AirTag colocada numas sapatilhas descobriu o destino da doação à Cruz Vermelha
Um influenciador colocou uma AirTag numas sapatilhas doadas à Cruz Vermelha, com o objetivo de perceber o destino da sua doação.
Os AirTags, à semelhança de outros dispositivos semelhantes assinados por outras marcas, são pequenos gadgets de grande utilidade, pois permitem localizar qualquer objetivo, desde umas chaves de casa até uma mala de porão.
De facto, tranquilizam muitos utilizadores, que veem neste dispositivo uma forma de não perder objetos que são importantes.
Entretanto, já reconhecemos às AirTags um histórico de investigação, tendo o tracker da Apple já sido utilizado para detetar fraudes, anteriormente.
Doação foi parar a uma loja em segunda mão, detetou AirTag
Em mais um caso em que o AirTag foi usado para inspecionar um processo, um influenciador alemão partilhou com a sua comunidade do TikTok uma doação à Cruz Vermelha, bem como o destino dessa oferta.
Com um AirTag instalado num par de sapatilhas, Moe.Ha depositou-as num contentor, em Munique, e descobriu que elas foram parar a uma loja de artigos em segunda mão, na Bósnia e Herzegovina.
Depois de quase 800 quilómetros e cinco dias de transporte, as sapatilhas acabaram numa loja de artigos em segunda mão na Bósnia. Não conseguia acreditar.
Após viajar até à Bósnia e Herzegovina, foi ao encontro das sapatilhas e encontrou-as à venda por 20 marcos convertíeis (cerca de 10 euros).
Após questionar a funcionária da loja sobre a origem dos artigos disponíveis: "A minha chefe é bósnia e vive na Alemanha, e é ela que traz as roupas".






















Então e qual é o problema? Quando se deposita roupa e calçados usados num contentor podem ser doados, vendidos, usados por alguém… Aqueles contentores da Humana, a roupa era vendida nas lojas deles. Melhor ter ido parar a uma loja na Bósnia do que num aterro no Gana.
O problema é que estes materiais supostamente são para doar a pessoas carenciadas, não são para um caramelo qualquer fazer negócio.
Oh José, vive em que mundo? A maioria do que é doado (dinheiro ou géneros) a instituições do sistema globalista (ex. onu, unicef, oms, vaticano, etc) vai para financiamento da máquina de extração e suas complexas engrenagens. As pessoas carenciadas pouco veem e o que veem é aquilo que não interessou às “engrenagens”. Quer ajudar, faça-o pessoalmente! Enquanto a ganância não for crime público, vai ser mais do mesmo!!!!!
nem mais , disse tudo
+1
Um olho fechado e outro meio aberto hahaha
E o tal CEO da cruz vermelha que era milionario?
Africa seria o continente mais rico do mundo tivesse todo o dinheiro chegado la xD
Quem quer doar a pessoas carenciadas, vai entregar pessoalmente às pessoas carenciadas.
Quem doar a instituições (sociais ou não) que apoiem pessoas carenciadas, tem que perceber que as instituições fazem o que melhor entenderem com as coisas. Até podem, por exemplo, ter roupa em excesso e aí vendem para fazer algum dinheiro para ajudar a pagar todas as outras despesas que têm. Ninguém oferecer gasóleo, papel de impressão, toner, eletricidade, água e tudo o mais, incluindo apoios monetários aos beneficiários. É mais que normal as instituições venderem artigos, bens, património e tudo o mais de forma a melhor rentabilizar as doações.
Em relação à roupa, do que sei, a nível do nosso país, temos tanta roupa doada que parte é enviada para o estrangeiro, outra parte vendida a lojas de segunda mão e ainda uma boa parte é reciclada. Também temos que ter noção que muita gente só doa o que já não vale nada.
É dos livros: a caridade começa em casa. É por isso que os governos capitalistas ocidentais querem acabar com o estado social mas mantêm as ajudas de estado aos negócios dos capitalistas pagas com os impostos cobrados aos trabalhadores.
A maioria das ong e instituições que pegam doações se dizem “socialistas”, trabalhar par ao interesse do pobre mas são as primeiras a fazer do jeito com as doações.
Vai pra Bolívia e veja o que eles fazem com doações internacionais.
Tem feiras enormes com produtos oriundos do mundo inteiro, eu mesma já comprei .
Reclama não, é graças ao capitalismo que esse povo come. Ao final, roupa e sapato não se come.
Justo
Existe muitos documentarios de fast-fashion. A maioria das pessoas na Europa tem roupa de sobra em casa por isso se essa instituição conseguir transformar roupa em dinheiro melhor, pelo menos dá para dar alimentos ou outras necessidades. Normalmente roupas quentes e sapatos já existe de sobra nas instituições e por vezes vão parar a África (Gana ou Nigéria) num aterro sanitário
+1000
Acredito, mas quando uma pessoa faz uma doação o intuito é que vá parar às mãos das pessoas em dificuldades sem custos, neste caso alguém está a ganhar dinheiro com a doação de alguém.
Mesmo havendo venda, a doação vai para quem precisa. As instituições têm necessidade de dinheiro. Não é só roupa. É tudo. Há instituições que ajudam também com rendas de casa, com estudos, com eletricidade, água e tantas coisas mais. As próprias instituições têm que pagar água, luz, gasóleo, salários…
E muitas vezes existem artigos “a mais” como o caso da roupa. Em Portugal não se consegue “doar” a roupa toda que é oferecida. São várias razões, mas a verdade é que também há quem não queira. Alguma dessa roupa é vendida para lojas “vintage”, lojas de usados ou encaminhada para lojas sociais. O proveito dessas vendas também é aplicado nas pessoas que precisam.
Até se poderia enviar roupa para outros países, mas é preciso que a queiram e também é preciso pagar o transporte, que não é nada barato.
Obviamente que, infelizmente, há sempre gente menos séria em todo o lado, mas isso não é a norma.
Da mesma maneira que quando se dá comida ao banco alimentar também se espera que esta depois seja vendida em mercearias .
Isso é mentira, eu colaboro com uma instituição humanitária, e sou eu que vou buscar os alimentos ao banco alimentar com a minha carrinha, sempre voluntariado, e também ajudo a formar os cabazes para as pessoas carenciadas, é tudo dado a famílias carenciadas, e para seu conhecimento, o processo é todo fiscalizado por técnicas da Câmera Municipal da cidade.
Caro amigo, desculpe a sinceridade, tem colaborado muito pouco ou tem estado com pouca atenção
Não há critério nem qualquer tipo de fiscalização neste tipo de “negócios”
Caro Joaquim,
O arroz, massa, enlatados, etc, enviados para (por exemplo Angola) por contentor, acabam em mais de 90% nas mãos de pessoas ligadas às pessoas ligadas ao governo Angolano e isto há várias décadas! Toda a gente sabe. Acho que até faz uma pequena ideia do que representam os cerca de 10% que chega à população esfomeada: um milagre! E isso é que conta, quem doa já sabe que é assim.
Deves ser é daqueles que mamam à custa da boa vontade alheia.
era sarcasmo, amigo…
familias carencias com sportv paga pelos filhos, que só querem comida de borla
Primeiro as técnicas e pessoal voluntário( sei eu por conhecimento próprio)
Por isso q não dou nada
Se é assim deve ser caso excepcional, a maioria dos produtos das recolhas nunca chega aos utentes, ou chega em pouca quantidade ou dividido em sacos de plástico, tarde e já fora de prazo ou já tem dono ou vai parar a casa de pessoas que não tem absolutamente nenhuma necessidade… Digo eu, que já vi muita coisa deste gênero.
Por isso é que já houve uma reportagem sobre benefícios próprios sobre o banco alimentar
Estás a ver a coisa de forma muito redutora. O ponto aqui não é esse. Acho que ambos concordamos que é melhor do que acabar num aterro. A questão aqui é o facto de alguém estar a fazer negócio e dinheiro com algo que supostamente deveria ser uma doação.
Da minha parte, estou-me nas tintas se é dado ou vendido. Até porque fui eu que doei. No entanto, isto permite que certos chicos-espertos enriqueçam ou pelo menos tirem proveito de algo que deveria ser caridade.
Essa pessoa pegou nas roupas que foram doadas e vendeu-as. Mas agora pergunto-te: porquê essa pessoa? Porque não outra? Quer dizer, se uns podem fazer negócio com doações, porque é que os outros não hão de fazer o mesmo?
É moralmente errado e acima de tudo é oportunismo e má fé.
As sapatilhas até podem ter sido retiradas diretamente do contentor. Não seria a primeira vez, nem nada que se pareça. Pessoalmente já presenciei isso. Há gente que faz “vigia” até em contentores de resíduos de determinadas fábricas porque sabem que são depositados artigos ou materiais “interessantes”. Morei perto de um fábrica multinacional de meias de gama alta (caras e para exportação). Os artigos que não passavam no controlo de qualidade (muitas vezes com defeitos impercetíveis) eram depositados no contentor de lixo em frente à fábrica. Haviam pessoas que já sabiam os dias e horas a que isso era feito (e por vezes com “dica” de funcionários. E escondiam-se atrás da vegetação e das esquinas. Grande parte dessas meias iam para ao mercado municipal à venda. Eram fáceis de detetar porque a marca não vendia em Portugal.
A CV também as pode ter vendido ou até pode ter entregue gratuitamente a alguém. Pelo menos cá em Portugal as instituições normalmente não conseguem escoar a roupa toda que recebem. A maioria vai para reciclagem, outra parte é vendida a lojas de usados ou quem queira comprar.
Também há sempre gente menos séria em todo o lado, infelizmente, mas até se saber o que exatamente aconteceu (se for caso disso) temos de acreditar nas instituições.
Concordo consigo. Já fui voluntária numa instituição de caridade. Evidentemente e infelizmente, há sempre quem se aproveita, que “leva”ou compra baratíssimo. Isto fica na consciência de cada um!
Também pode se ter dado o caso desta senhora bojnia ter comprado barato na Cruz Vermelha e ter vendido mais caro com a sua margem de lucro. Ai, não vejo problema nenhum.
Essa associação paga 330 milhões, de dólares, anuais, só ao dirigente. Quae 26500 milhões, de dólares, ao seu corpo directivo.
Imagine lá quem são os patós que doaram roupa, para lhes pagar esses ordenados.
Tenho uma amiga que é assistente social na Segurança Social. Ela diz que nunca dá nada nas campanhas de doação (fundos, alimentos, etc.)… Imaginem lá porquê!
As amigas que tu arranjas, uma lástima 😉
Faz ela muito bem amigo Max:) Quem está por dentro da area social sabe bem a alma do negocio . Plink plink
Não é por acaso que os projetos em social são tão badalados e na ordem do dia !!!
Talvez por ser forreta, porque pelo menos os alimentos doados nos supermercados ao Banco Alimentar costumam ser entregues a quem precisa e as transações são auditáveis.
50% deles? As transações são auditáveis quando são registadas se calhar… conheço muita gente que não é pobre nenhuma e vai lá buscar os seus sacos.
O ser humano não presta, ponto assente.
Há sempre os oportunistas, que conseguem passar por pobres no papel, por não terem rendimentos declarados. Vão lá semanalmente buscar os cabazes alimentares e riem-se. Duas ruas acima, está o Mercedes parado para levar os alimentos. Deixam duas ruas para não ser tão descarado.
Sim, conheço vários empreendedores que declaram que recebem o salário mínimo.
gostaria de saber que os ricos da heranças contribuem para economia
As transações são de facto registadas e auditáveis. Existem registos das entradas, das transferências e das entregas aos beneficiários. E sim, existem pessoas que não “necessitam” e que têm direito, mas isso tem mais a ver com fugas ao fisco do que outra coisa.
De certeza que é a quem precisa? Não acredite tanto nisso. Bem, se quem precisa vai lá buscar os alimentos num Mercedes ou BMW, então estamos de acordo.
E desde quando um mercedes e sinal de riqueza? Conheco muita gente com um e recebem uma miseria de 3500 euros por mes….felizmente que sai desse pais e aqui em Geneva ganho 11 mil euros por mes e ninguem tem ó inveja. A classe baixa portuguesa é invejosa e preguicosa
E quanto pagas pela renda, seguro de saúde, seguro e imposto automóvel? Geralmente onde os ordenados são altos, o custo de vida também o é… 😉
Por volta dos 33% (dos produtos doados) são devolvidos, ás grandes superfícies. Maioria porque, já possuem demasiados, daquele tipo (por exemplo: leite e cereais). O dinheiro, da devolução é registado, como doação monetária, do supermercado (que recupera o IVA).
No caso dos vales, quando alguém compra “1 garrafa de azeite por 10 euros”, os 10 euros são colocados na conta do promotor (uma associação, o banco alimentar ou outra pessoa). Quem usa, essa conta, pode comprar o litro de azeite ou outra coisa qualquer. O valor é como um vale refeição, que pode pagar qualquer coisa. Infelizmente, até há jeitinhos, que o promotor faz a compra, de 1000 euros, em máquinas, nem chega a levar nada. Deixa passar 5 dias, volta lá, dá o NIB próprio, e registam as devoluções. E 1000 euros doados, desaparecem.
A polícia marítima por vezes apreende pescado com tamanho inferior ao permitido (há uns anos era mais comum). E em vez de deitar fora, entregam a instituições de solidariedade (obviamente desde que em bom estado para consumo humano). Já toda a gente sabe que nem vale a pena pesar, porque é sempre bem menos do que o que vem na guia.
Aqui há uns anos o continente foi (alegadamente) apanhado a receber donativos dos clientes para os entregar a instituições de solidariedade com os recibos com o NIF do continente.
Já diz o outro… Carneiro amigo… andamos todos ao mesmo!
Não é preciso trabalhar na Segurança Social para saber o porquê. Nunca dei absolutamente nada nos peditórios do Banco Alimentar, e tenho bons motivos para não o fazer.
Não. Talvez porque quando vai fazer visitas às casas das pessoas estão lá kg e kg de alimentos a apodrecer! Se é de borla é para levar, independentemente se vou usar ou não!
Não é novidade , a roupa em melhor estado de conservação é vendida , isso é publico ,legal segundo parece , e até vi reportagens sobre isso em Portugal…embora nem toda seja vendida , muita é doada
E alguma até fica para quem lá trabalha. Às vezes há roupas novas.
Em Portugal existem doações de roupa em quantidade muito superior às necessidades. Há parte que é distribuída no nosso país, outra parte é enviada para outros locais, mas fica muito caro expedir essa roupa. Daí, parte ser vendida a lojas de roupa usada e outra parte reciclada.
Nada que não se soubesse já. Todos esses contentores têm o mesmo destino.
O conformismo desta gente em achar que roupa doada pode ser vendida… as pessoas querem ajudar outras e por de tras existe sempre um intermediário ou dois a lucrar com as boas acções das pessoas e a pobreza de outras… vergonha pelo sistema que existe… e a razao de nao doar nada nunca..
“e a razao de nao doar nada nunca..” isso não é razão, podes sempre fazer a tua doação directamente as pessoas ou entidades
Querem ver que a Cruz Vermelha não é uma identidade?
!?!?!?!!?
Pode e deve. Em Portugal existe doação de roupa em quantidade superior às necessidades. Porque não vender o remanescente? É preferível gastar milhares a enviar para o estrangeiro? É que até esse dinheiro tem de vir de algum lado.
Curioso existe roupa em remanescente comida em remanescente, tudo a mais que “obriga” alguem a levar e vender… se as pessoas deram tenho a certeza que ninguém quer que alguém depois as vá vender…
Isso é puro egoísmo. Se uma instituição tem bens que não consegue “colocar” num curto espaço de tempo (e é muito comum), acho que pode, e deve, vender para ajudar de outras formas. Eu costumava levar roupa para uma “loja social”. Sabia bem que a roupa ou era entregue diretamente a famílias carenciadas ou era vendida a roupa na dita loja a preços simbólicos. E o dinheiro gerado era usado para ajudar famílias a pagar contas, a comprar alimentos, material escolar… nunca vi nada de mal com isso, muito pelo contrário. Por vezes mandavam-me para trás porque já não tinham onde guardar mais roupa.
Não há qualquer justificação para ter armazéns e armazéns cheios de roupa (e em alguns casos até pagam renda por esses armazéns) e ter as pessoas à porta a pedir comida e não haver. Os armazéns cheios de roupa não alimentam pessoas. E é também preciso que as pessoas queiram a roupa. Não é uma crítica, é a realidade.
Quem quer garantir que aquilo que doa vai mesmo para aquele fim, que meta pés ao caminho e que vá falar com as pessoas na rua. E depois leva negas atrás de negas e vê bem como por vezes é difícil gerir estas coisas. Mas é mais fácil atirar tudo para o contentor, ficar com o coração cheio e deixar as instituições resolver os problemas todos do mundo porque a nossa parte está mais que feita, certo?
Volto a dizer que também há sempre pessoas mal intencionadas, mas felizmente se calhar não tantas como se possa pensar.
Quanto a haver comida a mais, não é certamente nas instituições. É um problema de toda a sociedade que desperdiça alimentos. E também há alguns projetos interessantes na recolha e distribuição de “excesso” de comida.
Quando doou roupa (a minha mãe faleceu, há 4 anos atrás, doei dezenas de sacos, de roupa mas, não fui colocar nos contentores da Humana, verdes ou nos azuis, dei à igreja local, amarelos) dou à igreja local (contentores amarelos, em várias paróquias ou junto à igreja matriz).
Já lá fui voluntário. As roupas, consideradas muito boas, vão para revenda, para arranjar fundos financeiros para as outras despesas. Só que, não são vendas de 20 euros… são 1 euro a 5 euros, nas feiras locais (algumas possuem lojas solidárias).
Outras ficam para os voluntários. Uma colega, adorou um body rendado, que lá apareceu, num dia que lá estava. Ficou com ele, apesar das regras que roupa interior, só se aceitam soutiens, o resto vai para o lixo, mesmo que pareçam novos.
Antes de ir, para as feiras, o material está disponível, para as associações, locais. É aqui que sei, que existem, demasiadas, que aproveitam tudo, o que é bom… para ser vendido (grande maioria online). Infelizmente, mesmo sabendo, não se pode fazer nada.
Estas empresas fazem o mesmo que aqueles chicos-espertos, com lucros muito superiores, pois quem separa, não recebe nada.
Quem faz marketing é que ganha 99% dos valores.
Há vários tipos de “instituições”. Quem realmente quiser ajudar facilmente encontra na sua localidade uma associação, uma paróquia ou até um grupo +/- informal. Mas isso dá trabalho e ainda se sujeitam a ver coisas que não gostam, pessoas pobres, desgraçados e assim. Muita gente simplesmente acha que despejar as roupas velhas num contentor a meio da noite (não vá alguém ver) é fazer um grande favor ao próximo. Quem quer ajudar arregaça as manjas e vai para perto das pessoas. Fazer voluntariado local é um garante de que realmente estamos a ajudar quem precisa.
Antes vendida, que ir parar a uma aterro.
*um
Exato. Penso da mesma maneira. Eu quando coloco roupa num contentor é porque tenho esperança que ainda tenha uma segunda vida, seja doada ou vendida.
Como respondi num comentário anterior:
Estás a ver a coisa de forma muito redutora. O ponto aqui não é esse. Acho que ambos concordamos que é melhor do que acabar num aterro. A questão aqui é o facto de alguém estar a fazer negócio e dinheiro com algo que supostamente deveria ser uma doação.
Da minha parte, estou-me nas tintas se é dado ou vendido. Até porque fui eu que doei. No entanto, isto permite que certos chicos-espertos enriqueçam ou pelo menos tirem proveito de algo que deveria ser caridade.
Essa pessoa pegou nas roupas que foram doadas e vendeu-as. Mas agora pergunto-te: porquê essa pessoa? Porque não outra? Quer dizer, se uns podem fazer negócio com doações, porque é que os outros não hão de fazer o mesmo?
É moralmente errado e acima de tudo é oportunismo e má fé.
Se alguém me doar algo, eu não posso vender?
Mas as doações de roupa são para pessoas necessitadas. Estás a colocar a pergunta como se alguém te doasse algo e tu fosses o destinatário final.
Não é o que acontece aqui. Se as pessoas necessitadas recebessem a roupa e depois a vendessem, aí não haveria problema nenhum; no entanto a roupa nunca chega às suas mãos, a não ser que paguem. Isso desvirtua completamente a intenção da doação.
Errado. As doações são para apoiar as instituições que ajudam pessoas. Se as pessoas precisarem de roupa, entregam roupa. Se houver roupa “a mais” como há em Portugal, por exemplo, vendem parte dessa roupa para terem dinheiro para ajudar de outra forma. As pessoas precisam de muito mais que roupa, mas qual é o problema de vender o que está “a mais”? É normalíssimo em Portugal as instituições venderem parte das doações. É uma forma de melhor rentabilizar os recursos e ajudar ainda mais pessoas. Conheço um banco de roupas que neste momento até nem está a receber roupa porque já não tem onde guardar. Parte da roupa é entregue a pessoas que necessitem, a outra parte é vendida numa “loja social” e o dinheiro é canalizado para ajudar de outras formas.
Podes sempre vender, desde que sejas uma pessoa carenciada, o que não me parece que seja o caso de um estabelecimento comercial.
No entanto uma doação á Cruz Vermelha não terá, á partida, o objetivo de ser revendida por alguém, a não ser que o rendimento obtido da venda seja canalizado para a ajuda direta aos carenciados (Não está explicito no artigo se poderá ser esse o caso). Contudo, se assim não for é um crime moral e sem escrúpulos, pois estás a retirar doações destinadas a pessoas carenciadas para o benefício próprio.
Também pode a instituição vender e financiar outros programas/ projetos de ajuda, é pouco provável mas não é impossível.
Isso é o mais normal. Em Portugal existem dezenas ou centenas de “lojas sociais” em que se vendem produtos doados. O proveito dessas vendas destina-se a ajudar pessoas. Em Portugal existe, por norma, roupa doada “em excesso”, e enviar para o estrangeiro (África, p.e.) fica extremamente caro. Porque não vender e gerar receitas?
Claro que podes. Porque as pessoas estão a doar a TI, elas estão a dar-te diretamente logo fazes o que quiseres.
Mas quando estás a doar nos tais contentores, ou sem ser a ninguém em específico o caso é diferente, neste caso o que aconteceu foi algum chico-esperto ficou com as coisas e revendeu para ganhar com isso dinheiro.
Até pode alguém ter ido “assaltar” o contentor. Não era exatamente a primeira vez.
Conheço um banco de ajudas e de roupas onde trabalha uma pessoa amiga. Ultimamente não recebem roupa porque já não têm onde guardar. A roupa recebida é em parte entregue a pessoas carenciadas e em parte vendida numa loja social para gerar dinheiro para outras despesas, como alimentação, despesas de água, luz, rendas e tudo o mais que os beneficiários necessitem.
Mas porque é que a roupa haveria de ir para um aterro???
Não foi à muito tempo que li que uma organização ia buscar alimentos parece que ao Banco Alimentar para depois vender os produtos doados. Também não esquecer do que utilizava os fundos doados para comprar grandes ramos de flores, etc. Não esquecendo as malas dos açores…
Segundo já li atrás, as transações são auditáveis! Ou não!
O que não é auditável, é se quem recebe os alimentos realmente é uma pessoa necessitada. O que não falta aí é gente que recebe e não precisa, simplesmente aproveita as falhas do sistema.
São necessitadas “no papel”. Mas se as finanças ou o estado não consegue “apanhar” essas pessoas, não serão certamente as instituições que o conseguem fazer.
Então as instituições não tem utilidade nenhuma, muito pelo contrário, estao a alimentar um sistema corrupto e quem lá trabalha sabe disso…
As instituições fazem o que podem com os dados que têm. Agora não se podem substituir ao estado e fiscalizar as pessoas que não são sérias, o que infelizmente não é exatamente novidade. Quem está a criar o sistema “corrupto” são as próprias pessoas que não só enganam as instituições como até enganam o próprio estado.
Estas a confundir as coisas! As instituições sao corruptas as pessoas são simplesmente criminosos! Há que fiscalizar!! Querem apoios e ajudas? Sejam transparentes..
Auditadas… Banco alimentar, tem acordo com associação GASG. Associação GASG apresenta 600 pessoas, que recebem ajuda, dos 2 funcionários e 4 voluntários. Banco alimentar despacha 1 tonelada, do que a associação pediu. Associação tem, como líder, dona do mini-mercado local. Produtos são vendidos lá, com emissões de correcções, ás facturas, dos clientes, de forma a evitar para o IVA e ter lucros, registados.
Aconteceu (e acontece em vários locais) com um casal, jovem, na zona metropolitana, de Lisboa. Só foram condenados a pagar 242000 euros, em sede de IVA, ao estado, por causa de falsificar a facturação, para fuga fiscal. Quem ajudaram? A eles. Para o Banco Alimentar estava tudo perfeito. Eram 600 pessoas, a serem ajudadas. Afinal eram 2, que eram clientes, a título gratuito.
Muitas das “pequenas” associações são auditadas até ao tutano. Infelizmente estas grandes têm medo de lhes tocar.
Menciona uma que seja fiscalizada ao tutano!
Pelo menos ficou na Europa, pior é quando mandam para países em África, onde a roupa ajuda a destruir a industria local de roupa e naturalmente a destruir a identidade cultural, prejudicando-os portanto economicamente e culturalmente.
Por isso é que não dou nada de roupas ou sapatos já há anos que sabemos que existe um esquema grande por trás destas recolhas.
Dou sim ajuda “alimentos” para o banco alimentar mas nada caro que alguém caia na tentação de revender.
Não é razão…. podes sempre fazer a tua doação directamente as pessoas ou entidades
Nem é questão de revender, no BA, mas sim ser usada por quem não precisa. Há por aí umas despensas bem recheadas se me faço entender…
Também há “pobres” que deitam a comida fora. Infelizmente a estupidez humana cabe em todo o lado.
Ainda não percebi bem.
– Faço uma doação – em dinheiro – à Cruz Vermelha, farão com ele o que quiserem.
– Faço uma doação – em sapatilhas, por já não as querer – à Cruz Vermelha, mas espero que ela encontre quem precise delas, talvez pondo anúncios no jornal, ou enviando para um país em que se anda descalço e terá que as transportar e encontrar alguma organização que as receba e encontre o descalço.
Não se vê logo que o dinheiro é mais simples? Para quê uma doação em sapatilhas? Aqui o mais certo é a Cruz Vermelha ter vendido as sapatilhas por alguns euros, se na Bósnia e Herzegovina estavam à venda por 10. Quanta indignação 😉
+1
É isso mesmo. Eu quando também jogo algo no ecoponto, não fico indignado pela empresa do ecoponto depois ir vender o papel, o plástico e o metal. Depositei algo que não me é útil. Quem deposita roupa ou calçado no contentor e está à espera que a mesma seja toda doada aos pobrezinhos, vive num mundo de fantasia. Muitas vezes os pobrezinhos nem querem roupa usada.
Também pode acontecer (e acontece) os “pobres” irem vender certos artigos quer receberam. Ou até haver lojas “vintage” que vão às lojas sociais comprar.
Até parece que é algo do outro mundo. Alguém já ouviu falar do Salvation Army? Aceitam tudo e mais alguma coisa. E quase tudo é para vender e fazer algum dinheiro. Ajudar os outros também custa dinheiro. E sim, também sei que há muitos oportunistas, mas não diria que isso seja a norma.
É normal as instituições venderem parte das doações. Nem tudo tem aplicação imediata e mais vale vender e gerar receitas para outras coisas. Então roupa, em Portugal, existe doação “me excesso”. Não damos vazão a tanta doação.
Boas, sem ter nada a ver com a doação, cada um faz o que entende, é sobre as airtag’s, isso não funciona por bluetooth? Será queposso usarnuma moto ou carro em caso de roubo saber onde está,? Obrigado pela explicação.
Podes, desde que não levem a mota para um local remoto onde não esteja ninguém por perto.
As air tags, ligam-se por bluetooth, a qualquer aparelho, mesmo sem estarem emparelhadas, para enviar a localização, para a conta, de registo. Enquanto tiver bateria, funciona.
As AirTags (Apple) funcionam exclusivamente através da rede Find Me (Encontrar) com dispositivos Apple, como: iPhones, iPads, Apple Watchs e Macs que detetam o sinal Bluetooth emitido pela AirTag (que tem um alcance normal de 20 metros).
Ou seja, é possível detetar a localização do carro ou mota se os ladrões usarem iPhones ou passar alguém por perto com iPhone. Mas o problema é que – ao fim de um período prolongado em que o iPhone do ladrão está a ser acompanhado por uma AirTag que não lhe pertence – vai avisá-lo e ajuda-o a encontrá- la. Isto foi feito para evitar os “stalker”, mas diminui a utilidade para encontrar ladrões.
Uma pessoa mete nos contentores a roupa boa…vai parar a lojas de segunda mão.
Uma pessoa mete lá roupa estragada…vai para os aterros.
Sinceramente gostava de saber o que deve fazer realmente á roupa quando não temos ninguém a quem dar.
Ou então fazer uma fogueira com a roupa…
A fogueira com a roupa, fazem depois em África… ou em países pobres, compram fardos de roupa para queimar e aquecer as casas. É mais barato do que lenha.
O melhor é procurar uma instituição local, uma loja social ou um banco de roupas.
Em questão de roupa tento dar direto o que nem sempre é fácil porque as vezes tem vergonha de pegar… mas este negócio já não é novo..
Num mundo perfeito, nada disto existia, mas parece-me que falta apontar duas outras questões que é o material destas recolhas ser vendido para gerar fundos monetários para as associações.
Um outro ponto, que também em muitos contentores aparece mencionado, é que os mesmos podem ser também usados para depositar roupa para reciclar, material esse que as associações vendem, pois mesmo tendo ainda menos valor, em grandes quantidades ainda será certamente dinheiro.
Se for comunicado que os bens podem ser doados a quem necessita ou vendidos para lojas de revenda / reciclar e com isso gerarem imediatamente dinheiro, que doa, sabe ao que vai.
Se também haverá intermediários a desmarcar material para proveito próprio, certamente que sim.
E nisto tudo fica-se a saber que a Cruz Vermelha é uma organização com fins lucrativos tal como qualquer outra empresa. R.I.P. Doações para pessoas carenciadas.
Tem salários a pagar. Há muita gente que trabalha na Cruz Vermelha e recebe um salário.
Salários, água, luz, comunicações, gasóleo, pneus.. ajudar também custa dinheiro. E temos que ter noção que muitas das ofertas são também autêntico lixo porque as pessoas sentem-me melhor a doar o lixo que têm.
Isso e as contas são pagas com as cotas dos associados. Não com as doações.
Isso era verdade há 50 anos atrás, hoje em dia a realidade é outra e, apesar de bastantes associações serem extremamente importantes, movimentarem cada vez mais dinheiro e ajudarem cada vez mais pessoas, há cada vez menos pessoas a serem associados. Não existe o mesmo espírito de “associativismo” e altruísmo que existia. E muitos dos associados muitas vezes apenas o são porque vão atrás das “regalias” e não com a ideia de realmente ajudar quem precisa, infelizmente…
Eu dou pessoalmente a quem precisa.
Se alguém na rua quiser comer eu pago para comer na hora e ainda para ficar para outras refeições, se vir um animal com fome compro comida e água e dou de coração, agora instituições… peço desculpa se chocar alguém mas não dou e a dar é para animais como o IRS para a União Zoófila!
Isto é apenas um exemplo do espelho que são as doações, arrisco dizer que provavelmente 50% do que é doado chega aos carenciados, se não for menos e o que chega é o que ninguém quer ou consegue aproveitar… o que é bom/marca fica logo na 1a triagem, o que der para negócio ou desenrasque fica em seguida e o que sobra vai sim para os carenciados que é o principal propósito.
Mais vale em caso doar, doar diretamente a quem precisa mesmo sem abrigo, pessoas que relamente precisem do que a instituições é a minha opinião vale o que vale, já diz o velhinho é triste mas paga o justo pelo pecador!
Eu dou pessoalmente a quem precisa.
Se alguém na rua quiser comer eu pago para comer na hora e ainda para ficar para outras refeições, se vir um animal com fome compro comida e água e dou de coração, agora instituições… peço desculpa se chocar alguém mas não dou e a dar é para animais como o IRS para a União Zoófila!
Isto é apenas um exemplo do espelho que são as doações, arrisco dizer que provavelmente 50% do que é doado chega aos carenciados, se não for menos e o que chega é o que ninguém quer ou consegue aproveitar… o que é bom/marca fica logo na 1a triagem, o que der para negócio ou desenrasque fica em seguida e o que sobra vai sim para os carenciados que é o principal propósito.
Mais vale em caso doar, doar diretamente a quem precisa mesmo sem abrigo, pessoas que relamente precisem do que a instituições é a minha opinião vale o que vale, já diz o velhinho é triste mas paga o justo pelo pecador!
A caridade é um negócio. Tenha o nome BA ou Humana ou outro qualquer. Revoltante é sabermos que os administradores dessas organizações vivem principescamente à custa da boa vontade dos doadores.
Eu quando quero dar algo, deixo à porta de minha casa, na rua. Pouco tempo depois ganha andamento.
Cruz Vermelha banco alimentar etc etc sao negocios , há muita gente a ganhar dinheiro com a fome e por isso mesmo nunca vai deixar de existir
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Eu vi este vídeo, e há que dizer que nem todas as CV funcionam da mesma forma, porque estas dividem-se em Delegações.
Eu colaboro com uma dessas delegações, estou no espaço de bens doados, onde recebemos e entregamos roupa, calçado, e outros bens (excepto alimentos).
E há cerca de um ano, começámos a cobrar 0,20 cêntimos por cada peça, de lençois a casacos ou blusas, por duas razões: primeiro, para a comunidade auxiliar na compra de uma nova ambulância de transporte de doentes, e segundo, porque muitos dos ‘utentes’ do espaço, iam buscar roupa para a) a venderem e b) para náo terem de a lavar.
Claro que, sempre que alguém não tem meios, não sabia do valor cobrado, ou até escolheu mais roupa do que a que pensava levar e não tem o valor suficiente, nunca deixam de levar o que precisam.
Desde que a CV tenha feito dinheiro legitimamente na venda, à empresa da tal senhora, para efectuar as suas actividades de apoio aos mais necessitados ou em emergências, qual o problema?
Já vi várias vezes pessoas a envadirem esses contentores de doação para tirar coisas ,e não parecem pessoas necessitadas.
De noite na Rua Artilharia um,e na Rua castilho.
Aqui se vê como anda a mundo. Valores que são intrínsecos que deveriam ser imutáveis e indivisíveis, cada vez mais são relativizados e ridicularizados. Caridade, Empatia, e ajuda ao próximo não são negociáveis, relativizáveis, para rentabilizar ou usar para publicidade pessoal. Quando as fronteiras do certo e do errado começam a ser erodidas, bom futuro não augura.
Mais valia tê-las vendido ele próprio.
é por estas e por outras que não ajudo organizações, apenas 2 ou 3 que conheço bem, consignando a percentagem anual de IRS.
De resto, ajudo pessoas, sejam pobres ou crianças necessitadas pontualmente conforme o caso. Não dou dinheiro a organizações que muitas vezes têm muitos vigaristas parasitas!
P.S.: e faço a minha contribuição voluntária na igreja evangélica que frequento porque sei bem qual o destino do dinheiro, nomeadamente ajudar crianças e jovens necessitados e para a obra de Deus, não para vigarices que infelizmente se aproveitam dos inocentences e mais carenciados!
E para o Bispo gastar 100 milhões, de euros, das doações, a comprar 30 garagens (20 milhões) e a casa dele (80 milhões). Nas garagens, aluga 2500 quartos, a 500 euros cada, em troca dá um recibo em como recebeu 500 euros, de donativo. E ainda é prezado, por ajudar quem necessita. E consegue sacar 300 milhões, de euros, de lucro anual, isento de impostos.
qual é o carro do pastor? 😀
Tanta gente que não sabe do que está a falar…
As instituições de solidariedade e assistência (como a Cruz Vermelha e muitas outras) recebem donativos de vária espécie. Parte dos donativos são encaminhados diretamente para beneficiários. Outra parte é vendida (de várias formas) para gerar receitas para cobrir custos de operação das entidades. É que por muita roupa que recebam, dinheiro faz falta também. E há muitas IPSSs que não conseguem escoar os donativos em espécie todos. Uma coisa é conseguirem distribuir localmente. Outra coisa é enviar contentores e contentores de coisas para longe, o que muitas vezes é totalmente impraticável dados os custos de transporte. Custos esses que a instituição tem que pagar. Logo, não vejo qualquer mal em venderem localmente para melhor aplicarem o dinheiro a ajudar os outros em vez o andarem a gastar todo em transportes. Esse dinheiro é encaminhado para comprar comida, ajudar a pagar rendas e tudo o mais que a CV e outras instituições fazem.
Além disso, sei de algumas instituições que deixaram de receber roupa por já não terem espaço de armazenamento. Felizmente, a doação de roupa é algo que acontece com muita regularidade em Portugal e não é uma das principais carências das famílias. Há em vários locais roupa mais que suficiente para distribuir. Daí, venderem uma parte. Também há muita roupa e outros bens doadas que enfim…. as pessoas deviam era ter vergonha em usar estas instituições para despachar a sucata lá de casa e ainda ficarem com a ideia que estão fazer um grande serviço…
P.S. Não quero com isto comentar o caso em concreto, mas há muita gente que não sabe do que gosta de falar mas não se preocupa em perceber como as coisas funcionam.
Querem ver agora que os infortunados desta vida são a CV, IPSS e afins ! Parte do valor da doação acaba por ser “lavado” na operação seja ela qual for !!
Isso é conversa de quem não sabe do que fala. É verdade que há sempre pessoas e até instituições mal intencionadas (não estivéssemos nós em Portugal), mas a grande maioria trabalha bem e faz falta ao país. Sem as IPSSs e outras associações, o país estava bem pior.
Na verdade, as associações, IPSSs e afins até pouco sentido fariam se o estado fizesse o seu papel. Mas uma associação consegue fazer mais e melhor com menos dinheiro. Um idoso num lar de uma IPSS custa 1000/1200 euros (custo, não valor da mensalidade). Num lar público custa mais de 2000, por vezes com menos serviços. Um criança numa Creche de uma IPSS custa muito menos (estado + família) do que custa numa Creche pública. Bolas, o hospital minúsculo da minha terra foi gerido durante anos e anos por uma IPSS que tinha 1 administrador para a IPSS toda + hospital. Com o hospital nas mãos públicas, chegaram a ter 3 administradores a tempo inteiro e uma equipa jurisica paga a peso de ouro. O orçamento operacional para menos serviços eram muito, mas muito superior.
Se queres falar, falamos, mas pelo menos vamos falar com dados e conhecimento de causa, OK?
Este é um artigo incompleto. A pessoa que vez o vídeo original já o removeu depois da cruz vermelha explicar o que acontece as roupas que são doadas. Isso pode-se ver no TikTok do Moe.Ha onde ele explica que as roupas doadas podem ser depois doadas a sem abrigos, recicladas ou vendidas para lojas de segunda mão que depois devolvem o valor à cruz vermelha.
Podem usar a tradução do vídeo em alemão: https://vm.tiktok.com/ZNdyyNs2w/
Sistema onde os pobres estão à espera de esmola dos menos pobres e ricos tem disto… corrupção a todos os níveis mas é “legal” mas moralmente estranho, um governo que não protege as pessoas é cumplice, deixa andar que o mercado resolve!
É um dos problemas que não é “público”.
Fui voluntário, vários anos, na igreja (católica) local. Todas as semanas, os 21 contentores, recebem a visita de uma carrinha, da autarquia. Recolhe sacos e roupas, que lá tenham sido doadas. Chega, à igreja, despeja tudo. Os voluntários, retiram tudo. São separados em 3 caixas: Coisas boas, coisas usáveis e lixo.
As coisas boas, ficam de parte. As coisas usáveis são divididas pelo tipo, que são. Ficam disponíveis para quem lá vá, procurar roupa ou pela associações, locais. O lixo… é despejado no contentor (infelizmente, 60%, das doações, vão para este).
As coisas boas, são para serem vendidas, pelo voluntários, nas feiras (ou loja solidária). Qualquer pessoa pode comprar. Preços são de 1 euro a 5 euros (há coisas a 10 mas, é mesmo se for algo mais luxuoso). O dinheiro é para financeira a cantina e assistência social.
Deixei de ser voluntário, porque surgiu, um grupo de pessoas, que recolhiam, as coisas boas, sem pagar nada, para revenderem online, com o valor todo, para os próprios. Alertei a direcção, para aquelas situações. Jovens que lá iam buscar sapatos, roupas e os utensílios, para irem vender, online. “Se pagaram 1200 euros, pelo telemóvel, não precisam de 10 pares de sapatos, nem 20 casacos desportivos e 10 calças de ganga.” Fui ignorado. Passei a ver, aquelas pessoas como pragas. Se não se importam, em ver alguém a ganhar (fazem milhares de euros, mensais) dinheiro, com o nosso voluntariado, achando que não tem culpa, não vou estar a dar o meu tempo, para alguém pagar 50000 euros, por uma semana, na Tailândia (como vi, online, um casal mostrar e vangloriar-se, sendo que se queixavam de receber, o salário mínimo).
Infelizmente há gente assim em todo o lado, mas não é a maioria.
Ingenuidades de doar para os que precisam, comigo so’ pessoalmente, ponto final. Não me venham com Unicefs, bancos alimentares, roupas, nada. Quando tenho roupa que não uso, vai para reciclagem, se houver contentor de roupa, não deposito no indiferenciado, nunca a pensar em quem a vai aproveitar.
Toda a gente sabe que produtos, já nem falo em dinheiro, que são doados para países do terceiro mundo são devidamente “reciclados” pelas elites desses países, e’ uma industria. A ONU nunca fala nisso, porque depois as pessoas pensam duas vezes antes de doar. A UE doa milhões para “cooperação”, dizem eles, santa ingenuidade.
Isto não é novo. Por isso que eu deixei de contribuir. Prefiro dar directamente a quem precisa.
Na minha terra fazia-se peditórios para pessoas carenciadas. Curiosamente as doações iam todas para famílias que tinham filhos a estudar em universidades, algumas delas com filhos em universidades privadas. As famílias que realmente necessitavam e passavam fome nunca lhe davam nada. Quando interrogava quem geria as doações sobre isso respondia que essas pessoas que fossem trabalhar. O pior é que essas pessoas eram pessoas muito pobres, a viver na mais profunda pobreza, alcoólismo, etc. pessoas realmente a viver na miséria.
A partir desse momento ninguém me diga para dar dinheiro a esses peditórios. Uma dessas famílias a minha família conseguiu tirar da miséria, não sendo possível ajudar mais.
O último peditório que vi fazerem foi para ajudar a colocar o telhado numa casa de uma família que vivia melhor que muitas outras que realmente precisavam. Uma tristeza.
Faz lembrar algumas que andam de cabelo pintado e unhas de gel e vão para a televisão pedir dinheiro para arranjar os dentes. Ganhem juízo!
Mas é assim que as coisas são feitas. A Cruz vermelha disponibiliza locais para roupa usada, mas é uma empresa que gere a roupa recolhida. Quando a Cruz vermelha diz que precisa de roupa a tal empresa fornece. A empresa fornece limpa e separada. O resto da roupa é para a empresa que faz o que bem entender.
Se fosse só a roupa.
E a comida?
Ou levam para casa ou a maioria da marca branca não conta pq as pessoas são muito ricas e não gostam de marcas brancas.
Conheci alguém que já faleceu que fazia voluntariado nos armazéns de recolha e eu estranhava vir sempre de sacos cheios…resposta …nos trazemos o que queremos para casa e escolhemos o bom e o melhor
Por isso zero de doações da minha parte.
E triste pois percebemos que afinal o que damos com a idea de ajudar alguem afinal e fendido. Conclusao NAO se pode confiar nas instituicoes. E TRISTE !!!!!!!!
No ano passado, numa viagem a S. Tomé vi um enorme mercado de artigos em 2a mão que provinha justamente de artigos doados na Europa!
Eu vi, ninguém me contou. Os vendedores disseram-me que compravam estes artigos em leilões promovidos pelo governo!
Pelo governo ou por alguém no governo? Há uma diferença…
Falta de imaginação.
Já vimos este tipo de coisa ser feita vezes sem conta, há anos. Não é novidade nenhuma.
O mesmo acontece com materiais supostamente destinados à reciclagem… e que depois nunca chegam a ser reciclados.
Tudo muito bonito no papel, e nas campanhas, mas a realidade é bem diferente.
O próximo passo?
Colocar um localizador numa bateria de elektro que a Valocar diz que vai para reciclagem… só para ver onde realmente vai parar. Isso é que era de valor!!!!!!!!!!!!!!!!
Malta!
Acordem para a vida!
Nem 10% das doações chegam aos seus destinatários.
Há tanta gente a fazer o seu modo de vida e enriquecer com este negócio!
Vejamos os fardos de roupa e calçado que se vende um pouco por toda a África! Tudo em articulação com as diversas entidades!
Sim, é verdade que uma parte dos bens doados são “desviados” por máfias que lucram muito com isso, e outra parte é vendida pelos próprios carenciados em mercados locais [em Moçambique por explo) para obter dinheiro para cobrir outras necessidades. Mas se quem doa o faz voluntariamente (banco alimentar, LPCC, paróquias, etc.) ou coloca nos contentores da Humana, Cruz Vermelha, CMs [roupa usada) é preferível doar, nas esperança de que uma parte seja entregue a quem precisa do que deitar para o lixo. O mesmo acontece com as esmolas que se dão às igrejas, que sendo rendimento (e o estado é laico) está isento de pagamento de IRS.
Bens usados, é dar ou por no lixo. Eu prefiro dar, mas coloco no contentor da Câmara e não da “Humana”.
Ok, tudo bem, espero que mesmo assim tenha ajudado alguém porque comprou muito mais barato! Agora o que condeno é porque não informa as pessoas doam o destino? Porque não há transparência!? Eu provavelmente ajudaria da mesma forma, agora sejam sinceros, não façam das pessoas, parvas! A maioria das pessoas conseguem pensar por si próprias! Deixem as pessoas informadas e elas depois decidem!!!!
Uma vez doei uma tostadeira. Foi parar ao US.
Nas feiras em Portugal estão montes de roupa usada que é vendida a 2€ a peça. Escusado procurar roupa de marcas caras porque essa já foi retirada e levada para lojas finas onde é vendida a preços exorbitantes. Nada de imitações.
A chantagem moral obriga a bondade a enriquecer muitos oportunistas.
Uns 30 anos atrás foram doados milhões a uma organização que tentava descobrir uma cura para a sida. Só sei que nessa organização haviam muitos clientes da Ferrari.
Só apoia as associações quem anda de olhos tapados.
90% dos produtos não chegam a quem precisa.
Estamos a falar de um acontecimento na Alemanha… E para quem aí vive, como é o meu caso, sabe que muitos destes contentores são falsos e que não pertencem à Cruz Vermelha. A Cruz Vermelha até pede para confirmar se o contador é deles, se existirem dúvidas. Neste caso pode ter-se tratado de um esquema, aproveitando um contentor falso, para obter mais visualizações!
Estive em vários países africanos/medio oriente. E foi o que constatei, a roupa para pessoas carenciadas é vendida em lojas e na rua.