A barragem Three Gorges, na China, é já conhecida como a maior barragem do mundo. Contudo, há um efeito curioso e pouco falado desta obra gigantesca: segundo cálculos de um cientista da NASA, a estrutura tem um impacto mensurável na rotação do nosso planeta. Não, não é ficção científica. É física pura!
Hackers russos terão assumido o controlo de uma barragem norueguesa, este ano, abrindo uma comporta e permitindo que 500 litros de água por segundo fluíssem durante quatro horas. Segundo as autoridades da Noruega, este tipo de operações procura “influenciar e causar medo e caos entre a população em geral”.
As barragens armazenam água que é utilizada especialmente para consumo do ser humano e regadio. Permitirem também a produção de energia com a qual se abastece a rede elétrica. Segundo informações, a China está a construir barragem a 5 mil metros de altitude.
A impressão 3D tem sido bastante usada especialmente em projetos diferentes e também para uso doméstico. E esta tecnologia foi extremamente importante durante a pandemia da COVID-19, uma vez que vários makers acabaram por usá-la para criar viseiras de proteção, como podem ver aqui.
Mas este também é um conceito que pode ser aplicado noutros projetos mais elaborados. Nesse sentido, as recentes informações indicam que alguns investigadores chineses pretendem construir uma barragem através de uma impressora 3D e cuja construção seja controlada por Inteligência Artificial.
A maior barragem do mundo, a barragem Three Gorges, na China, está a chamar a atenção dos cientistas da NASA, pois há a possibilidade de interferir com a rotação da Terra. Esta colossal estrutura, feita pela mão humana, situa-se na província de Hubei e é considerada a maior estação de energia hidroelétrica do planeta.
Recorrendo à enciclopédia web, ficamos a saber que a Barragem das Três Gargantas, 長江三峽大壩 em chinês tradicional, é a central hidroelétrica com a segunda maior barragem e represa do mundo. Quando está cheia, a água chega a estar a 175 metros acima do nível do mar e a 95 metros acima do nível do rio. Alberga 632 quilómetros quadrados de água e gera cerca de 22500 MW de energia. Mas o problema não é esse.