A partir de amanhã, 3 de outubro, o Word do Microsoft 365 já não verifica se um texto foi copiado da internet. Pior ainda, a Microsoft não pôs nada no lugar. Para quem prefere um Office que não muda de mês para mês, a GoodOffer24 permite comprar chave digital Office 2024 por 17,8€.

Atualmente, a campanha assenta no cupão TT30, que retira 30% às chaves digitais de Windows e Office selecionadas. Uma Windows 11 Pro chave original fica em 23,1€, enquanto os restantes preços aparecem mais abaixo. Antes disso, porém, vale a pena perceber o que mudou no Word e o que se pode fazer a partir de agora.
O que a Microsoft tirou ao Word
O verificador de semelhanças vivia no painel Editor, no separador Base. Bastava um clique para que o Word comparasse o documento com fontes online e devolvesse uma percentagem de texto coincidente. Além disso, assinalava as passagens suspeitas, mostrava a origem e permitia inserir a citação ali mesmo, já com as aspas.
A função era exclusiva do Word do Microsoft 365, no Windows, no Mac e na versão web. De acordo com o aviso MC1466753, enviado aos administradores no início de setembro, a remoção arrancou a 3 de outubro e abrange todos os clientes, de particulares a organismos públicos. A justificação oficial cabe numa linha: a Microsoft quer concentrar-se nas funcionalidades mais usadas do Word.
Contudo, quem já tinha inserido citações não as perde, porque ficam nos documentos como texto normal. Por outro lado, as passagens assinaladas e as ligações às fontes desapareceram com a ferramenta.
Em resumo
| Quando | 3 de outubro de 2026 |
| Onde existia | Word do Microsoft 365 (Windows, Mac e web) |
| O que continua | Ortografia, gramática, sugestões de estilo, citações e bibliografia |
| Substituto oficial | Nenhum. O Copilot não serve para validar originalidade |
| Office 2024 | Nunca teve esta função, por isso nada muda |
Imperfeito, mas estava à mão
Convém ser justo com a Microsoft. Na verdade, o verificador nunca foi uma maravilha, uma vez que só pesquisava em páginas indexadas pelo Bing e ignorava trabalhos não publicados ou conteúdos pagos. Aliás, chegou a avariar no início de 2024, depois de uma alteração no motor de pesquisa.
Num teste do site Office Watch, por exemplo, o discurso de Gettysburg, de Abraham Lincoln, foi copiado na íntegra e recebeu apenas 38% de semelhança. Para um dos textos mais citados da história americana, não é propriamente um resultado brilhante.
Ainda assim, tinha uma vantagem difícil de bater. Afinal, estava incluído na subscrição e não obrigava a criar contas noutros serviços. Isto pesa mais do que parece, sobretudo no ensino superior. Na Universidade do Porto, os estudantes não têm acesso ao Turnitin por iniciativa própria, mas apenas através de uma tarefa criada pelo docente. Assim, para um aluno que queria confirmar as citações antes de entregar, o Word era muitas vezes a única ferramenta à mão.
Convém ainda lembrar que o verificador nunca soube distinguir texto escrito por inteligência artificial. Limitava-se a comparar frases com páginas publicadas, portanto essa lacuna já existia muito antes de outubro.
O que usar a partir de agora
Por isso, a própria Microsoft recomenda procurar outras soluções sempre que seja necessária uma validação formal de originalidade. Além disso, deixa um aviso que merece ser sublinhado: o Copilot não é uma ferramenta de deteção de plágio. Ou seja, pedir ao assistente que diga se um texto é original devolve uma opinião, não uma verificação.
No meio académico, o caminho mais comum é o Turnitin, que universidades como Coimbra, Porto ou Aveiro disponibilizam. Fora dele, existem serviços pagos como o Copyleaks, bem como o verificador das versões pagas do Grammarly. Há também opções gratuitas, como o Quetext, embora quase sempre com limite de palavras por pesquisa. Por fim, o método mais antigo continua a funcionar bem: colocar uma frase entre aspas no Google ou no Bing.
Antes de entregar um trabalho
- Pesquisar entre aspas as frases mais específicas do texto.
- Confirmar que cada citação tem autor, ano e fonte, através do separador Referências do Word.
- Pedir ao docente uma tarefa no Turnitin, se a instituição o disponibilizar.
- Usar um verificador externo por blocos, caso a versão gratuita limite o número de palavras.
- Guardar as fontes enquanto se escreve, por exemplo no Zotero, que é gratuito.
Uma semana com duas funções a menos
O caso do Word não é isolado. A 1 de outubro, o Publisher deixou de funcionar para quem subscreve o Microsoft 365, e o Pplware já explicou o que fazer aos ficheiros do Publisher. Dois dias depois, foi a vez do verificador. Entretanto, na próxima terça-feira, 13 de outubro, termina o suporte do Office 2021, que deixa de receber correções de segurança.
A Microsoft avisou com antecedência e está no seu direito. Quem paga uma subscrição aceita que o serviço evolua, para o bem e para o mal. No entanto, há quem prefira saber exatamente o que vai ter no computador daqui a um ano, e é aí que uma chave digital Office 2024 faz sentido. Dessa forma, o Word, o Excel, o PowerPoint e o Outlook ficam instalados sem mensalidades e com atualizações de segurança até outubro de 2029.
Para que fique claro, o Office 2024 nunca teve o verificador de semelhanças. Por isso, não ganha nada com esta mudança. Simplesmente, não perde. Para escrever, rever, citar e entregar trabalhos, uma chave digital Office 2024 dá acesso a tudo o que é preciso, incluindo as ferramentas de citações e bibliografia.
Chave digital Office 2024 e restantes preços da campanha
Os valores abaixo estavam disponíveis à data de publicação, com o cupão indicado em cada produto, e podem mudar enquanto a campanha estiver ativa. Uma vez que o Office 2021 está prestes a perder o suporte, a chave digital Office 2024 é a opção com mais anos de vida pela frente.
Office 2024
- MS Office 2024 Professional Plus, chave digital global: 17,8€ com o cupão TT30
Windows
- Windows 11 Pro OEM, chave digital global: 23,1€ com o cupão TT30
- Windows 10 Pro OEM, chave digital global: 17,5€ com o cupão TT30
- Windows 10 Enterprise LTSC 2021, chave digital global: 14,3€ com o cupão TT30
- Windows 11 Home OEM, chave digital global: 19,9€ com o cupão TT30
- Windows 10 Home OEM, chave digital global: 17,3€ com o cupão TT30
Outras versões do Office e packs
- Office 2016 Pro Plus, chave digital global: 28,3€ com o cupão TT30
- Office 2019 Pro Plus, chave digital global: 48,5€ com o cupão TT30
- Office 2021 Pro Plus, chave digital global: 72,9€ com o cupão TT30
- Pack Windows 10 Pro + Office 2016 Pro Plus: 39,3€ com o cupão TT30
- Pack Windows 10 Pro + Office 2019 Pro Plus: 53,4€ com o cupão TT30
Outras ferramentas
- CCleaner Professional, 1 PC durante 1 ano: 12,9€ com o cupão TT10
- Office 365 para Mac, conta para 1 dispositivo: 19,4€ com o cupão TT30
- Canva Pro, 1 ano: 13,2€ com o cupão TT10
- Google AI Gemini Pro, 18 meses: 15,2€ com o cupão TT10
Como utilizar o cupão TT30
- Abrir o produto através de um dos links deste artigo, por exemplo o da chave digital Office 2024.
- Adicionar ao carrinho e avançar para o pagamento.
- Introduzir o código TT30 no campo do cupão. No CCleaner, no Canva Pro e no Gemini Pro, porém, o código é TT10.
- Confirmar que o desconto aparece no total antes de pagar.
- Por último, concluir a compra e seguir as instruções de ativação enviadas pela loja.
Este artigo conta com o apoio da GoodOffer24 na disponibilização das informações, links e/ou equipamentos.

















