado era o que tinha cabos diferentes para tudo, padronizar só ajuda. Há é pessoas que não lidam bem com progresso nenhum e reclamam por tudo, mesmo quando a mudança facilita a vida a toda a gente.
A malta confunde a estrada da beira com a beira da estrada. O que a UE está a fazer é forçar que os dispositivos saiam de fábrica com USB-C, nada fala que não podem ser vendidos com carregador….. As marcas é que aproveitaram e começaram a deixar de incluir o carregador… A UE apenas quer que o mesmo cabo permita carregar dispositivos diferentes, o que concordo e acho ser uma mais-valia para o consumidor. Neste momento tenho um cesto com uma dezena de cabos diferentes entre pulseiras inteligentes a diferentes dispositivos eletrónicos …
Já consegui comprar um cabo que seja magnético e comprar pontas diferentes para cada tipo de cabo (USB-C, Micro-USB, Lightning USB(Iphone), etc….
Pior só mesmo a Greta em Portugal
Eles não nos representam, mas decidem por nós.
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Representam sim, é para isso que servem eleições. E decidir regras comuns que evitam lixo eletrónico e cabos proprietários não é nenhum ataque à tua liberdade, é bom senso que beneficia toda a gente. Menos choro por favor.
Foram eleitos, por isso representam.
Lá que tu não votes, isso é contigo, mas não muda nada. Quem é eleito representa todos, os que votaram e os que não votaram.
Os velhos do Restelo nunca vão ver que isto é uma boa mudança. Este tipo de pessoa vai existir sempre e vai reclamar de tudo, mesmo quando a decisão só facilita a vida ao consumidor.
Aqueles a que chama “velhos do restelo”, não estão para comprar tudo à parte, sem que isso se reflita, no preço dos equipamentos.
Isto impede exactamente que compres a parte, em vez de teres 200 cabos diferentes em casa só tens 1 se avariar tens outros tantos não tens de ir a procura de um cabo especifico.
Eu acho é que os velhos do restelo não sabem é ler porque não perceberam nada do que se trata a noticia
Não, não impede.
Ainda há pouco mais de um mês comprei a ROG Xbox Ally X e para a UE não eram vendidos com carregador incluído. Apenas para a UE, porque será?
Acontece que para aquele aparelho é necessário um carregador, no mínimo, de 65w. Ora como eu não tinha nenhum com essa especificação tive de o comprar. Foram cerca de 40€ extra que tive de pagar. Obrigado, UE.
Além de que os telemóveis que tive antes vendi-os com o carregador e cabo, como é óbvio. Quando comprei o mais recente, há cerca de 2 anos atrás, vinha sem carregador. Lá tive eu de ir comprar um carregador. Mais dinheiro extra.
E até no que diz respeito a diminuir a quantidade de carregadores numa casa a medida é inútil. Se uma família tiver 4 pessoas, cada uma delas quer ter o seu carregador pessoal, para carregar quando quiser e levá-lo consigo para o trabalho ou férias.
A medida tb é inútil porque o mercado já se tinha ajustado. Com exceção de alguns aparelhos manhosos ou antigos, que ainda vinham com micro-USB e além do caso dos cabos de carregamento dos iPhones da Apple, dos quais praticamente nenhum utilizador se queixou e que provavelmente iriam tb migrar para USB-C, tal como os iPads já tinham migrado, o resto era tudo USB-C e os carregadores vendidos nas lojas já eram mais de 90% todos USB-C.
A UE, como é costume, inventou uma solução para um problema inexistente. E agora continua a insistir na mesma fórmula, regular o que o mercado já auto-regulou.
Estás a culpar a UE por uma coisa que começou nas marcas. O que Bruxelas fez foi obrigar a usar um conector comum, não obrigar a tirar carregadores da caixa. Quem decidiu vender a ROG Ally X na Europa sem carregador foi a Asus, porque assim reduz custos e vende o carregador à parte. O facto de tu não teres nenhum de 65 W em casa é chato mas isso aconteceria também num mundo em que cada aparelho tivesse um carregador proprietário e aí nem sequer podias aproveitar o que já tens.
A ideia de que a medida é inútil porque cada pessoa da família quer o seu carregador também não cola muito, porque isso continua a ser verdade com ou sem USB-C. A diferença é que agora podes ter vários carregadores compatíveis entre si, em vez de cada um depender de um cabo diferente que só funciona com um modelo ou marca. Mesmo que já houvesse muito USB-C no mercado, ainda havia micro-USB e soluções inventadas por cada fabricante, e sem pressão regulatória nada garantia que isso não continuasse ou que alguém não voltasse a lançar mais um padrão proprietário.
Quando dizes que a UE inventou uma solução para um problema inexistente, estás a ignorar anos de cabos todos diferentes, carregadores que só serviam para um único aparelho e ecosistemas fechados como o Lightning da Apple, que só mudou precisamente porque foi obrigada. O que te fez gastar mais dinheiro foram as marcas que retiraram o carregador da caixa, não o facto de o conector ser USB-C. Nesse ponto, vale mais apontar o dedo a quem tomou essa decisão comercial do que à existência de um standard que, em média dá mais liberdade ao consumidor.
Se a conversa é sobre preços, então aponta a crítica às marcas porque foram elas que começaram a separar tudo da caixa, não foi a UE. Ter um standard como o USB-C só te dá mais opções e evita que fiques preso a cabos e carregadores proprietários. No fim, quem ganha é o consumidor, não o contrário…
Sabes que um cabo USB-C só por si não serve para tudo, certo?
Há diversos níveis de cabos USB-C quer a nível de capacidade de carregamento como de segurança.
Quem pensa que tendo um cabo USB-C está garantido para tirar proveito de tudo que tenha uma porta USB-C, está redondamente enganado.
Depois compram carregadores ultra-rápidos e dizem que foram enganados porque não cumprem com a velocidade anunciada, quando a culpa é do “cabo-universal-que-a-UE-escolheu-para-todos-mas-não-explicou-as-diferenças”.
E toca a ir gastar dinheiro num cabo USB-C bem mais caro para tirar proveito da velocidade de carregamento do novo carregador.
Estás a responder como se alguém tivesse dito que todos os cabos USB-C eram iguais, quando ninguém aqui afirmou isso. Essa parte estás a acrescentar tu, e não ajuda nada a esclarecer o assunto. Sempre houve cabos de várias capacidades, fosse USB-C, micro-USB, Lightning ou HDMI, e isso nunca foi um argumento para manter ligações proprietárias que só serviam para limitar o consumidor.
O que o standard traz é simples, a porta é a mesma em todos os aparelhos. Mesmo quando precisas de um cabo com mais capacidade, esse cabo serve para muitos dispositivos diferentes, em vez de ficares preso ao cabo especial da marca. Antes era exactamente isso que acontecia, e se perdesses o cabo tinhas de ir comprar outro ao preço que o fabricante quisesse. Isso sim gerava custos extra.
Quanto ao carregamento rápido, não é um “problema do USB-C”. É apenas a realidade de qualquer tecnologia, se queres um carregamento de topo, precisas de um cabo com as especificações certas. Sempre foi assim, independentemente do conector. A diferença é que hoje o cabo que compras não fica limitado a um único aparelho, funciona para praticamente tudo o que tens em casa.
O USB-C não te obriga a gastar mais dinheiro. O que te obriga a gastar mais são as marcas que retiraram carregadores das caixas e que antes inventavam cabos proprietários. O standard acabou com essa dependência e devolveu escolha ao consumidor, que é o que devia ter acontecido desde o início.
Os hackers agradecem.
Use os carregadores offline! Como a maioria das outras coisas devem ser usadas! Online, só telefone e PC, preferivelmente quando e SE necessário!
Não foram estes burocratas que criaram a lei da treta do “carregador universal” que teve como consequência os produtos novos agora virem sem carregador porque é suposto já termos um?
Então e agora querem criar esta obrigação para quais carregadores se os mesmos já não vêm com os equipamentos e 99,9% dos que se vendem nas lojas já são USB-C?
Não devem mesmo ter nada para fazer.
“que teve como consequência os produtos novos agora virem sem carregador porque é suposto já termos um?” – FALSO!!!
Vários fabricantes de telemóveis ainda incluem carregadores nas caixas comercializadas na Europa, incluindo, mas não limitado a:
Asus (alguns modelos), Motorola, Xiaomi (14T Pro), Oneplus, Cubot, Oukitel (alguns), THL, Doogee (alguns modelos), etc.
Muitos outros dispositivos incluem carregadores USB-C na caixa, incluindo dispositivos Parkside.
Se a responsabilidade fosse da EU, e tal fosse mandatado por lei, nenhum poderia trazer.
A seu o que é de direito: essa escolha foi – e é – dos fabricantes. Reclame com eles!
POderiam exigir que os cabos fossem compatíveis, no mínimo, com o PowerDelivery 3.2 e Thunderbolt 4.