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Como associar o cartão de refeição ao MB WAY?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Manuel says:

    Boas,
    Alguém me explica, qual o sentido do cartão refeição?

    Permite isenção de impostos até 9,60 € por dia se for pago em cartão refeição!!!

    O mesmo controlo e validação poderia ser feito sendo o subsidio de alimentação pago juntamente com a transferencia normal do salário.

    • Tobias says:

      Como controlavas/validavas que dinheiro em vez de um cartão era usado em refeições e não numa ida ao cinema?

      • Anung says:

        E como é que com cartão validam que a pessoa como o quer quer e não onde eles querem?

      • Miguel says:

        Para que isso importa, na realidade?

      • Carlos Fernandes says:

        Pode ir ao hipermercado comprar o que quiser.

      • Realista says:

        Há muitos buracos no sistema. Nada me impede de ir ao continente e comprar uma torradeira com o cartão refeição. Dá na mesma.

        • Zé Fonseca A. says:

          existem torradeiras no continente? isso não é na worten?

          • Freaka says:

            Torradeiras Foi um exemplo.. Aqui é tudo literal? De qualquer das formas.. Lidl (compra torradeiras, ferramentas ou roupa), Aldi (idem idem aspas aspas), e por aí fora..

          • Eduardo Silva says:

            No Continente vende-se de tudo, inclusive Torradeiras. Mas a maior utilidade que dão a estes cartões é a compra de tabaco no Continente. Estes cartões deveriam funcionar como os novos cartões da segurança social, em que existem restrições informáticas à compra de certas categorias, como bebidas alcoólicas e doces.

          • Miguel says:

            Podes ir à Worten, compras um cartão com dinheiro e usas na Worten, se quiseres.

            A ideia do cartão refeição é completamente absurda e limitativa, o dinheiro é teu, devias poder comprar o que quisesses. Se queres passar fome e comprar uma trotinete, ok, força.

          • Miguel says:

            * Correcção, vais ao Continente, compras um cartão e usas na Worten

          • David Guerreiro says:

            Há Continentes com eletrodomésticos, com roupa, etc. No Auchan por exemplo até computadores tem.

          • Zé Fonseca A. says:

            Não funciona assim, porque o direito ao subs de refeição é irrevogável, então em teoria a ideia é proteger os trabalhadores garantindo os seus direitos

          • tirotorito says:

            o que nao faltam é pequenos eletrodomesticos no continente, vê se que são os teus pais que fazem as compras

          • andre says:

            Eduardo SIlva, essas restrições que falas irão ser possíveis nas CBDC.
            Depois o governo poderá controlar onde e quando gastas o teu dinheiro.

      • Manuel says:

        É indiferente onde é gasto o dinheiro.
        Supondo, um salario de 1000€ + 100€ subsidio refeição = 1100€

        Tanto faz ir às compras ao supermecado e gastar do bolo de 1100€ ou gastar dos 100€ em cartão,

        Tento o cartão dá mais trabalho e comissões a bancos e entidades desnecessariamente.

        • Zé Fonseca A. says:

          agora imagina que ganhas 5000€, se pagasses impostos sobre o subsidio de refeição de 200€ irias receber liquidos 100€, sendo em cartão refeição só vais usar em sítios cujo CAE permita compra de comida, se não fosse assim muitos iriam usar isso como ordenado só para fugir aos impostos e não sendo assim um subsidio de refeição, em termos práticos é o mesmo mas é um direito irrevogável o subsidio de refeição

          • says:

            Se fores a algumas grandes superfícies até tabaco ou eletrodomésticos podes comprar. Estes cartões só favorecem as empresas (especialmente quando os donos trabalham nelas ;), os grandes supermercados e as empresas que servem de intermediárias e que na prática ganham dinheiro a ajudar os outros a fugir aos impostos. As regras deviam ser iguais para todos…

          • Zé Fonseca A. says:

            Não sabia disso, não frequento hipermercados há mais de 20 anos

        • Miguel says:

          Exacto, não sei para quê complicar… isso não trás benefício nenhum, aliás retira…

          • says:

            Traz sim. Em primeiro lugar, às empresas que disponibilizam esses cartões. Depois, a algumas empresas que usam e abusa do esquema para pagar menos impostos. E também a alguns “donos” de empresas que pagam a si próprios e à família com cartões de refeição, vales infância, cheques educação e essas tretas todas. E por fim ajuda a “encaminhar” as pessoas que recebem em cartão para os hipermercados, porque esses sabem-na toda e têm os CAEs todos que permitem o uso dos cartões para comprar tudo e mais alguma coisa e não só “alimentos”.
            Que em Portugal se gosta de fugir aos impostos, toda a gente sabe. Agora que o Estado crie mecanismos para ajudar a fazê-lo é que já passa do ridículo. E pior, a própria segurança social está agora a pagar apoios sociais com recurso a cartões tipo cartão de refeição, adjudicados a empresas privadas. Se pelo menos houvessem instituições financeiras públicas ou bancos públicos para não terem de andar a pagar a privados… País de malucos.

          • Miguel says:

            Mas então deste-me a razão, não há benefício nenhum para o empregado, excepto uns centimos mais por mês devido a não descontar

    • RASP says:

      Não és entidade patronal está visto.
      Para o trabalhador acaba por ser igual, e até podes receber mais subsidio de alimentação e não pagar mais por isso.
      à entidade patronal, trás mais benefícios fiscais, o que inclusive ajuda a pagar mais ao trabalhador… os que querem pagar mais…

    • Anung says:

      É uma negociata entre as empresas prestadoras do serviço (como a endenred), as empresas que contratam o serviço e os grupos de hipermercados, que ao contrário do que acontecia no inicio (os cartões davam para fazer comprar em muito lado), atualmente apenas dão para fazer compras nos hipermercados e pouco mais.

      Todos ganham menos o trabalhador.

      • David Guerreiro says:

        Na verdade é mais para o Estado, é uma forma de garantir que o dinheiro entra apenas na economia legal, e não na paralela. Ao trabalhador impede de usar em feiras, mercados, restaurantes e cafés que não aceitam pagamentos com cartão (e há muitos).

        • says:

          Não será antes uma forma de obrigar as pessoas a gastar nas grandes superfícies (logo grandes grupos económicos)? É que essas aceitam para tudo, até para tabaco.
          Isso e as empresas “intermediárias”… é só rir:
          Tirado do site: “A Edenred é uma empresa especialista em benefícios sociais”… Até devia era ser proibido afirmarem tal coisas. Benefícios sociais que eu saiba só o estado e IPSSs. Empresa com milhões de milhões de lucros “specialista em benefícios sociais”. Devia era dizer “especialista em fintar impostos legalmente”.

          • David Guerreiro says:

            Não é uma forma de obrigar nas grandes superfícies, mas se são as únicas que os aceitam, acaba por ser. Qualquer comerciante pode aderir e aceitar um cartão refeição. Não é finta nenhuma. Acima de 6€, tanto o trabalhador quanto a empresa são penalizados se o subsídio for pago em espécie. Obviamente a empresa vê o seu lado, e paga por cartão para não ter o acréscimo fiscal. Mas não é finta nenhuma, é otimização fiscal.

          • says:

            Não, um qualquer comerciante não pode aderir. Depende do setor de atividade e dos produtos vendidos. O uso dos cartões é balizado pelos CAEs das empresas. A tabacaria ali da esquina não pode vender tabaco com cartão refeição. Alguns hipermercados já podem… Não deviam, mas podem. E é só um exemplo.
            Otimização fiscal é ter um sistema simples, igual para todos e onde não andem privados a comer dinheiro que podia ir para o estado ou para as pessoas. E é isso. A Edenred teve 500 milhões de euros de lucro a nível mundial. E se esses 500 milhões em vez de irem para a edenred ficassem no bolso das pessoas? Ou nos cofres dos países? Ou 50/50. Ou seja, a edenred e outras que tal na prática fazem o que mesmo?

      • says:

        E as empresas “familiares” em que os donos recebem salário mínimo mas depois recebem o sub refeição em cartão, pagam a creche dos putos com vales e por aí fora. Se juntarmos a isso que muitos nem sequer têm carro próprio e só usam o carro e gasóleo da empresa é uma festa.
        Os cartões em boa parte servem para obrigar as pessoas a ir às grandes superfícies porque são essas que têm os CAEs aceites. E o mesmo com os cartões da SS, que não consigo perceber como é que a SS anda a entregar cartões destas empresas intermediárias quando o próprio estado é dono (por exemplo) da Caixa Gerald e Depósitos.

        • David Guerreiro says:

          Esses são os tais da economia paralela. Em que grande parte do rendimento não é sujueito a tributação, e logo não é do conhecimento da AT. Com isso conseguem beneficiar de mensalidades menores nas creches, e nas escolas por vezes até apoio social. Qualquer café, restaurante, minimercado deveria ter o CAE aceite, a questão é que poucos aceitam cartões de refeição.

      • PeterJust says:

        Estes grandes ladrões precisam é de um Luigi

    • David Guerreiro says:

      Aqui o objetivo (que não é assumido) é que o trabalhador seja obrigado a gastar o subsídio na economia, e não na economia paralela. Não consegue comprar alimentos em mercados e feiras ou em cafés sem cartão (e que não emitem fatura).

      • says:

        Sim, e depois podes comprar tabaco, e tudo o mais que se venda nos grandes supermercados.
        O verdadeiro objetivo do cartão de refeição é manter as empresas que os vendem. Na prática não serve para nada. O mesmo para os cartões “creche”, “educação” e afins. Vigarices legais.

        • Anung says:

          gastar esse dinheiro em tabaco é o melhor para os estado, pois assim vai quase todo para lá em forma de imposto.

          • says:

            Pois… pior mesmo é quando gastam os subsídios sociais em tabaco. Isso sim deveria ser fiscalizado. Se não há dinheiro para a renda de casa não há dinheiro para tabaco… digo eu.

        • David Guerreiro says:

          Mas esse tabaco é legal, e foi sujeito a tributação. O governo não se chateia muito de gastar em tabaco ou numa PS5, é preciso é que o mesmo seja sujeito a tributação, e pagando com cartão é garantidamente. Se a pessoa recebesse em dinheiro, podia ir comprar coisas em feiras e mercados, comer no restaurante que não fatura, etc, e todo esse dinheiro sumia na economia paralela. E é isso que o Estado quer evitar, porque são impostos que não arrecada. Até acredito que mais tarde ou mais cedo, acaba a isenção dos 6€ e passam a tributar qualquer valor para “forçar” todos os trabalhadores a receber em cartão.

    • says:

      Cartão de refeição = fuga aos impostos encoberta por lucros para intermediários. Simples.

      • gFan says:

        fuga aos impostos, porque? São poucos? Queres mais? Nem para comer deixam as pessoas em paz… qualquer dia até para respirar é preciso pagar impostos!

        • says:

          Sim, fuga aos impostos. Se queremos pagar menos impostos e um sistema mais justo para todos temos de acabar com estas (e outras) artimanhas. Até porque com estes cartões e cheques não existe a possibilidade de ser o trabalhador/contribuinte a escolher o regime que melhor lhe convém, criando discriminação desnecessária. Imagina que tens 2 pessoas a trabalhar em empresas diferentes, com o mesmo salário/subsídios e configuração fiscal. Deveriam pagar os mesmos impostos, mas se uma empresa usar cartão refeição e a outra não, deixa de haver equidade para situações semelhantes. Isso não deveria acontecer.

          • gFan says:

            Não, não são artimanhas! São descontos fiscais para quem trabalha e para quem dá emprego.

            “mais justo para todos” Mais justo para todos quem? Para quem não trabalha? Para quem não faz nada? Nada dizes, e não apresentas soluções. Conversa de quem só sabe criticar mas que de propostas tem zero. Na minha terras são belelas!

            Sim deveria acontecer… chama-se a isso competitividade administrativa! Basicamente o problema que levantes é muito simples, tens uma empresa que é mais competente que a outra, ponto final!

            Não percebo como alguém pode anão querer o cartão de refeição, só encontro uma justificação é alguém que não sustenta uma casa.

          • Miguel says:

            O cartão de refeição é apenas uma burocracia extra desnecessária, concordo com o Zé

      • David Guerreiro says:

        Fuga aos impostos é sem cartão, em numerário. A pessoa pode gastar o dinheiro na economia paralela, coisa que com o cartão não dá. O cartão evita essa mesma fuga.

    • gFan says:

      Esta questão só é colocada por alguém que não sustenta uma casa!

      Quer seja com cartão das refeições ou não…. para mim não é suficiente para as compras semanais/mensais! Acho que há questões bem mais prioritárias que essa, enfim!

  2. PM says:

    Para quê?? Para pagar custas? Eu tenho na Wallet do iphone e não pago nada.

  3. Nuno says:

    O valor de isenção em cartão está mal. É €10,20

  4. David Guerreiro says:

    Assim associado ao MBWay continua também só a funcionar nos mesmos locais certo? Não dá para pagar por exemplo um bilhete na CP?

  5. 2 dedos de testa says:

    Só vim aqui ver como o tema de associar cartão de refeição ao mbway fez Drift para um tema nada relacionado.

    ninguém comenta que coverflex continua fora do mbway p.e.

    • Zé Fonseca A. says:

      A malta que aqui anda nem sequer sabe o que são benefícios flex, não vais ter sorte.
      Não uso cartões de pagamentos da coverflex mas isso a ser verdade é gritante, mas também ainda andam por aí alguns que não suportam Apple Pay.

  6. Joao Telha says:

    Maneira de fugir aos impostos, havia de ser banido este tipo de cartões refeição ou qualquer cartão/tickets.

  7. Eduardo says:

    Na minha empresa só recebe em cartão Dá quem quer. Quem não quer, recebe no ordenado, mas já sabe que tem que pagar imposto sobre o euro acima do limite, ou seja, recebe 7€ de subsidio, 6€ estão isentos, 1€ paga imposto. Não é nenhuma fortuna. Quem recebe em cartão, e eu sou um deles, não desconta quaisquer imposto sobre os 7€. Visto que trabalho num supermercado, cá o ganho, cá o gasto. Não o adiciono ao MBWay, mas adiciono-o ao Continente Pay.

  8. Cláudia José Rodrigues Correia says:

    Quer no meu telemóvel MB

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