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Após suicídio de adolescente, Character.AI vai proibir chats ilimitados a menores de 18 anos

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. André says:

    Prendam a IA, se conseguirem…

  2. Maçã podre says:

    é preciso dar m$¥¢©¥ para fazerem as coisas como deve ser

  3. Max says:

    Há diferenças (e semelhanças) entre:
    – os “companion chatbots” (“chatbots de companhia” os “amigos virtuais”) como: Character.AI, referido no post, Replika, Anima, Kindroid, Grok Ani, e Pi.
    – e os chatbots tradicionais, mais gerais do que os companion bots, como o ChatGPT, o Gemini e o Coplot.
    “Um companion chatbot é um tipo especial de chatbot alimentado por IA, projetado para para atuar como um companheiro digital com o qual se pode interagir de forma conversacional, simulando uma conexação e intimidade. Diferentemente de chatbots tradicionais que respondem apenas a perguntas, os companion chatbots adotam o seu estilo e personalidade conforme as interações do utilizador criando um relacionamento contínuo e personalizado. São usados para oferecer suporte emocional, companhia, entretimento e até mesmo simulações de relacionamentos românticos ou de amizade, sendo muito procurados”. Variam em preços e recursos, com versões gratuitas e assinaturas premium
    Os chat mais gerais, como o ChatGPT, Gemini e o Coplot têm relação com os companion bots visto que “também são usados para conversação cotidiana, com memórias personalizadas e integração com outras ferramentas”.
    Estes números foram revelados recentemente pela OpenAI:
    – “mais de um milhão de utilizadores do ChatGPT enviam mensagens todas as semanas que incluem “indicadores explícitos de potencial planeamento ou intenção suicida”.
    – “Além disso, a empresa afirmou que cerca de 0.07% dos utilizadores ativos numa determinada semana (cerca de 560 mil pessoas face aos 800 milhões de utilizadores semanais) mostraram “possíveis sinais de emergências de saúde mental relacionadas com psicose ou mania”, alertando que estas conversas eram difíceis de detetar ou medir e que se tratava de uma análise inicial.”- (Jornal de Notícias. 28/10/2025).
    Só por estes números vê-se bem a dimensão e sensibilidade desta matéria.

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