Os tablets estiveram na moda, mas será que continuam? A Adobe apresentou agora um relatório que mostra como tem evoluído a utilização de conteúdos web em phablets e tablets.
Os phablets já conseguiram um lugar especial nas mãos dos utilizadores.
Vou contar a história de alguém que fazia parte do grupo de cépticos “gosto-do-meu-smartphone-pequeno-que-horror-isso-é-enorme-não-cabe-nos-bolsos” e não teve alternativa senão admitir as vantagens óbvias da utilização de um phablet no seu dia-a-dia.
Este artigo tem a pretensão de comparar a utilização de um smartphone, um tablet e o misto dos dois, o chamado phablet. São explicadas afinal quais as vantagens da utilização de um equipamento que nem é carne nem peixe, é um gadget que procura juntar o melhor de dois mundos. Cabe ao leitor determinar se estas vantagens são realmente decisivas.
Vivemos numa Era totalmente digital, onde os dispositivos móveis têm hoje múltiplas funcionalidades. O mercado móvel é dominado pelos smartphones e tablets, mas estamos a assistir a uma ligeira mudança que aponta os phablets (além dos relógios inteligentes) como os principais equipamentos, neste segmento, para os próximos anos.
De acordo com a e International Data Corporation (IDC), a venda de phablets irá alcançar as 175 milhões de unidades já em 2014, um número que se estima que seja superior ao número de vendas de PC’s em 2014. Em 2015, os phablets irão mesmo superar a venda de tablets.
“Phablet” foi um termo criado para designar dispositivos com mais de 5″ e com menos de 7″ polegadas. A marca pioneira neste segmento foi a Samsung com o seu Galaxy Note, em Outubro de 2011 na IFA de Berlim.
Todo este tempo depois muitas outras marcas lançaram o seu Phablet e a concorrência tornou-se bastante apertada também neste segmento. O vídeo que apresento demonstra uma pequena comparação entre as características de 3 dos mais populares Phablets disponíveis no mercado. Pode ser a informação que lhe falta para se decidir por um deles!
Se antigamente a luta era criar telefones mais pequenos, a tendência agora parece ser outra. A obsessão pelos ecrãs cada vez maiores parece que veio para ficar.
Segundo a última análise de mercado feita pela IDC (empresa líder mundial em estudo de mercado), 21% dos 261 milhões de smartphones existentes em todo o mundo durante o terceiro trimestre de 2013, têm ecrãs com 5 ou mais polegadas. Para termos uma noção, no período homologo do ano passado esta fatia era de apenas 3%.