iPhone 17: quanto poderá custar a próxima geração em Portugal?
A chegada de cada nova geração de iPhone é sempre acompanhada por expectativas em torno do design, das funcionalidades e, inevitavelmente, do preço. No caso do iPhone 17, os rumores indicam que a Apple poderá manter a sua política de preços estáveis, mas com ligeiras alterações estratégicas em alguns modelos.
A evolução dos preços recentes
Para compreender melhor as previsões para 2025, vale a pena recuar algumas gerações.
- iPhone 14: lançado em Portugal a partir de 1039 €, o modelo base marcou o início de uma tendência de subida sustentada, sobretudo nos modelos Pro.
- iPhone 15: o preço de entrada foi ligeiramente mais baixo, desde 989 €, um reflexo do reposicionamento da Apple face ao mercado europeu. Já o iPhone 15 Pro Max atingiu 1479 €.
- iPhone 16: atualmente disponível desde 989 € para a versão base. O iPhone 16 Pro começa nos 1249 €, enquanto o Pro Max supera a fasquia dos 1400 €.
Este histórico mostra que a Apple procura estabilidade nos preços-base, reservando as variações mais significativas para os modelos Pro, em especial quando introduz alterações no armazenamento inicial ou em tecnologias diferenciadoras.
Na origem, os preços têm-se mantido estáveis, com ligeiros incrementos, como podemos ver nas apresentações deixadas nas keynote:
O que esperar da linha iPhone 17
De acordo com as projeções mais credíveis, os preços do iPhone 17 em Portugal deverão alinhar-se com a seguinte lógica:
- iPhone 17 (base): deverá manter-se nos ~999 €, em linha com o valor atual.
- iPhone 17 Air: novo modelo ultrafino que substituirá a versão Plus, estimado em 1099 €.
- iPhone 17 Pro: deverá subir cerca de 50 €, passando para 1299 €, justificado pela eliminação da versão de 128 GB e arranque nos 256 GB.
- iPhone 17 Pro Max: continuará como a opção mais premium, situado entre 1 469 € e 1499 €.
É importante sublinhar que estes valores são, à data, estimativas. Contudo, reforçamos a ideia de que não deverão acontecer grandes oscilações, mas sim ajustes subtis em função da estratégia de diferenciação da Apple.
Prognóstico final
Se os rumores se confirmarem, a Apple manterá o iPhone 17 como um produto estável no preço de entrada, introduzindo o iPhone 17 Air como a novidade de design e reservando os aumentos para os modelos Pro. Esta abordagem permite à marca preservar a acessibilidade relativa da versão base, ao mesmo tempo que eleva o valor percebido das gamas mais altas.
Em Portugal, isso traduzir-se-á num intervalo entre 999 € e 1499 €, consolidando a tendência de diferenciação entre utilizadores que procuram um iPhone de entrada e aqueles que valorizam a experiência completa da gama Pro.



























Zero inovação.
O smartphone ainda nem saiu e ja dizes isso? Que toto
é aquela base da clubite que é tão tuga – a estupidez é tanta que nem se conseguem aperceber disso.
Já há leaks.
Segundo, os Apple fãs: “É o melhor telemóvel dos últimos 20 anos. Vale bem 5000 euros, mais os 1900 euros, do carregador, sem fios, de 320w”.
Tenho um 15 pro max, só volto a pensar num outro telemóvel daqui a 3 anos. começo a ver repetições mais do mesmo e para pior…
P: Quanto é que o dólar descalorizou face ao euro no ultimo ano?
R: No último ano, desde setembro de 2024, o dólar desvalorizou 5.14% em relação ao euro.
Ou seja, se mantiver o preço nos EUA, na UE desce, à volta de 6%.
Os preços dos produtos não são baseados na conversão de moeda, mas fixados uma vez por ano, de uma maneira geral, precisamente para não haver oscilação dos preços com a valorização ou desvalorização das moedas.
Podemos estar a dizer o mesmo … Com mais detalhe:
– A Apple toma como base o preço dos EUA em USD, seja para produtos, serviços ou apps.
– Para os preços na UE, em euros, usa um câmbio fixo para o dólar em relação ao euro – durante um largo período. Mas, periodicamente, no caso do iPhone, de ano a ano, quando lança o novo modelo, atualiza o câmbio do USD
Ou seja, se de um ano para o outro o preço nos EUA (em USD) se mantiver:
– se o dólar valorizou – o preço na UE, em euros, sobe
– se o dólar desvalorizou, como é o caso deste ano – o preço na UE em euros desce
Se não fosse os impostos e outros valores, a variação no preço em euros e em dólares traduzia exatamente a variação do câmbio – entre a data de início e de fim desse período de um ano..
Faltam aí 15% (das tarifas) e a subida de 783%, no preço do transporte, de carga, aéreo, em relação há 2 anos, atrás.
Também podem optar, por enviar, os 750000, para cá, vindos da China, quem já pagam 25%, e o transporte é grátis.
Que horror esses módulos de câmaras. Acho que nem com capa vai disfarçar…sei lá digo eu, é a minha opinião.
O pessoal está mais preocupado com o aumento das propinas.
Eu não questiono o custo do iphone. Pode custar um pouco mais a pagar, mas olhem como eu vejo isto:
Comprei o Xs quando saiu em 2018? Acho… e este ano percebi que ainda recebe a última actualização, portanto, para o ano, em setembro volto a comprar.
7 anos a funcionar sempre rápido, sem troca de nada, com uso diário profissional e pessoal como todos vós.
portanto o preço e inovação desta marca, a meu ver, vale cada euro.
Também atualizo … de 7 em 7 anos (com pena, por deixar o que estava a funcionar impecavelmente).
+1
E eu tenho o 7 com dez anos e ainda recebeu há meses provavelmente a ultima actualização. Cada um tem o seu gosto e a sua disponibilidade financeira, mas eu não troco o iphone, por outro telefone,
Huawei P30 Pro, 5 anos… não tem atualizações mas zero problemas. 🙂
Iphone…. não obrigado.
Se não tem actualizações tem problemas, podes é ainda não te ter deparado com eles
só se for em termos de segurança porque as outras não interessam nada
Que tipos de problemas? Não vejo nenhum, nem sinto nenhum ao utilizar o smartphone. Se tem falhas? se calhar sim…mas vivo bem com elas… 🙂
Se forem detetadas vulnerabilidades no sistema operativo, que já foram, simplesmente não recebes atualizações e estás mais sujeito que qualquer outro a sofrer danos, quer no uso das tuas contas de e-mail, quer nas aplicações de bancos, quer em jogos como outras aplicações. Essa lógica, não tem lógica.
O maior problema é que 1, em cada 6 milhões, usa, mais de, 0,001% do que o Iphone oferece. Pior: pagam 7000 euros, durante os 3 anos, em serviços, que nem 20 euros valem.
Ficavam 1000000% melhor servidos, com um telemóvel, de 150 euros, onde não pensavam que pagar, 800 euros, por aquela app, que tem filtros, para vídeos, que só usam para o tiktok, é rentável… e faziam vídeos, idênticos.
mostra lá a fonte dessas estatísticas por favor ou é puro “achismo”?
mas quais 7000 euros e quais serviços?!
Tanta azia…
pois nessa, e também noutras questões, é que está a diferença.
por norma só troco de telefone quando o anterior morre ou está moribundo.
vejo um smartphone praticamente como um eletrodoméstico, algo que é simplesmente para usar como uma máquina de lavar ou um frigorífico.
não há nada num smartphone que me consiga impelir a comprar em menos tempo. a tecnologia pela tecnologia não me faz gastar dinheiro, as features também não, etc. pessoalmente seria dinheiro que iria gastar e que me serve para coisas de que gosto efetivamente como viajar.
infelizmente o meu 11 morreu antes de ontem e comprei um novo. agora vou ver com calma se o 11 tem reparação que valha a pena e, se for o caso, dou-lhe uso para outras funções ou ofereço-o a alguém que realmente precise.
nota: o 11 ainda vai atualizar para o ios26 😉 e foi laçado em 2019
A mim com o meu 15pro max vai custar 0 batatoides