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Network Slicing: O 5G para serviços críticos de emergência

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. João Pereira Rosa says:

    1 Sobre a latência de 5ms, certamente fala da latência de acesso antena.
    2 Por exemplo, para realizar um operação remota , o que interessa é a latência ponto a ponto , exemplo Lisboa Paris , propagação electro-optica ~200000 mk/s
    distancia Lisboa Paris ~ 2000 km Latencia 10 ms só o percurso
    3 Torna impossível as operações remotas?. Não se utilizar-mos um circuito digital full-duplex dedicado, a rede fica “stateFull”, significa que o percurso do
    sinal é sempre o mesmo durante a comunicação, latência fica constante, os pacotes vão sempre pelo mesmo caminho pode-se realizar a operação correctamente
    4 Comutação de pacotes (MPLS) é stateless, significa que os pacotes vão por caminhos diferentes, a latência será superior, (se o backbone for de qualidade o seu a aumento é desprezível)
    o problema é que pacotes numa direcção podem ir por vários caminho o mesmo acontece no retorno, tornando muito difícil um vídeo estável.

    Em ambos os casos o atraso do video no percurso será sempre de pelo menos 10ms.

    Em relação ao Network Slicing
    Um exemplo realizado por mim, com um concorrente do 5G (em determinadas serviços o WI-FI 6) . O WI-FI que utilizo é o normal , julgo que o 5
    A imagem do robô é IPoISDN, TDM-ISDN, rede statefull, banda estreita comutação digital de circuitos, rede critica, tempo real etc
    O comando do robô é realizado com o VNC, MPLS, rede stateless, fibra optica, banda larga comutação de pacotes

    https://www.youtube.com/channel/UCAmLlT2YKjnTc8Lbkuw6jcg

    • Bruno S. says:

      Eu por acaso estava a pensar no mesmo… Que adianta ter antenas 5G, se o Core estiver sobrecarregado, e mal dimensionado? Eu tenho duvidas se a rede atual irá suportar as antenas todas, sem uma possível sobrecarga no Core da rede

      • José Fonseca Amadeu says:

        Achas que estás num país de 3º Mundo?
        QoS, throtlings e TS aplicam-se por cá desde os blackouts da netcabo na margem sul, lá por alturas de 1998/1999.

    • José Fonseca Amadeu says:

      Tudo depende das aplicações que vais usar e como foram desenvolvidas, para muitas 100ms de latência é uma brisa e até tenho situações para África do Sul, Marrocos, India, China onde com latências de 200 a 300 ms consigo fornecer um variado leque de serviços.

    • Pedro Pinto says:

      5 milisegundos é uma característica da tecnologia.

  2. Contribuinte Tuga says:

    Mais um siresp ?

  3. José Fonseca Amadeu says:

    Esperemos que isto acabe com a mama do SIRESP, já agora aproveitem a promoção da spacex e ponham um satelite lá em cima a 1/100 do preço só para o caso das antenas derreterem…

    • Joao Ptt says:

      Concordo que o estado e os serviços e forças de segurança e de emergência deve ter a sua própria rede de comunicações independente e mais segura, mas têm de falar com quem realmente percebe do assunto, tipo a internacional: L3Harris.

      E largar o dinheiro que for necessário sem cortes de espécie alguma, para garantir década após década o funcionamento contínuo mesmo em caso de catástrofes enormes, guerra, etc.
      Ou seja: contratos de manutenção/ actualizações/ trocas de equipamento para 50 anos ou similar.

      É possível funcionar sem problemas, mas custa dinheiro, e um bom planeamento por parte de quem realmente entende do assunto… não é meter políticos e administrativos a tratar de um sistema técnico altamente complexo onde é necessário conhecer a fundo todos os aspectos para garantir que ele vai funcionar quando for mais necessário.

  4. Joao Ptt says:

    É só tanga.

    A rede 5G não é e nunca vai ser segura, se a base está podre os frutos nunca podem ser bons, e não vai estar em todo o lado assim como as outra tecnologia (2G, 3G, 4G) em utilização também nunca estiveram e não vão estar… só porque os operadores não querem e o estado não os obriga.

    É tudo balelas, o mau costume habitual, de muita promessa infundada.

    Já para não falar no enorme perigo para a saúde da utilização das frequências altas… se no 4G já não era nada bom o 5G só vem agravar a situação.

    É realmente irónico que o 5G vai AGRAVAR os problemas de segurança e saúde, e contudo é vendido como se os fosse resolver.

    • José Fonseca Amadeu says:

      A frequência não tem nenhum impacto para a saúde, problema real é a potência, quantos mw precisas para o ganho do número de dbm necessários e a que distância te encontras.
      No caso do 5G até vai melhorar pois vai diminuir o pmw.

      • Joao Ptt says:

        Vão meter, nas zonas residenciais, em cada poste… de outra forma não há maneira de aquilo ter aquelas velocidades loucas.
        Não sei é como é que vão meter fibra-óptica pelo país todo para conseguir suportar tais velocidades, em cada antena.
        E quanto à potência vamos lá ver se não metem potência a mais, como alguns já fizeram no passado.

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