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3D Touch afinal poderá estar ao alcance de todos os telefones

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Simões


  1. Antwin says:

    dificilmente terá precisão suficiente para ser comparável em funcionalidade com o 3D Touch e implicaria um maior gasto de energia. Pode no entanto ser uma tecnologia interessante para outro género de usos.

    • HB says:

      Claro porque tudo o que a Apple “cria” é sempre o melhor do Universo e arredores.

      • Antwin says:

        pensa um pouco como cada um dos métodos funciona e depois comenta!
        Cada aparelho é feito de materiais diferentes, com resistências à força diferentes, com estrutura interna diferente, com amplificadores de som diferentes, colunas diferentes, microfones diferentes. Mesmo no mesmo aparelho haverá zonas com deformação diferente por causa da sua estrutura.
        Como é que com estas variáveis todas consegues sequer pensar que consegue ter precisão comparável com uma solução construída de raiz para medir força?

        • David Ramos says:

          … Cada aparelho tem materiais similares… Hardware similar etc…e não diferentes como diz. É como um PC, tem uma peça da Intel outra da realtek e por ai adiante. A estrutura tem o mesmo material que outros, ou pensa que a Apple vai a Marte buscar recursos?

          • Antwin says:

            alguém que não sabe o que diz ou não percebe do que se fala!
            procura por testes de resistência e vê como os resultados entre modelos conseguem ser tão diferentes.
            Há modelos de plástico, há modelos de metal, há modelos de metal e plástico, plástico e vidro, metal e vidro, etc, etc. Há muitos tipos de plástico com propriedades diferentes e há também metais diferentes com propriedades diferentes, por exemplo entre o iPhone 6 e 6s as diferenças são muito consideráveis.
            Há também diferentes formas de estrutura. A estrutura dum Galaxy não tem nada a ver com a estrutura dum iPhone. A forma como os componentes estão organizados internamente consegue ser muito diferente. Tudo isto afecta quer a resistência/deformação com forças aplicadas, como a propagação de som nos aparelhos.
            E ainda nem sequer mencionei a diferentes dimensões dos aparelhos…

          • David Ramos says:

            … Sim sim claro Bla Bla e marketing.

          • Pedro S. says:

            Por acaso, vai ser difícil aplicar a todos os smartphones. Apesar de até partilharem dos mesmos materiais, há muitas variáveis que vao influenciar a onda do som emitido. Seja espessura, qualidade, etc… No entanto, penso que a aplicação terá no seu início uma função de aprendizagem, tal como se faziam antigamente na calibragem dos ecrãs, adaptam o programa e onda de som emitido. Ai sim será possível adaptar a maioria dos telemóveis.

          • Antwin says:

            Pedro S., para além da calibragem há também o problema de precisão que a calibragem não resolve.

        • antwin says:

          @David Ramos, esse teu bla bla é um argumento muito elucidativo

  2. RickPinto says:

    “Desde que a Apple apresentou o 3D Touch que muitas outras marcas perseguem essa tecnologia. Até agora apenas a Huawei colocou no mercado uma alternativa…”
    Correcção: Essa “alternativa” foi lançada antes da apple. LOL
    http://www.theverge.com/2015/9/2/9244015/huawei-mate-s-force-touch-availability-price
    E já agora não vejo assim tantas marcas a perseguirem algo que é dispensável simplesmente…

  3. Filipe Teixeira says:

    Não entendo o interesse nisto, parece que é uma tecnologia fantástica.

    • Someone says:

      E é. Tirando partido do 3d touch tens uma experiência melhorada na utilização do smartphone, traz todo um novo leque de possibilidades.

      • Balmer says:

        Nem por isso.
        Bom, quer dizer, no iOS vem trazer coisas que infelizmente não tinha antes e de uma forma de algum modo funcional; no entanto esse leque de possibilidades é bastante limitado.

        Sim, posso fazer digamos num iPhone o que faria num ecrã/tablet de desenho da Wacom por exemplo com base em pressão — Mas a nível de “experiência melhorada na utilização do smartphone” acho que isso só pode ser dito no âmbito de falta de opções como menus de contexto/long press/double tap. Não é algo que faça muita falta nos outros ambientes dado a alternativa já em uso.

        Agora, dizer que isto é um substituto à noção do que é feito pelo 3D touch.. uhm… pois, não.

    • David Ramos says:

      Só é fantástica porque a Apple lançou… Porque de fantástico não tem nada. Fantástico são as tecnologias que Elon Musk está a lançar. Agora isto é tudo consumismo cego

  4. james says:

    Outras marcas perseguem esta tecnologia ? lol, vao fazer o que a apple fez , ja o meu velhinho galaxy s4 fazia isso sem ser preciso tocar no ecran, a apple nao inventou nada,a unica coisa que fez foi pegar numa tecnologia ja existente e aperfeiçoou, a samsung na altura do galaxy s4 percebeu que isso so serviria para encher chouriços e ja retirou, a apple faz disto juntamente com o siri a descoberta de vida para alem da terra, enquanto a apple vai brincando e enxendo chouriços com isto as outras marcas vao apostando na realidade virtual, daqui a 50 anos quando a apple tiver hardware para entrar no mundo da realidade virtual vai ser o proximo planeta com vida que vao descobrir, lembrome de um motorola de ah uns 10 anos atras que a minha mae tinha, em que se dizia o nome da pessoa e o telefone marcava e chamava,lembrome de na altura ficar espantado com isto,agora estes meninos veem 10 anos depois com o siri com comandos de voz e acham.se pioneiros em tudo, para mim e uma tecnologia banal.

    • Antwin says:

      media força sem tocar no ecrã? Seria vidente?
      O Air View da Samsung não media força e tinha grandes problemas de intuitividade e ergonomia.

    • Daniel says:

      Há uma pequena diferença entre airview e o 3d touch. O 3d touch é utilizável, consistente, e acrescenta mais uma dimensão de interacção. São tecnologias incomparáveis
      Há uma pequena diferença entre dizer o nome de uma pessoa para chamar, e um assistente virtual. VoiceOver, algo que já existe desde o primeiro iPhone, fazia isso. Um assistente virtual faz (um pouquinho) mais do que fazer reconhecer nomes

  5. Nuno says:

    Eu tenho o 3D touch no iPhone 6. Basta ter jailbreak e instalar o forcy, por exemplo.

  6. Tico says:

    Ele vai disponibilizar a aplicação ao público em geral?

  7. Limbus says:

    Ainda que o consiga, vai ser praticamente inútil, a força do toque é substituível pela duração/frequência do toque, que o Android já utiliza há muito, a não ser quem queira usar o telemóvel para pesar figos.

    • Antwin says:

      o iOS também já usa há muito tempo o long press.

      • Limbus says:

        “praticamente inútil”… Ou redundante.

        • antwin says:

          no iPhone 6s usa-se o long press e o 3D Touch para acções diferentes sobre a mesma coisa, não tem nada de inútil ou redundante

          • Limbus says:

            Questões de interface, utlilidade minima.

          • antwin says:

            Questões de interface? queres usar os aparelhos sem interface?

          • Limbus says:

            Quem disse isso?
            Por as opções no long press ou dividi-las por este e pela pressão, é uma questão de interface, não traz nada de novo nesse campo.

          • antwin says:

            o interface é uma “peça” essencial no uso dos aparelhos, não faz sentido vir com afirmações tipo “Questões de interface”. A intuitividade e rapidez de operação são importantes para se poder aproveitar ao máximo toda a potencialidade dos aparelhos.
            O 3D Touch não veio dividir opções do long press, veio acrescentar funcionalidades. Para além de acrescentar por aumentar o número de possíveis interacções, há coisas que o long press nunca conseguirá fazer que o 3D Touch permite

          • Limbus says:

            “há coisas que o long press nunca conseguirá fazer que o 3D Touch permite”
            O quê?
            (para além de pesar figos)

          • Antwin says:

            qualquer função que permita mais do que uma resposta diferente consoante a força aplicada é algo que o long press não poderá imitar pois só tem uma única resposta possível, não várias.
            Nisso inclui-se no iOS o Peek & Pop, variação de grossura de linha em desenho e escrita, navegação em video com variação de velocidade consoante a força, interfaces com resposta variável em que jogos são um dos possíveis exemplos, etc. Abre uma nova porta à imaginação de quem cria aplicações, tal como os sensores, acelerómetros e giroscópios nos telemóveis abriram a porta à imaginação para muitas aplicações actuais.
            Para além de que as funcionalidades introduzidas com o 3D Touch somam-se às que já eram possíveis com long press e outras formas de interacção.

  8. Tiago Remédio says:

    …de facto desconheço a tecnologia mas para detectar a força do toque não bastaria analisar a variaçao do diâmetro do ponto de toque?? Parece-me básico que quanto mais força se faz (com o dedo) maior será o diâmetro do ponto de pressão. Como digo, sou leigo na matéria mas talvez alguém possa explicar melhor a espetacularidade desta tecnologia (parece-me muito pouco espectacular…)

    • Antwin says:

      o diâmetro dos dedos pode variar significativamente de pessoa para pessoa, até dedos diferentes da mesma pessoa têm diâmetros diferentes e são usados com ângulos muito diversos. A própria temperatura e hidratação da pele afectam o comportamento dos tecidos do dedo à pressão.
      O que isto tudo mostra é que apesar de ser possível desenvolver algo como o que dizes, no final será quase impossível assegurar um comportamento muito fiável. Não é à toa que as empresas têm desenvolvido hardware mais complexo e com maior custo de produção para obter a funcionalidade desejada.

  9. José Roberto de Gago Coutinho Martelo Peixoto says:

    Apple sempre na frente, o resto bem tenta mas não consegue. 3dtouch exclusivo iphone, androids nem copiar conseguem…o 6s é o melhor smartphone da atualidade (o 6s plus é demasiado grande para grande maioria das pessoas)

  10. Nuno Gonçalves says:

    Muito interessante 🙂

  11. Henrique Graça says:

    Tudo preocupado com quem inventou primeiro a tecnologia ou quem copia quem. Sempre a discutir o tamanho das pilinhas. Não seria mais interessante falar da publicação/aplicação em si? Como o facto de por exemplo ter acesso ao microfone e captar/gravar tudo o que é dito…

  12. Miguel Alves says:

    18hz? Para afinar um contra baixo de cordas, o microfone mal apanha as notas mais baixas… Cheira me que não será muito preciso.

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